Irmã Submissa Extrema
Resumo breve: Eu sou Pedro, um cara de 22 anos que acabou de descobrir os desejos mais selvagens da minha irmã mais velha, Sofia, uma morena fogosa de 25 anos, líder de torcida na universidade. O que começou como uma brincadeira ousada virou uma noite de dominação intensa, cheia de humilhação e prazer doloroso, tudo gravado por câmeras escondidas que eu espalhei pra registrar nossas aventuras secretas. Agora, conto tudo pra vocês, com detalhes que vão deixar vocês loucos pra saber o que vem pela frente – quem sabe da próxima vez ela me leva pros limites ainda mais insanos?
Cara, eu mal conseguia acreditar no que tava rolando quando Sofia, minha irmã morena e sarada, me olhou com aqueles olhos castanhos cheios de fogo e disse: "Tô falando sério pra caramba, Pedro. Vamos nessa sem medo." A gente tava no quarto dela, os dois de joelhos na cama macia, e ela tinha acabado de se despir toda, devagarinho, como se quisesse me torturar com cada pedacinho de pele revelada. Primeiro, ela puxou a blusa vermelha coladinha pra cima, mostrando o sutiã de renda vermelha que mal continha aqueles peitos firmes, tamanho 36D, com mamilos escuros e eriçados como se implorassem por atenção. Depois, com um clique nas costas, soltou o sutiã, deixando aquelas bolas redondas e bronzeadas balançarem livres, os bicos duros apontando pro teto, cheios de veias sutis que pulsavam com o calor do momento. Aí veio a calça legging preta, que ela deslizou pelas coxas grossas e musculosas, junto com a calcinha fio dental, revelando um tufo de pelos pretos e cacheados que se arrepiavam no ar fresco, o clitóris inchadinho e os lábios da xota já úmidos, brilhando levemente sob a luz do abajur. Sofia era uma gata de pele morena clara, com maquiagem esfumada nos olhos e gloss nos lábios carnudos, o cabelo preto ondulado caindo como uma cascata selvagem. Seu abdômen era definido, daqueles de quem malha todo dia, com uma cinturinha fina que se abria pros quadris largos e pernas torneadas de quem dança e pula como líder de torcida. Ela tava no quarto ano da facul, e eu, recém-completados 22, ainda me sentindo um novato nisso tudo.
"Então, qual é o plano agora?", eu perguntei, sentindo meu pau endurecer na calça cargo folgada, maior que meu corpo esguio permitia esconder. Não me importei em disfarçar, afinal, ela tava se exibindo pra mim. Minha pele era mais clara que a dela, com cabelos castanhos bagunçados, e eu usava uma camiseta velha que pendia dos ombros magros.
"Vai fazer tudo que eu mandar, ô seu safado", ela respondeu com um sorrisinho malicioso, "e na semana que vem, no domingo, eu faço o que você quiser. Qualquer parada louca."
"Tipo, quando você diz 'tudo que eu mandar', me dá uma ideia do que tá rolando?"
Sofia riu baixinho, com sotaque carioca leve. "Vou te dar uma dica bem quente: 'selvagem' é a vibe da noite, tá ligado?"
Eu olhei pra ela nua, respirando fundo, a pele começando a corar de excitação. "Então, tipo, e aí..."
O rosto dela endureceu. "Preciso desenhar, é? Você vai me tratar como uma vadia qualquer, com grosseria total."
"Isso é tipo um roleplay ou...?"
"Vai descobrir na marra", ela disse, irritada. "Se eu te conto mais, perde a graça da surpresa. Agora vaza daí. Vou me arrumar."
"O que eu visto?", perguntei.
"Assim tá ótimo", o que me deixou mais confuso ainda quando ela saiu usando um vestido prateado justo, sem alças, que destacava o decote generoso e os peitos empinados. No pescoço, uma gargantilha de couro fina com um pingente discreto. O vestido mal cobria o cu, uns dez centímetros abaixo, e ela calçava saltos altos prateados. "Bora, vamos nessa", disse ela.
"Eu devia me arrumar mais?", indaguei.
"Não, bicho. Como eu falei, você tá perfeito assim."
Sofia nos levou pro Shopping Barra, no Rio de Janeiro, e estacionou num cantinho escuro, daqueles bem sombrios depois do horário de pico. Ao descer, ela pegou uma bolsa prateada combinando e uma sacolinha de compras. Caminhando com confiança, entramos por uma porta lateral perto dos restaurantes chiques, fomos pro corredor dos banheiros. Sussurrando pra ninguém ouvir, ela tirou fita adesiva da sacola, só pra mostrar, e deu as primeiras ordens. "Tá rolando, tô gravando tudo com câmera escondida pro teu celular. Você me assiste e grava enquanto eu mijo." Acho que fiz uma careta de nojo, porque ela quase choramingou: "Você jurou que topava qualquer parada."
Bom, eu não tinha jurado, mas ela não me deu escapatória, então bora. "Tá, assistir e gravar você mijando", repeti, sério pra caramba.
Minha irmã sorriu de novo. "Isso aí, depois me segue pro carro. Eu abro o porta-malas, você me joga lá dentro e usa a fita pra tampar minha boca e amarrar meus pulsos nas costas. Aí dirige pro lugar que te mandei. É um galpãozinho de concreto abandonado perto do Parque Olímpico, porta de metal destrancada." Sofia trabalhava com eventos esportivos. "Enquanto eu tô no porta-malas, rasga meu vestido e me arrasta pra dentro pelo cabelo – não liga se eu ralo os joelhos ou whatever – e tira a fita da boca pra eu te dizer o próximo passo." Eu encarei ela depois dessa loucura de agressão e sequestro fake. "Sacou?", perguntou, franzindo a testa, achando que eu ia amarelar.
Beleza. "Porta-malas, fita, dirige, rasga vestido e arrasta como um troglodita."
O sorriso dela voltou. "Perfeito, ô seu gostoso!", disse e me deu um beijo no rosto antes de jogar a sacola pra mim e entrar no banheiro feminino. Eu devia ter ido pro masculino, mas nem pensei, só me encostei no canto do corredor e fiquei vendo Sofia no celular, com a câmera escondida capturando tudo.
Era escuro, o clac clac dos saltos no piso de cerâmica, depois a porta da cabine batendo. Com um giro rápido, ela fixou o celular na porta. Sofia tava curvada, olhando pra câmera, boca apertada enquanto ajustava. Se endireitando, puxou o vestido pros quadris, revelando a calcinha de algodão prateada, baixou até os joelhos, mostrando o matinho preto bagunçado e úmido. Sentou no vaso e... mijou. Eu ouvia o chiado forte, o splash contínuo enquanto ela soltava, via o jato amarelo claro saindo de trás do capuz do clitóris, como uma mangueira descontrolada, cheirando a urina fresca misturada com o perfume dela. Ela só encarava a câmera, inexpressiva. Não sei o que tirar disso, mas tava gravando, e pra minha surpresa, meu pau endureceu com essa invasão no ato íntimo dela – desejada ou não.
Acabado, Sofia pegou papel higiênico pra se limpar, e, checando se tava sozinha, tirou a calcinha dos pés. Enrolou o pano úmido e enfiou na boca, fechou os lábios e apontou pra si mesma. Piscou pra câmera, pegou o celular e guardou na bolsa. Ouvi ela lavando as mãos – depois pensei por que se dar ao trabalho – e saiu. Sem me olhar, bolsa no braço, andando confiante de salto, Sofia foi pro carro, eu atrás.
Ela me ignorava de propósito, bom pra não parecer perseguição. No nosso carro, um SUV preto, ela abriu o porta-malas e fingiu mexer. Percebi a luz desligada quando cheguei por trás e a empurrei pra dentro. Sofia se debateu fake, murmurando com a calcinha na boca enquanto eu colava fita nos lábios, depois nos pulsos atrás. As "lutas" – mais reboladas – subiram o vestido até a cintura, xota exposta, um peito escapando, mamilo duro. "Mmm. Mmm", grunhiu enquanto eu fechava o porta-malas, olhava em volta, entrava e dirigia.
O lugar era um parque abandonado perto da Lagoa Rodrigo de Freitas, vazio, só grama e árvores com o galpão de concreto no asfalto rachado. Um cabo bloqueava, mas contornei por um caminho usado. Luz de poste distante e lua cheia iluminavam o ar gelado quando abri e achei Sofia esperando. Ela se debateu enquanto eu tentava rasgar o vestido. Com mão no peito, puxei o decote, depois a barra, sem sucesso. Virei ela de bruços, enquanto se contorcia, abri o zíper e rasguei. Perdeu os saltos, ficou só de sutiã vermelho sem alças. Soltei, liberando os peitos redondos, deixei no porta-malas com o vestido.
"Era isso que você queria, né sua safada", eu disse, agarrando o cabelo preto e tirando ela do porta-malas. Ela ajudou, abrindo pernas pra sair, curvada, me dando vista da xota molhada e inchada. Fechei o porta-malas, Sofia caiu de joelhos. Arrastei a nua pelo asfalto e concreto devagar pra não machucar muito, mas ela ralou joelhos e pés, sangrando um pouco. Não chorou, só se arrastou, eu segurando cabelo pra não cair de cara.
A porta tava destrancada, rangeu ao abrir. Arrastei Sofia pra dentro do galpão frio. Janelas embaçadas davam luz fraca, via ela arrepiada, mamilos duros. Sem delicadeza, arranquei a fita da boca. Ela cuspiu a calcinha, ofegante: "Perfeito", tremeu e sorriu. "Posso beber água?", acenou pras provisões: vinho, água, salgadinhos. Inclinei a garrafa na boca dela como bebê. "Agora", depois de beber, "quero que me dê uns tapas fortes."
"Onde?", perguntei, olhando o rosto maquiado, batom borrado, peitos empinados, bunda redonda.
"No rosto", disse, e eu dei um tapa na bochecha. "Não, bate pra valer." Dei mais forte. "Não, seu molenga do caralho", gritou quase, "bate com tudo!" O tapa ecoou. Cabeça voou, ela caiu. Bochecha avermelhou na hora. "Perfeito", disse Sofia se erguendo, sentada no chão gelado, pé na coxa. "Segura meu cabelo pra não cair e bate nos dois lados."
"Sofia, que porra é essa...", comecei, mas ela cortou.
"Você topou fazer tudo."
Pausei, "Tá bom", agarrei cabelo. Pá! Pá! Pá! Troquei mãos. Pá! Pá! Pá! Rosto contorcido, bochechas vermelhas. Pá! Pá! Pá! Pá! Pá! Pá! Pá!
"Tá bom", ofegante, nariz escorrendo, olhos molhados. "Ótimo. Agora fica pelado." Chutei tênis, tirei camisetas, calça e cueca, joguei perto das provisões. Tremia de frio, corpo magro, mas pau duro. "Caralho, Pedro", disse Sofia. "Você é enorme." Sabia, mas não tanto. "Já comeu alguém?", perguntou sentada diante do meu pau.
"Hum. Isso é..."
"Não, né", riu. "Sorte nossa. Olha o link que mandei." Era vídeo de garota sendo fudida na garganta e esbofeteada. "Quero isso mil vezes. Agarra minha cabeça, enfia esse pau fundo, me engasgando, bombando forte. E me bate de vez em quando, com força. Pronta?"
Passei pra frente, peguei cabeça, cabelo bagunçado. Ela mordeu minha mão. "Ai!" Mordeu forte.
"Não seja frouxo", rosnou. "Quero que você me estupre pela boca."
"Foda-se!" Agarrei cabelo, dei tapa nos dois lados. Enfiei pau na boca aberta. Fundo na primeira, engasgou na hora, antes de chupar. Segurei, martelei garganta enquanto engasgava. Soprou nariz. Tirei, dei tapa, voltei a foder. Aprendi, mudei pegada, esbofeteei se desviava. Olhos lacrimejando, vomitou no pau e bolas. Tirei, preocupado.
"Enfia minha cara nisso", rouca. "Manda lamber tudo."
Fiz, usando cabelo pra forçar cabeça na poça de concreto. Abriu pernas, encostou clitóris. "Lamba", ordenei selvagem. Lambeu, limpou. Puxei cabeça, pau no nariz, bolas na boca. "Limpa minhas bolas", fez. Humilhante pra ela, excitante pra mim. Três estocadas e gozei. Abracei cabeça, enfiei forte enquanto jorrava. Sofia grunhiu, tentou afastar, pernas abertas, calcanhares chutando, corpo rígido engolindo. Soltei, ofegante, porra no queixo. "Era isso?"
"Exato."
"Por que não faz com o ex-namorado?"
"Não confio nele", disse. "Podia ser mole ou bruto demais." Ofegos. "Te conheço pra sempre." Mais ofegos, engoliu. "Água de novo?" Peguei, ela: "Sabia que você ia ser perfeito."
"Corto as mãos?", perguntei, faca nas provisões.
"Não. Mal começamos", sorriu com lágrimas. Dei água. "Pega essa vara."
"Vara?", olhei pilha.
"O pau de madeira marrom."
"Isso?", peguei longo marrom flexível.
"Sim."
"Pra quê?"
Sofia juntou pernas, ajoelhou. Abriu bem, rosto no chão. Pulsos amarrados atrás, bunda empinada, xota aberta, cu piscando. "Bate até quase sangrar."
"Sangue?", incrédulo.
"Quase", disse. Flexionei vara, sibilei ar. Tuc! "Aahhh!", gritou na bunda. Congelei. "Ouça, seu burro", furiosa, "Palavra segura é 'Pimenta'. Sem isso, continua. Bate. Na. Minha. Bunda." Tuc! Tuc! Tuc! "Pega toda", instruiu. Variei. Bunda reagindo, vergões subindo, vermelho hipnótico. Marquei, cronometrei. Bunda cor de tomate, abriu pernas total, corpo estendido. Via cu chamando, ela convidou. "Fode meu cu."
Atrás, alinhei pau no cu apertado, empurrei. Corpo tenso, cabeça entrou, bati quadris na bunda ralada. Reto seco arranhava, queimava levemente. Pra ela, dor maior: "Adoro quando arde pra caralho", gemeu. "Bate na minha bunda machucada". Mãos nos quadris, martelei cu sem lubrificante, ela rebolava. Reto anel de ferro, macio dentro, apertado cortando. Percebi ela peidando baixinho, cheiro musgado misturado com suor, enquanto esfregava clitóris no chão, gozando: "Ahhh, simmm...". Peido escapou alto, quente no meu pau, me deixando mais louco.
Ainda, pés embaixo das nádegas, joelhos abertos, xota inchada, clitóris ralado sangrando um pouco do concreto. Sem meia medida, peguei vara, bati no clitóris abusado. Thwack! Corpo tenso, resistiu fechar pernas. Thwack! Thwack! Thwack! Thwack! Thwack! Thwack! Trabalhei coxas, vulva, fenda, osso do clitóris, outra metade. Sofia gritava, sem palavra segura. Xota vermelha como bunda, parei.
Corpo relaxou, sussurrou: "Fode minha xota." Pau guiou, penetrei, perdendo virgindade com irmã. Xota apertada, quente, ensopada. Mãos no torso, fodi forte, batendo na carne abusada. "Me estrangula", grasnou. Mãos no pescoço macio. "Mais forte". Apertei laterais, martelando. "Ggggkkk", olhos reviraram, corpo mole, pernas caindo. Soltei, voltou. "Morde meus peitos", ainda fodendo, baixei boca, mordi aréola esquerda forte. "Mais forte!", mordi total. "Oooohhhhh", perto de gozar, eu também.
"Vou gozar", rouco, erguendo.
"Goza dentro! Me enche de porra, me engravidaaaaa!!!!" Orgasmo a levou.
"Oooohhhh!" Quadris colados, pau fundo, bombeando sêmen no útero.
Caí em cima, pau dentro, ainda pulsando. "Uuuhhhh". Esperei, ela apertando mãos, pernas abertas. "E agora?" "Tem uma meia ali", disse. "Enfia na xota pra não vazar." Fiz, algodão branco pendurado na xota vermelha. "Me levanta", cambaleou. "Oooohhh. Tonta." Recuperou.
"Tá tentando engravidar mesmo? Não toma pílula?"
"Não. Posso sim. Mas relaxa, amanhã tomo Plano B. Tenho estoque." Andou, mãos amarradas. "Pega faca, aperta botão pra trancar porta ao sair."
"Te solto?"
"Não, só a um quarteirão de casa. Toalha no banco", disse. "Vou suar onde você bateu."
"Já fez isso antes?"
"Sozinha, com máquina. Com você foi mil vezes melhor." Ajudei entrar carro. "Caralho, como dói. Prende cinto." Sentei, "Tira calça. Solta pau pra mim", inclinou, peitos na perna, chupando pau mole. "Mmm...", murmurou, costas nuas, pulsos fita sobre cóccix, vermelho escorrendo.
"Que tal o gosto da tua xota e cu", rouco, enquanto chupava me endurecendo.
"Mmmm hmm", murmurou, eu engatando carro. Agarrei cabelo, empurrei fundo entre pernas. "Mmmm." Gemeu feliz.
Pensei no que viria depois – talvez da próxima ela me amarre, ou chame uma amiga pra uma suruba selvagem, ou me leve pra um lugar público no Carnaval do Rio, arriscando tudo. Quero mais aventuras assim, gravadas escondido, pra reviver o cheiro de suor e peido, a dor no cu dela gritando enquanto eu forçava, o futuro cheio de possibilidades que me deixam duro só de imaginar. Quem sabe o que ela planeja pro domingo? Vocês vão querer acompanhar, né? Procurem mais contos quentes como esse no meu perfil em www.selmaclub.com e www.bit.ly/manu2026, onde posto todas minhas aventuras secretas.
Ei, leitor, se essa história te deixou ofegante e querendo mais, por favor, não esqueça de dar 5 estrelas – é o que me motiva a continuar compartilhando essas loucuras reais, vem do coração, vai?
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