Já fui estuprada por rapazes do meu bairro... - Parte 1
De tudo, meu maior medo foi do meu filho descobrir que a mãe dele era estuprada diariamente por amigos e outros homens do bairro.
Hoje escrevo o que vivi com prazer mas se fosse há 20 anos eu estaria tensa, preocupada, como se não houvesse saída. De tudo, meu maior medo era do meu filho adolescente descobrir que a mãe dele era estuprada diariamente por amigos e outros homens do bairro.
Esses rapazes, que no começo foram dois adolescentes da vizinhança e mais tarde homens adultos, desconhecidos pra mim que eram amigos deles e amigos dos amigos deles, se aproveitaram dos meus medos e da minha insegurança de mulher, pra me chantagearem e usarem meu corpo. Fui colocada abaixo de cadela e por meses fui escrava sexual. Fui uma atriz pornô sem cachê para o inteiro capricho sádico deles.Para minha sorte meu corpo conseguia pagar pelo silêncio de todos, ao menos por um tempo.
Vivi neste bairro desde que meu marido morreu, deixando-me grávida de Cauã. Com o dinheiro do seguro, comprei um apartamento modesto em um condomínio popular. Era um lugar perfeito para viver de uma pensão modesta e poder criar meu filho sozinha.
Quinze anos mais tarde a internet se tornou novidade no condomínio e esse foi o inesperado estopim para que esses homens e garotos se apoderassem de mim.
Meu filho que era adolescente, me pediu um computador de natal. Logo se juntou a cinco amigos dos apartamentos vizinhos para dividirem o custo. Porém essa tecnologia era novidade pra mim e eu nem imaginava que o dono da internet podia monitorar meu computador a distância.
Eu tinha 33 anos e carregava no peito uma carência que só crescia com o tempo. Depois de me tornar viúva cedo eu não me permiti desejar outro homem. Aproveitando especialmente as tardes silenciosas, quando Cauã saía para a escola, tive vontade de usar o computador do meu filho para fazer amizades virtuais.
Entre conversas com desconhecidos e descobertas, acabei me permitindo buscar companhia e prazer na tela do computador, sem saber que era observada.
Entrei em chats adultos do uol e conheci homens que mandavam foto do próprio pau no meu messenger. Todos me buscavam pra falar de sexo e perversão. Excitada, fui me entregando a esse vício diário e confessava pra eles muita coisa pesada da minha intimidade e do meu passado, afinal eram só desconhecidos.
Eu só não imaginava que um garoto de 15 anos chamado Rafael, dono da internet e amigo de infância do meu filho, tinha acesso a minha conversa no apartamento ao lado. De uma hora para outra esse garoto soube de segredos meus e outros que não revelei nem a meus parceiros mais íntimos.
Ele sabia da minha facilidade pra gozar no sexo anal, do meu fetiche secreto por sexo forçado e minha fantasia de sexo com vários homens, dentre muitas outras perversões inconfessáveis. Entendam que eram só fantasias secretas de mulher e nunca passou pela minha cabeça realizar isso.
Porém, em uma dessas tardes, Rafael apareceu na minha porta para me confrontar, justo quando eu estava sozinha. Não veio só. Ao seu lado, um jovem de 17 anos anos chamado Douglas.
Bem conhecido na vizinhança por ser problemático e agressivo, Douglas é o que hoje chamam de "zé droguinha". Ele já usava drogas e dirigia motocicleta pelo bairro, além de já ter agredido meu filho e filhos de outras vizinhas.
Era certo que Douglas não fazia parte do círculo de amigos do meu filho, mas Rafael, sim. E foi isso que tornou tudo ainda mais desconcertante.
Pelo que pude entender, Rafael tinha tudo para fazer isso sozinho, mas tímido que era, lhe faltava coragem. Foi por isso que ele trouxe o Douglas, que até onde eu soubesse era amigo de Pablo, o irmão mais velho de Rafael. Um reforço, um escudo, ou talvez apenas alguém que sabia como conduzir aquela situação de um jeito que ele jamais conseguiria.
Quando a campainha tocou e eu abri a porta me observaram com um olhar difícil de decifrar. Senti um arrepio percorrer minha espinha, porque nunca vi jovens olharem pra mim com tanta autoconfiança e desdém.
Douglas estava sem camisa com ela dependurada no ombro, exibindo o corpo magro e esguio com músculos discretos, desenhados mais pela vida do que pela academia. Em seu peito uma tatuagem enorme, que não pude decifrar mas me assustava.
Ele usava um boné preto com um touro bordado, sombreando os olhos cheios de malícia. A bermuda larga caía abaixo dos joelhos, deixando à mostra a cintura da cueca, um detalhe exibido sem pudor — ou talvez de propósito. Era um estilo despretensioso, quase insolente.
Rafael, por outro lado, parecia uma sombra em comparação. Estava como sempre, sem nada que chamasse a atenção. Seu jeito era discreto, quase sem graça. O rosto, ainda juvenil, carregava a marca da inexperiência, com a cara de quem jamais tinha vivido o suficiente para ser notado. A timidez, evidente, se espalhava como uma aura ao redor dele.
E ali estavam eles, os dois, parados na minha porta. Rafael, com seu olhar desconfortável, tentando esconder a ansiedade atrás da timidez habitual, e Douglas, imponente e descomplicado, quase desafiando a gravidade com sua presença.
Enquanto o tempo parecia esticar, eu tentava decifrar aquele encontro inesperado, sobre o que queriam dizer, o que estavam fazendo ali. O silêncio entre nós era espesso, como se as palavras tivessem medo de romper a tensão no ar.
O olhar de Douglas parecia me sondar, sem pressa, enquanto o de Rafael deslizava nervosamente pelo chão, incapaz de encarar a cena por completo. Eu sabia que algo estava prestes a mudar, mas o que exatamente, ainda estava por vir.
Imaginando que estivessem a procura do meu filho, já fui adiantando, como se isso fosse a solução para qualquer desconforto: "Cauã já saiu, foi para a escola".
Minha voz saiu mais rápida do que eu gostaria, tentando criar uma distância, um obstáculo invisível entre nós e a conversa que se aproximava.
Mas algo no olhar de Douglas, aquele sorriso quase imperceptível nos cantos dos lábios, me fez hesitar. Rafael, por sua vez, apenas assentiu, ainda evitando qualquer tipo de contato visual, como se estivesse em dúvida sobre o que fazer com a situação.
A tensão crescente entre nós já dizia o suficiente: aquele encontro não tinha nada a ver com meu filho. E eu já sentia, instintivamente, que a verdadeira razão por trás da visita estava por vir.
— Não é ele. É você que a gente quer. — disse Douglas, com um ar de soberba que cortou o silêncio entre nós como uma lâmina afiada.
Sua voz era firme, quase desdenhosa fez com que um arrepio percorresse minha pele. Ele não parecia se importar com o desconforto que causava, muito pelo contrário, parecia se alimentar disso, como se fosse um jogo para ele.
Rafael, ao lado, permaneceu em silêncio, os olhos ainda baixos, como se tentasse se esconder na sombra daquele momento. Mas Douglas... Estava completamente no controle da situação, e algo dentro de mim sabia que ele não tinha vindo ali apenas para conversar.
Eu achei estranho aquele jeito convencido de falar e mais estranho ainda que ele quisesse tratar alguma coisa comigo, se eu mal o conhecia de vista e não tinha amizade com nenhum deles.
— É melhor você deixar a gente entrar — insistia Douglas, com a voz carregada de uma autoridade que me incomodava.
Foi nesse momento que Rafael finalmente falou com uma hesitação evidente em seu tom:
— A gente descobriu umas coisas que o Cauã precisava saber... porque você não pode fazer isso com ele!
Meu coração deu um salto quando ouvi isso. O que queriam afinal? Senti um nó se formar na garganta enquanto a ansiedade me tomava de assalto.
— Mas o que eu fiz??? — perguntei, com a voz saindo mais trêmula do que eu gostaria.
Os olhos de Rafael ainda evitavam os meus, mas Douglas sustentava o olhar, um sorriso quase cínico brincando em seus lábios, como se estivesse saboreando cada segundo da minha incerteza.
Rafael parecia carregar várias folhas de papel e as estendeu na minha direção. Curiosa, peguei-as com as mãos ligeiramente trêmulas, o estômago revirando sem que eu soubesse exatamente o porquê.
Meus olhos percorreram as primeiras linhas — um diálogo impresso. Palavras que eu não reconheci de imediato, mas que traziam um desconforto crescente. Minha mente ainda tentava conectar os pontos quando, quase sem pensar, virei a folha.
Foi assim que minha ficha caiu.
A imagem de um pau imenso e ereto de um homem que havia conhecido na internet. A mesma imagem que eu havia recebido naquela tarde, minutos antes, pelo Messenger. O choque percorreu meu corpo como um arrepio gelado, como se, de repente, eu estivesse exposta de uma forma que nunca imaginei possível.
Levantei os olhos devagar, encontrando o olhar atento de Douglas, que me observava com um meio sorriso, satisfeito com meu silêncio paralisado. Rafael, por outro lado, parecia mais tenso, como se quisesse estar em qualquer outro lugar que não ali.
Meu coração batia forte. Entrei em pânico quando vi aquilo e percebi que todas as conversas eram minhas e todas sexuais, com um homem. Mensagens minhas de entrega total ao prazer do anonimato, dizendo que queria chupar aquele pau até gozar na minha cara, além de muitas confissões de um passado muito bem vivido sexualmente.
Foi nesse instante que a realidade me atingiu em cheio. Meu peito apertou, minhas mãos suavam, e um nó se formou na minha garganta. O tamanho do meu problema finalmente se desenhava diante de mim, e eu fiquei sem palavras, completamente travada.
Douglas não perdeu tempo. Se aproveitou do meu choque, insistindo com aquele tom de quem já sabia que tinha vencido:
— É por isso que você tem que deixar nós entrar, Letícia.
Eu mal ouvia ele falar, porque minha cabeça girava. Eu ainda tentava entender tudo, buscar alguma lógica, alguma brecha que me tirasse daquela situação sufocante.
— Gente, mas eu não estou entendendo... — minha voz saiu hesitante, quase num sussurro.
Douglas sorriu de canto, um sorriso que não trazia conforto algum.
— Deixa nós entrar que nós explica. — disse Douglas atropelando o português, com um linguajar de rua que tornava suas palavras ainda mais diretas, mais cruas.
Meu instinto gritava que aquilo não era só uma conversa. Mas ali, parada na porta, sentindo a pressão dos olhares sobre mim, percebi que já não tinha muito para onde correr.
Um suspiro escapou dos meus lábios. Sem opção, afastei-me lentamente e deixei os dois entrarem na minha casa. Assim que passaram pela porta, virei-me e a fechei, sentindo o peso daquele gesto como se estivesse trancando algo muito maior do que apenas um ambiente.
Douglas se jogou no meu sofá como se já fosse dono do espaço, largado, descompromissado, sem qualquer preocupação em pedir permissão. Seus olhos encontraram os meus de imediato, sem pudor, sem pressa, como se estivesse se divertindo com meu desconforto.
Rafael, por outro lado, sentou-se ao lado dele, mais contido, os ombros tensos. Seu olhar fugia do meu, como se evitasse enxergar de verdade o que estava acontecendo ali.
A sala estava silenciosa, mas o ar parecia pesado, carregado de algo que eu ainda não conseguia nomear. O que quer que estivesse prestes a acontecer, eu sabia que já não era mais dona da situação.
— A gente mostra isso pra todo mundo e até pro Cauã. Ou não... só depende de você. — A voz de Douglas cortou o silêncio como uma lâmina fria.
Meu estômago afundou. O jeito despreocupado com que ele disse aquilo só tornava tudo mais cruel. Ele não estava apenas me pressionando, estava se divertindo com meu medo, saboreando cada segundo do meu desconforto.
Antes que eu pudesse reagir, Rafael completou, a voz mais baixa, mas não menos ameaçadora:
— E a gente tem muito mais.
Meu coração disparou ainda mais forte. Meu olhar saltou de um para o outro, buscando algum resquício de hesitação, alguma dúvida que me desse uma brecha, uma saída. Mas não havia. Eles estavam certos do que estavam fazendo, e eu, encurralada na minha própria casa, sentia o chão se abrir sob meus pés.
Até aquele momento, eu ainda não conseguia compreender totalmente a intenção deles. O medo e a confusão nublavam meus pensamentos, e, por mais que o tom de ameaça estivesse claro, eu ainda buscava alguma explicação lógica, alguma chance de que aquilo não fosse tão ruim quanto parecia.
Por isso, a pergunta escapou dos meus lábios quase sem que eu percebesse:
— Mas o que vocês querem de mim????
Minha voz saiu hesitante, oscilando entre a ansiedade e a incredulidade. Rafael desviou o olhar, mexendo as mãos como se também estivesse desconfortável. Já Douglas, ao contrário, abriu um sorriso lento, um sorriso que não prometia nada de bom.
O silêncio que se seguiu foi pior do que qualquer resposta imediata. E logo em seguida disseram a que veio:
— Você vai dar pra nós dois, sem frescura. — disse Douglas sem rodeio olhando nos meus olhos.
Como se não pudesse acreditar no que ouvi, procurei confirmar com meus olhos encarando a bermuda de Douglas, quando me dei conta de um volume imponente sob o pano, atravessado de lado a lado. E sim, nesse momento eu gelei dos pés a cabeça.
— Ai gente... Não é possível. Vocês só podem estar brincando!
Eu mal terminei de dizer isso e Douglas me cortou, com certa agressividade nas palavras e nos gestos:
— Brincadeira? Aqui o tamanho da brincadeira pra você. - disse ele abaixando abruptamente a bermuda.
Do cós entreaberto de sua bermuda e do alto de seu umbigo, saltou um pênis para cima violentamente, sacudindo duas vezes no ar. Era grande, desproporcional, quase agressivo. Veias grossas percorriam o comprimento rígido, pulsando sob a pele áspera. A glande larga e exposta parecia latejar, brilhando com umidade bruta. Era um membro pesado, viril, de aparência rude, feito para dominar, para preencher sem gentileza.
Em choque levei minha mão à boca e percebi que eles não estavam brincando. Encorajado na fragilidade do meu silêncio, Rafael veio em seguida, tentando me convencer:
— Se você aceitar a gente guarda segredo.
Eu fiquei literalmente imóvel, sem palavras. Não conseguia esboçar nenhuma reação. E meu longo silêncio foi suficiente para o Douglas levantar do sofá e vir em minha direção com o pênis em riste, vazado pelo vão entre sua bermuda e sua barriga magra.
Se aproveitando do meu momento de choque ele me abraçou por trás, com uma intimidade de namorado, roçando o pênis em mim, enquanto me abraçava apalpando meus seios por cima da minha blusa.
- Relaxa Letícia, não vai arrepender. Vou te dar muito prazer hoje. - prometeu Douglas com a arrogância de um macho escroto.
A essa altura Rafael também tirou seu pênis fino e juvenil pra fora que não se comparava ao de Douglas em tamanho e grossura.
Confesso que meu momento de nervosismo rivalizava com muitas dúvidas, mas meu medo era infinitamente maior e me paralisava. Tanto que fui incapaz de impedir o Douglas de desabotoar meu shortinho branco e arrastá-lo pela minhas coxas até cair nos meus calcanhares, me deixando de calcinha branca de rendinha no meio da sala.
Com a desenvoltura de alguém experiente e confiante, Douglas simplesmente colocou minha mão no mastro dele, me fazendo segurá-lo, enquanto procurava minha boca pra beijar. E quando ele me beijou, ouvi o Rafael comemorar sentado no sofá a vitória:
— Caralho você é foda, Douglinhas! Nós vamos comer a mãe do Cauã! — exclamou, a voz cheia de um entusiasmo que parecia não combinar com o clima pesado, nem com o fato do meu filho ser seu amigo da infância.
A palavra saiu de sua boca como uma marcação, uma confirmação de que, de alguma forma, eles haviam alcançado o que queriam.
Paralisada, apenas aceitei a força das circunstâncias. Senti a língua desrespeitosa de Douglas entrar na minha boca e procurar a minha, como se eu fosse uma namoradinha de anos. E enquanto me beijava ele estapeava meu bumbum e os estalos ecoavam pela casa. E entre beijos comentava as intimidades que deixei escapar pelo computador:
— É assim que tu gosta né, Letícia??? Como você disse na conversa, adora ficar marcada com mão de macho! Caralho, se o Cauã souber que tu é vagabunda assim!!! - Comentou ele carregado de ameaça, cada palavra soando como um peso no ar.
O medo se espalhou por todo o meu corpo como um veneno lento, e a pressão da chantagem me sufocava. Não pude deixar que aquilo se arrastasse por mais tempo. O silêncio me devorava, e eu sabia que precisava dizer algo.
Sem pensar direito, cortei a ameaça no meio para me librar daquela aflição. Com uma voz que soava quase desesperada e totalmente conformada com a situação, falei:
— Eu aceito o que vocês quiserem, mas que fique entre nós! E ninguém, muito menos meu filho, vai saber o que aconteceu!
As palavras saíram de mim como um impulso, um reflexo de desespero. O olhar de Douglas brilhou com satisfação, como se ele soubesse exatamente o que aquelas palavras significavam.
— Posso guardar segredo, mas quero você bem vagabunda pra mim, como nunca foi pra homem nenhum, combinado???
Certo de um total poder sobre mim, ele arredou minha calcinha pela frente revelando minha buceta guardada entre dois lábios delicados. Depois enfiou dois dedos dentro dela, sem delicadeza alguma. Cerrei os dentes dor e ao mesmo tempo comecei a masturbar ele, tentando aceitar aquele garoto como meu homem, sabe-se lá por quanto tempo.
Por mais desconfortável e perturbadora que a situação fosse, havia algo em Douglas que, de certa forma, me fazia perceber a diferença entre ele e Rafael. Douglas pelo menos agia como homem, com a atitude de quem tomava as rédeas da situação, sabendo exatamente o que queria e como alcançar.
Sua presença, firme e segura, de algum modo, me convencia a tentar ver um lado bom daquilo, se é que havia um. Já Rafael, sentado no sofá, se mostrava um garoto deslumbrado e imaturo. A diferença entre eles era gritante e se não fosse pelo Douglas estaria sem esperanças de que aquele ambiente se tornasse minimamente suportável pra mim.
Conformada com a situação, dei um suspiro e assumi minha experiência de mulher para cumprir minha parte naquele acordo vil. Me coloquei de joelhos aos pés de Douglas encarando aquele pênis grosso e de cabeça inchada, exalando um cheiro forte de xixi de homem. Pela primeira vez em tantos anos agarrei um mastro e coloquei na boca.
E depois de descer e subir meus lábios 5 ou 6 vezes naquele cacete imenso, sentindo a glande se arrastar na minha língua, me tornei mais convencida por um desejo que brotou timidamente em mim.
Foi primeiro momento em que me senti segura de levar isso adiante pelo tempo que fosse, desde que guardassem segredo. Querendo exorcizar todos os meus medos e maximizar meu prazer, tirei o pau da boca e olhei para o Douglas mais segura e disposta:
— Olha gente, temos um trato e não vou quebrar. Mas não pisem na bola comigo, por favor!
— Vai Letícia vagabunda! Para de frescura e mama logo! - disse o Douglas impaciente e sem o menor respeito por mim.
Como quem tinha lido todas as minhas conversas, Douglas tinha o privilégio de saber que eu toparia todo tipo de brutalidade. Por isso, sem dizer mais nada, tornei a fechar os olhos e abocanhar aquela cabeçona já salgada pelo líquido pré-gozo que se espalhava na minha língua.
Era uma cena que eu jamais imaginei na minha vida, estar de joelhos no carpete da minha sala, de calcinha, com um pau de um jovem arruaceiro na boca, enquanto o outro garoto se masturbava no meu sofá.
E para minha surpresa Douglas esbanjava experiência e virilidade, como se fosse homem vivido. Ele emanava a confiança de um garoto que já havia se envolvido com muitas garotas. Alguém que sabia o que queria e não hesitava em tomar o que estava ao seu alcance. Ele tinha a atitude de quem aprendeu muito cedo os jogos de poder e os segredos sujos do mundo, sem se preocupar em esconder seus interesses.
A tal ponto de me tratar como uma puta, enrolando meu cabelo nas mãos com força e agressividade, me fazendo engolir seu pau inteiro, da cabeça à base, me fazendo despertar ânsia de vômito.
E enquanto se fartava daquele sadismo, vez ou outra batia a glande do pênis na minha cara espalhando minha saliva no rosto, mostrando seu poder pra mim, como se eu fosse uma puta de esquina. Ele fazia questão de ver minha reação, segurada pelos cabelos. Sentiu-se premiado ao me ver ofegante e levar dois dedos na minha buceta querendo me masturbar.
Rafael se levantou, se contentando em colocar seu pau fino em minha outra mão. Sendo bem sincera me esqueci dele, não só pela raiva que tinha desse garoto, mas porque era ofuscado pelo prazer que Douglas me dava.
Depois de bem satisfeito em ver minha saliva escorrer pela costura do saco, me puxou do chão, me abraçou por trás e foi me arrastando para o meu próprio quarto, com o Rafael vindo logo atrás entusiasmado.
Foi uma loucura pra mim entrar no meu quarto com um pau roçando meu bumbum sob a calcinha. Mas tão logo entrei e a fotografia do meu filho no criado-mudo me fitou como um lembrete pesado e angustiante da situação em que eu me encontrava.
O sorriso dele capturado em um instante de inocência, contrastava cruelmente com o que estava acontecendo ali. O peso da responsabilidade, a preocupação com as consequências do que se passava comigo voltaram a me dominar. Me fez perceber de novo o quanto eu havia ultrapassado limites que jamais imaginei cruzar. A dúvida tornou a ocupar minha mente: o que eu estava permitindo, e o que isso significaria para o futuro?
Apesar disso eu também me lembrei que não tinha escolhas, que minha única opção era fechar os olhos e me jogar. Quando minhas pernas tocaram a madeira da minha cama de casal, fui forçada por Douglas contra a beira do meu colchão. Sem mais espaço subi de joelhos e fui engatinhando para o meio, com minha bunda totalmente exposta para os dois.
Atiçado pela cena de uma mulher se colocando à espera de um homem, Douglas subiu grosseiramente com os pés na minha cama e foi andando sobre ela com um olhar fixo e decidido. Seus passos eram firmes, como se estivessem se impondo, e o som dos seus pés pesados sobre o colchão fazia o ar se apertar ainda mais ao nosso redor.
Para deleite de Douglas e para o meu lembrete de quem era meu parceiro sexual, havia um espelho na parede da cabeceira da cama. Inevitavelmente, nossos olhos se cruzaram através do reflexo. A minha imagem de quatro e a imagem dele atrás de mim, de pé no colchão, segurando o próprio pênis com uma das mãos. Isso me trouxe à memória experiências do passado que me faziam prever a cena seguinte: que Douglas estava prestes a me penetrar.
Eu permaneci imóvel de quatro e bunda pro ar, sentindo o desconforto crescer, o peso da presença de Douglas invadindo o espaço de forma incontrolável. A linha entre o que era permitido e o que não era parecia se borrar a cada segundo, e a sensação de estar completamente à mercê de seus interesses me paralisava.
No momento seguinte Douglas se agachou atrás de mim, arredando minha calcinha e a mantendo esticada fora do lugar com a mão, enquanto a outra mão guiava seu membro em direção à minha bocetinha. Não hesitou em colar a glande nos meus lábios vaginais, a espera de me invadir.
Já imaginando o que estava por vir, abaixei meus cotovelos no colchão e esperei aquele membro me forçar e me invadir, ganhando mais e mais espaço dentro de mim.
Tanto tempo sem homem, a penetração foi rápida demais e não pude evitar de dar um grito recuando o corpo. Sem piedade, Douglas me trouxe de volta para a posição agarrando minhas ancas e iniciando as estocadas.
Sem o carinho que sempre tive de todos os homens, já começou com socadas firmes e vigorosas. Em um só instante o barulho de "poc poc poc" passou a ecoar pelo quarto, resultado do choque entre sua virilha magra e meu bumbum carnudo.
Por dentro eu sentia um pênis duro devassar minha intimidade, tocando líquidos comigo, procurando carinho na maciez involuntária que eu proporcionava a ele.
Se unindo a mim em uma só carne, sentiu-se dono de mim. Começou a me tratar como cachorra montando ferozmente meu bumbum enquanto ele tinha meus cabelos enrolados nas mãos.
Ele arrancou gemidos meus e gritei muito "ai!!! ai!!!" para espanto do Rafael que parecia não acreditar na cena que presenciava, enquanto se masturbava na beirada da minha cama, esperando sua vez.
E durante sua performance, me tratando como puta de esquina, Douglas se gabou de sua conquista e pela primeira vez deixou escapar a imaturidade de sua adolescência, misturada ao seu sadismo:
— Putz Rafael, que buceta gostosa! Meu pau está onde o Cauã nasceu!
Em meio às risadas do Rafael e toda aquela sacanagem comigo, os dois arrancaram de mim um prazer inesperado de submissão. Tive um estranho e inesperado choque de prazer, soltando um grito ofegante em meio a palavras que devem ter ecoado para fora do meu apartamento "aiiiii!!!!! puta que pariu!!!!"
Percebendo minha excitação, Douglas comentava a voz baixa com o Rafael , dizendo que eu estava muito molhada por dentro, se gabando por ser um homem e me estar me dando prazer.
Aquela mistura de dor, humilhação e agressividade masculina, enquanto o colo do meu útero era martelado, acabou me causando uma inesperada descarga de prazer.
Eu me sujeitei a um gozo inesperado, onde só lembro das minhas vistas se escurecerem enquanto Douglas falava essas coisas e puxava meu cabelo com muita força para trás, a ponto de quase arrancá-los, como se estivesse domando uma égua selvagem.
Para o orgulho masculino daquele garoto uma mulher que tinha idade pra ser sua mãe gozava pra ele. Um gozo intenso de quem estava há muito tempo sem homem. Só me lembro de arrebitar meu bumbum, tremer a perna e gritar contra o colchão para abafar um grito que, de outro modo, chamaria a atenção de todos os vizinhos.
Desabei em prazer e isso aparentemente foi uma cena até inédita para Douglas. Minha reação acabou despertando seu gozo, pelo que passou a colocar toda sua energia para socar meu útero.
Como último ato agarrou minhas ancas com as duas m]aos e colocou o pênis em mim o mais fundo que podia. Como um macho tentando garantir que seu esperma ficasse o mais fundo dentro de uma fêmea.
Ouvi ele urrar de prazer e eu senti o membro dele estremecer dentro de mim, cuspindo poderosos jatos de esperma contra a parede do meu útero.
— Tomaaa cadela!!! Tomaaa sua puta!!!
Foram as últimas palavras dele antes do último esguicho de porra, que se espalhava fervendo dentro de mim. E depois de se fartar como homem tirou o membro da minua buceta, fazendo com que seu esperma voltasse e escorresse pelas minhas coxas, ensopando o colchão.
Frustrado por Douglas ter gozado em mim, Rafael se queixou com muita revolta.
— Ah nem você sujou ela! Sacanagem!
Com a frescura e a birra de um garoto imaturo, Rafael se recusou e me comer naquele estado. Se contentou em subir na cama, sentar no colchão e me forçar a chupar seu pau. Exausta deixei ele apenas se apoderar da minha cabeça e colocar seu pênis fimoseado em minha boca.
Para minha sorte não demorou que ele gemesse com um semblante de quem era fraco e imaturo para resistir ao próprio gozo:
— Ai que gostoso! Ai que tesão! - ele gritava para si mesmo.
Senti o pênis fino tremer nos meus lábios, derramando um sêmen ralo na minha língua, de quem ainda não era homem o suficiente para produzir um esperma espesso e volumoso. Talvez por ódio de Rafael, eu me recusei a engolir e cuspi para fora, sem que ele se incomodasse.
Satisfeitos os dois, não tiveram nem o cavalheirismo de se despedirem. Me deixaram ali cheia de esperma e paralisada, tentando me recompor e simplesmente saíram da minha casa e fecharam a porta, prometendo que voltariam outro dia.
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Comentários (5)
Ordanuy: Ansioso pela continuação!
Responder↴ • uid:1csymmjllcnfPedro sub: Hummm..que tesão!! Aguardando a continuação!! Eu e uma amiga fomos considerados o mais viadinho e a mais putinha do bairro, eu com 14 e ela com 15 anos. Os meninos usaram e abusaram da gente depois dessa eleição, não que antes não fizessem isso..rsrs. Viramos praticamente escravos na mão deles!! Quem quiser usufruir de uma escravinha muito submissa e masoquista..Pedro5sb
Responder↴ • uid:81rd8eot09@Anonimo2537: As vezes vejo mulheres na rua que andam com shorts mostrando a polpa da bunda ou até mesmo shorts folgados que dão pra ver a calcinha eu fico cheio de tesão Elas rebolam quando andam me deixando excitado Sinto vontade de colocar essas mulheres contra a parede é estruprar elas ali mesmo enfiar o pau dentro delas pra preencher elas com um pau grosso é gozar no útero
Responder↴ • uid:1dai6pxu43@MatS0200: Já aconteceu com minha noiva, mas foi um amigo dela, no tempo. A diferença é q foi contra a vontade dela... ele entrou tanto na mente dela, que obrigava ela a ir sempre umas 2x na semana, como se fosse namorada já.
Responder↴ • uid:g3j1no6v1cobra: muito bom , bem escrito e descrito . parabéns
Responder↴ • uid:3sy0m98