#Incesto #PreTeen #Virgem

Papai Trouxe o Amigo para me Comer - Parte 1

4.7k palavras | 9 | 4.17 | 👁️
Bianquinha do Papai

Papai sempre me tocava durante os banhos, mas tinha medo de me machucar ao tirar minha virgindade. Por isso pediu ajuda do vizinho mais experiente no assunto.

Quando eu era pequena, adorava os banhos que papai me dava, eram muito diferentes dos banhos da mamãe.
Assim que chegava a hora do enxágue, era bem mais demorado e carinhoso, principalmente em seus toques no meu bumbum e perereca.
Papai segurava minha bunda grandinha com carinho e firmeza, usando as duas mãos para separar as bandas e obter acesso ao meu reguinho.
Só de lembrar já fico toda arrepiada.
Adorava a sensação dos seus dedos grandes gentilmente circulando ao redor do meu cuzinho, tirando todo o sabão e o deixando bem limpinho.
Ainda assim, o que eu mais gostava era quando as falanges subiam e desciam pela minha pepequinha, separando os lábios vaginais e me fazendo sentir um prazer único e irresistível. As vezes ele ia mais além e descia o dedo até a parte detrás da minha vagina, exercendo pressão na entradinha. Nessas ocasiões eu me sentia incomodada, dava uns gemidinhos de dor e ele sempre parava, recuava a mão e encerrava aquele momento do banho, me secando e enrolando na toalha para ir ao quarto trocar de roupa.

Amava muito o meu pai e, por várias vezes, durante os carinhos do banho, eu sentia um desejo instintivo de vê-lo nu, acho que também era por uma curiosidade infantil natural já que, mesmo com ele tentando disfarçar, eu podia notar o volume misterioso que sempre se formava dentro da sua bermuda quando me banhava, e desejava mais do que tudo ver o que ele escondia ali. Então, mesmo sendo inocente, eu o convidava a entrar comigo no box.
Papai, porém, nunca aceitou meus convites e dizia que tomaria seu banho sozinho depois.

Refletindo hoje eu percebo que ele já estava louco de vontade de me comer, mas compreendo também que tinha muito medo de seguir adiante e me machucar no processo, já que eu, com 8~9 anos, ainda era uma menina pequena, delicada e melindrosa.
Meu pai tinha receio de não conseguir fazer direito e me ferir, por isso não teve coragem de ir até o fim com aquilo.

Pelo menos não sozinho.

••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••

Era um final de semana quente como outro qualquer, com exceção do fato da minha mãe ter saido bem cedo de casa dizendo que ia visitar a minha avó e só voltaria no outro dia.

Pouco depois que mamãe saiu, meu pai me pegou no colo e perguntou se queria tomar banho.
Feliz, eu inocentemente o abracei dizendo que "Sim!! 😀 ".
Estranhei quando, ao invés de me levar pro banheiro como de costume, subiu comigo até o terraço e começou a encher a minha piscininha infantil de 500 litros. Quando estava quase terminando de encher, nossa campainha tocou e o papai desceu comigo ainda no colo para atender.

— Bom dia, compadre. Bom dia, princesinha. Tudo bem com vocês? — Disse o Seu Jorge, o nosso vizinho, ao abrirmos a porta para ele.

Os outros adultos o chamavam de Jorjão, era um coroa um pouco mais velho que meu pai, negro e meio gordinho, que tinha uma filha maiorzinha do que eu, Michelle, de uns 10~11 anos.
Mas Seu Jorge estava ali sozinho, com uma sacola de mercado cheia de cervejas, que entregou ao meu pai.
Olhei para o visitante em silêncio, sem entender o que ele tinha vindo fazer aqui.

— Bom dia, Jorjão. Obrigado. Pode entrar. — Papai falou dando passagem pro nosso vizinho.

Ele entrou sem tirar os olhos de mim. Seu olhar incisivo me causou um certo frio na barriga. Sempre tive timidez e medo perto de adultos "desconhecidos", mas com ele era algo diferente. Era como um bicho olhando pra presa com olhar vidrado.
Notando meu silêncio, papai me incentivou a dizer algo.

— Não vai cumprimentar o moço, filha? É o Seu Jorge, nosso vizinho, lembra dele?

— Bom dia... — Respondi timidamente, balançando a cabeça que "sim", com vergonha e receio da longa encarada que o homem me dava.

Ele sorria para mim, porém era um pouco assustador, principalmente por que ele era muito grande e alto.
Papai o conduziu até lá em cima e posicionou duas cadeiras de praia ao redor da piscininha, o pedindo para desligar a mangueira assim que estivesse cheia, pois iria descer comigo para colocar meu traje de banho.

E assim foi feito, Seu Jorge ficou ali, já abrindo uma das cervejas e cuidando da água, enquanto meu pai me levou até seu quarto e pegou um embrulho que estava escondido debaixo da cama. Se tratava de uma sacola contendo um conjunto de biquini fio dental branco minúsculo.
Papai me despia, enquanto eu lhe perguntava o que o Seu Jorge havia vindo fazer em casa.

— O papai convidou ele, amor. É um amigo do papai que vai ajudar a tomar conta de você hoje. — Respondeu em tom ameno e um sorriso gentil no rosto.

Aceitei sua explicação sem questionar mais, e então senti a dificuldade que seria vestir aquele biquininho. Era muuuito pequeno, obviamente feito para alguém bem menor e mais nova do que eu era. Eu ainda não tinha seios, mas a peça superior mal cobria meus mamilinhos.
No fim das contas o papai deu os nós nos lacinhos da parte de baixo e fez caber, mas eu sentia a calcinha toda enfiada no meu reguinho, e via que o pano da parte da frente era tão escasso que mal cobria minha pererequinha.
Reclamei dizendo que era pequeno demais e estava incomodando, porém ele me disse que "bom é assim, e você está linda". Aquele elogio vindo do meu amado pai me ganhou, e eu parei de reclamar na hora.

Subi animadamente as escadas até a laje e meu pai veio atrás, com um isopor com gelo pra pôr as cervejas trazidas pelo Seu Jorge.
A cara que o meu vizinho fez e como me olhou ao me ver com tão pouca roupa, mais uma vez me causou um arrepio. Ele me seguiu com os olhos assim que pisei lá em cima e acompanhou todo meu trajeto até a água.
Quando meu pai se sentou na cadeira de praia ao lado dele, pude ouvir os dois conversando sem fazer questão de falar baixo ou disfarçar.

— Cassete, Cássio, vendo a Bianquinha vestida assim eu percebi que tá mais gostosinha do que eu pensava. — Falou pro meu pai sobre mim, sem desgrudar os olhos um segundo sequer, enquanto eu começava a brincar na água. — Ela é branca e magrinha, mas tem uns coxões e rabão de negra. Quer dizer, ou pelo menos vai ter quando crescer mais um pouco... Mas pra idade já tá bem desenvolvida.

— Pois é, Jorjão. Por isso que tá difícil resistir... Eu tô a ponto de cometer uma loucura, mas tenho medo de ferí-la e assustar a minha loirinha... — Disse abrindo uma latinha de cerveja e bebendo de golada, parecendo nervoso/preocupado.

— Eu te entendo, meu amigo, eu te entendo... Mas fica tranquilo que eu te ajudo com isso. Sei exatamente como proceder... — Meu vizinho falou lambendo os beiços, sem parar de olhar para mim.

— Mas será que vai dar? Tá vendo como a Bianca é pequena?

— Ah, vai dar sim, e como vai... Hehe. Com uma raba dessas ela já aguenta, sim... Aliás, essas meninas aguentam mais do que você pensa. A Michelle tinha essa idade quando eu a iniciei, não te disse?

— Disse sim, mas a minha filha é menorzinha e mais magra que a sua era nessa idade. — Constatou preocupado de verdade.

— Confia em mim, que eu tenho a manha. Vai dar certo. Hehehe...

Mesmo um tanto incômodada com a encarada constante do Seu Jorge e intrigada quanto a conversa, como era criança, logo consegui me despreocupar quanto a isso e passei a brincar feito pato na água.
Hoje eu imagino que, mesmo sem intenção, a cada movimento meu naquele biquini quase inexistente, assumia poses que, para os dois adultos que me observavam, deveriam ser muito provocativas, já que eu acabava abrindo as pernas e/ou erguendo a bunda em vários momentos.

— Porra, Cássio, ela é muito gostosa! Eu não aguento mais ficar só assistindo... Bora começar! — Falou depois da segunda ou terceira lata de cerveja, dando uma apertada no volume que já se formava sob a bermuda.

Meu pai também estava com a mão no colo, segurando alguma coisa que tinha dentro da calça, e acenou para o vizinho positivamente com a cabeça, virando o último gole da sua própria latinha.
Com isso papai se levantou e caminhou até estar do meu lado na borda da piscina, onde se agachou e colocou a mão nos meus cabelos loiros molhados, tirando-os do meu rostinho carinhosamente.

— Tá gostando da piscininha, amor?

— Uhum... Brinca comigo, papai? — Pedi com pureza e sem malicia.

— Claro, meu bem... — Respondeu, ainda fora da piscina, fazendo conchinha com a mão e jogando água gentilmente sobre a minha cabeça, que escorria molhando meu rosto.

Repetiu o gesto algumas vezes e eu, rindo, fui tentando desviar a medida que a quantidade e velocidade da água que lançava em mim ia aumentando, achando graça da brincadeira.
Com uma das mãos ele ia tentando me segurar e evitar minha fuga. Eu me levantava e virava de costas para tentar ir pra longe, e levava água no bumbum. Estava muito divertido, eu amava brincar na água com o meu pai. s2
Sua mão em concha foi chegando cada vez mais e mais perto da minha bunda, até que por fim passou a tocá-la, em uma gradação que pareceu natural e nem um pouco repentina. Ele agarrou uma das popas e deu uma apertadinha, me arrancando risadas. Deslizou até a outra e repetiu o movimento. Como já estava acostumada a seus toques no banho, não estranhei e continuei brincando.
Todavia, a partir daí a brincadeira mudou, papai desceu os dedos pela minha bunda até tocar a minha perereca por trás e por cima do tecido do biquini. Não mais jogava água em mim, a brincadeira agora parecia ter fluido para a de dar carinhos íntimos, como no banho.
Aquele toque gostoso parece que virou a chavinha dentro de mim, me pondo no estado submisso em que eu sempre ficava no chuveiro ao receber suas dedadas e apalpadas.
Parei de lutar e tentar escapar, deixando papai me tocar como quisesse, curtindo os carinhos na minha pepeca por trás e até separando mais as perninhas para facilitar seu acesso.
Uma outra mão surgiu descendo por minha barriga e tocou a calcinha pela frente. Achei que era o outro braço de papai, mas quando olhei vi que se tratava da mão de um negro. Na hora eu me assustei e tive um sobressalto, vendo que era Seu Jorge quem estava me tocando ali. No meio de toda aquela "brincadeira", tinha até me esquecido que estava conosco e assistia a tudo.

— Calma, filha, não precisa ter medo. O Seu Jorge vai me ajudar a te dar banho hoje, tá? — Falou me mantendo no lugar segura pelo braço, sem parar de esfregar os dedos em mim, com voz calmante.

— Isso, bundinha de tanajura, só relaxa e aproveita o carinho do tio... — Disse-me o vizinho, também abaixado do lado de fora da piscina, levando a outra mão até minha bunda e dando uma sutil apertada numa das bandas. — Você vai gostar...

Era estranho ter um homem diferente tocando em mim, mas passado o susto inicial, ouvindo o que diziam, e sabendo que papai estava ali comigo, confiei neles. Me acalmei e deixei que suas mãos explorassem meu corpinho, passando a me sentir muito bem no processo.
A mão do Seu Jorge cobria a minha perereca inteira com folga, apalpando meu monte de vênus e dedilhando o início da racha por cima do pano fino.
Além dos dedos que me acariciavam por trás, papai subiu a outra mão pelo meu dorso, esfregando meus peitinhos retos e fazendo a parte de cima do biquini sair do lugar.
Aquilo tudo estava muuuito gostoso. Em poucos segundos eu já estava totalmente entregue a situação, rodeada e cercada pelas mãos daqueles dois adultos.
Com sua voz grave e forte, Jorjão me mandou separar mais as pernas, e eu o fiz, precisando me segurar no seu braço grande e largo para não me desequilibrar, dada a pressão crescente das apalpadas que recebia.
A ponta de seus dedos grossos e ásperos faziam força sobre o meu cuzinho, ainda por cima do tecido da calcinha fio dental, não eram macios e suaves como os do papai, mas era bom tê-los me tocando assim.

Sentia que aos poucos a força que impunham nos carinhos ia crescendo. Seu Jorge foi quem primeiro se atreveu a invadir meu biquini, atravessando a borda superior e enfiando a mãozona lá dentro. Ao tocarem minha rachinha diretamente, seus dedos ásperos causaram uma estranheza no início, mas o contato foi ficando mais agradável logo em seguida, quando se lambuzaram na minha lubrificação de menina.

— Porra, tá molhadinha... E não é de água da piscina. — Meu vizinho falou naquele tom estranho, que hoje eu sei que é de tesão transbordando na voz.

Tão logo ele disse isso, foi a vez dos dedos do meu pai acessarem o interior da traje de banho e tocarem pele a pele minha pepequinha, fazendo uma onda de prazer percorrer meu corpo.
Eu já estava ofegante e perdendo o controle, começando a suspirar e gemer com os carinhos certeiros. Estava tudo bem mais intenso e prazeroso do que nos nosso banhos habituais.
Um dos dedos de papai mirou na minha entradinha por trás e começou a pressionar. Eu gemi mais alto, só que dessa vez meu pai não se deteve como antes, continuou empurrando o dedo com mais força.

— Ai, papai, tá doendo... — Resmunguei com a voz fraca e quase chorosa, tentando me afastar. Mas aqueles dois homens adultos não permitiram que eu me movesse ou saísse dali.

— Calma, bucetudinha, fica paradinha aí... — Seu Jorge falou apertando minha perereca pela frente com mais força também.

Meu pai continuou a me dedar assim, sem dizer uma palavra, até que senti a ponta do seu dedo começar a entrar em mim!
Ardeu muito, então eu gritei mais alto que antes e ele, preocupado, retrocedeu, diminuindo a pressão na mesma hora.
Respirei aliviada e papai pediu desculpas, beijando meu rosto e tirando as mãos de mim.
Vendo isso Seu Jorge, a contragosto, fez o mesmo.
O mini biquini estava todo fora do lugar, com metade da minha pepeca amostra e os peitinhos descobertos.
A tentativa dolorosa de penetração me deixou assustada e receosa daquela "brincadeira".
Eles perceberam isso pelo modo que eu os olhava e me afastava dos mesmos.

— Perdoa o papai, amor, eu não quis‐... — Papai tentou me dizer com dó e remorso na voz, claramente também a ponto de desistir de tudo. Muito preocupado com meu bem estar.

Porém foi interrompido por Seu Jorge.

— Ei, Bianquinha, relaxa. Não foi nada. Não fica assim, vem cá, vem... — Interpelou o vizinho esticando a mão para mim e me dizendo para me aproximar.

Meio desconfiada e receosa, mas ainda uma menina obediente aos mais velhos, lhe dei a mão e fui conduzida de volta a borda da piscininha em silêncio.

— Você se assustou, foi? — Questionou-me com voz mansa e um sorriso que tinha a intenção de ser acolhedor, e eu acenei que "sim". — Entendi... Mas você estava gostando dos carinhos, não estava? Não tava bom? Você vai mesmo querer parar com a brincadeira por causa disso? Não, né?

— Não... — Falei baixinho, induzida pelas suas palavras e pelo prazer que senti antes.

Ele sorriu satisfeito com a resposta tímida, porém favorável.

— Então vamos tirar esse biquini do caminho, tá? Assim vai ficar melhor ainda... — Falou já tirando a parte de cima com habilidade e desatando os nós da parte de baixo, que escorregou pelas minhas pernas até a água, me deixando nuazinha. — Nossa, mas você é mesmo uma delícia, cacete...

Sem hesitar ele levou a mão novamente até a minha perereca pela frente, deslizando os dedos debaixo para cima e de cima para baixo, ocasionando a separação dos lábios e encontrando meu clitóris.
Senti um choquinho percorrer meu corpo quando me tocou ali, saltando um gemidinho involuntário.
Com muita lábia, aquele negão contornou a situação e me pôs de volta no clima da brincadeira.
Até meu pai, que antes parecia aflito e querendo desistir por pena de mim, voltou a se tranquilizar, assistindo a tudo com atenção.

— Isso, safadinha, agora abre mais as perninhas pra mim... — Seu Jorge ordenou e eu obedeci, bem submissa. — Olha, seu papai e o tio vão entrar aí na água com você, tá bom?

Falou isso sem parar de me masturbar, já olhando pro meu pai e acenando com a cabeça.
Diante do sinal, papai se ergueu e começou a tirar a camisa que vestia.
Pareceu para mim que isso já havia sido previamente combinado entre os dois.
Quando desafivelou o cinto, pude ver que, na região da virilha, aquele misterioso volume que sempre surgia durante meus banhos estava presente dentro da bermuda. A calça desceu até seus pés e vislumbrei a forma cilindrica marcada nitidamente na cueca apertada que vestia.
Achei que ele entraria na piscina assim, então quase não pude acreditar quando papai segurou o elástico da peça íntima e foi empurrando pra baixo. Ele ia entrar pelado! °o°
Na minha inocencia fiquei feliz pois, depois de tanto tempo, finalmente o veria nu e ele se juntaria a mim na água para um banho. A curiosidade infantil me fez acompanhar com atenção quando ele enfim baixou a cueca e saltou para fora uma coisa grande apontando para cima.

Mesmo sendo tão novinha, já tinha uma noção de que meninos e meninas tinham partes diferentes debaixo das roupas, só que nunca tinha visto um pinto, e o do meu pai era lindo, clarinho, com poucas veias, bem lisinho, adornado por uma cabeça grande e rosada. Mas na hora eu senti mais estranheza do que atração, já que era a primeira vez que eu via um pênis na vida.
Seu Jorge parou a siririca e se pôs de pé a minha frente, apressadamente tirando suas roupas também. Tomei um susto quando ele removeu sua bermuda, já sem cueca por baixo, e libertou, bem na altura do meu rosto, um pintão grosso e preto da ponta marrom brilhante, tambem totalmente ereto.
Se papai havia decidido pedir a ajuda do vizinho para que eu não sentisse tanta dor ao ser comida pela primeira vez, havia sido uma escolha terrível! Aquele homem simplesmente não tinha a ferramenta certa pro serviço delicado pra que foi requisitado.
O negão mais parecia um jumento, com aquele órgão imoral balançando na frente do meu rosto, todo cheio de veias salientes e quase do tamanho do meu antebraço na época!

Vendo que eu encarava os dois membros de boca aberta e estática, ambos foram se aproximando e entrando na água, um pela frente e o outro por trás.
A piscininha infantil era pequena, e a medida que foram se abaixando e ajoelhando lá dentro, a água ia transbordando pra fora aos montes.
O espaço era apertado e eles fizeram questão de ficar bem pertinho de mim, tornando inevitável que as duas picas roçassem no meu corpo, enquanto eu permanecia de pé e imóvel, olhando pra uma e outra em choque, com curiosidade e estranheza.

— Gostou, rabudinha? Estão assim por sua causa... Por você ser tão linda e gostosa, sabia? — Disse meu vizinho, com ar "sedutor". — Você quer tocar? Pode pegar neles. Vem cá, me dá sua mãozinha...

Ambos já foram pegando cada um em um pulso meu, e puxando em direção a seus pintos.
Agarrei os dois com certo receio a princípio.
Senti que a pica do meu pai era bem quente e dura quando a envolvi com os dedos.
Já a do Seu Jorge, era tão grossa que minha mão não dava conta de a contornar por inteira, não conseguindo fazer as pontas das minhas falanges ficarem nem perto de se tocarem ao segurá-la.
A textura que tinham era diferente de qualquer coisa que eu ja tinha pego, uma mistura de maciez e rigide que, por algum motivo, só de olhar e tocar nelas me causava um calor na pepeca.
Curiosa e incentivada por eles a ficar "a vontade", dei leves apertões e comecei a explorar as jebas da base até a ponta. Os dois adoraram a sensação, e logo voltaram a pôr a mão em mim também.
Seu Jorge parecia ter uma certa predileção pela minha bunda, a qual ele não parava de apalpar com gosto, enquanto que papai brincava com meu clitóris suavemente.
Tudo começou a ficar gostoso de novo.

Meu vizinho então, sem largar meu traseirinho, pôs a outra mão ao redor da minha e começou a me guiar numa punheta lenta e ainda sem ritmo.
Interessada na nova atividade, acabei soltando o membro de papai e pondo as duas mãos no pirocão daquele preto safado, só assim eu conseguia a envolver por completo.
Gostando do gesto, Seu Jorge projetou o quadril, a fim de facilitar a masturbação.
Me divertindo com a sensação da rola imensa que pulsava em minhas mãozinhas, comecei a sorrir travessamente.

— Tá gostando, né, bunduda? Então se abaixa um pouquinho pra ver de mais perto... — Falou já levando a mão até minha nuca e me puxando pela cabeça em direção ao seu pauzão.

No principio eu relutei, mas depois me deixei conduzir até estar toda encurvada e com o rosto a poucos centímetros da vara negra rombuda.
Com um movimento ascendente da cintura, seu Jorge roçou a jebona na minha carinha, ainda me segurando pela nuca e bunda.
Aquela picona era maior que o meu rostinho infantil, e eu inocentemente ri do contato inesperado.
Isso o incentivou a continuar se esfregando em mim desse jeito.

— Caralho, mas que vadiazinha... Nessa idade já achando graça de levar rolada na cara... Sua filha é uma puta enrustida, meu amigo!

Na posição em que eu estava, ficava com a bunda empinada na direção do meu pai e, quando Seu Jorge usou a mão para separar minhas nádegas e expor meu ânus e vagina para ele, papai não se conteve!
O senti segurar minhas coxas e enterrar a cara no meu rabinho de repente, esfregando o rosto nela com desejo!
Com o susto do toque inédito, quis me levantar e virar para ver o que era, mas o meu vizinho não deixou, me segurando firme pela nuca.

— Se concentra aqui na pirocona do tio, cadelinha... Deixa o papai beijar sua bucetinha. Continua mexendo as mãos como mostrei...

Sem ter como contrariar, obedeci seus comandos e voltei a lhe punhetar, enquanto sentia a rola deslizar pelo meu rosto e papai lamber minha bunda e minha perereca por trás.
Sua língua era quente e ávida, trazendo um prazer que eu nunca experimentei antes.
Uma das mãos de papai deslizou até minha buceta, dedilhando meu clitóris ao mesmo tempo que sua língua separava meus labios vaginais com movimentos repetitivos para cima e pra baixo.
Mesmo não entendendo bem o contexto no qual tudo aquilo estava acontecendo, a sensação de estar a mercê de dois homens que exploravam o meu corpo infantil, e de ter um membro viril enorme pressionado contra o rostinho era excitante demais para mim... Quando me dei conta, estava inebriada e já não conseguia mais manter o ritmo da punheta.
Um sentimento crescente tomou conta de mim.
Não sabia o que era aquilo, era algo novo, meu corpo vibrava e tremia, meu coração bateu rápido, eu ia abrindo mais as pernas, buscando dar mais espaço para meu amado pai continuar a me chupar e masturbar.
As duas mãozonas do meu vizinho agarravam cada popa da minha bunda e puxavam as bandinhas pros lados, as separando e facilitando ainda mais o acesso à minha intimidade.
Mesmo assim, com medo eu tentava conter e lutar contra aquele sensação inédita, não sabendo o que aconteceria se me deixasse levar pelo prazer que se tornava cada vez maior dentro de mim.
Seu Jorge passou a mover o quadril de modo a esfregar a vara na minha boca, enquanto eu me via diante de uma força incontrolável da natureza tomando conta do meu ser pela primeira vez. Sem mais conseguir resistir, gemi alto assim que cheguei ao climax.
Eu, uma pequenina de apenas sete ou oito aninhos, estava gozando na cara do pai!
Uma enorme onda de prazer indescritível emanou por todo meu corpo a partir da vagina, eu me retesei por inteira e então, após longos segundos imersa no êxtase do meu primeiro orgasmo, minhas perninhas amoleceram e eu me vi entorpecida, fraca e com a mente girando.

Percebendo o que tinha me acontecido, Jorjão não perdeu tempo.
Me puxou para si pelo dorso e me fez sentar no seu colo, bem sobre o tronco grosso que era aquele pintão negro.
Eu ainda estava ofegante quando ele, sentindo que roçava entre as popas da minha bunda, forçou a abertura completa das minhas pernas, expondo minha xoxotinha branca (agora avermelhada por causa do atrito de todas as esfregadas).
Sua mãozona preta pousou sobre ela abrindo meus lábios carnudos e esfregando meu grelinho de leve.

— Gozou, né, piranhazinha? Porra, como você geme gostoso... E que bunda macia que você tem... Vou ter que comer esse seu cuzinho, delícia... — Falando isso ele me abraçava pelo dorso e movia o quadril, me sarrando o bumbum com o tronco da pirocona, que deslizava pelo meio do meu rego.

Me vendo assim, ainda ofegante, toda aberta e vulnerável, papai não conseguiu resistir e veio se aproximando de mim, segurando o pau pela base e o apontando para minha vulva.

Continua...

images-8images-9images-21images-22images-8-1

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (9)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • sonhador: sonho de qualquer pai fuder a filha novinha

    Responder↴ • uid:1b40fgchd9c
  • Jorjão: Nossa, que filhinha gostosa você é, Bianca. Espero que seu pai te leve mais para essas putarias. Será mais excitante ainda se ele te levar pra uma festinha e deixarem fazer um gangbang e bukkake contigo.

    Responder↴ • uid:1enhd5yes2ol
  • jhon: ótimo conto, esperando outra parte

    Responder↴ • uid:mujlckt0k
  • Papai_17: Quero uma filha vagabunda assim tele CAVEIRA_HELLZ

    Responder↴ • uid:8d5flesfij
  • Rg: Pelo amor de Deus 2 parte

    Responder↴ • uid:g3j1djov2
    • Bianquinha do Papai: A parte 2 já está pronta. Em breve eu posto aqui, só dividi o relato por que achei que poderia estar muito longo.

      • uid:1cl4e543a41t
  • Jucao: Muito excitante porém esperava algo mais quente já no primeiro episódio... Mas vlw

    Responder↴ • uid:g3iqa2g8l
    • Bianquinha do Papai: Preferi dividir o relato para não ficar muito longo, a parte 2 já está pronta, em breve eu posto aqui com o climax!

      • uid:1cl4e543a41t
  • Vic: Chama no teleguard quem curte hehe XULBN5WAX ..

    Responder↴ • uid:6nzrkvhxqw4