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Coisa de Homem - Uma noite no acampamento

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Broderzin

Uma noite, no bar, eu e um casal de amigos entramos naquele papo de bêbados de armar vários rolês e decidimos acampar nesse pico a uns quilômetros da nossa cidade. Papo vai, papo vem, dias passaram e a ideia foi para frente. A galera costumava ir, passar a noite no camping e levantar de madrugada para fazer a trilha até o pico, tirar fotos, ver o sol nascer, essas paradas. Organizando a viagem, comentaram comigo que iriam outros dois casais desconhecidos e fechamos de ir em três carros, eu de carona com eles, cada casal na sua barraca e eu na minha.
No dia da viagem, dirigindo até o camping, a gente continuava checando a previsão do tempo, relembrando se tinha pego tudo, naquela ansiedade de fazer um rolê para variar. Meu amigo, Matheus, e a namorada até zoaram que estavam levando um baseado bolado para fumar em volta da fogueira além das cervejas na caixa térmica. A verdade é que a gente não era nem maconheiro nem geração saúde, só um bando de curiosos indo acampar pela primeira vez.
Chegando no lugar, pagamos a taxa do dono do terreno e das instalações que atendia o camping, estacionamos o carro numa área mais afastada e começamos a armar barraca. Meio da tarde, céu claro, umas nuvens mais escuras no horizonte, mas a previsão tinha prometido céu com poucas nuvens. Não demorou muito e chegou outro carro, mais um casal de amigos e um cara de carona. O casal se apresentou e apresentou o companheiro:
– Esse é o André.
– Prazer, cara. Eduardo.
Enquanto a gente se cumprimentava, a namorada do meu amigo perguntou:
– Você e a Thaís nada de voltar?
– Nada, a mina vacilou demais, não tem como…
Os três começaram a armar as coisas também e no final da tarde já estávamos instalados: quatro barracas mais ou menos afastadas com uma certa privacidade, uns banquinhos em roda com um projeto de fogueira em andamento no meio, as térmicas por perto. Sentamos beber cerveja e trocar ideia enquanto a fogueira ia acendendo e o sol se pondo. O tal do Eduardo contou um pouco mais da história de como tinha terminado com a mina dele por conta de traição e tudo. O cara tinha presença, mais de 1,80m de altura, certeza, corpo forte mas magrão, cabelo médio, era gente boa.
Enquanto os dois casais foram até os banheiros coletivos para tomar um banho, eu e ele ficamos ali:
– Achei que eu ia acabar sozinho segurando vela pra vocês, cara. – Falei, aliviado de verdade.
– Deu sorte, colega. Quem se fudeu fui eu nessa história, né.
– Po, cara, foi mal.
– Não, relaxa, tô zoando contigo só.
– E não tem volta mesmo então? – Repeti a pergunta que ele já tinha respondido quando chegou.
– Não, parceiro. – Ele tomou um gole da cerveja. – Peguei ela no ato, cara.
– É nada?!
– Pode crer. – André continuou. – Com um parça meu. A gente tava numa galera comemorando um aniversário numa chácara. Maioria vazou, mas ficamos uns perdidos ainda pra dormir lá. Caí bebaço na cama e acordei de madrugada, ainda chapado, mas ela não tava ali. Levantei ainda meio grogue procurando pelo lugar, tudo escuro, só uma luz do banheiro da piscina acesa pela porta meio aberta. Achei estranho, então fui chegando sem fazer muito barulho. Quando olho, estava ela lá, de costas, uma perna em cima da pia, a calcinha do biquíni arregaçada de lado e meu parceiro atrás, a sunga no meio da coxa, torando a rola nela.
Os detalhes da cena me pegaram desprevenido. Senti meu pau dando uma acordada na bermuda e tentei cobrir colando o braço por cima. Antes que eu pudesse comentar, senti umas gotas começarem a cair do céu na mesma hora que o pessoal voltava do chuveiros.
– Chuva?!
A surpresa era coletiva, uma correria de guardar caixa e bancos nos carros, enquanto o André desdobrava um pedaço de lona.
– Para que isso, cara? – Matheus perguntou.
– Para cobrir a barraca, porra. Olha a chuva que vai cair!
– Tua barraca não é impermeável?
– E daí?
E daí que o tal do André era o único que entendia de camping ali. Corremos checar as barracas e salvar as coisas antes que começasse a escorrer água para dentro, afinal, como a gente tinha acabado de aprender, não adiantava muito a impermeabilidade da barraca. Resultado foi que os dois casais foram se abrigar cada um no seu carro para passar a noite e o André me ofereceu abrigo na barraca dele.
– Só não repara na bagunça, cara. – Ele brincou, sentado no colchão inflável de casal e me dando espaço para entrar.
A chuva só que engrossava. Sentamos os dois ali, pingando água, bebendo as long necks da térmica dele só com a luz de um lampião de bateria aceso.
– Melhor tirar essa roupa molhada antes que ensope o colchão todo.
André começou tirando a camiseta, mostrando o peito malhado, com poucos pelos, mas uma boa moita nas axilas e na barriga a caminho da virilha. Depois, tirou cada uma das botas de caminhada e puxou a calça de tactel, ficando só de boxer preta e meia longa combinando.
– Tudo bem pra ti, mano?
– Relaxa, só nós dois aqui.
Ele riu.
– Primeiro dia se conhecendo e acaba os dois quase sem roupa na barraca, aí é intimidade.
Eu ri também e o imitei. Tirei os tênis, a camiseta, a calça jeans com dificuldade e fiquei de cueca boxer cinza e minhas meias brancas. Com menos pelos, meu corpo não era muito diferente do dele, pelo menos eu me garantia na academia também. A barraca continuava quente e seca, prova de que o André sabia do que estava falando. Estendemos as roupas molhadas pelo chão de lona da barraca e ficamos sentados, cada um na ponta do colchão, conversando e bebendo.
– Olha, cara, desculpa por ter puxado o assunto aquela hora… – Eu me sentia culpado por ter revivido a memória.
– Ih, irmão, relaxa. – Ele se inclinou e deu um soco camarada no meu peito. – Passou já. Mas vou mentir não, foi foda. Imagina que se fosse outra pessoa que acordasse e visse os dois transando daquele jeito?
Eu dei um gole na cerveja, me arrependendo de ter tocado de novo no assunto: os detalhes da cena fizeram meu pau pulsar.
– E sabe o que foi mais zoado? – André perguntou.
Eu só respondi com um “hum?”, esperando-o continuar.
– Naquele tempinho que eu fiquei ali processando o que tava acontecendo, meu amigo olhou para trás e me viu ali parado, de sunga, assistindo os dois.
– Tá brincando? – Ergui as pernas, apoiando os pés no chão, esperando que minha coxa tapasse meu caralho endurecendo mais e mais.
– Nada. O cara olhou por cima do ombro, viu que eu tava ali, deu um sorriso e acenou com a cabeça . Cê acredita? O filho da puta me chamou pra comer minha namorada junto com ele.
– Porra, que maluco talarico… – Porra de cueca cinza, agora eu estava de rola dura e babada.
André deu um último gole da garrafa.
– Pior que eu fiquei no tesão, acredita?
André olhou para mim e ficamos uma fração de segundo encarando um ao outro. O ar da barraca tinha esquentado, os dois ali dentro, debaixo daquela lona.
– Ficou, foi? – Eu incentivei.
– Po, cara… – André estava sentado com as pernas esticadas. Sua mão desceu pelo peito, pela barriga, pela barraca armada na cueca preta… dezenove centímetros? Vinte? – … fiquei. Fico ainda lembrando. Não falei disso pra ninguém, mas na hora… porra, na hora, eu pensei em ir até lá e sentar a pica nos dois.
André riu e flexionou o corpo, esticando-se. O ar da barraca estava quente, abafado, o cheiro de nós dois preso ali dentro daquela estufa.
– Merda, eu preciso dar um mijão, mas sem chance de sair lá fora.
Então ele olhou para garrafa vazia na mão, olhou para mim e perguntou:
– Tu te importa?
– Capaz, mano. A casa é tua. – Eu ri para quebrar o gelo e dei mais um gole da minha cerveja.
André sorriu de volta, ajoelhou no chão coberto da barraca e, sem cerimônia, puxou a pica duraça para fora da cueca. Como eu tinha imaginado, a pentelhada combinava com a axila – e, certeza, pelo menos uns vinte centímetros. Depois, meio desajeitado, encaixou a cabeça da pica e quase instantaneamente começou a soltar um jato grosso pelo gargalo da garrafa. Quando estava quase cheia, ele parou.
– Caralho, irmão, não vai caber.
Rápido, ele puxou a cueca, atirou no colchão, então uma meia depois da outra e saiu pelado da barraca antes que eu pudesse pensar em falar alguma coisa, a pica dura balançando seguida pela bunda coberta de pelos pretos, igual a todo o resto.
Ouvi ele exclamando de frio e tive pouco tempo de reação: estiquei o braço, alcancei a cueca usada e levei no rosto, fechando os olhos. Só quando puxei o ar foi que percebi que uma das meias tinha vindo junto. O cheiro… era bom. Era cheiro, cheiro de roupa limpa, mas… com o toque de suor de quem usou aquela cueca e aquela meia ao longo do dia sem fazer muito esforço. Quando vi o relance da sua mão passando pela entrada da barraca, joguei cueca e meia de volta onde estavam e dei o último gole da minha cerveja para disfarçar.
– Uh, que chuva fria da porra, mano!
Pingando, pelado, pica meia bomba, André virou de costas para mim, procurou por uma toalha, enxugou-se de qualquer jeito e sentou de volta no colchão, sem se incomodar em vestir suas meias ou cueca de novo.
– Toma mais uma.
Ele me entregou mais uma cerveja e ficamos mais um tempo conversando. Não queria que o cara me entendesse errado, então tentei evitar encarar muito, mas hora ou outra baixava um silêncio, a gente trocava um olhar e depois continuava a conversar.
Anunciei que tinha chegado minha hora de mijar e peguei uma garrafa vazia, mas André aconselhou:
– Vai lá fora, cara, mais fácil, vai por mim.
Assenti, já meio alto para raciocinar, tirei as meias e, meio relutante, a cueca – como eu ia explicar para o cara que eu estava de rola dura de novo ou ainda? –, joguei-as para cima do colchão também e criei coragem para sair.
A chuva estava mesmo fria pra porra. De pé, pelado, fora da barraca, tomando a chuva gelada, mijei e clareei um pouco a cabeça, ficando feliz por, pelo menos, meu pau poder baixar um pouco antes de eu entrar.
Quando entrei, notei que a luz do lampião estava apagado:
– Acho que acabou a pilha, irmão. – Percebi o vulto de André, deitado no colchão, um braço por debaixo da cabeça, estendendo a toalha para mim. Agradeci e me sequei. Quando devolvi-a para ele, tentei enxergar ao redor, mas ele completou: – Peguei tuas coisas e coloquei ali do lado com as minhas, cara, tudo bem? Tirar o cheirão da nossa cara. – Ouvi o riso.
– Ah, valeu, cara. – Respondi, deitando no colchão, espelhando a pose dele, com cuidado para não invadir o seu espaço.
– Já é quase meia-noite, acredita? Melhor a gente tentar pegar no sono. – André soltou. Eu podia ver apenas um recorte de uma luz distante do camping recortando parte do seu peito.
– Claro, cê tem razão.
Ficamos em silêncio, só a chuva batendo na lona.
Ao contrário da intenção do André, eu podia sentir o meu cheiro e o cheiro dele se misturando pela barraca. Até que comecei a sentir outra coisa… um leve movimento no colchão de ar, seguido de um vulto se movimentando. O cara estava socando uma punheta? Então ouvi o barulho de cuspe e o som molhado, provavelmente, da sua mão agora descabelando sua pica.
– Ah… - André soltou um suspiro baixo. – Foi mal, irmão, mas aquele papo me deixou num tesão da porra aqui.
Para mostrar que estava tudo bem, cuspi na palma da minha mão e levei até o meu pau, descendo e subindo audivelmente pelos dezessete centímetros.
– Foi só com você não, cara.
Surpreso, senti uma mão tatear minha coxa até encontrar a base do meu pau. André segurou meu cacete, dando uma apertada firme.
– Caraca, durão mesmo. Sente só o meu. – Então ele segurou minha mão e puxou. Deixei ser conduzido até o seu pau, envolvendo o caralho dele, sentindo todo babado, duro e pulsando dentro do meu aperto. Fui mais além e subi e desci minha mão, sentindo todo o comprimento até a cabeça arregaçada e melada.
– Pô, a puta da sua ex devia ser uma gostosa da porra pelo jeito que tá isso aqui… – Instiguei, sem tirar a mão do caralho dele, subindo e descendo devagar,
André riu baixo.
– Pra deixar o teu assim, imagina só, sem nem ter visto ela? – André pegou no meu pau de novo, movimentando lentamente. – Pior que era. Uns peitos redondinhos assim, cara, bundona empinada… uma bucetinha apertada igual cuzinho. Não consigo tirar aquela cena da minha cabeça, mano. O cara, Matheus, torando ela por trás, a picona entrando e saindo da buceta, uma mão agarrada na cintura, outra por baixo do biquíni apertando o peito dela. A puta nem me viu. – E mudou de assunto. – Porra, outro mijão.
Ele levantou de um pulo e saiu da barraca para a chuva agora mais fraca. Pude ouvir o jato forte mais alto que a chuva. Então ele voltou, sentando do meu lado, as pernas esticadas no colchão, o feixe de luz agora iluminando o caralho: grande, reto, cabeçudo, duraço e a poucos centímetros do meu rosto.
– E ele? – Perguntei.
– Te falei, o Matheus meu viu…
– Não. O cara era gostoso também? – Expliquei.
Senti a mão do André descer pelo meu peito e um arrepio percorrer meu corpo inteiro, meus mamilos ficando mais sensíveis.
– Gostoso pra porra, cara. Altão, queimado de sol, com a sunga preta arriada no meio das pernas? – André subiu com a mão para o meu pescoço e meus ombros – Tinha uns pelos, mas pouco, tipo você assim. Gostoso, cara… só de lembrar, olha só o quanto meu pau baba. – Com a outra mão, ele passou o dedo pela cabeça da rola e depois levou perto do meu rosto.
Não sei se de propósito ou não, tentando me mostrar seu dedo babado próximo ao meu rosto, ele acabou tocando na minha boca com eles. Sem pensar, abri a boca de leve e seu dedo tocou a minha língua. Sua outra mão fechou ao redor do meu pescoço e André foi me puxando para cima, aproximando minha cabeça do seu colo.
– Sente só, Edu, como meu pau ficou babado…
Primeiro, senti o cheiro dos seus pentelhos, o mesmo cheiro que invadia a barraca antes, concentrado, ali, na base do pau dele. Abri a boca e deixei que ele guiasse a cabeça do pau para dentro dela. Engoli até onde pude, sentindo a textura da baba que saía do seu pau misturada ao gosto levemente salgado da rola mijada. Chupei o André, ouvindo ele ofegar, por alguns instantes, até sua mão forçar minha nuca e eu engasgar com aquela rola na garganta.
Voltei a deitar a cabeça no braço e o peso mudou em cima do colchão. Senti sua coxa tocar a minha, a respiração de André mais perto do meu ouvido, sua barba roçando de leve no meu ombro.
– E a bunda, porra… – André continuou, como se nada tivesse acontecido. Sua mão desceu pelo meu peito, pela minha barriga, dos meus pentelhos para o meu saco e seus dedos procuraram a entrada do meu rabo. – …uma bunda empinada, saca? Enquanto ele metia, a bunda dele se contraía e se soltava, sabe?
André brincou com o indicador na entrada do meu cu. Sua mão sumiu na escuridão por um instante, mas logo voltou, seu dedo agora úmido deslizando do meu períneo para o meu rabo.
– Eu queria, cara.. – André continuou. – Queria chegar por trás dele assim, arrancar o que eu ainda estava vestindo de roupa, cuspir na minha rola e tei… – Soltei um gemido baixo, mais um suspiro, quando o dedo de André penetrou meu cu. – Socar a rola nele, sentir aquela bunda contraindo no meu pau.
– Pô, cara, calma aí, eu… – Balbuciei.
– Relaxa, mano. – André estava de lado no colchão, ainda falando no pé da minha orelha, o corpo deitado de lado, colado no meu, enquanto a outra mão percorria o anterior da minha coxa. – Coisa de mano, fica tranquilo. – Erguendo minha perna, André conseguiu se colocar meio embaixo de mim, meio de lado. – Acha que não reparei na tua rola dura quando contei minha história? – Seu dedo entrou mais fundo em mim. – Acha que não te vi me sacando quando tirei a roupa?
– Eu… cara, foi… – Eu estava confuso, fosse pela cerveja, fosse pelo tesão.
André tirou seu dedo de dentro do meu cu e roçou a cabeça do pau.
– Acha que não vi teu vulto pegando e cheirando minha cueca, hein? – Agora a cabeça da rola estava forçando a entrada do meu rabo. – Fica tranquilo, mano. Fica tudo aqui entre nós…
Ele foi rápido e eu estava entregue. Num movimento, ergueu minha cintura com a mão, me colocou meio de lado no colchão e envolveu meu peito com o outro braço. A mão que estava na minha cintura voltou ao meu rosto, carregando uma cueca – minha, dele? Não tinha como saber.
– Sente o cheiro agora, safado.
Dei uma fungada profunda para ele saber que eu estava dentro da brincadeira.
– Isso, safado. Agora, sim. Vai deixar eu fazer contigo o que eu queria aquela noite? Meter nesse teu rabo igual eu queria meter no puto comendo minha namorada?
– Po, cara… só vai com calma, mano… – Eu respondi meio abafado pela cueca.
– Vou, vou sim, puto. Bem devagarzinho, assim? – A cabeça da rola do André entrou inteira no meu cu. – Assim tá gostoso?
– Tá, mano, tá sim… – Que merda, eu estava dando o cu e estava gostando.
– Isso, então vai relaxando assim, vai deixando ele entrar… – O cara era profissional. Sem parar, mas sem pressa, eu sentia o pau dele entrando e alargando meu rabo.
– Quase tudo, isso… – André incentivou.
– Mano, acho que não vai dar não, calma… – Faltava quanto daquela rola para entrar ainda?
– Ah, não, vai sim, mano.
Com uma última estocada, André enfiou o que falta do pau dentro de mim. Segurando a cueca mais firme no meu rosto e mais forte na minha cintura, ele meteu, estocando forte a ponto de fazer o saco estalar na minha bunda.
– Ah, porra… – Eu gemi.
– Calma, vai ter porra sim, puto. – Ele respondeu.
O instinto falou mais forte e ergui a perna livre no ar, dando mas espaço para André socar em mim. Ele imediatamente envolveu minha coxa com a mão livre, suspirando fundo no meu ouvido e lambendo minha nuca.
– Isso, meu mano. Porra, aí sim, parece que está pedindo leite mais cedo.
– Tô. – Respondi. Foda-se, já estava fodido mesmo.
– Pô, não brinca comigo não cara.
Eu comecei a me punhetar, minha pica dura balançando insana com os movimentos da meteção em cima do colchão inflável.
– Goza, mano. Pode gozar no meu rabo… – Insisti, mais firme. – Vai, mete e goza no meu rabo todo.
– Porra, Edu. Caralho, ah!
André não tinha brincado sobre o tesão. A jatada de porra que ele soltou dentro de mim era monumental, três jatos fortes, o caralho pulsando firme dentro de mim. Gemi junto quando senti que ia gozar e, de novo, André agiu feito um profissa: a mão com a cueca desceu para a cabeça do meu pau pouco antes de eu esporrar.
O silêncio reinou depois que nos separamos e ficamos deitados, recuperando o fôlego, um do lado do outro. Pela visão periférica, percebi André erguendo a cueca esporrada próxima ao rosto, encontrando a mancha de porra nela e, sem pensar, lambendo. Quando me percebeu olhando, soltou:
– Proteína, pô! Melhor não desperdiçar.
Rimos e a tensão se desfez. Enquanto ele levantava e saía da barraca para mijar mais uma vez, fui sentindo o sono chegar com a certeza de que, com ou sem nascer do sol no pico, tinha feito uma pica amiga.

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Broderzin #Gay

Comentários (2)

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  • Gay_bundudo: Nossa que tesão queria um ativo assim para acampar comigo

    Responder↴ • uid:8hpf16tb79b
  • Bacellar: Que delícia de conto! Maravilhoso!

    Responder↴ • uid:1cnhsdzrxp1x