Passeio no shopping
Meu nome é Gabriela o que vou contar aconteceu quando eu tinha 7 anos, em um shopping da minha cidade. Era um dia quente e o meu pai me levou comprar brinquedos. Depois de procurar por horas, parou em um banheiro para que eu pudesse me aliviar.
O banheiro era limpo, mas um pouco velho. As paredes eram brancas com manchas amarelas e os azulejos do chão pareciam ter sofrido com o desgaste do tempo. Havia um cheiro leve de sabonete e desinfetante no ar, mas era inofensivo. O som da gente caminhando no shopping era apagado por trás da porta fechada.
Eu me sentei no vaso sanitário, meu corpinho vestido com aquela saia curta e a blusa apertada que minha mãe me comprara no início do verão. Minhas pernas finas balançando no ar, com as meias brancas cheias de manchadas por ter brincado fora demais. A cor do meu rosto era de um roxo intenso, devido à emoção da minha aventura no shopping.
Enquanto eu me esforçava para fazer pipi, ouvi um barulho fora da minha cabine. A porta do banheiro principal abriu e fechou com força. Trilhas pesadas se aproximaram e pararam justo à minha frente. Meu coração acelerou. A minha mente corria com a curiosidade de saber quem era. Através da fina parede, ouvi a chave da minha cabine ser rodada, e a porta se abriu lentamente.
De repente, um homem grande e desconhecido se encaixou no quadro. Sua camisa amarela de botões estampada com pequenos cavalinhos verdes se esticou contra o peito e o abdômen, revelando braços e mãos peludas. O homem olhou pra mim com os olhos brilhando, e um sorriso malicioso se espalhou por seu rosto suado. Eu me sentei congelada, com o pipi parando de sair de repente. "O que você quer?" perguntei, com a minha voz tremendo um pouco.
"Seja boazinha comigo e vc vai ficar bem" ele falou abaixando o short e a camisa, revelando um pênis enorme e ereto que meu olhar infantil não sabia o que fazer. Era a primeira vez que via um pênis adulto.
Por instinto peguei no pênis do homem com as minhas mãozinhas e comecei a brincar com ele, sem saber o que faria com ele. Ele soltou um gemido baixo, fechando os olhos por um instante. Sua pele era quente e dura, e a textura era estranha à minha mente inocente. Os pensamentos confusos se agitavam em meu pequeno cérebro, tentando entender o que ele queria de mim.
Comecei a chupar aquele pênis estranho e grande, com minha boca pequena e inexperiente. Era duro e salgado, com um cheiro que me encheu o nariz. Minha boquinha tentando se ajustar a cada centímetro daquilo que era completamente novo para mim. A sensação era estranha, mas a resposta do homem me fez sentir que eu estava fazendo a coisa certa.
Seus gemidos se tornaram mais fortes e ele agarrou meu cabelo loiro, guiando meu rosto para cima e para baixo em ritmo com o que eu imaginava ser o que ele gostava. Minhas mãos pequenas tentavam acompanhar o ritmo, mas eu sentia que meu braço cansaria em qualquer instante. Meus olhinhos se cruzaram com os dele, e eles estavam cheios de luz, quase que agradecidos por aquilo que eu lhe estaria fazendo.
"Calma garotinha vc tá indo bem mais quero mais" ele me levantou e sentou no vaso o pênis dele apontava pra cima e eu comecei a tentar sentar no que eu achava ser o ponto certo. Nunca imaginei que meu buraco pequeno poderia conter aquilo tão grande.
Meu estômago ralou de medo e excitação, mas minha vagina, tão apertada e inexperiente, se estremeceu com cada puxada que o homem me dava. A dureza e o calor do pênis me fizeram sentir coisas que eu não sabia que pudessem existir. De repente, senti a ponta dele empurrando a minha entrada com força.
Eu gritei um pouco, mas o homem me silenciou com um dedo em minha boca, enchendo-a com o sabor a sal. "Ssssh, querida, é normal sentir isso. Agora, sente o que o papai tem pra ti." Sua voz era rouca e aguardava ansiosamente.
Eu me senti invadida, mas inexplicavelmente excitada. Meu corpinho tremia com a ansiedade da situação. Com cada empurrão, ele me enchia um pouco mais, esticando minha pequena abertura. O desconforto se misturava com um prazer estranho, e eu me perguntava se todos os adultos fariam aquilo. Minhas mãos agarraram o que puderam dele, sentindo os músculos se contraírem e relaxarem com cada empurrão.
O homem continuou a me guiar, empurrando-me com um cuidado que contrastava com a força daquele monstro que ele me introduzia. Os meus olhos se enchiam de lágrimas, mas elas eram de prazer e medo, um coquetel que minha alma desconhecia. O som da minha pele apertada envolvendo o pênis do estranho era estranho, mas era o som de um novo capítulo da minha vida, da minha sexualidade.
As paredes brancas do banheiro pareciam se movimentar com cada estalo, e o cheiro de desinfetante misturava-se com o do suor do homem, criando um perfume que me envolvia por completo. Minhas mãos, pequeninas e suadas, tentavam segurar as ancas dele, mas eram incapazes de agarrá-lo por completo. Suas mãos, porém, eram firmes e seguras, puxando-me com força e paciência.
Logo o homem ejacula em mim, e eu sinto um calor estranho e pegajoso encharcar a minha pequena vagina. Acho que meu pipi desceu de novo, mas agora tem outra coisa misturada. Minhas pernas tremem, e o homem solta um grito baixo, mas agudo, e eu sinto o seu pênis se contrair e soltar. Me levanto do colo dele ele se veste e me beija na boquinha, sussurrando, "Foi maravilhoso, garotinha. Você é tão boa."
Me limpei e me vesti e fui encontrar meu pai, que me olhou com um ar estranho. Achei que talvez ele tivesse percebido o que acontecera, mas ele só me perguntou se tudo tivera certo. Não tive coragem de dizer nada, e simplesmente abracei meu urso de pelúcia que trazia comigo.
No carro, na volta para casa, meu coração continuava a bater com força. A sensação de ter feito aquilo com o homem no shopping me deixava confusa. Não sabia se deveria me sentir suja ou se aquilo era realmente normal. Decidi guardar o segredo, e continuar com minha vida.
Meu pai pegou uma estrada de terra, "para onde vamos papai?" perguntei com inocência.
"Vamos pra um lugar mais seguro pra brincar" meu pai falou tirando o pênis pra fora do short. Meu olhar caiu no pênis do pai, era um pouco maior que o do homem do shopping, mas parecia tão familiar. Nunca imaginei que o pai poderia querer brincar assim comigo.
Não me fiz de inocente e com dificuldade comecei a chupar o pênis do meu pai. A textura era parecida com a do homem no shopping, mas o sabor e o cheiro eram os dele. Me senti estranha, mas segura com aquilo que eu estava fazendo. Minha boca se ajustou rapidamente, e comecei a gostar daquilo que fazia.
Eu por ser pequena não atrapalhava meu pai dirigir e eu continuava chupando, tentando ser a melhor que podia. Sua mão no meu cabelo era terna, mas determinada. Ao sentir o pai se mover com mais força, percebi que ele gostava. Minha boca encheram-se do sabor salgado do sêmen que meu pai me oferecia. Eu engoli tudo dele, me sentindo adulta e audaciosa.
"Você é bem putinha Gabi" meu pai murmurou, meu coração acelerou e minha mente se nublou com medo e excitação. Nunca imaginei que meu pai pudesse falar assim comigo. De repente, a viagem de volta pra casa se tornou um sonho pervertido que eu não queria acordar.
Papai parou num terreno baldio ali saimos ele já foi tirando minha roupa e me mostrando o que ele queria. Eu, obedientemente, segui as ordens, me senti tão pequena e vulnerável diante dele. Sua ereção era imponente, e o medo de que ele me machucasse se misturava com a excitação que sentia por ter despertado um desejo tão intenso nele.
Ele começou a me penetrar, com cuidado, mas a força dele era evidente. Cada centímetro que entrava me fazia soltar gritos agudos, mas eu tentei manter a boca fechada, temendo que alguém nos ouvisse. As pedras do chão me raspavam a pele delicada, mas o meu foco estava no pai, no pênis que me invadia e no calor que se espalhava por todo meu ser.
Aquele cheiro a terra apelativa misturava-se com o suor e o sabor dele, criando um ambiente primitivo e erótico. Nunca senti aquela sensação de ser desejada e dominada, e isso me excitava além do que eu podia controlar. Minhas mãos agarraram o capô do carro, tentando manter o equilíbrio enquanto o pai empurrando com força cada vez maior.
O som da pele batendo contra a carne se misturava com o som da natureza em torno de nós, e as estrelas no céu pareciam testemunhar meu inocente despertar sexual. Sua respiração agitada e os meus gritos silenciosos eram a nossa única conversa, e meu corpinho pequeno se movia em harmonia com o ritmo que ele me impunha.
Eu senti que ia me romper, que aquilo era demais para mim, mas o prazer era tão intenso que me fez querer continuar. Meu pai me penetrava lentamente, mas firmemente, com o tempo, minha vagina se acomodou e o desconforto se tornou em uma sensação que me consumia por completo. Minhas mãos estendiam-se em busca de suporte, agarrando o capô do carro com força.
Seu sussurro no meu ouvido era a única coisa que me mantinha no planeta. "Agora, minha puta, você vai gostar de verdade." O tom de dominação em sua voz me fez sentir um calor que se espalhava por todo meu pequeno corpo. Nunca ouvi minha mãe falar com ele assim, mas aquilo me excitava de maneira estranha.
Ele acelerou os movimentos e ejaculou dentro da minha vagina, enchendo-a de um calor que me fez tremer de puro prazer. Aquele estranho mas delicioso sentido de plenitude me envolveu, e meu pai soltou um suspiro de alívio.
"Esse é nosso segredo" meu pai me disse com um sorriso estranho. Eu o olhei com olhos encharcados de ternura misturada com medo. Nunca imaginei que minha vida pudesse pegar aquela reviravolta tão cedo. Nunca pensei que aquilo que faziam as mulheres nas revistas que escondia embaixo da cama poderia ser feito por mim.
Só vim saber anos depois que àquele homem que me desvirginara era um conhecido de meu pai o safado tinha recebido dele pra tirar minha virgindade.
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Comentários (2)
Him: Dlc, tem que usar as putinhas msm hehe... ch4ma t3l3 quem curte... himmel18y
Responder↴ • uid:6nzrkvhgzzxJames_Sedjug: Realizando esse sonho vc zerou a vida amigo, têm bastante, mas precisará passar bastante confiança e segurança para essa mãe. Alguém precisa ensinar desde cedo.
Responder↴ • uid:1dkhd5qh6qf7