#Incesto

Meu irmão comeu meu cu!

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Em uma tarde quente de sexta-feira, Mariana, uma mulher de 29 anos, sai do trabalho e encontra uma amiga que a leva para comprar biquínis ousados, revelando detalhes picantes sobre seu noivo liberal. Mais tarde, em casa, um encontro inesperado com seu irmão, Diego, de 32 anos, transforma a noite em uma experiência intensa e proibida, repleta de desejo, dor e prazer. Mariana, que registra tudo com uma câmera escondida, compartilha suas aventuras ardentes no site de Selma Recife www.selmaclub.com , onde suas fotos e vídeos deixam qualquer um louco de tesão.
Era sexta-feira, eu, Mariana, 29 anos, saía exausta do meu trabalho como recepcionista em São Paulo. O sol queimava o asfalto, e o calor me fazia suar até a alma. Na rua, encontro minha amiga Luana, 27 anos, uma loira de olhos verdes e corpo escultural, que me puxa pelo braço com um sorriso safado:
"Vem comigo, Mari! Quero comprar um biquíni pra arrasar na praia amanhã com o Thiago. Antes, vamos tomar uma cerveja gelada, porque esse calor tá de matar!"

Sentamos num barzinho ali perto, o vento quente soprando nossos cabelos. Entre goles de cerveja, Luana começa a contar sobre seu casamento que tá chegando. "O Thiago é bem liberal, sabe? Ele adora me ver com biquínis minúsculos, daqueles que mal cobrem alguma coisa. Diz que fica louco me imaginando na praia, e quando chega no motel, ele me devora inteira." Ela ri, jogando o cabelo pra trás. Eu escuto, mordendo o lábio, imaginando aquele homem alto e bronzeado que ela me mostrou em fotos, com mãos grandes e um olhar faminto. "Que delícia deve ser esse Thiago", penso, mas guardo pra mim, por respeito à nossa amizade.

Saímos do bar e fomos pra uma loja chique no Jardins. Chegando lá, os olhos brilham com os modelos pendurados: biquínis minúsculos, coloridos, alguns quase transparentes. Luana pega uns cinco e me arrasta pro provador. "Vem, me ajuda a escolher!" Ela tira o short e a blusa rapidinho, e eu fico boquiaberta: só de fio dental roxo, enterrado naquele rabo empinado, a calcinha mal cobria a bucetinha lisinha dela. Os seios firmes balançavam enquanto ela experimentava os biquínis, um mais indecente que o outro. O vermelho era tão pequeno que os lábios da buceta marcavam sem dó, o verde neon quase sumia no corpo bronzeado dela, e o preto... Meu Deus, o preto era um convite pra pecar, com uma tira fina que se perdia entre as coxas grossas.

"Esse aqui, o Thiago vai pirar", ela diz, girando com o preto no corpo. "Quando molhar, acho que vai ficar transparente. Ele pediu pra eu mostrar tudo, então vou fazer a vontade do safado!" Rimos alto, cúmplices. Eu, que tava de saia longa, experimentei uns três também – um azul, um rosa e um branco que deixava minha bunda morena bem desenhada. Comprei todos, Luana levou os cinco dela, e nos despedimos. Ela foi pro bairro da Liberdade, onde mora com o noivo, e eu decidi caminhar até meu apê no centro, aproveitando o pôr do sol que pintava o céu de laranja.

Chego em casa morta de calor, jogo a saia e a blusa no chão, fico só de calcinha preta e sutiã. Toco o interfone pra abrir o portão, e quem aparece? Meu irmão Diego, 32 anos, alto, corpo forte de quem malha, segurança de eventos noturnos. "Mari, passa uma camisa pra mim? Tenho uma festa de gala pra trabalhar hoje, e o ferro lá de casa pifou." Ele mora a três quadras dali e sempre aparece assim, sem avisar.

Abro a porta, e o safado já me abraça, beijando minha testa. Seus olhos descem direto pra minha bunda, o fio dental marcando tudo. "Porra, Mari, tá querendo matar alguém com esse rabo, é?" Ele ri, mas eu vejo o volume na calça dele crescer. Diego sempre me viu seminua desde que dividimos apartamento anos atrás, e nunca passou dos limites... até hoje. Eu tava irritada, o calor me deixando sem paciência, então empurrei ele. "Sai, Diego, não enche!" Ele saiu, meio sem graça, e eu tranquei a porta.

À noite, depois de depilar cada pedacinho do corpo, tomo um banho longo, passo um creme cheiroso e visto um baby-doll vermelho, sem calcinha, pronta pra dormir. De repente, o celular vibra sem parar – várias chamadas perdidas do Diego. Escuto batidas na porta. "Mari, abre, por favor!" Era ele de novo. Abro, me sentindo mal por mais cedo, e corro pros braços dele. "Desculpa, mano, tava de mau humor." Ele me aperta forte, sinto o pau dele duro roçando minha barriga por cima da bermuda. O cheiro dele, de suor misturado com perfume barato, me deixa tonta.

Sem dizer nada, ele me encara com aqueles olhos pretos famintos. Me afasto um pouco, abaixo a bermuda dele devagar, e o pau pula pra fora, grosso, uns 25 cm, latejando, a cabeça vermelha brilhando. "Caralho, Mari, o que cê tá fazendo?", ele murmura, mas não me impede. Pego com as duas mãos, masturbo devagar, beijo a pontinha quente, lambo o líquido que escorre. Ele solta um gemido rouco: "Porra, mana, eu te amo, sabia? Chupa mais, vai." Engulo o máximo que consigo, chupando com vontade, babando tudo, enquanto ele segura meu cabelo e geme alto.

Ele me levanta no colo, me joga na cama e manda: "Tira esse baby-doll, quero te ver pelada chupando meu pau." Obedeço, louca de tesão, minhas coxas meladas de tanto gozar sem nem me tocar. Volto a chupar, engasgando com o tamanho, sentindo ele pulsar na minha garganta. "Isso, Mari, engole tudo, minha putinha gostosa", ele rosna. De repente, me vira de quatro, abre minhas pernas e cospe na minha buceta inchada. "Tá molhadinha pra mim, né?" Enfia com força, e eu grito, rasgada por aquele pau imenso. "Diego, vai devagar, tá doendo, caralho!" Mas ele me segura pela cintura e mete mais forte, me partindo ao meio. "Aguenta, vadia, tu queria isso", ele diz, me fodendo com raiva.

A dor vira um tesão insano, eu rebolo e grito: "Soca na tua puta, me fode toda!" Ele ri, enfia um dedo no meu cu, e eu solto um berro. "Para, Diego, não aguento!" Ele me dá um tapa forte na bunda, o som ecoando no quarto junto com um peido alto que escapa de mim – o calor, a pressão, tudo misturado. "Tá com vergonha, é? Relaxa, vou te comer inteira." Cospe no meu cu, força a cabeça do pau pra dentro, e eu tento fugir, mas ele me puxa de volta, me prendendo com as pernas e as mãos. "Não corre, Mari, tu é minha agora." Enterra tudo de uma vez, e eu me mijo na cama, tremendo de dor e prazer.

Ele me bota de quatro de novo, monta em mim como um animal, puxa meu cabelo e me dá dois tapas na cara. "Vai, rebola no meu pau, sua cachorra!" Eu gozo sem parar, minha cabeça girando, o corpo mole enquanto ele anuncia: "Tô gozando, Mari, toma meu leite!" Rebolo mais, implorando, até sentir os jatos quentes me enchendo. Caímos na cama, ele ainda dentro de mim, eu gemendo baixo, o corpo em espasmos de um orgasmo brutal e dolorido.

Quer gozar mais vendo minhas fotos peladinha, toda arrombada, enquanto lê meus contos quentes? Corre pro site da Selma Recife www.selmaclub.com , onde eu, Mariana, posto tudo que gravo com minha câmera escondida – cada peido, cada tapa, cada grito de tesão!
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Comentários (2)

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  • Kkkkk: Esses contos da Delma recife são uma piada!!!

    Responder↴ • uid:bemlo5o540
    • Hater da Selma club: Um pior que o outro não sei como hospedam isso

      • uid:16zwdhgz49b