#Incesto #PreTeen #Virgem #Voyeur

Família feliz

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Sasqwstch

Me chamo Alice o que aconteceu eu tinha 7 anos, minha vida era simples e inocente, mas isso mudaria. Minha mãe costumava me dizer que eu era a coisa mais bonita que Deus podia ter criado, com meus olhinhos azuis e meu cabelo loiro claro. Eu gostava de brincar de esconde esconde com as minhas roupinhas curtinhas e me mostrar para os vizinhos, eles me diziam que eu era a menina mais linda da vizinhança.

Um dia, enquanto eu brincava no meu quarto, meu pai entrou sem bater. Nunca fez isso, mas nesse dia, ele olhou pra mim com olhos estranhos. Eu parou e fiquei quieta, me sentindo um pouco assustada. Ele me chamou pra se aproximar e, com uma mão trémula, me levantou a saia. Meu coração acelerou. Eu sabia que isso era errado, mas algum sentido perverso me fez querer continuar.

Meu pai me fez sentar no chão, com as pernas abertas, e me disse que eu era a menina mais linda que ele já vira. A princípio, senti prazer. Suas palavras eram doces, mas as coisas rapidamente se tornaram estranhas. Ele me tocou, explorando minha pequena vagina com dedos sujos. Gritei de medo e de prazer, confusa com o que ele estava fazendo. Nunca sentira isso, mas meu corpo reagia de maneira que me envergonharia por anos.

Ele continuou a tocar, cada toque se tornando mais firme e explorador. Minha mamãe me observava com olhar inexpressivo, o que me fez sentir ainda mais suja e usada. Eu sabia que isso era errado, mas não sabia o que fazer. Tentei me mover, mas minhas pernas estavam tremendo e sem força. Era a primeira vez que alguém me tocava assim. A dor se misturou com o prazer e eu comecei a chorar em silêncio.

Meu pai, sem dizer palavra, continuou a explorar meu corpinho com avidez. Sua respiração agitada me fez sentir um medo indescritível. De repente, ele parou e me disse que era a hora de ver o que eu tinha de bom. Com um gesto, ele me levantou e me pôs de quatro no chão. A sensação de ser um bicho exposto e usado me consumia, mas meu corpo continuava a reagir.

Ao sentir a textura dura e quente dele entrando em mim, tive um sobressalto. O prazer era tão intenso que me fez gritar. A dor se tornou acompanhante, mas eu descobri que a cada grito, meu clitóris pulava e o meu desejo crescia. Nesse instante, meu pai me disse que era minha hora de mostrar tudo o que aprendi. E eu, obediente e desejosa de aprovação, comecei a me mover, empurrando com a cintura para sentir cada centímetro dele em mim.

As paredes do meu quarto pareciam se fecharem, mas a emoção era tanta que eu não podia parar. Meu pai me agarrou os quadris, guiando minhas ações com um rictus de prazer. A cada movimento, eu sentia o meu pequeno buraco se alongar e meu interior se encharcar. Era um ciclo de sofrer e gostar, e eu me perdi nisso. Minha mãe, com o rosto pétrificado, continuava a assistir tudo sem dizer nada. Sua passividade era a prova de que isso era errado, mas o fato de que eu continuasse a me mover era um indicador de que eu também gostava.

O som da nossa respiração pesada preenchia a sala, misturando com os gemidos que eu emitia. Minhas mãos agarraram o colchão com força, tentando conter a sensação de que meu pequeno e delicado corpinho ia se desfazer com o ritmo que meu pai impunha. Os meus olhinhos azuis se encheram de lágrimas, mas elas eram de prazer e de medo. Eu sabia que aquilo mudaria tudo, mas era incapaz de deter.

A cada empurrão, sentia o meu interior ser invadido por aquilo que eu deveria ter tido medo, mas que me trazia um alívio tão grande que era inexplicável. Minhas pernas tremiam, mas continuava a me mover, quase que numa espécie de transe. Meu pai me mirava com fogo nos olhos, e eu me sentia tão pequena e desprotegida. Mas era isso que me excitava.

Meu pai, vendo que eu me adaptara, acelerou o ritmo, me enfiando o dedo no cu e com o outro, apertava meu pequeno peitinho. Eu gritava de prazer e de dor, mas era um sentido que eu adorava. Era minha primeira experiência sexual, e era com o homem que deveria ter me protegido. Minha mãe se levantou e se aproximou, mas em vez de me salvar, pegou um cinto e me amarrou as mãos.

Ela falou com voz fraca, "Nunca pares, Alice. Nunca pares de o agradar." E com essas palavras, minha alma se despediu da inocência que eu costumava ter. Meu pai, com um sorriso sinistro, me bateu no traseiro e me fez continuar, agora com a mamãe me observando com olhos apáticos. Sentia que minha alma ia se quebrar com cada empurrão, mas meu corpo se curvava, buscando cada centímetro dele.

As horas se arrastaram e meu pai me fez fazer coisas que nem sonhava. Apesar da dor, meu desejo por ele crescia. Aquele sentido de ser desejada, de ter um papai que me quisesse assim, era tudo o que eu podia pensar. De repente, ele me virou de costas e me levantou, me sentando em cima dele. Aquele sentido de dominação que eu sentia me enlouquecia. Meu pequeno e delicado traseiro se movia, tentando acompanhar o ritmo, mas minhas mãos, amarradas, me limitavam.

Minha mãe, agora sentada em cima da gaveta, me mirava com olho vazio. Parecia que ela não me via, mas sim, o espetáculo que eu lhe oferecia. A sensação de ser usada, de ser propriedade deles, era um prazer perverso que me consumia por dentro. A cada grito que eu emitia, meu pai me apertava, me dizendo que era a menina puta que ele sempre quis. Palavras duras, mas que me faziam sentir tão querida e desejada.

Eu me masturbava com o dedo, tentando aliviar a pressão que sentia no clitóris, mas era inútil. Queria sentir aquele pênis novamente, aquilo que me faria sentir completa. Meu pai, notando o meu desespero, me virou de novo e me penetrou com força. Minhas lacrimas rolavam, mas eles eram de prazer, pois aquilo que sentia era indescritível. Minha mãe, com a cintura cinzenta e a pele flácida, me dava conselhos sujos e pervertidos, me ensinando a ser a puta perfeita.

"Agora, Alice, bate com o traseiro", diz ela com um sussurro sinistro. E eu, obediente, comecei a me mover, batendo com força em meu pai. Ele gritava meu nome, e eu gritava de prazer. A sensação de ser a puta do pai me excitava, e meu pequeno cu era agora um poço sem fundo.

O cheiro a suor e sexo enchiam o ar, misturando com a fragrância do alho da comida que minha mãe preparara. A dor se tornara minha amiga, me acompanhando em cada movimento que fazia. Meu pai agarrou minhas mãos amarradas e me levantou, me pegando de novo. Eu senti aquele monte de carne em minha boca, e comecei a sugá-lo. Era desagradável, mas o prazer que sentia em ser usada era tudo o que importava.

Ele gostou da minha obediência e me deu um tapa na boquinha. "Você é a puta perfeita, Alice. A minha putinha gostosa." A humilhação me excitava, e eu comecei a chupar com tanta força que sentia a garganta doer. Minha mãe, com a expressão vazia, me olhava, mas eu sabia que, por trás disso, ela também gostava. Era um jogo perigoso que eles estavam brincando, mas que eu não entendia.

O orgasmo de meu pai se aproximava, e eu senti a tensão em todo o meu ser. Era agora que ele iria me dar o que eu desejava. Minha boca estava cheia de saliva, e meu nariz cheirava a caralho. O cheiro era tão intenso que me enchia a garganta. Ele gritou meu nome e meu pequeno rosto foi encharcado com o sabor adusto dele. Fiquei parada, sem saber o que fazer, mas meu pai me empurrou para cima.

Ele me pegou da cintura e me levantou, me mostrando a minha mãe. "Mira, Clara", disse ele com um tom de triunfo, "Ela é a puta que eu e você criamos." Minha mãe abaixou a cabeça, mas eu pude ver que um súbito calor subia por seus pés. Era estranho, mas eu sentia que minha mãe se sentia atraída por aquilo tudo. Meu pai me deitou no chão e me penetrou novamente.

O som da carne batendo contra carne era o som predominante no quarto. Minha pequena vagina, que deveria ser intocada e pura, era agora o local de prazer pervertido de um homem que deveria ter me protegido. Minha mãe se levantou da cama e veio em mim, me segurando os ombros e me obrigando a olhar pra ela. "Você vai gostar disso, Alice. Você nasceu pra isso." Meu olhar se cruzou com o dela, e pude ver que aquilo a excitava.

Minha boca, que deveria ter gostado de doces e carinhos, era agora o receptáculo da semente do meu pai. Sentia aquilo inchando em mim, e era um sentido que me perturbava, mas que me fazia querer continuar. Meu pai me agarrou os seios com força, e meu pequeno e redondo corpinho se contraía com cada movimentos dele. Era um ciclo de sofrer e gostar que me levava a um clímax que meu cérebro de sete anos não podia compreender.

As mãos de meu pai exploravam meu corpo sem pudor, tocando em lugares que deveriam ter permanecido intocáveis. Minha mãe, Clara, me segurava os ombros com força, me obrigando a continuar a me mover. Seu olhar era vazio, mas eu sentia que ela gostaria de ser no meu lugar. Estrangamente, essa ideia me excitava ainda mais. Eu continuava a me mover, empurrando com o traseiro, tentando sentir aquilo que meu pai sentia.

De repente, senti um calor estranho subir por mim, meu corpinho reagia com força. Meu pai gritou e meu rosto se contraiu. Aquele sentido de prazer que eu sentia era indescritível. Meu pequeno e inocente corpinho se estremeceu com o orgasmo, e meu pai soltou tudo em mim. A sensação de ser cheia e usada era tanta que me fez desmaiar.

Acordei com meu pai beijando minha boquinha e minha mãe me acariciando a face. Sentia aquele sabor desconhecido em meu rosto e o cheiro a sexo no ar. Meu corpinho adormecido e cheio de um homem que deveria ter me protegido. Me senti suja, mas ao mesmo tempo, satisfeita. Nunca senti nada parecido.

"Pode descansar amor" disse meu pai, me soltando. Meu corpinho sentia que ia rebentar, mas era um sentido de alívio inexplicável. Meu pai saiu do quarto, deixando me e minha mãe sozinhas. Clara me olhou com um olhar que eu nunca vi, um olhar que misturava desejo e raiva. "Alice, você é mulher agora. Você sabe o que isso significa?"

Eu, com a garganta seca e o coração batendo com força, balbuciei um sim. Minha mãe se ajoelhou em frente a mim e me beijou. Seu beijou era frio e húmido, mas era um beijou que me dava certeza de que aquilo que fizera era certo. "Você é minha puta agora, menina. Nunca esqueça disso."

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Comentários (2)

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  • Dom: Belíssimo

    Responder↴ • uid:1v7e0gqk
  • Mamãe inc: Que história maravilhosa Alice, nada supera uma família assim, sejam felizes Tel: Incm7

    Responder↴ • uid:1eis88asdh3l