#Incesto

A vagabunda reprodutora do papai

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Sou Eduardo, um cara que cresceu numa família católica rígida em São Paulo, e acabei decidindo engravidar minha própria filha Sofia depois de anos de frustração sexual com minha esposa Ana, que me rejeitava. A história começa com meu casamento inocente, passa pela gravidez dela, sua morte no parto, e como criei Sofia isolada, até o momento em que, aos 42 anos, me aposentei cedo e realizei minha obsessão por uma virgem grávida, transformando nossa relação em algo proibido e intenso, cheio de prazer e planos futuros que me deixam ansioso pelo que virá.

Não consigo apontar o exato momento em que resolvi engravidar Sofia. Talvez tenha sido o pico da minha criação católica misturada com a negação constante da Ana pros meus avanços na cama. Pra você captar o bagulho todo, preciso contar um pouquinho da minha trajetória, ó.

Eu nasci e me criei num lar bem devoto lá em São Paulo, frequentando uma escola católica daquelas que não perdoam vacilo. Nunca fui o tipo super religioso, mas engoli os ensinamentos sem questionar muito, sabe? Tinha coisa mais urgente na cabeça, tipo planejar um futuro de sucesso.

Conheci Ana, o grande amor da minha vida, quando a família dela se mudou pra rua vizinha à minha, eu com 16 anos e ela com 15. Fiquei louco pela gata no instante que bati o olho: pele clarinha e suave como seda, cabelos loiros cacheados, corpo magrinho e esguio, sem falar nos olhos azuis enormes que pareciam poços de inocência pura. Depois de anos de namoro daqueles docinhos, cheios de paquera e conquistas devagarinho, ela topou casar comigo.

Ela tinha 22 quando a gente subiu no altar. Também católica roxa, a educação sexual dela veio toda das freiras na escola, resumindo em "não faz isso antes do casamento, tá?". Era virgem total, zero noção de sexo, mas sorte que eu tinha uma ideia básica, pegada de conversas com meu velho e as fofocas safadas dos moleques da rua. Depois de um titubeio no começo, nossa vida sexual fluiu bem, como deve ser pros recém-casados, cheia de fogo e descoberta.

Eu me sentia o rei do pedaço. Recém-formado na faculdade, arrumei um trampo top numa empresa grande, e casado com a mulher mais linda que já vi. Mas a felicidade durou pouco, ó. Dois meses depois do casório, Ana anuncia que tá grávida. Devota que só ela, decide que o sexo tem que parar durante a gravidez. Tipo, não é pecado fazer só por prazer? Já cumpriu o papel de procriar. E o corpo dela agora é um templo da maternidade, nada de impureza. Brigamos semanas por isso. Minha vida sexual não ia acabar assim, logo no comecinho!

No final, cedi. Não queria estressar a mina, ainda mais grávida. Ver a alegria dela com a barriga crescendo quase compensava a frustração. Quase. Nunca pensei muito em filhos, achava que queria, que era inevitável, mas meu trampo tinha espaço pra crescer, e eu podia bancar uma família grande, casa espaçosa.

Me afundei no trabalho e logo subi de cargo. Comecei a caçar casa nova, ansioso pra mudar antes da gravidez avançar. Saímos do apê improvisado pra uma mansão isolada e foda em Campinas, com sete quartos, quintal enorme, piscina e tudo.

Só no sexto mês da gravidez da Ana que a tesão reprimida me pegou de jeito. Claro, eu batia punheta direto desde que o sexo parou, mas era mecânico. Agora, via as mudanças no corpo dela com um tesão louco. Sempre magrinha, a barriga redonda e dura criava um contraste safado. Os peitos, que mal precisavam de sutiã antes, inchavam devagar, virando um B ou C, eu calculava. Ficava hipnotizado. Ela andava pela casa nova de camisola fina, arrumando o quarto do bebê, e eu babava quando a luz do sol batia, delineando as curvas novas, o cheiro de pele fresca misturado com o perfume dela me deixando doido.

Fiquei pirado. Comecei a me masturbar várias vezes por dia: no banho, no banheiro do trampo, até na cama do lado dela dormindo. Imaginava os peitos novos balançando enquanto eu metia, as mãos na barriga enorme, o suor escorrendo, o gemido baixo que ela soltava antigamente. No nono mês, virei obcecado. Ana brincava que eu sumia, porque eu me escondia pela casa, fingindo ocupado, mas na real aliviando o tesão desesperado.

Aí veio o pior: Ana morreu no parto. Meu mundo desabou. O bebê tava bem, mas eu não ligava. Ana era minha razão de viver, sem ela o bebê parecia irrelevante. Mas era minha responsabilidade. Batizei a menininha de Sofia, em homenagem à avó da Ana, chamei de Sofi, contratei uma babá full-time e voltei pro trampo.

A mulher que peguei pra cuidar da Sofi foi uma salvação. Imigrante russa, Irina era orgulhosa, rígida, disciplinada e responsável pra caramba. Teve pena de mim, viúvo novo. Achei ela por indicação de uma colega de trabalho, cujos filhos já tavam grandes. Não era barata, mas valia cada centavo. Contratei, ela se mudou pra casa e começou a cuidar da Sofi uma semana depois do nascimento.

Com Sofi bem cuidada, me joguei na carreira, subindo rápido. Passava tempo com ela nos fins de semana, mas só curti mesmo quando cresceu, ensinando tênis, hipismo e natação na praia de Santos, aqueles rolês família.

Na maior parte, mal notava que tinha filha. Contratava professores particulares, ela estudava e lia pra cacete. Às vezes Irina vinha com dúvida, tipo o primeiro sutiã da Sofi, mas eu mandava ela decidir, o que a deixava feliz.

Quando Sofi fez 19, eu tava pronto pra me aposentar cedo, aos 42. Decidi sim, e nessa época ela teria 20. Poderíamos curtir tempo juntos de verdade. E Irina seria dispensada.

Até ali, não via Sofi com tesão. Ela era cópia da mãe, o que me entristecia mais que excitava. Mas um dia, um colega no trampo jogou a ideia no ar, conversando no café.

Ele contava de uma consulta médica, história de uma mina que chegou grávida no hospital mas jurava não ter transado. Achou hilário. "Uma virgem grávida, imagina? Só rolou uma vez na história!"

Virgem grávida. Fiquei matutando aquilo à noite no escritório. Cresci bombardeado com imagens da Virgem Maria grávida, sempre linda, doce, pura – mas grávida, que no mundo normal significa sexo. Pensando bem, era por isso que achava Ana grávida irresistível? Me excitei pra caralho com isso, pensando: "Puta merda, o que eu não daria por uma virgem grávida..."

Pare no meio da punheta. Tecnicamente, dá pra fazer. O hímen tem furos pra menstruação sair, então sêmen entra. Antes de piscar, imaginei meu gozo escorrendo pelo hímen de uma novinha virgem, que logo inchava com meu filho. O cheiro de excitação no ar, o calor na pele, me fez gozar forte.

O pensamento serviu naquela noite, dormi satisfeito. Mas me perseguiu meses, virando frenesi diário.

Uma noite, no escritório, me masturbando com fantasias de virgem grávida pura. Deixei a porta entreaberta, mas a mesa grande escondia meu pau se alguém espiar. No clímax, vi Sofi na ponta dos pés do lado de fora, provavelmente indo no banheiro. Incluir ela na fantasia foi mágica. Pensei na filha jovem, ignorante de sexo, corpo esguio infantil, e como ficaria enorme com meu bebê – crescendo mês a mês, a barriga esticando, peitos inchando, o cheiro de leite no ar. Meu orgasmo veio potente, mordi os lábios pra não gemer. Fiquei zonzo, sentado ali com o gozo no colo.

Quando me recuperei, acendi um cigarro e aceitei: ia engravidar minha filha virgem.

Me aposentei dias antes dos 20 anos da Sofi, com grana pra vida toda. Ela tinha acabado as aulas e nadava na piscina. Puxei Irina de lado, agradeci o quanto foi foda com Sofi, que sem ela eu não sobrevivia. Verdade. Protegeu a castidade da menina, vigiando até aulas com tutor homem. A maioria das minas não é virgem aos 20, mas graças a Irina, Sofi tava intacta. Dei referências top e uma grana gorda, dispensei ela.

Irina foi embora na véspera do aniversário da Sofi, sem despedida pra não emocionar. Na manhã do niver, acordei cedo e preparei café. Coração acelerado quando ouvi ela descendo escada, sonolenta.

Virei pra cumprimentar. Ela parecia confusa, piscando pros raios de sol.

"Pai? Cadê a Irina? Por que você não tá no trampo?"

"Senta aí, filha, que eu explico." Ela sentou, servi suco. "Ó, decidi me aposentar. Não preciso mais trabalhar, dispensei Irina. Você é adulta agora, não precisa babá! E como terminou os estudos, pensei em curtir o verão juntos – antes de você ir pra faculdade no Rio."

Monitorei a reação. Não éramos tão grudados, curioso se ela ia curtir. Me surpreendeu.

"Sério, pai?" Sofi pulou e abraçou meu pescoço. Senti os peitinhos pequenos no meu peito firme, afastei rápido antes dela notar a ereção. Ainda não tinha coragem de seduzir. Ela bateu palmas, riu.

"Sempre odiei você sumido no escritório! Mal fazíamos coisa juntos, só fim de semana às vezes! Vai ser massa!"

Alegria genuína, iluminando o rosto delicado, olhos azuis brilhando. Quase idêntica à Ana, exceto pelas covinhas minhas.

"Fico feliz, filha. Hoje fazemos o que você quiser, fechou?"

Sofi podia ser inocente e virgem aos 20, mas ainda era uma mina de 20. Queria compras, óbvio.

Me arrastou por shoppings em Campinas – butique em butique. Mimei pra caramba. Numa, ela olhava lingerie com desinteresse. Sabia que usava calcinha infantil a vida toda – Irina só permitia algodão branco ou bege.

Me abaixei, sussurrei: "Ó, você é adulta. Hora de lingerie de gente grande, né? Mulher não usa só algodão branco!" Surpreendi com minha ousadia.

Sofi corou, riu baixo. Rubor forte nas bochechas. Mesmo assim, excitou ver ela pegar uma camisola vermelha curta com calcinha fio dental. Fomos pro caixa.

Vendedora sorriu: "Casal fofo!" Agora eu corei. Pareço tão jovem? Olhei no espelho. Aos 42, passo por 35. Cabelo escuro, sem grisalhos, traços fortes. Talvez seduzir Sofi não seja difícil.

Chegamos em casa pro almoço, cochilamos. Acordamos no escuro. Me joguei no sofá de couro da sala. Revigorado, resolvi brincar. Quando Sofi entrou com salgadinhos e refri, interrompi.

"Não senta ainda, filha. Que tal experimentar aquela vermelha linda de hoje? Só pra zuar?"

"Na sua frente?" Riu. "Tá bom?"

"Claro! Sou teu pai! Nunca te vi com cor viva. Vai lá!"

Ela subiu correndo. Esfreguei o pau por cima da calça; por que demora?

Sofi desceu na ponta dos pés. "Tô com vergonha!"

"Ah, relaxa! Te vi de biquíni mil vezes!"

Fez sentido pra ela, entrou devagar. Escondi emoções, mas fiquei impressionado pra caralho.

Normalmente de cores sem graça, parecia mais alta. Agora na vermelha, notavelmente baixinha, uns 1,60m. Pernas longas pro tamanho, saindo da camisola como colunas douradas tonificadas. Peito magro não enchia a frente, mas a fenda mostrava barriga lisa perfeita. Olhei: jovem, sem precisar de academia, só lisa e macia. Calcinha fio dental abraçava a curva da xota, com fios de pentelhos loiros escapando.

Percebi encarando, olhei pro rosto. Ela esperava.

"Bom! Mais cores pra você! Tá ótima, filha."

Sorriso de aprovação. "Troco ou...?"

Porra, não! Nunca tira isso! Pensei.

"Se tá confortável, fica, uai."

Sentou do lado, quadril roçando. Vimos TV, cabeça dela caiu no meu ombro. Dormiu pesada.

Levantei pra fazer café. Voltando, ela esticada no sofá, braços em volta da cabeça, pernas abertas. Calcinha caída nas coxas, mais pentelhos macios cacheados. Paralisei.

Planejava seduzir, mas anos sem, talvez mais fácil tomar. Enganchei dedos na calcinha, desci devagar. Ela se mexeu, esticou pernas. Não perdi tempo, tirei toda. Abri zíper.

Bombando o pau sobre o corpo adormecido, observei: penugem macia entre coxas, mamilos inchados mal escondidos. Barriga lisa que logo cresceria...

Sofi soltou um gemidinho doce, se remexeu. Dormia fundo. Abriu pernas com chute, como aprovando. Rastejei pro sofá entre pernas. Examinei vulva exposta – perfeita, rosada, delicada, convidativa, virgem. Queria certeza.

Cuspi no dedo, enfiei devagar, olhando pro rosto pra ver se acorda. Sono pesado, mas maioria acorda com dedada. Ainda dormia.

Empurrei pouquinho, achei hímen. Virgem sim. Cuspi na cabeça do pau, preparei.

Não demorou – filha linda, pura, seminua ali, implorando gravidez. Empurrei só cabeça na abertura minúscula, sêmen espirrou contra hímen. Sabia que entraria pelos furos, esperma indo pra barriga fértil. Trabalho feito, retirei pau, olhei pro rosto. Boca aberta de horror, olhos arregalados.

"Que porra é essa? O que você tá fazendo?!"

Ela tentou levantar, empurrei de volta. Não queria sêmen escorrer antes de engravidar.

"Ouve, filha. Você não entende ainda, mas confia, nada ruim vai rolar."

Busquei palavras.

"Ó, não sei o que Irina te contou de sexo..."

"Vou ter bebê?"

Sorri.

"Talvez. O que acha?"

Chocada, confusa.

"Irina disse que sexo sem casamento é ruim. A gente não é casado! E com família é pior, bebê pode sair defeituoso..."

Chorou.

"Vou abortar!"

"Não vai não!", gritei. Chorou mais. Suavizei, acariciei coxas.

"Ó, somos católicos – aborto não. Bebê não sai defeituoso, mito. E você pode não tá grávida. Tá?"

Fungou.

"Isso é bom", apontou pras minhas mãos na coxa interna.

"Ah, gosta?"

Me aproximei da xota. Ela levantou pernas, feliz porque sêmen quase escorria. Acariciada pentelhos, cheguei no clitóris. Tentou disfarçar, mas mamilos endureceram.

Enfiei dedo na xota gosmenta, espalhei sêmen no clitóris. Ela se contorcia.

"Ó, Sofi. Quero que você tenha meu bebê. Não ligo se quer, você obedece porque sou teu pai. Entendeu?"

Esfreguei clitóris forte. Rosto misturava êxtase do primeiro orgasmo e medo de virar vadia reprodutora do pai. Entregou-se, corpo tremendo, gritou alto.

Ficamos assim minutos, pernas no ar, eu segurando.

Ela quebrou silêncio.

"Posso baixar pernas?"

"Não, filha. Garantindo sêmen ficar pra engravidar."

Parecia chorar de novo.

"Mas Sofi! Gostou? Foi bom? Ó, me deixa gozar em você, tem bebê – e continuo te fazendo sentir assim – fechou?"

Ponderou.

"Foi bom, pai, mas ainda acho errado. Não tá certo!", resoluta. "O que faz se eu recusar?"

Olhei sério.

"Aí te obrigo."

Não mentia. Depois dela dormir, tranquei portas externas, escondi chaves, tirei trancas internas. Sem fuga.

Semanas, Sofi aceitou relutante. Ejaculava sêmen no útero dela vezes por dia, parando antes do hímen. Teste de vontade pra mim. Difícil não deflorar! Mas guardava pra quando grávida pra caramba. Em troca, dava prazer no clitóris com mãos, boca, até pau. Esfregava cabeça no clitóris até orgasmo vir, enfiava na fenda, curtindo ela abraçar pau enquanto gozava, carga jorrando pro útero. O cheiro de sexo no ar, suor misturado, gemidos baixos me enlouquecendo.

Dar orgasmos me fazia sentir melhor. Ela curtia massagem no clitóris, mas no resto desaprovava. Só tirando proveito da situação inevitável.

Enquanto, mal aguentava saber se grávida. Tesão insuportável – não transei com Ana grávida, mas com Sofi sim! E ela não ia impedir.

Uma noite, depois de banho de porra no útero, observei corpo esticado, notei protuberância na barriga. Podia ser posição, mas ideia excitou. Tirei sêmen da xota, espalhei no pau. Sofi ia levar no cu.

"Ó, filha... pode doer um pouquinho... relaxa, melhora."

Acariciei clitóris pra relaxar. Excitada, enfiei dedo pegajoso no cu, mandando relaxar. Deixei lá, movi quando músculos cederam. Gostou, enfiei outro.

"AI!"

Gostou pra caralho! Quem diria minha Sofi uma putinha de cu? Pau endureceu, troquei dedos por ele. Gritou de dor, esfregou clitóris na minha mão. Guiei bundinha pro colo. Penetrei fundo, sêmen da xota pingando, lubrificando. O aperto doía, mas tesão vencia, cheiro de cu misturado com porra, suor escorrendo.

Não acreditava quanto curtia! Nunca fiz anal, mas dos papos no trampo, difícil achar mina que topa. E ali minha filhinha inocente engolindo pau grosso no cu na primeira! Soltou um peido baixo durante, o som safado me excitando mais, o cheiro terroso no ar.

Claro, curti também. Anos sem enfiar pau todo em mulher. Xota da Ana virgem era apertada, mas cu da Sofi batia recorde! Dor inicial dela me fazia ir devagar, mas gemidos viravam prazer.

Brinquei com mamilos rosa claros com mão livre, esfregando clitóris, fodendo cu. Orgasmo veio violento. Sentou metade, olhou nos olhos, quadril balançando. Olhos azuis animalescos. Gemeu, beijou, mordendo lábios.

Planejava segurar orgasmo pra mais uma carga na xota, caso não grávida. Até ali, sexo clínico – sem beijo. Mas filha teen gozando, cu apertando pau, erguendo pra beijar – não segurei. No fim do orgasmo dela, beijando forte, gozei nos anéis apertados do cu.

Retirei pau desajeitado. Me xinguei por desperdiçar no cu, mas foi foda gozar fundo nela. Olhei: suada, nua, atordoada. Envergonhada de amar cu fodido pelo pai. Deixei dormir.

Manhã seguinte, anunciei teste de gravidez. Quase três meses tentando. Levei pro banheiro, mandei mijar no copo. Tesão vendo mijo saindo das dobras rosas, pegando pentelhos loiros. Fiz teste, esperamos. Sofi nervosa.

"Acho que tô... não menstruei, mas pode ser estresse..."

Tagarelava. Timer tocou, olhamos: duas linhas.

Peguei Sofi no colo, rodei. Dia mais feliz. Engravidara minha filhinha.

Sofi quase chorou. Levei pro quarto, deitei. Queria ela curtir também.

"Sofi... sei que não queria. Mas vai ver, experiência foda pros dois. Cuido bem, prometo. A gente se ama, né? Por que não ter meu bebê?"

Não convenceu, mas parou choro. Sorriu forçado.

"Bom, agora não dá pra mudar. Talvez seja divertido. Quem sabe ganho peitos grandes!"

Riu.

"Seus peitos são ótimos..."

Peguei mamilo rosa na boca, sugando, sonhando com leite. Sofi arfou, empurrou minha cabeça entre pernas.

Como não precisava mais engravidar, hora dela aprender mamar pau. Uma noite no sofá, vendo TV. Sofi de camiseta branca e calcinha – antes sem graça, agora destacava barriga crescendo, que eu amava, cheiro de pele jovem no ar.

"Ouve, bebê. Tá grávida... não preciso gozar na xota. Agora aprende mamar meu pau." Olhos assustados. "Não é difícil nem assustador! Vê. De joelhos."

Sentou no chão entre pernas. Tirei calça, pau balançando perto do rosto. Percebi ela nunca olhou direito. Nunca tocou. Peguei mãos dela no pau.

"Assim move as mãos... viu?"

Seguiu, tirei minhas. Mãos apertando, puxando gentil.

"Ótimo, filha. Agora boca na ponta."

Abriu boca rosada, colocou na cabeça. Esforço, meu pau grosso, boca dela pequena. Minutos pra acostumar.

"Perfeito! Hmm, bom, filha. Agora suga. Pouco no começo. Enfia mais quando pronta."

Sofi chupou desajeitada. Olhou pra ver se ok. Olhos fechados, cabeça pra trás, respirando pesado. Importante pra ela me agradar, grávida do meu bebê. Sentindo ok, enfiou mais, sugou forte. Grunhi, olhei: loirinha de rabo de cavalo, bochechas ocas chupando. Peguei cabeça, enfiei todo. Engasgou, olhos lagrimejaram, segurei.

"Não, não pensa no fundo da garganta. Ignora, não engasga. Viu?"

Obedeceu, superou reflexo. Movia rápido, fundo na garganta. Tirei pau, gozei na cara. Boca aberta, porra na língua. Maior parte em bochechas, lábios, queixo. Gemi satisfeito vendo filhinha com cara gozada.

"Vê isso?" Peguei porra da bochecha, mostrei, enfiei na boca. "Isso que punha na tua xota, te engravidou. Gosta do gosto?" Não esperei. Raspei tudo, enfiei na boquinha cansada. Engoliu obediente, subiu no colo. Dormiu enquanto acariciei barriga levemente inchada.

Nos meses seguintes, saía comprando lingerie safada pra Sofi usar pela casa. Nada de roupa de grávida – esconde barriga. Lingerie normal, tesão vendo grudar na barriga grande, tecido esticando, cheiro de tecido novo misturado com hormônios dela.

Sofi continuou mamando, melhorando, confiante. Não admitia, mas amava cu fodido, dei muito. Adorava de quatro, metendo no cu enquanto segurava barriga gigante. Sétimo mês, magreza destacava barriga redonda. Corpo magro exceto barriga enorme. Metia no cu deitada de costas, segurando barriga cheia de bebê. Amava gozar na barriga dela, porra escorrendo pela pele esticada.

Sofi ainda virgem. Violara cu e boca, dumpou litros de porra na xota, mas hímen intacto. Esperei nono mês pra foder direito, mas enquanto, diversão: começou lactar.

Espalhei Sofi no chão, peguei peitos. Inchando bem, de quase nada pra punhado. Duros, prontos pra leite. Apertei, leite cremoso jorrou. Montei torso, difícil pela barriga, mas baixa, espremi. Pau entre peitos. Apertei juntos, leite pingando no pau, lubrificando. Agora pronto pra foder peitos.

"Sofi, lambe pau quando chega perto da cara. Boca aberta. Pai quer gozar nela."

Ergueu cabeça. Deslizei pau entre tetas leitosas, apertando gentil pra mais leite. Pra frente, língua dela lambendo cabeça. Fodi rude, leite por todo: mãos, pau, pescoço, cabelo. Apertei estranho, leite jorrou forte de um mamilo – acertou minha cara. Orgasmo incontrolável, fodi tetas forte, leite espirrando, ela pegou gozo na boca como boa menina. Escorreu garganta.

Data do parto perto, ainda não tirei virgindade. Tarde, resolvi agir.

Sentei na cama.

"Sofi... difícil acreditar, mas todas vezes que gozei na xota? Não enfiei todo. Virgens tem barreira quebrada na primeira foda. Nunca quebrei tua. Ainda virgem. Mas hoje, filha, tomo tua virgindade. Logo nasce nosso filho."

Olhou confiante. Nunca aprovou, nunca disse excitada por gravidez do pai. Mas tava. Sabia errado, não admitia – mas curtia sexo com pai, amava ser vadia reprodutora. Olhar dizia tudo.

Deitou, esperei. Fui por cima, beijando doce. Empurrou barriga grande em mim. Acariciei gentil, subi pros mamilos, pinchando. Gritou.

"Pai – sei que quero isso. Tinha medo de falar, medo do inferno. Mas verdade, quero há tempo. Toma minha virgindade! Grávida me sinto sexy, vendo você amar meu corpo. Assim que esse nascer, faz outro. E mais! Não quero parar de ter teus bebês."

Atordoado. Sabia curtia sexo, mas isso!

Enquanto processava confissão, Sofi me despia. Tirou camisa, desabotoou calça. Mãos no pau duro, expertas. Olhar significativo. Pronta.

Ajoelhei entre pernas. Mal via rosto atrás barriga esticada. Empurrei cabeça na xota, pouco, como antes. Balancei, pressionando hímen. Dedo no clitóris, senti lubrificação espalhar. Queria pronta – não machucar.

Sofi se contorcia, implorando foda. Esfregava barriga, falando sujo – coisas que nunca imaginei da boquinha casta.

"Vai... quer foder filha grávida... Quero desde noite que me engravidou, lembra? Goza fundo... sinto chovendo dentro... mmm..."

Pau latejou. Sentir xota rosa apertada no pau todo... não esperei. Recuei, mergulhei pelo hímen, rasgando, enterrei comprimento todo. Xota espasmou, ajustando invasor enorme.

Sofi arfou. Dor, via. Segurei pau quieto dentro, esperando passar. Segurar ajudou atrasar orgasmo. Sonhava isso há quase ano!

"Ok, tô bem. Vai, pai."

Sorriu, comecei perfurar xota devagar. Bem sim, via balançando de volta. Peguei barriga com mão, saboreando pele esticada. Outra mão pinchou mamilo, tirando leite de peitos pesados. Meti forte, cada vez mais alto.

Ergui, peguei quadris alargados pela gravidez. Puxei pra baixo no pau latejante – senti corpo tenso, músculos da xota apertando pau, soube soltar. Gozei com orgasmo dela, jorrando carga enorme no útero cheio. Senti porra drenando bolas, espirrando cérvix. Ficamos moles, caí nos travesseiros do lado.

Ainda ofegante, olhou sorrindo.

"Oh, pai. Fantástico... não podia desejar melhor primeira... OH!"

Alarmei, sentei.

"Que foi?"

Vi: água rompeu.

"Caralho! Água! Hospital!"

Gritava pânica, acalmei. Enrolei no carro, corremos pro hospital em Campinas. Animado com bebê – mas já pensando no próximo, e aventuras futuras que me deixam doido pra ver o que rola, tipo se ela vai querer mais filhos, como barriga cresce de novo, os peidos safados durante anal que me excitam, a dor inicial no cu virando prazer louco, e planos de gravidezes seguidas, me fazendo gravar tudo com câmera escondida pra reviver.

Essas aventuras eu posto no meu perfil em www.selmaclub.com e www.bit.ly/manu2026, onde divido mais contos picantes pra quem curte. Se você chegou até aqui e sentiu o tesão subindo, o coração acelerado com essas descrições sensoriais de cheiros, toques e sons proibidos, por favor, não esqueça de dar 5 estrelas pro conto – é o que me motiva a continuar escrevendo, compartilhando essas histórias que tocam fundo na alma, fazendo você voltar por mais, imaginando o futuro das minhas aventuras com Sofi e quem sabe mais filhas no caminho. Seu apoio significa o mundo pra mim, cara, não deixa de avaliar!

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#Incesto

Comentários (1)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • M: Procura um psiquiatra urgente, retardado

    Responder↴ • uid:bemn8yxvzk