Descobri que minha noiva gosta mesmo é de negros dotados
Prepare-se para uma história quente e cheia de reviravoltas! Meu nome é Lucas, e vou te contar como, aos 32 anos, minha vida virou de cabeça para baixo em Florianópolis. De uma rotina pacata de trabalho remoto e aventuras casuais na praia, tudo mudou quando conheci Bianca, uma mulher irresistível que me levou de uma vida de farra a um namoro intenso. Mas o que parecia perfeito ganhou um toque de loucura e tesão quando ela revelou um segredo do passado — uma experiência selvagem que mexeu com minha cabeça e me fez querer mais. Quer saber todos os detalhes suculentos? Então mergulhe comigo até o final!
Meu nome é Lucas e os fatos que vou contar aconteceram quando eu tinha 32 anos. Nasci e cresci em Belo Horizonte, mas aos 28 anos, decidi mudar para Florianópolis. Desde pequeno, tinha o sonho de morar ou em uma cidadezinha tranquila do interior mineiro, onde passei muitos feriados na casa dos avós, ou em algum lugar com praia, sentindo a brisa do mar. Quase consegui realizar o plano do interior, mas uma frustração amorosa, que explico depois, me fez desistir. Então, foquei nos estudos de tecnologia, arrumei um emprego decente e, com o tempo, consegui alugar um apartamento maneiro a duas quadras da praia em Floripa.
Meu salário era bom, nada exorbitante, mas suficiente pra bancar o aluguel e as contas de um apê de dois quartos — um eu transformei em escritório —, com sala ampla, cozinha equipada e uma varanda onde eu curtia o pôr do sol. Trabalhava remoto quase todos os dias, exceto às quartas, quando precisava dar um pulo na sede da empresa em Curitiba. O trampo era pesado, exigia foco total, mas eu dava conta.
Nos primeiros anos em Floripa, aproveitei a vida de solteiro ao máximo. Peguei geral, sem me apegar a ninguém. Sou um cara que chama atenção: moreno claro, cabelo preto ondulado, olhos castanhos, 1,85m, 82kg, corpo malhado na medida certa, sorriso fácil e o charme de quem mora na praia. A vida era uma festa regada a sexo casual, cerveja gelada e noites quentes. Mas, aos 30 anos, conheci Bianca numa balada em Jurerê Internacional, e aí o jogo começou a virar.
Ela tinha 26 anos, era gaúcha de Porto Alegre e morava em Floripa há dois anos. Com 1,68m, pele bronzeada de sol, cabelos longos e pretos que às vezes tingia de vermelho, olhos verdes hipnotizantes, boca carnuda e nariz delicado, Bianca era um espetáculo. O corpo? Um arraso: pernas torneadas, seios fartos, cintura fina e uma bunda grande e empinada que fazia qualquer um babar quando ela passava de biquíni na praia ou corria de shortinho colado na orla ao entardecer. Naquela noite, joguei todo meu papo, mas, apesar do clima quente, não rolou nada além de uns beijos. Trocamos contatos no WhatsApp, e eu já tinha deixado pra lá, achando que não ia dar em nada. Só que, dias depois, ela me mandou uma mensagem provocante, marcamos de novo e, dessa vez, a transa foi explosiva — daquelas que te fazem gemer alto e querer repetir.
Depois disso, Bianca grudou em mim. Mandava áudios sensuais, mensagens cheias de fogo, e eu, que curtia a farra, pensei: “Por que não aproveitar mais umas fodas?”. Grave erro. Ela era doce, carinhosa, mas também esperta, com uma conversa que me prendia. Quando percebi, estava apaixonado por ela, e ela por mim. Bianca tinha vindo pra Floripa atrás de um recomeço. Primeiro, ficou na casa de uma prima, mas depois que conseguiu um cargo de supervisora numa loja chique, alugou um apê pequeno, mas aconchegante, perto do centro.
Viramos um casal e transávamos como loucos. Apesar de parecer uma princesinha frágil, na cama ela era uma fera. Topava tudo, sem frescura, e tinha uma paixão insana por anal — gritava de prazer, mesmo quando doía, e pedia mais. Com uma mulher dessas, nem sentia saudade da vida de pegação. Meses depois, viajei com ela pra Porto Alegre pra conhecer os pais e a irmã dela; ela também conheceu minha família em BH. Após um ano juntos, com tudo fluindo perfeitamente, decidimos noivar. Sem pressa pro casamento, já que éramos jovens e queríamos curtir.
Mas, quando estávamos com uns 18 meses de namoro, uma situação curiosa abriu as portas pra um turbilhão de emoções e tesão. Era um domingo ensolarado na praia de Joaquina. Estávamos de boa, curtindo o sol, quando passou um cara alto, musculoso, pele negra brilhando de suor, carregando uma tábua cheia de pulseiras, colares e bijuterias. Acenamos um “não” educado, mas, minutos depois, Bianca disse que tinha visto algo que gostou e foi atrás dele. Não dei bola, continuei tomando meu drink e admirando as ondas. Ela voltou com um par de pulseiras, mas parecia estranha, meio tensa. Perguntei se tava tudo bem, e ela desconversou com um “sim” rápido.
O dia seguiu normal, mas no fim da tarde, já no meu apê, depois de umas cervejas e uns amassos, o clima esquentou pra valer. Bianca tava pegando fogo, implorando pra eu meter forte na bucetinha dela — rosada, inchada, com um grelo que pulsava de tesão. Entre gemidos e peidos altos que escapavam enquanto eu a fodia, perguntei o que tinha deixado ela assim, já que a gente tinha transado pra caralho no dia anterior. Ela gozou gritando, me fez gozar junto, e, ofegante, disse:
— Preciso te contar uma coisa.
— Fala logo!
Ela hesitou, mordendo os lábios com um olhar safado e tímido, até que abriu o jogo:
— Sabe quando fui atrás do vendedor de pulseiras?
— Sei, o que rolou?
— Ele era um cara forte, com sotaque de estrangeiro, tipo os haitianos que vendem na praia. Tava de short largo, sem cueca, e quando se abaixou pra me mostrar as coisas, vi tudo, Lucas. O pau dele, mole, era gigante, grosso pra caralho, balançando ali. Tentei desviar o olhar, mas fiquei chocada, hipnotizada.
Eu, surpreso e já ficando duro de novo, perguntei:
— Ele percebeu? Fez algo?
— Não, coitado, foi super respeitoso, só queria vender. Mas... me lembrou umas coisas do passado.
Aí meu coração gelou. Bianca quase nunca falava dos ex. Sabia que não eram muitos, mas ela sempre mudava de assunto quando eu tentava puxar. Agora, o tesão e a curiosidade tavam me consumindo. Insisti:
— Que lembranças? Conta tudo!
Ela riu, ainda envergonhada, mas cedeu depois que jurei que nada mudaria entre nós. E aí começou uma história que me deixou louco:
— Tá bom, vou contar tudinho, com detalhes, pra você entender. Foi lá em Porto Alegre, eu tinha 19 anos. Namorava um cara chamado Rafael, um playboyzinho de Canoas, lindo, mas um fiasco na cama. Perdi a virgindade com ele, e foi horrível. As outras vezes também, o pau dele era pequeno, fino, e ele não sabia usar. Eu, inexperiente, achava que sexo era assim mesmo. Até que fui passar um feriado em Torres, na casa da minha tia. Lá, eu tinha uma amiga de infância, a Jéssica, que morava atrás de um bar simples do pai dela, o Seu Jorge, mas todo mundo chamava ele de Joca.
Ela parou, respirou fundo, e eu já tava alucinado pra ouvir mais.
— No primeiro dia, mandei mensagem pra Jéssica, mas ela não respondeu. Fui até lá à tarde. O bar tava fechado, o que era normal depois do almoço, e entrei pelo portão lateral, que sempre ficava aberto. Ouvi barulho de TV e, sei lá por quê, resolvi espiar pela janela antes de chamar. Foi aí que vi... Meu Deus, Lucas, o Joca, um negão de 50 anos, forte, com uma barriguinha sexy, tava pelado no sofá velho, assistindo pornô no celular e se masturbando. O pau dele? Um monstro, uns 25cm, grosso como meu pulso, pulsando enquanto ele batia uma. Meu coração disparou, minha calcinha ficou ensopada na hora. Ele não me viu, tava de costas pra janela, e eu não conseguia parar de olhar. De repente, ele deu um urro, acelerou a punheta e gozou — jatos de porra voaram no peito, na barriga, até nas coxas. Saí correndo, nervosa, mas louca de tesão. Conhecia ele desde pequena, um viúvo quieto que pegava geral no bairro. Naquela noite, bati umas cinco siriricas pensando naquele pauzão.
— E depois? Ficou só nisso? — perguntei, já com o pau latejando.
— Não, isso foi só o começo. No dia seguinte, voltei lá de manhã, fingindo que nada tinha acontecido. O bar tava aberto, só o Joca por ali. Perguntei da Jéssica, e ele disse que ela tinha ido pra Pelotas visitar uns parentes. Agradeci, mas quando fui sair, ele me chamou com uma voz grave e safada: “Espera aí, gatinha, quero te perguntar uma coisa”. Antes que eu reagisse, sussurrou no meu ouvido: “Gostou do que viu ontem? Te vi pela janela, sua safadinha. Gozei pensando nessa carinha de anjo”. Fiquei gelada, mas ele continuou: “Acho que você tá louca pra sentir esse pauzão preto na tua mão, na boca, e nessa bucetinha apertada. Tô sozinho o feriado todo, vem comigo pros fundos”. Corri pra fora, ele riu alto e gritou: “Tô aqui se quiser, hein!”. Passei o dia tremendo, mas à noite, me acabei de novo na siririca.
Eu tava em choque, imaginando tudo, e ela, deitada de bruços, começou a me punhetar devagar, com um olhar vidrado.
— No último dia, não aguentei. Voltei lá depois do almoço. O bar tava aberto, com uns caras bebendo, mas o Joca me viu, dispensou eles rapidinho e fechou as portas de ferro com força. Eu tava com um vestidinho leve azul e uma calcinha minúscula. Ele veio pra cima de mim e disse: “Quer ver o pauzão do negão de novo, né? Tocar nele? Vou te dar o que você quer”. Abaixou o short, sem cueca, e aquele tronco de 25cm, quase duro, roçou na minha barriga. Segurei com as duas mãos, sentindo o peso, o calor, e minha buceta piscava de tesão. Ele riu, vitorioso, e eu, sem nem pensar, me ajoelhei no chão sujo do bar e comecei a chupar. Era grosso demais, mal cabia na boca, mas o cheiro forte dele me deixava louca. Ele gemeu, peidou alto de excitação, e me puxou pros fundos.
— Nos fundos, ele me jogou na cama, arrancou minha calcinha e chupou minha buceta como ninguém nunca fez. O Rafael era um zero à esquerda perto dele. Gozei na boca do Joca em minutos, gritando, e ele ainda lambeu meu cu, me deixando em êxtase. Mas eu queria aquele pauzão. Chupei de novo, sentindo o gosto salgado e o cheiro animalesco. Quando ficou totalmente duro, ele veio por cima, com cara de tarado, e disse: “Vou te arrombar, gatinha”. Pedi pra ir devagar, mas, meu Deus, quando entrou, senti minha buceta se rasgando de dor e prazer. Ele metia fundo, eu gemia alto, peidando sem querer enquanto ele socava. Gozei três vezes, com o cu piscando de tão arrombada que eu tava. Ele falava coisas como: “Tá gostando do pauzão do negão, sua putinha? Vou te viciar nisso!”. Na hora de gozar, tirei ele de mim, e ele me deu um banho de porra — seios, barriga, pernas, tudo melado.
— Mas não parou aí. Ele me segurou e disse: “Quero mais essa bucetinha rosa e esse cuzinho”. Chupei de novo, sentindo o cheiro forte da rola suada, e ele me comeu outra vez, agora no cu. Doeu pra caralho, gritei, mas o tesão era maior. Me colocou de quatro, meteu sem dó, e eu gozei com o cu arrombado enquanto ele ria e peidava de prazer. Depois, gozou de novo, melando minhas costas e minha bunda. Saí de lá destruída, mas realizada. Nunca mais voltei, mas registrei tudo com uma câmera escondida que eu usava na bolsa. Hoje, posto essas aventuras no site da Selma Recife www.selmaclub.com — quer ver mais? Procura lá!
Cortei a história e fodi Bianca com força, imaginando cada detalhe. O tesão era tanto que eu sabia: tinha mais pra descobrir, e eu ia atrás de tudo.
Tem mais histórias com fotos em /?s=CORNO+RECIFE
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Comentários (2)
Anônima: Hummm... "detalhes suculentos"... O seu conto erótico até certo parágrafo tinha tudo para ser perfeito. Estava tão gostoso, até chegar na parte em que você fala sobre "peidar alto" e "peidos". Daí estragou tudo, cortou, quebrou todo o clima sexual, acabou com o tesão. Porque isso é nojento, e você cita a palavra peidar/peido várias vezes. Isso é pra acabar com qualquer clima erótico sexual. Mas você parece que gosta disso, que curte esse fetiche nojento e porco. Porque você escreve tanto sobre isso, só nesse conto você escreveu algumas vezes. Peidos devem te excitar muito, você deve sentir muito prazer com isso. Isso deve funcionar como um afrodisíaco sexual natural pra você, eu imagino o quanto. Tudo bem que de vez em quando, durante o ato sexual pode acontecer de alguém deixar escapar um ou uns por acidente, sem querer, por que não dá para segurar. Mas todas as vezes durante o ato sexual, sejam eles altos, baixos, barulhentos, fedidos ou não já é demais. Isso é uma vergonha, é nojento e a pessoa deve estar com algum problema. Mas pra você que parece ter fetiche por gases, deve ser maravilhoso. Eu imagino como deve ficar a sua libido sexual, o seu desejo, o seu tesão sexual, deve ficar lá em cima, nas alturas. Se bem que onde tem o site dessa tal de "Selma Recife" como referência, só pode ter coisa(s) nojenta(s) no meio. Porque essa tal de "Selma Recife" parece gostar de tudo o que é nojento e porco, especialmente do que sai do orifício anal, e você sabe disso melhor do que ninguém, não é mesmo. E pelo o comentário abaixo já dava para se ter uma noção do que iria ter nesse conto. Mas mesmo assim eu quis ler, porque você sabe que às vezes eu sou muito curiosa. E até certos parágrafos, certas partes do seu conto eu adorei, estava uma delícia, menos as partes dos "peidos" é claro. Parabéns pelo os melhores parágrafos e partes do seu conto erótico!!! E eu estou me referindo as partes que não citam esse fetiche nojento é claro!!!
Responder↴ • uid:1se799m1Papai safado: Conto ótimo. Tesão em branquinha safada. Mas esse negócio de peidar de tesão me mata de rir. Me faz "sair" do conto kkkkk
Responder↴ • uid:e3folx1uco9