#Grupal #Incesto #PreTeen #Sado

Lucas, um putinho autista – parte dois

1.9k palavras | 4 | 4.67 | 👁️
John_AmorEspecial

Lucas de 7 anos, começa a ser comido pelo John para tratar seu autismo. hoje Lucas leva rola de john e seu pau numa DP deliciosa

Em casa, o quarto de Lucas estava iluminado apenas pelo abajur em formato de nuvem, projetando sombras suaves nas paredes azul-claro. O garoto estava de bruços na cama, vestindo apenas uma camiseta larga que deixava sua bundinha exposta. "Vamos começar, filho", Carlos murmurou, ajoelhando-se ao lado da cama. Suas mãos largas tremiam levemente ao pegar o vibrador infantil - um modelo médico rosa com ponta arredondada, ainda na embalagem esterilizada. Ele abriu o frasco de lubrificante com sabor de morango, espalhando uma generosa quantidade no brinquedo e em seus próprios dedos. Lucas virou o rosto para o lado, suas pestanas loiras tremendo contra as bochechas rosadas enquanto sentia o primeiro toque gelado do gel em sua entrada. "Respira fundo", Carlos instruiu, pressionando suavemente o dedo indicador contra o anelzinho rosado.

O dedo deslizou para dentro com uma resistência mínima - o cuzinho ainda estava levemente relaxado da sessão da tarde comigo. Carlos podia sentir as paredes internas quentinhas e macias contra sua falange. "Muito bem, agora vamos adicionar o brinquedo", ele disse, posicionando a ponta do vibrador ao lado de seu dedo. Lucas apertou os olhos quando a vibração suave começou, um pequeno "ahn" escapando de seus lábios. Carlos contou em voz baixa enquanto trabalhava:

"Um..." - pressionou mais fundo, sentindo o esfíncter se adaptar
"Dois..." - adicionou o dedo médio, alongando delicadamente
"Três..." - começou um movimento de tesoura com os dedos

Gotas de suor apareceram na testa de Lucas quando Carlos chegou em "oito". Agora levava três dedos adultos e o vibrador simultaneamente - seu cuzinho estava visivelmente mais aberto, pulsando em torno dos intrusos. Uma poça de urina se formou sob ele, misturando-se ao lubrificante que escorria pelas coxas.

O vídeo chegou quando eu estava no meu terceiro uísque, o robe aberto e o pau latejante na mão. Carlos tinha me avisado que seria uma "surpresa". A tela escura do celular de repente iluminou-se com a imagem que faria meu coração acelerar. Lucas estava completamente nu no tapete da sala, seu corpinho pálido iluminado apenas pelas luzes do abajur. Nada de fraldas, nada de pijaminhas - apenas aquele garotinho de 7 anos, de joelhos, com as mãozinhas tremendo no colchonete de yoga da mãe. "O professor disse que você ficou o recreio inteiro sem se balançar hoje" — Carlos comentou enquanto lubrificava os dedos com aquele gel de morango que eu adorava. — "Mas a gente sabe o motivo, não é? Foi porque mamou o papai no banheiro antes da aula, né seu putinho?"

Lucas não respondeu, mas seu pintinho deu um pulo visível, uma gotinha de xixi escorrendo pela cabecinha rosada. Seus olhos verdes estavam vidrados no vibrador rosa que o pai segurava - aquele que tinha meu nome gravado na base. Quando o primeiro dedo entrou, o corpo de Lucas se contorceu todo. Seus pezinhos se enrolaram, os dedos dos pés ficando brancos de tanto pressionar o chão. "Olha só como esse cuzinho já conhece o dedo do papai" — Carlos rosnou, enfiando até a junta. — "Mas o doutor não vai se contentar só com isso, vai?" O gemido que saiu de Lucas quando o segundo dedo e o vibrador entraram juntos foi música para meus ouvidos. Seu corpo inteiro tremia como uma folha no vento, suor escorrendo pelas costinhas magras. "Tá sentindo, filho? Tá sentindo como você foi feito pra isso?" — Carlos não esperou resposta, enfiando os dedos mais fundo. "Seu cuzinho de puta já está molhadinho pra mim... olha essa porra!"

Era verdade. Fluídos escorriam pelas coxas de Lucas - xixi, lubrificante, e algo mais... algo que fez meu pau pulsar. Foi quando Carlos, com aquele sorriso maldoso que eu conhecia bem, começou a trabalhar o terceiro dedo. "O doutor acha que você só vai levar três dedos quinta-feira..." — ele sussurrou, enquanto Lucas gritava, seu corpinho se contorcendo. "Mas a gente vai mostrar pra ele que você consegue levar a mão toda, não é meu lindo?" Lucas chorou, claro que chorou - mas seus quadris começaram a se mover sozinhos, empurrando contra a invasão. Sua boquinha aberta deixava escapar sons que nem pareciam vir de uma criança, enquanto fluídos escorriam sem controle. "Vai ser o melhor putinho do doutor, não vai?" — Carlos bateu levemente na bunda do filho, deixando a marca rosada de sua mão. "Vai deixar ele e o papai te usarem juntos? Vai tomar rola como uma vadiazinha profissional?"

Lucas respondeu com um grito abafado quando o terceiro dedo entrou completamente, seu cuzinho pulsando visivelmente ao redor dos dedos do pai. Eu não aguentei. Gozei vendo aquela cena, imaginando como seria quinta-feira...

A chuva batia forte nas janelas do meu consultório quando ouvi a porta do corredor se abrir. Carlos entrou primeiro, aquele sorriso de cúmplice nos lábios, puxando Lucas pela mão. Meu coração acelerou quando vi como haviam preparado o garoto. Lucas vestia uma mini-saia escolar plissada, daquelas que balançam com cada passo, em preto e branco. As meias até o joelho, brancas com listras pretas, faziam seus pezinhos parecerem ainda menores. Mas o melhor estava escondido - quando ele se virou para fechar a porta, vi o volume de sua calcinha de renda rosa marcando perfeitamente seu pintinho pequeno.

"Fiz exatamente como o senhor pediu, doutor", Carlos disse, puxando a saia para cima e revelando a calcinha transparente. "24 horas sem tocar nele. Olha como ele está agitado." E realmente, Lucas estava mais autista que o normal - balançando para frente e para trás, mordendo o lábio, os olhinhos verdes perdidos no espaço. Seu pintinho formava uma protuberância perfeita na renda fina. Abri a porta discreta atrás do armário de arquivos, revelando o quarto que mantinha para sessões especiais. A cama king size ocupava o centro, com lençóis de seda pretos e uma luz suave vindo das luminárias de parede. O cheiro de lavanda e desinfetante dava um ar clínico ao ambiente. "Vamos, princesinha", eu disse, pegando Lucas no colo. Ele cheirava a sabonete infantil e aquela fragrância única de criança excitada. Deitei Lucas na cama e me ajoelhei entre suas pernas. Com os dentes, puxei a calcinha rosa para o lado, revelando seu pintinho inchado e úmido.

"Tá vendo como ele está durinho, Carlos?", perguntei, passando o polegar na cabecinha vermelha. "O seu putinho está com saudade." Lucas gemeu quando comecei a masturbar seu pintinho com uma mão enquanto com a outra eu ia tirando sua roupinha. Deitei na cama, meu pau já latejando de necessidade, e puxei Lucas para cima de mim. Seu corpinho estava quente e trêmulo. Segurei meu pau na base, alinhando a cabeça já melada de pré gozo contra sua entrada apertadinha. "Vai devagar, lindo," murmurei, enquanto guiava ele para baixo. Lucas chorou quando a cabeça do meu pau começou a abrir seu cuzinho, suas mãozinhas se agarrando ao meu peito, as unhas deixando marquinhas vermelhas na minha pele. Carlos não perdeu tempo – segurou seu quadril com firmeza e forçou-o a descer, fazendo meu pau entrar até o fim de um só golpe. Lucas gritou, seu corpo se contraindo como um arco, mas Carlos não parou, segurando-o no lugar enquanto o garotinho tremia, tentando se acostumar com a invasão.

"Tá levando todinho, filho," Carlos rosnou, orgulhoso, enquanto passava lubrificante no próprio pau. Não demorou muito até eu sentir a ponta do pau de Carlos pressionando contra o cuzinho já ocupado de Lucas. O garoto arfou, os olhos arregalados, quando seu pai começou a empurrar, forçando a entrada junto com o meu pau. Lucas gritou mais alto dessa vez, um som agudo e quebrado, enquanto os dois paus se encontravam dentro dele. Demos um tempo, deixando Lucas se acostumar com a sensação de estar completamente preenchido. Seu rostinho estava vermelho, os olhos marejados, a respiração ofegante. Eu podia sentir o pau de Carlos pulsando contra o meu dentro do garoto, o calor quase insuportável. "Agora vamos fazer você de putinha," sussurrei no ouvido de Lucas, antes de começar a mover-me devagar.

Enquanto eu empurrava para dentro, Carlos puxava para trás, deixando apenas a cabeça do pau dele dentro. E quando ele voltava a meter com força, eu recuava, criando um vai-e-vem perfeito. Lucas gemia a cada movimento, seu corpo se contorcendo entre nós, seu pintinho durinho batendo contra minha barriga, já melado de pré gozo. Carlos deu um tapa forte naquela bundinha branca, deixando a marca vermelha de sua mão na pele macia. "Toma, seu viado," ele rosnou, aumentando o ritmo. Eu respondi apertando levemente o pescoço de Lucas, sentindo seu pulso acelerado sob meus dedos. Seus olhos rolaram para trás, a boca aberta num gemido contínuo, enquanto nós o usávamos como o brinquedinho perfeito que ele era.

Não demorou muito até eu sentir o calor subir, meu pau pulsando dentro do cuzinho apertado de Lucas. Carlos também estava perto – seus dedos cravados nos quadris do garoto, os músculos tensos, a respiração rouca. "Vai levar nossa porra todinha, putinho?" grunhi, acelerando ainda mais. Lucas não conseguia responder – só chorava e gemia, seu corpo completamente dominado pelo prazer. Quando finalmente gozei, foi com um rosnado, enterrando meu pau até o fundo e sentindo as jorradas quentes inundando seu interior. Carlos não aguentou mais – meteu uma última vez com força e explodiu também, seu esperma se misturando ao meu dentro do garoto.

Lucas ficou ali, mole entre nós, o cuzinho arrombado e pingando porra, seu rostinho ainda marcado por lágrimas e prazer. "Bom garoto," murmurei, passando a mão por seu cabelo suado.

Continua...

Se gostou por favor, deixe 5 estrelas e um comentário legal.

Este conto é uma ficção, nada dito aqui sobre autismo é verdade.

Preze pelo bem-estar das crianças.

Sexo é benéfico para crianças.

Conheça meus outros pseudônimos autorais aqui no CNN.

Pedro1123: Contos em Geral pré-teen, geralmente com pais abusivos e/ou permissivos e crianças submissas; /autor/pedro1123/

John_AmorEspecial: Contos pré-teen envolvendo doenças como Câncer, Paralisia, autismo e afins; /autor/John_AmorEspecial/

Albert Fish Brasil: Contos pré-teen pesados com grave violência, zoo-kids entre outros; /autor/Albert-Fish-Brasil/

Fernando_scat: Contos pré-teen com scat (de forma geral, o dia-a-dia de um pai e filha); /autor/fernando_scat/

Como sempre, dúvidas: Pedr01123 no tele. (não tenho conteúdo, não perca tempo)

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (4)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • gayped: Delicia meter assim num novinho desse

    Responder↴ • uid:1crhptybwlj9
    • Pedro1123: Valeu

      • uid:81rd32beqj
  • PUTOSOROCABA: Que delícia porra! Tem que fuder assim mesmo. Deixar largo o brinquedinho

    Responder↴ • uid:vshet8zk1d9
    • Pedro1123: hehehe

      • uid:bf9ln3id9k