Minha filha fazendo aulas de pole dance
Esse conto de uma série de onde exibo minha filha de 7 anos para tarados por aí. Neste ela começa a fazer aulas de pole dance e dançou peladinha
Mês passado, minha filha chegou da escola com um panfleto na mão, anunciando aulas de pole dance. Ela olhou para mim e para Adriana com aqueles olhos brilhantes de quem tinha descoberto algo novo e emocionante. 'Posso fazer, papai? Mamãe?', ela perguntou, segurando o panfleto como um tesouro. Adriana e eu trocamos um olhar rápido, mas não de surpresa – afinal, conhecíamos bem a filha que tínhamos criado. No mesmo instante, tivemos o mesmo pensamento: imaginar Jessica pendurada num poste, esfregando a bucetinha enquanto se movia com graça e sensualidade. Seria algo especial, uma oportunidade única de vê-la se exibir de uma forma ainda mais provocativa, não só nas aulas, mas também nos parquinhos e em outros lugares. Sem hesitar, peguei o panfleto das mãos dela e disse: 'Claro, princesa. Vamos fazer sua matrícula agora mesmo.' Adriana sorriu, concordando com um aceno de cabeça, enquanto eu já imaginava as cenas que aquelas aulas poderiam proporcionar.
Levei Jessica no primeiro dia de aula e a observei entrar na sala com um misto de curiosidade e excitação. Era o primeiro dia dela no pole dance infantil, mas, como eu imaginava, ela parecia já saber o que fazer. As outras meninas estavam se alongando, mas Jessica, com sua confiança habitual, se dirigiu direto para o poste, como se ele fosse um velho conhecido. Seu olhar estava focado, quase hipnótico, e eu mal conseguia desviar os olhos dela.
Não havia hesitação em seus movimentos. Ela se aproximou do poste com uma naturalidade que me deixou de boca aberta, segurando-o com as mãos de forma firme, mas relaxada. Quando a professora explicou o movimento básico, Jessica não precisou de muito tempo para entender. Ela pegou a dica de como usar os pés para impulsionar o corpo e, com um simples impulso, começou a girar ao redor do poste.
O movimento foi fluido, quase sensual, como se ela tivesse feito isso mil vezes. Ela girou, e, em seguida, com a mesma facilidade, posicionou as pernas para um giro mais controlado. Tudo parecia tão simples para ela, como se o corpo já soubesse o que fazer, como se o pole dance fosse algo que fazia parte dela há muito tempo. Cada movimento dela era uma provocação silenciosa, uma dança que parecia feita para ser observada.
Fiquei ali parado, observando, com uma sensação de tesão crescente. Cada movimento de Jessica parecia feito para me atiçar, para me lembrar de como ela era especial. A confiança estava estampada em seu rosto, e a leveza com que ela se movia era impressionante. Eu mal conseguia acreditar que aquela era minha filha, tão desinibida, tão dona de si.
Era como se ela tivesse um jeito único de entender o espaço ao redor dela, o poste, o equilíbrio. A cada novo giro, a cada movimento, ela ficava mais segura, mais centrada, e eu mais excitado. Eu mal conseguia tirar os olhos dela, imaginando como seria vê-la se exibir assim em casa, só para mim e para Adriana.
Ela se divertia, isso era claro, mas havia algo mais naquela cena. A felicidade de aprender algo novo e desafiante, mas com a facilidade que só alguém que realmente se conecta com a atividade poderia ter, estava estampada em seu rosto. Jessica estava ali, não apenas como uma aluna, mas como alguém que já sabia como dominar o que lhe era apresentado. E eu, ali parado, só conseguia pensar em como aquela cena era perfeita – e como eu mal podia esperar para vê-la se exibir assim de novo.
As semanas passaram rápido, e Jessica não parava de me surpreender. A cada aula, ela parecia mais à vontade, como se o poste fosse uma extensão natural de seu corpo. Agora, ela se movia com a confiança de quem sabia exatamente o que estava fazendo – e cada movimento dela era uma provocação silenciosa, uma dança que parecia feita para ser observada.
Quando a professora sugeriu que ela tentasse um movimento mais avançado, algo que exigia força e controle, Jessica não hesitou. Era como se, de alguma forma, ela já soubesse o que esperar. A professora explicou como ela deveria subir pela barra, usando as pernas para prender o corpo enquanto as mãos se fixavam firmemente. Eu a observei, e Jessica fez tudo com uma facilidade impressionante.
Com um movimento suave, ela subiu o poste com a graça de uma dançarina experiente. Primeiro, usou as pernas para se enroscar, depois puxou o corpo para cima. Tudo parecia tão fluido, como se fosse parte de um movimento que ela já tivesse praticado muitas vezes. Em seguida, ela fez algo que me deixou sem palavras: um giro invertido.
Eu vi o corpo dela se projetar no ar, e ela girou com um controle perfeito, as pernas esticadas, o movimento tão limpo que parecia uma dança no ar. Mas foi quando ela voltou ao chão, pousando com uma leveza impressionante, que algo me chamou a atenção. Seu shortinho de lycra havia subido um pouco, revelando a bucetinha dela, que esfregou levemente contra o poste durante o movimento. Ela não parecia se importar – na verdade, seu sorriso era de pura satisfação, como se soubesse exatamente o efeito que aquilo causava.
A professora parecia satisfeita também, e Jessica, com seu olhar determinado, se preparou para tentar outro movimento. Agora, ela estava prestes a fazer um 'vire', onde ela girava rapidamente, deixando o corpo em posição quase horizontal enquanto o poste a sustentava. De novo, sem hesitar, ela se posicionou, e em um movimento rápido e controlado, girou pelo ar, mantendo a postura firme e o olhar concentrado.
Dessa vez, porém, ela fez questão de se aproximar do poste de uma forma que deixava pouco à imaginação. Enquanto girava, suas pernas se abriram levemente, e eu pude ver como a bucetinha dela esfregava contra o poste, quase como se fosse parte do movimento. Ela sabia o que estava fazendo – e eu mal conseguia disfarçar o tesão que aquela cena me causava.
Eu mal podia acreditar no que estava vendo. Ela estava ali, no centro da sala, desafiando a gravidade com uma facilidade que parecia quase mágica. Tudo o que antes parecia complexo agora estava ao alcance dela, e com um sorriso de quem se sente no controle de cada movimento, Jessica mostrava, de maneira silenciosa, o quanto havia se superado – e o quanto sabia provocar.
Eu me sentia orgulhoso, mas mais do que isso, sentia uma admiração profunda pela forma como ela se entregava àquilo, sem medo, sem dúvidas. Ela havia encontrado algo em que realmente se destacava. E ali, naquele momento, ela era simplesmente incrível – e eu mal podia esperar para vê-la se exibir assim de novo, talvez em casa, só para mim e para Adriana.
Finalmente, instalei um pole dance no quarto antigo de Jessica, agora que ela dorme conosco todos os dias. Também coloquei umas luzes e um sonzinho, criando um ambiente que misturava o infantil com o sensual. Deixei a decoração do quarto dela intacta – os ursinhos de pelúcia, os posters coloridos e o papel de parede com estrelinhas. Saber que ela ainda era uma criança, mas ali, naquele momento, se transformando em algo tão provocativo, me dava um tesão indescritível.
Jessica começou seu show para nós com uma música suave, o som baixo, mas suficiente para preencher o ambiente com uma energia quase palpável. Quando Jessica entrou no palco improvisado, a luz incidiu sobre ela de forma perfeita, criando um contraste entre sua figura delicada e a penumbra ao redor. Ela estava nua, mas não era só a falta de roupa que chamava atenção – era a forma como ela usava o corpo, como se cada movimento fosse uma provocação calculada.
Eu a observei com atenção, cada gesto dela parecia planejado, mas ao mesmo tempo fluido e natural. Ela se aproximou do poste, suas mãozinhas tocando o metal com uma leveza quase hipnótica. Seus dedos deslizaram pela superfície fria, e então ela começou a girar. A cintura se torceu, os quadris se moveram de uma forma que me fez prender a respiração. Seus pés deslizaram pelo chão com uma graça que parecia quase sobrenatural, mas foi quando ela se elevou, sustentando-se com uma força impressionante, que a dança realmente tomou um novo significado.
Jessica parecia dominar cada centímetro do espaço, como se estivesse em sintonia com a música, como se a própria dança fosse uma extensão de sua alma. Cada movimento era um convite, não apenas para meus olhos, mas para meus pensamentos mais obscuros. Eu percebia o modo como ela envolvia o espaço ao redor, como se estivesse hipnotizando não só o corpo, mas também a mente, em um jogo de sedução que era ao mesmo tempo inocente e proibido.
E então, em um movimento que parecia quase involuntário, ela esfregou a bucetinha contra o poste, enquanto girava com uma graça que me deixou sem fôlego. Seus olhos se fecharam por um instante, como se estivesse sentindo prazer naquele contato, e eu mal conseguia disfarçar o tesão que aquela cena me causava. Adriana, ao meu lado, soltou um suspiro baixo, e eu sabia que ela também estava sentindo a mesma coisa.
Jessica continuou a dançar, cada movimento mais provocativo que o anterior. Ela se pendurou de costas no poste, suas perninhas abertas, exibindo seu cuzinho rosado e convidativo. A luz refletia em sua pele suada, destacando cada curva de seu corpo infantil. Ela girou novamente, e dessa vez, esfregou a bucetinha com mais força, como se estivesse se masturbando com o poste. Seus gemidos baixos ecoavam pela sala, e eu mal conseguia acreditar no que estava vendo.
Adriana, ao meu lado, não conseguia mais disfarçar sua excitação. Ela começou a se masturbar discretamente, enquanto observava nossa filha com um olhar de desejo. Eu, por minha vez, já estava com o pau latejando de tesão, mas sabia que aquele momento era dela – e eu mal podia esperar para ver o que ela faria em seguida.
Jessica, percebendo a atenção que estava recebendo, decidiu intensificar o show. Ela se pendurou de cabeça para baixo, suas perninhas abertas, exibindo sua bucetinha e seu cuzinho de uma forma que me deixou completamente hipnotizado. Ela girou mais uma vez, esfregando a bucetinha no poste com movimentos lentos e calculados, como se estivesse se masturbando na nossa frente. Seus gemidos ficaram mais altos, e eu sabia que ela estava perto do orgasmo.
Para finalizar, Jessica se pendurou firme no poste, suas perninhas abertas exibindo sua bucetinha rosada e convidativa. Ela começou a esfregar a bucetinha no poste com uma intensidade que me deixou sem fôlego, deslizando para cima e para baixo com uma facilidade que só ela tinha. Seus gemidos, baixos e sensuais, ecoavam pela sala, e eu mal conseguia desviar os olhos dela. Cada movimento era uma provocação calculada, como se ela soubesse exatamente o efeito que causava em mim e em Adriana.
Eu e Adriana estávamos hipnotizados, observando nossa pequena se entregar ao prazer com uma naturalidade que era ao mesmo tempo inocente e proibida. Não pude resistir – tirei meu pau para fora e comecei a me masturbar lentamente, sentindo cada gemido de Jessica como um convite para me perder naquela cena. Adriana, ao meu lado, esfregava sua buceta com intensidade, seus dedos deslizando com vontade enquanto ela observava nossa filha com um olhar de desejo.
Jessica desceu até o chão, sua bucetinha ainda colada no poste, e se apoiou nos braços, começando a esfregar a bucetinha com mais força e freneticamente. Seus gemidos ficaram mais altos, mais intensos, e eu sabia que ela estava perto do orgasmo. Não resisti – me levantei e fui até ela, meu pau latejando de tesão. Comecei a gozar sobre seu corpinho, os jatos de porra caindo em sua pele suada, enquanto ela recebia o banho com um sorriso safado e olhos brilhantes de excitação.
Jessica, sentindo o calor da minha porra em seu corpo, não conseguiu segurar e gozou também, um squirt lindo que escorreu pelo poste e pelo chão. Seu corpo tremia de prazer, e seus gemidos eram músicas para meus ouvidos. Adriana, vendo nossa filha gozar, não aguentou e gozou também, gemendo gostoso enquanto se esfregava com mais força.
Assim que nos recuperamos, peguei Jessica no colo e a levei até nosso quarto. Ela estava exausta, mas ainda com um sorriso safado nos lábios, como se soubesse o quanto nos havia provocado. Coloquei-a na cama, ainda sujinha de porra e do squirt que havia escapado durante o orgasmo, e cobri-a com o lençol. Adriana e eu ficamos ali por um momento, observando nossa filha dormir, com o corpinho relaxado e o cheiro doce de sexo e infância pairando no ar.
Fomos para a cozinha, onde abrimos uma garrafa de vinho e brindamos à noite incrível que tivemos. Enquanto bebíamos, não conseguíamos parar de falar sobre Jessica – sua desinibição, sua sensualidade e o tesão que ela nos causava. Adriana estava especialmente animada, e eu sabia que aquela noite não seria a última em que nossa filha nos surpreenderia.
Na manhã seguinte, o cheiro de Jessica ainda estava no ar – uma mistura deliciosa de sexo, porra seca e bucetinha infantil. Era impossível ignorar, e eu e Adriana estávamos cheios de tesão novamente. Decidimos que não poderíamos deixar aquela oportunidade passar. Vestimos Jessica apenas com uma camisetinha curta e uma calcinha infantil, deixando suas perninhas e bucetinha quase à mostra, e saímos de casa para exibi-la no mercado da cidade vizinha.
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Comentários (3)
Messin: Faz um conto do fernando comendo a filha dele e um menino o fernando comendo os 2 juntos por favor
Responder↴ • uid:w735kv9aRafaella: WOW !!!!
Responder↴ • uid:7xbyxpzfiaPedro1123: Wow!!!
• uid:81rd32beqj