Meu primo Otávio pt.2
Continuação dos dias que passei na casa do meu primo mais velho de 15 anos.
Oioi, meus putos!
Continuando a história que eu contei com meu primo Otávio.
Como eu disse, era um fim de semana com feriado emendado, então eu já fui dormir lá na quarta à noite, quando ele me comeu.
Depois disso, eu tive que tomar banho de novo, porque ele me deixou todo melecado de porra. Quando eu estava saindo do quarto para ir ao banheiro, ele me falou que não era pra eu trancar a porta.
Na hora não entendi, mas disse “tá bem”.
Saí do quarto e andei até o banheiro. Fechei a porta, mas não tranquei. Eu já estava pelado, então só precisei entrar no box. Liguei a água e comecei a tomar banho.
Fiquei esfregando o sabonete em mim e, quando cheguei no meu rabinho, senti uma leve ardência. Ele não tinha me machucado nem nada, mas pelo pau dele ser grosso, meu cuzinho não estava acostumado.
Em certo momento, vejo a porta do banheiro abrindo. Meu primo entrou e trancou a porta em seguida.
“O que foi?” - perguntei, enquanto ele me olhava.
“Vc é o que foi.” - ele disse, entrando no box comigo - “Como eu passei tanto tempo sem reparar que meu priminho é gostoso desse jeito?”
Enquanto dizia isso, Otávio acariciava meu corpo, passava a mão no meu rabinho e, quando o dedo médio chegou no meu reguinho, ele pressionou um pouco. Na hora eu reclamei, dizendo que estava ardendo.
“Eu te machuquei?” - perguntou ele, preocupado.
“Não, eu só não estou acostumado com um pau grosso como o teu”
Ele riu.
“O pau do Jonas é pequeno?” - disse provocando
“Comparado ao teu, com certeza. O teu é muito grosso”
Nessa hora, eu já rebolava contra as carícias dele no meu rabinho. Quando o dedo dele passava pela entrada do meu cuzinho, eu forçava meu quadril contra a mão dele, quase fazendo o dedo dele entrar. A ardência já nem incomodava mais.
Ele chegou mais perto de mim. O pau dele já estava meia-bomba e sarrava nas minhas costas.
Assim, não resisti e me virei, encarando aquela rola gostosa, cheia de pelos pretos. A cabeça estava escondida no prepúcio, mas mesmo assim, me abaixei e abocanhei aquela piroca gostosa.
Certeza que peguei meu primo de surpresa, porque ele soltou um gemido relativamente alto e mordeu o lábio pra abafar.
“Nossa, além de gostoso, meu priminho é uma putinha mesmo, pqp” - disse ele, olhando nos meu olhos enquanto eu engolia a pica dele que já estava dura.
Eu estava de joelhos, com a água caindo sobre mim e com a boca cheia de piroca e meu primo escorou as costas na parede, apenas aproveitando minha mamada.
“Porra primo, vc já é profissional nisso, ein”
Nessa hora eu parei a mamada e punhetei ele, olhando ele nos olhos. Dei meu melhor sorriso de safado. Ele então sentou no chão, com as costas encostadas na parede. Me abaixei ficando de quatro e com a bundinha bem empinada e voltei à mamada.
Era impressionante como, mesmo muito mais grossa que a pica do Jonas, a pica do Otávio cabia certinho na minha boca, preenchendo ela toda.
Eu facilmente viciaria naquela rola.
Mamei ele facilmente por mais de vinte minutos, revezando entre o pau, as bolas e dando atenção especial à cabeça bem rosinha exposta pra mim.
Minha boca estava quase sem força quando ele me mandou ficar de joelhos, se levantou e, me olhando ali, olhando de volta pra ele, completamente submisso, com a boca aberta e a língua pra fora, ele leitou. Boa parte jorrou na minha boca, mas parte lambuzou meu rosto e cabelo.
Era impressionante como era gostoso o leitinho do meu primo, muito mais que o do Jonas.
Engoli tudinho, me levantei e fiquei de frente pra ele, queria beijar ele, mas tinha medo dele ralhar comigo, então apenas disse:
“Nossa, Tavi, que delicia teu leitinho.”
“Bom que gosta, porque vc vai beber toda hora quando estiver aqui.”
Eu fiquei animado com aquilo, porque queria muito ganhar mais leitinho dele.
Depois disso ele saiu, se secou e mandou eu tomar banho de novo. Foi o que eu fiz.
Alguns minutos depois, estava de volta no quarto. Quando entrei, Otávio estava deitado na cama, mexendo no celular e mal levantou os olhos quando passei por ele pra chegar na minha cama.
Decidi então ir dormir. Me deitei e me virei de lado e então ouço ele dizer:
“O que vc está fazendo?”
Me virei ele estava me encarando.
“Estou me virando pra dormir, tô cansado.”
“Vestido assim?” - perguntou ele.
Olhei pro meu short de pijama e minha camiseta.
“Ué, é minha roupa de dormir” - falei confuso.
“Vc com roupa demais, pode ir tirando isso aí!” - falou, autoritário.
“Mas por quê? Eu vou ficar com frio”
“Vc tem a coberta pra isso, anda, tira logo!” - ele parecia mais impaciente.
“Mas eu não visto cueca pra dormir” - falei, envergonhado.
“Melhor ainda, ia mandar vc tirar ela tb!”
Então decidi obedecer e tirei minha roupa, ficando peladinho e fiquei parado ao lado da cama.
“Tá bom, agora pode ir dormir. Se importa se deixar a luz ligada mais um tempo?” - falou ele
Fiz apenas um “não” com a cabeça e me deitei. Virei de bunda pra cama, por assim não pegava luz diretamente contra meu rosto. Tentei me tapar, ouvi meu primo dizer:
“Vai se tapar por quê? Nem está frio ainda” - ele parecia meio irritado, então decidi não contestar.
Fiquei ali deitado, completamente peladinho, esperando o sono vir e nem demorou tanto quanto pensava. Dar o cuzinho realmente faz a gente dormir mais rápido.
Não sei dizer exatamente quando eu apaguei ou por quanto tempo eu dormi, só sei que acordei com uma luz ofuscando minha cara e uma sensação gostosa no meu rabinho.
Pensei “nossa, o Otávio não desligou a luz do quarto ainda”
Só então reparei que a luz que eu via era a luz do dia entrando pela janela do quarto.
Eu estava deitado de bruços e, quando olhei ao redor, só então percebi o que estava acontecendo.
Agachado entre as minhas pernas, abertas, estava meu primo, com a boca afundada no meu cuzinho.
Ele abria minha bundinha com as mãos e mexia a língua pra cima e pra baixo, melando meu cuzinho de baba e, de vez em quando, sentia a língua dele forçar contra minha entradinha, tentando passagem.
Quando ele sentiu que eu me mexia, ele levantou os olhos pra mim, deu um apertão na minha bunda e continuou o que estava fazendo.
Pisquei meu cuzinho involuntariamente, o que fez ele aumentar o ritmo das lambidas e forçando passagem mais vezes.
Eu comecei a gemer. Estava adorando ter meu cuzinho chupado.
Lamentei que o Jonas nunca fazia isso, só mandava eu chupar ele e comia meu cuzinho ou as vezes só mandava eu engolir a porra dele.
Otávio não, ele me tratava como um putinho que merecia a pica que eu levava e isso me fazia ter mais vontade ser penetrado por ele.
“Vai meter no meu cuzinho, Tavi?” - perguntei, manhoso.
Ele riu. Parecia gostar de me ter como putinho.
Não” - disse ele, tirando a boca do meu rabinho - “Agora não.”
Mas ao invés de voltar a chupar meu cuzinho, ele se levantou, abaixou as calças, fazendo seu pauzão grosso pular da cueca e se agachou ao meu lado, em um claro convite para que eu o abocanhasse.
Comecei lambendo a cabecinha rosada daquela pica gostosa, fazendo meu primo gemer baixinho.
Aos poucos, fui chupando a cabeça, depois um pouco mais da pica e um pouco mais até que meu nariz estava enterrado naqueles pelos com cheirão de macho e a rola dele estava até minha garganta.
Mamei ele com muita satisfação, fazia um vai e vem consistente, ora engolindo tudo, ora lambendo a cabecinha.
Meu primo parecia delirar com aquela mamada e fazia leves movimentos involuntários com o quadril como se fosse foder minha boca.
Ficamos ali uns bons minutos até que ouvi que seus gemidos estavam mais intensos e difíceis de controlar e, com isso, aumentei a frequência da mamada, fazendo com que ele logo jorrasse aquele leitinho quente que eu tanto amo.
Tentei ao máximo não deixar cair uma gota sequer, mas como minha boca ainda era meio pequena, acabou vazando leite e sujando o travesseiro que eu estava usando.
Sua cara de satisfação, vendo que eu engolia a maior parte do leite me deixava muito orgulhoso de mim.
“É isso aí, putinha, tá sabendo aproveitar bem o leite do teu macho”
Ouvir isso me deixou estranhamente mais animado, aumentando ainda mais minha vontade de ter aquela pica me penetrando.
Depois disso, ele pegou meu travesseiro e colocou na janela. Disse que o sol iria secar tudo e não ia mais parecer sujo.
“É hora de tomar café?” - perguntei.
“Vc acabou de tomar café, meu putinho” - disse ele, dando uma pega no pauzão ainda meia-bomba guardado na calça - “De hoje em diante vou te tratar com leite de macho todo dia”
Sorri muito feliz em ouvir aquilo, mas isso não me impedia de sentir fome. Pra minha sorte, ele completou em seguida:
“Mas se vc quiser, pode tomar um segundo café, agora”
Nisso eu ri e me levantei. Vesti minha roupa e sai do quarto. Encontrei minha tia na cozinha, limpando tudo.
Ela me deu bom dia e colocou a mesa várias coisas pra que eu pudesse tomar café. Meu primo se juntou a mim.
Depois disso, não aconteceu muita coisa que valha a pena comentar. Passei boa parte do dia assistindo TV, enquanto meu primo ficou no quarto, jogando no pc.
Durante o almoço, minha tia anunciou que a tarde precisaria passar no escritório que ela trabalha como advogada e que, provavelmente, voltaria só no anoitecer, então ela disse:
“Então, Otávio, cuida bem do teu primo e, quando eu chegar, faço a janta”
“Uhum, tá bom” - disse ele, simplesmente, mas olhou pra mim dando um sorriso safado.
Nisso, já entendi o que ele planejava.
Passado algum tempo, minha tia lavou a louça, arrumou a cozinha e finalmente saiu.
Enquanto isso, meu primo me chamou para jogar videogame, o que aceitei na hora.
Lá pela terceira corrida de Mario Kart, minha tia chega na porta, avisando que estava saindo, dizendo pra nos comportamos e que, qualquer problema, deveríamos ligar para ela.
Meu primo olhou pela janela e viu o carro saindo e olhou pra mim, encontrando meu olhar.
“Ótimo, putinha, agora quem manda sou eu” - seu sorriso era largo, de pura satisfação.
Um calafrio percorreu minha espinha de antecipação.
“Vamos fazer uma brincadeirinha…” - disse ele, sentando ao meu lado na cama - “Jogamos uma corrida só nós dois e, se eu ganhar, você vai chupar eu pau. Se Você ganhar, eu chupo o teu cuzinho. O que acha.”
Concordei com a cabeça. A ideia de ter ele chupando meu cuzinho me dava muito tesão e, de quebra, se eu perdesse, mamaria o pau dele. Era basicamente um ganha-ganha.
Assim fizemos. Na primeira partida, sem nenhuma surpresa, ele nem me deu chance. Sempre que eu ultrapassava ele, ele dava um jeito de jogar um item em mim e passar a frente. No final, ele acabou me vencendo com quase uma volta de vantagem.
“Então é isso, priminho, pode vir aqui” - disse ele, já baixando o calção, fazendo a pica dele pular pra fora, já dura e pulsando.
Me surpreendi porque ele já estava sem cueca, então imaginei que ele estava planejando já havia algum tempo o que fazer.
Não perdi tempo. Me curvei e, sem exitação, abocanhei aquela rola grossa e perfeita. Chupei como um bezerrinho, tentando ao máximo não usar os dentes, o que era difícil devido à grossura.
Seus gemidos eram baixos, mas consistentes. Ele não estava se segurando, porque sabia que estávamos sozinhos, então não tinha ninguém pra ouvir, diferentemente do que rolou de manhã.
Ele segurava no meu cabelo, às vezes forçava um pouco pra me fazer engolir mais, mas me deixava seguir naturalmente.
Em alguns momentos eu lambia a cabeça e com isso os gemidos dele ficavam mais altos.
Quando finalmente consegui engolir a rola toda e sentir seus pelos inundando meu nariz com aquele cheiro de macho, meu primo me fez parar.
“Ok, putinha, aprendeu direitinho como faz. Vamos pra mais uma corrida”
Assim, sentei na cama e já peguei o controle pra jogar de novo, mas antes meu primo disse:
“Antes, vamos tirar a roupa, é melhor”
Assim ambos fizemos, ficando peladinhos no quarto. Meu primo me comia com os olhos enquanto eu tirava minha roupa. Confesso que estava começando a gostar daquela atenção que ele me dava.
Iniciamos uma nova partida. Dessa vez foi mais equilibrada, meu primo usava pouco os itens dele e ficava me provocando toda vez que chegava perto de mim “Ih, priminho, vai ter que me mamar de novo”.
Por mais que eu quisesse isso mesmo, queria sentir a língua dele no meu rabinho de novo. Acordar com aquela sensação tinha me feito me apaixonar por aquilo.
Mas, mesmo com muita luta e esforço, ainda não consegui ganhar dele. Então, tive que mamar ele mais uma vez e, diferente de antes, já conseguia colocar a pica dele inteira na boca, engasgando um pouco só no final.
Ele agora empurrava minha cabeça pra baixo, me fazendo afundar o nariz em seus pelos, o cheiro de macho me inundava de novo.
Mamei assim por mais alguns minutos, a rola do meu primo estava dura como pedra e às vezes machucava um pouco o fundo da minha garganta quando ele me fazia engolir ela toda sem que eu estivesse esperando.
E então, assim como antes, ele me mandou parar para jogarmos mais uma corrida.
Dessa vez ele claramente estava me deixando ganhar, porque em nenhum momento jogou algum item em mim ou tentou me ultrapassar, apenas me seguia. Quando eu errava, ele logo em seguida errava também pra que eu não ficasse em 2º.
“Bom, priminho, agora é minha vez” - disse quando venci a corrida - “Fica de quatro que vou dar um trato nesse rabinho.”
Não disse nada, estava meio irritado por ele ter me deixado ganhar sem nem tentar, mas pelo menos eu teria meu cuzinho chupado pelo meu macho.
Eu de quatro na cama, ele se ajoelhou no chão ao lado da cama. Empinei o rabinho o máximo que consegui e deixei ele ter a visão completa do meu cuzinho e, sem nem hesitei, senti a língua quem melando minha entradinha.
Era a melhor sensação de todas. A língua do Otávio subia e descia com delicadeza e, em dados momentos, seus lábios se fechavam, praticamente beijando meu reguinho.
Eu gemia manhoso, adorando demais aquela sensação. Quando ele voltava a me linguar, ele forçava a língua contra meu cuzinho, me fazendo gemer mais alto.
Ele chupou meu cuzinho por um bom tempo, mas quando finalmente parou, senti uma certa frustração.
Jogamos um quarto jogo, mas dessa vez ele disse que se eu perdesse era a vez dele me comer e, é claro, foi o que aconteceu.
Ele nem me deu chances, me venceu com mais de uma volta de vantagem.
Quando a corrida terminou, ele mandou eu ficar de frango na cama.
Deitei na beirada da cama com as pernas pra cima. Vi ele pegar o lubrificante, passando uma quantidade generosa na pica e no meu cuzinho, me dedou um pouco pra que algum lubrificante já estivesse dentro do meu cuzinho também.
Ele, então, encaixou minhas pernas nos seus ombros e posicionou a cabeça daquela pica grossa na minha entradinha, sarrando um pouquinho.
Sem demora, ele começou a meter, me segurando pelas pernas, forçou a rola contra meu rabinho, abrindo meu cuzinho como na noite anterior.
Ainda doía, porque meu cuzinho não era acostumado a levar rola, principalmente tão grossa quanto a dele. Sentia tudo arder, mas como ele ia muito devagar, era relativamente fácil de aguentar, porque ele parava quando via que eu não aguentava mais.
Demorou alguns minutos para eu me acostumar, mas quando senti que a ardência passara, disse pra ele:
“Me fode, primo”
Vi no rosto dele que era exatamente o que ele queria ouvir e senti ele fazer movimentos de vai-e-vem dentro de mim. Sentia meu cuzinho totalmente aberto, eu era totalmente dele.
Conforme sentia suas macetas mais e mais profundas, eu gemia mais alto, até que eu notei que estava sem fôlego de tanto gemer. Era maravilhoso ser fodido pelo meu primo, ele realmente sabia comer um cuzinho. Se nunca tinha comido antes, era ter nascido sabendo.
Vendo a expressão de tesão na sua cara, comecei a masturbar meu próprio pauzinho, que devia ter uns 10cm, completamente duro.
Não demorou muito e senti meu corpo inteiro tremer e meu cuzinho contrair contra o pauzão do meu primo, fazendo ele gemer forte de tesão. Eu estava gozando, vi um leitinho ralo saindo do meu pau. Passei o dedo e levei à boca, bebendo minha própria porra.
Ver isso deve ter deixado meu primo maluco, porque ele começou a meter mais rápido e senti algo quente despejando dentro do meu cuzinho: ele tinha gozado dentro de mim. Era a primeira vez que alguém leitava meu cuzinho e admito que a sensação me deixou encantado.
Lembro que ele gemia muito e tremia enquanto gozava. Adorava que estava dando prazer pro meu primão.
Depois de alguns momentos ali, parado, ainda dentro do meu rabinho, ele falou:
“Porra, primo, cada vez é mais gostoso te comer, como é possível?”
Apenas dei de ombros.
Ele me mandou tomar banho, mas antes eu deveria despejar o leitinho na privada, e foi o que eu fiz.
Ainda assim deixei a porta destrancada, caso ele quisesse que eu mamasse ele de novo, mas ele não apareceu.
Não muito depois de sair do banho, minha tia chegou, admirada que eu já tinha até tomado banho e foi fazer o jantar.
Eu fiquei na casa deles até no domingo de manhã, quando meus pais foram me buscar. Gostaria de dizer que meu primo me comeu muitas vezes, mas não.
Rolou apenas algumas mamadas antes de dormi e ao acordar, quando eu bebia o leitinho dele. Ele também me acordou todos os dias chupando meu cuzinho (eu dormia pelado só pra isso).
Depois que fui pra casa, fiquei alguns meses sem ver meu primo, desejando sentir a língua e a pica dele no meu cuzinho.
A próxima vez que eu o veria seria no aniversário da minha avó, mas não estaríamos sozinhos, provavelmente Jonas também estaria lá, e Patrick também.
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Comentários (2)
Marcelo - Serra-ES: Eu tinha 10 anos, meu primo com 13 e um amigo com 15 me comeram por muitos anos, eu já jovem e com namorada dava um jeito de ir dá minha bunda pra eles, levei muito gozada dentro do meu cuzinho, hoje sou casado, tenho 50 anos com filhos adultos e ainda dou um jeito da ir com uma menina trans pro motel pra me comer.
Responder↴ • uid:4adevhglk0bBeto: Aí de nois se não fosse os primos sábados eles abriram o caminho para outras Rolas. Comerem nosso cu os primos são foda querem comer todos os dias nunca mais esquece aquela Rola no meu cuzinho e eu gemendo de tesão aí aí aí aí aí aí aí que gostoso fode vai mete mete até aquela Rola inchar dentro do meu cu e cuspir um leite grosso e quente e ele ainda pedia pra eu chupar a Rola quando ele tirava do meu cu
Responder↴ • uid:g62k7wt0j