Um cuzinho no setor bueno
Dia que bagacei o cu da magrinha em Goiânia
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Mari, 18. Tinder. Conversa curta, sem enrolação. Mandei o endereço e ela veio. Só que não veio sozinha — apareceu com uma amiga. Pensei: “porra, deu ruim”. Mas segurei o jogo.
Saímos os três pra um bar ali perto. Bebida, papo jogado, risada forçada. Mas o clima tava no ar. Voltamos pro meu apê. A amiga foi pro colchão da sala, fingindo dormir. Eu e Mari direto pro quarto.
Ela nem esperou. Puxou meu pau pra fora e começou a chupar. Sede real. Chupava fundo, sem tirar o olho. A língua rodando na cabeça, babando tudo. Quando gozei, ela engoliu sem piscar.
Depois olhou pra mim com a boca melada e mandou:
— E aí… sobrou leite pra colocar aqui dentro? — e apontou pra buceta.
Sem responder, virei ela de quatro e meti. A buceta tava quente, molhada, pedindo. Marquei com força, segurando firme na cintura, metendo com vontade. Ela gemia baixinho, tentando não acordar a amiga. Gozei fundo.
Ela virou, subiu por cima, rebolou mais um pouco e pedi de novo. Fui por cima dessa vez. Gozei outra dentro.
Fomos pro banho. Achei que ela ia sossegar, mas não. Apoiada na parede, me chamou com o olhar. Enfiei de novo. Gozei mais uma vez ali mesmo, com a água escorrendo.
Voltamos pra cama. De ladinho, comecei devagar, metendo fundo. A cada estocada, ela rebolava mais, gemia mais. Do nada, o cuzinho já tava lambuzado, só do tesão. Dei umas passadas por ali, só provocando. Mari sentiu, ficou quieta.
Mas aí veio o detalhe:
Ela mesma tirou meu pau da buceta com a mão. Me encarou de lado e disse:
— Coloca aqui agora — e encostou a cabeça do pau na porta do cu, ainda fechadinho.
Segurei firme. Ela abriu a bunda com as duas mãos, oferecendo. Fui com força. O cuzinho cedeu devagar, apertado demais, quente, nervoso. Senti as pregas abrindo no caminho, milímetro por milímetro. Quando entrei tudo, ela cravou a unha na cama e soltou abafado, com raiva e tesão:
— Seu filho da puta… meu cu era virgem… agora é teu.
Meti com força, segurando ela firme, o gemido preso na garganta dela. Tava tão apertado que dava pra sentir cada contração. Gozei fundo de novo, cheio de raiva boa. Ela deitou no meu peito, rindo e reclamando:
— Você forçou, mas eu gostei. Puta que pariu…
Na manhã seguinte, a amiga foi pro banho. Mari nem pensou duas vezes. Ajoelhou, puxou meu pau mole e começou a mamar até ficar duro de novo. Chupou até sair mais porra. Depois virou de costas na cama, levantou a bunda e mandou:
— Vai, antes que ela saia do banho.
Meti no cuzinho dela mais uma vez, curto e grosso, até gozar de novo lá dentro.
Hoje ela tá aí: virou mãe, namora um Zé Ninguém que nem imagina o que rolou. Nunca vai saber o que eu fiz com o cu virgem que era só meu naquela noite
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Comentários (1)
D3/!: Conto real sobre o dia que bagacei o cu de uma safada do Tinder
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