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Médico residente e seu preceptor coroa - Parte 1

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Primeira vez que me apaixonei, logo pelo meu chefe, logo por um coroa!

Oi, pessoal, minha primeira vez aqui, então tenham um pouco de paciência comigo kkkk.
Bom, eu vou começar me apresentando. Eu sou Lourival, tenho 1,62cm, uns 60 kg, sou loiro, olho meio claro e confesso que não tive grandes experiências ou aventuras na minha vida, sobretudo na minha vida sexual. Sou gay, fiquei com poucas pessoas, mas aconteceu uma situação comigo (que eu ainda estou vivendo) e é sobre ela que eu vou comentar.
Tudo começou quando eu entrei na residência médica. Na época, eu tinha 26 anos, tinha acabado de terminar a faculdade de medicina e eu realmente estava focado na minha vida profissional. Além de ir para academia, eu não fazia nada além de estudar e trabalhar. Acho que por isso eu não tinha muito tempo para me envolver com outros caras. Não era como se isso não acontecesse, mas isso não era meu foco.
Modéstia à parte, eu não me considero feio. Não sou muito bombado nem nada, mas sou definido...sou ok, vamos dizer assim kkk. Só que eu não tava com cabeça para prestar atenção em muita coisa além do meu objetivo: ser obstetra.

Pode parecer estranho ser gay e querer fazer obstetrícia/ginecologia kkkk (é a mesma residência), mas eu sempre fui apaixonado pelo parto e por tudo que envolve ele. Acho um momento mágico que sempre tive vontade de participar. De toda forma, essa especialidade é bem mais dominada por mulheres do que por homens, o que é normal.
Eu passei na residência pouco tempo depois de me formar, no ano seguinte, e eu não conhecia ninguém daquela área, além da experiência que eu tive na faculdade. Decidi me inscrever no hospital que mais atendia as minhas necessidades e acabei passando! Foi um momento muito massa pra mim, mas eu fiquei muito nervoso, claro, com o novo desafio.

Logo no primeiro dia, a gente teve uma reunião geral para conhecer o serviço e conhecer a equipe. Naquela época, o hospital aceitava 4 residentes e eu conheci minha turma: seria eu e mais 3 meninas. Isso já me deixou bem nervoso e eu sou bem ansioso, como vai dar para notar kkkk. Tivemos uma reunião rápida com nossa coordenação e seguimos para andar pelo hospital e saber como ele funcionada: cada ala, cada leito, cada bloco cirúrgico, etc.

Andando pelo hospital e sendo novato, muitos funcionários olhavam para a gente. Acho que era normal, todo mundo estava nos conhecendo. Andamos por todo lugar, pense numa bateção de perna. Eu estava com roupa mais ou menos social e morrendo de calor. Eu gosto de usar calça slim sempre e tava com camisa social de botão, além da bata, estava tentando meu máximo para não ficar suado. A coordenadora decidiu fazer uma pausa em um consultório e nos aproveitou para mostrar um dos chefes da residência.

Caralho, quando esse cara apareceu, eu senti uma coisa dentro de mim que eu nunca tinha sentido antes. Dr Carlos era um dos cara mais lindos que eu já vi na vida, pelo menos pra mim kkkkk, ele preenchia tudo o que eu acho que me atrai: 50tão com cara de paizão (kkkk), alto (não é muito difícil ser mais do que eu kkkk), parrudo, carequinha, com aquele cabelo grisalho do lado. Nossa, surreal. Pareceu que aquela visão dele chegando ficou estampada na minha cabeça. Além disso, puta que pariu, que HOMEM CHEIROSO. Nossa, o perfume dele completamente incensou o ambiente.

Ele estava sem bata, usando uma camisa social de manga longa que marcava demais o seu braço e o seu peito, na medida certa. Ele tinha um peitoral de responsabilidade, com certeza era um coroa enxuto. Eu parei para olhar a calça dele e...nossa, que visão: a calça social era um presente. Marcava, de forma discreta, tudo na medida certa. O volume era de respeito e a bunda dele então...surreal. Quadril largo e bunda farta, coxas perfeitas para sentar, tudo tava pensado pra mim!

Eu não conseguia prestar atenção em absolutamente nada que ele falava, eu tentava ao máximo aproveitar aquela vista e examinar cada centímetro (ênfase nisso) do corpo dele. Eu já tava começando a ficar de pau duro só com aquela presença de macho dele, mas eu tomei um susto, quando vi o que eu não queria: uma aliança enorme no dedo. Balde de água fria. Recobrei minha consciência, entendi que não era pra mim, voltei pra Terra.

Entramos em outra sala para conhecer as demais chefes da nossa residência e, como esperado, todas mulheres. Dr Carlos era o único homem da equipe. Nesse momento, tivemos a notícia que precisamos escolher algum deles para ser nosso preceptor ao longo do curso, ou seja, alguém que teríamos um contato mais próximo e que nos ajudaria durante os anos da residência.

Eu não tinha parado para olhar, mas quando eu olhei pro Dr Carlos, ele não parava de me encarar. Eu não sei dizer o momento que ele começou a fazer isso, porque eu tava realmente doido no corpo dele e nos meus pensamentos. Mas nessa hora eu olhei para ele e ele estava me encarando. Eu não entendi o que isso queria dizer, mas eu também não parei de olhar. Enquanto uma das chefes falava, eu ficava alternando entre olhar para ela e encarar Dr Carlos, que fazia o mesmo. Era como se fosse um concurso de quem cede primeiro, a gente ficava se encarando fixamente. Ele não sorria, nem falava nada, apenas me olhava no fundo dos meus olhos. Nessa batalha, eu sempre perdia, acabava olhando pra baixo ou desviando o olhar. Eu ficava imediatamente vermelho e eu acho que ele percebia, embora não reagisse.

Depois de horas de falas, chegou a hora de escolhermos nosso preceptor. A escolha seria por ordem da nossa classificação na prova da residência e eu fiquei por último. Torci, rezei, manifestei, o que vocês quiserem pensar, para nenhuma das minhas colegas escolherem Dr Carlos. Dito e feito, chegou minha vez e eu falei:

- Eu gostaria de ter a oportunidade de aprender com Dr Carlos. Falei meio sem jeito e tentei dar um sorriso.

Olhei para ele. Ele ainda me encarava e soltou um sorriso também, fazendo que sim com a cabeça. Definimos nosso calendário semanal e nossos rodízios, tentando ter um pouco mais de vivência em cada área da especialidade, mas, pelo menos uma vez por semana, a gente teria um encontro direto (e particular) com nosso preceptor. Então, na pior das hipóteses, eu veria esse macho surreal de gostoso pelo menos uma vez na semana.

Não chegamos a conversar diretamente com os preceptores, pois já fomos guiados para outra reunião, com a equipe de segurança do paciente. Saímos em fila e eu olhei para trás, Dr Carlos ainda me encarava. Eu tentei dar um sorriso e acenar com a mão, mas ele não fez nenhuma resposta. Me senti um pirralho pedindo um doce e morri de vergonha.

Pouco tempo depois de muito lenga lenga, nosso primeiro dia tinha terminado. Tudo ainda tava na minha cabeça. Eu nunca tinha me apaixonado à primeira vista assim. Loucura demais. Em casa, dediquei uma das punhetas mais gostosas da minha vida a Dr Carlos. Na minha cabeça, a gente fez de tudo, mas gozei pensando nele me comendo. Gozei pensando no rosto dele, naquele olhar me encarando sem desviar até eu gozar. Na certeza de que eu gozei por causa dele, que foi ele que me deixou maluco. E tudo era só o começo.

Pessoal, sei que falei muito, mas essa é só a primeira parte. Espero que vocês gostem!

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Comentários (1)

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  • Gustavo: Continua, conto excitante e instigante quero mais

    Responder↴ • uid:46kq0orov9d