Denis, Luis e Eu - Um final de Semana de Muita Putaria entre os Meninos
A avó do Luis havia falecido e sua família viajou para o enterro, com a casa livre, aproveitamos muito.
Era uma sexta-feira, próximo ao fim da tarde, quando chego em casa após a escola. Morava ao lado da casa da minha tia há cerca de quatro meses. Antes de me mudar, passei alguns dias lá, quanto meus pais viajavam e conheci o vizinho da frente, o Denis. No outro conto, narro como meti meu pau, que sempre foi um pouco acima da média, e como ele aguentou tudo. Vale a pena ler. Na época eu estava no inicício da sétima série e ele era um ano mais velho que eu, mas consideravalemente menor. Olhos azuis, cara de moleque travesso e cabelos que pareciam ter sido cortados com uma panela na cabeça. Ele tinha uma cintura fina, com uma bunda de menina e um pau lindo, de uns 14cm, com grossura mediana, curvado pra cima e com uma cabeça rosa em formato de morango.
Como em todas as sextas, corri para tomar café fui direto para a rua, a fim de jogar bola ou brincar de qualquer coisa, como fazíamos no início dos anos 2000. Porém, naquele dia, o clima estava diferente. Fui até a calçada da casa do Luis, que morava três casa após a minha, e descubro, através de sua irmã, que a avó deles havia falecido. Impactado com a notícia, entro e vou falar com meu amigo. Luis era mais velho que eu dois anos, mas era muito gente boa. Tinha próximo dos 180cm, alemão com os cabelos crespos, fruto da união da sua mãe alemã e de seu pai, pardo. Ele era bem parrudo por trabalhar com o pai em construções e foi meu primeiro amigo depois que me mudei. Prontamente digo que sinto muito pela perda e ele, pra minha surpresa, parece não se importar muito e me convida para ir para a rua. Lá, me conta que sua avó morava no interior e que sua família iria viajar naquela noite mesmo para o enterro, mas que ele não queria ir.
Indago o motivo e ele diz que quase não conhecia ela. Nisso, ele entra em casa e fica por lá uns dez minutos e quando volta, está estampado em sua cara um sorriso desproporcional à ocasião. Ele me diz que ficarão até o fim de domingo lá e que ele vai poder ficar. Na hora já imagino mil coisas, mas me contenho. O Luis é um dos meninos que comem o Denis, mas ele não sabe que eu sei, logo, a minha imaginação vai longe. Menos de 1h depois, com o carro carregado, os pais dele saem estrada a fora e nós, sentados na calçado no cair da noite, ficamos observando o carro sumir no fim da rua. Assim que eles foram, Luis me convida para entrar a fim de jogar o video game do irmão dele, qual a gente nunca pôde jogar. A casa era bem humilde, um pouco bagunçada, mas confortável. Jogamos por algum tempo quando escutamos o trinco do portão bater.
Ele levanta e olha pela janela. Revirando os olhos, se pergunta o que o Denis queria ali naquele momento. Ele entra, estava vestindo uma bermudinha curta, atolada no naquela bundinha de menina e sem camiseta. Da boa noite e diz que sentia muito. Luis da de ombros e volta a jogar, sem dar muito papo. Denis senta ao meu lado e confesso que já comecei a ficar de pau duro, mas não sabendo como iniciar qualquer movimento. Pouco tempo depois, cansados de jogar, resolvemos sentar no pátio dos fundos da casa, onde tinha um matagar e alguns pés de mandioca já bem altos. Papo vai, papo vem digo que vou mijar e me direciono para o mato, com a intenção do Denis me seguir. Me preparo, coloco o pau pra fora e de imediato ele aparece do meu lado, já olhando pro minha rola. Pra minha surpresa, do outro lado tá o Luis, já com o pau de fora. Começamos a competir quem mijava mais longe e quase de imediato, fui ficando de pau duro.
Denis, que de bobo não tinha nada, sem muita cerimônia agarrou na minha pica e o Luis, supreso, disse que não sabia que tínhamos aquela intimidade. Eu ri, mas deixei, e logo o Denis também pega no pau mole do Luis. Era um pau bem branco, com pentelhos claros, quase do tamanho do meu, so que mais grosso. Conforme foi endurecendo, fui vendo aquele rola crescer e fui me enxendo mais ainda de tesão. Quando dei por mim, estávamos ao lado do matagal, um do lado do outro, enquanto o Denis mamava nossos paus com um apetite impressionante. Mamava um, depois o outro e a seguir tentava por os dois paus na boca. Dava pra ver que ele tava com muito tesão e a gente também, então resolvemos entrar. Eu já sem roupa, andava balançando a rola pela casa até o sofá, atrás do Luis que estava só de camiseta e cueca, com o pau pra fora pela buraco da perna. Denis, que estava vestido, senta no sofá e chama a gente para que ele continuasse mamando. Foi o melhor boquete que já havia recebido. Era babado, com pressão e ritimado.
Porém, como já contei antes, eu curto chupar pau também e pedi pro Denis levantar. Quando ele fez isso, eu me sentei e o Luis, supreso, não entendeu nada. Sempre fui padrão, sem dar bandeira nem nada, e como sou bi, ficava com bastante meninas, o que me fazia não levantar suspeitas. Para os meninos, só era gay quem dava ou chupava, logo, comer o Denis era ok, mas mamar um pau, não. Mas no momento, confesso que pouco me importei com isso, tamanho era o tesão que eu sentia. Baixei o short do Denis e abocanhei aquela picava toda melada. De primeira já engoli toda, sugando cada gota daquela babinha salgada. Em seguida, agarrei o pau do Luis e meti aquele cabeção grosso pra dentro da boca. Chupava com força, tentava engolir e enloquecia naquela pica grossa preenchendo minha boca. Já tinha mamado alguns paus, mas só dos meninos mais novos, nada grosso igual aquele. Punhetava um enquando mamava o outro. Engolia todo o pau do Denis e me engasgava no pau do Luis. Foi delicioso!
Com a boca já cansada, levanto punhetando meu pau, que parecia que ia explodir. Luis, tímido, pega firme nele e faz alguns movimentos de vai-e-vem desajeitados, enquanto eu também faço nele. Nisso, olhamos para o sofá e está o Denis, já peladinho, com aquela bunda gostosa e aquele cuzinho rosa, piscando pedindo rola, apoiado no encosto do assento. Como eu mamei os dois, me senti no direito de comer aquele cu primeiro. Me ajoelho, dou algumas lambidas babadas naquele cu, deixo bem lubrificado e me preparo para meter. Igual a primeira vez, empurro a pica e o Denis da uma piscada para fora, o que faz a cabeça entrar. Tiro, pincelo, e meto de novo. Com uma segunda piscada daquele cu, o pau entra com facilidade. Deixo acostumar e começo a meter firme desde a primeira estocada. Luis sobe no sofá e se senta em frente ao Denis, sobre o encosto. Nisso, fica eu metendo atrás, o Denis de quatro no sofá e o Luis, sentado em sua frente, enquanto é mamado freneticamente pelo nosso amigo putinho.
Ficamos neste vai-e-vem por um tempo e começo a sentir vontade de gozar. Na flor da idade, isso não era um problema, pois o pau mal amolecia. Com o tesão explodindo, peço para mamar o Luis. Ele levanta, fica em pé sobre o Denis e aponta aquele pau grosso na minha cara. Abocanho sem nem pensar e começo a chupar enquanto metia com força no cuzinho do Denis, que gemia alto na pica. De olhos fechados, mamando igual um bezerro, sem mexer o pau dentro da boca, apenas sugando como se fosse uma mamadeira, gozo gostoso dentro daquele rabo largo, apetando a cintura com a mesma intensidade que sugo aquela tora na minha boca. Abro os olhos, olho pra cima e o Luis me encara, com cara de safado, mandando eu sair que agora ele ia meter naquele cu gozado.
Denis sequer se mexeu, ficou na mesma posição e o Luis assumiu o meu posto, socando com facilidade no cuzinho do putinho. Ele metia com força aquele pau grosso, arrancando gemidos altos do Denis, que tinha porra escorrendo pelo seu saco. Quando vi aquela cena o pau já subiu. Me sento no chão, embaixo do Denis, e subo as costas no sofá, ficando de frente para o pau dele, que estava mole e escorria baba, sujando o sofá. Na hora, com a mão, seguro pau e ovos juntos, e abocanho tudo de uma vez. Como estava mole, consegui, e esperei aquela pica endurecer na minha boca. Por alguns segundos, fiquei com o pau e as duas preenchendo minha boca e confesso que fiquei com muito tesão. Conforme foi endurecendo, fui soltando as bolas que estavam sujas de porra e comecei a mamar o pau do putinho até que em pouco tempo ele anuncia que ia gozar. Como sempre gostei de um leite, peço pra ele fazer na minha boca, o que deixa o Luis mais surpreso e com tesão.
Ele acelera a metida, eu acelero a mamada e logo ouvimos um gemido maior, ao mesmo tempo que eu sinto as esporradas na boca. Vários jatos de leite quente, direto na minha lingua, enchendo minha boca de porra grossa. Engulo tudo em dois goles e continuo mamando a pica até ela amolecer e ficar limpinha enquanto o Luis continua metendo no cuzinho do Denis. Não satisfeito, pergunto se o Luis vai demorar para gozar, pois ainda estava com sede. Rindo, ele disse que não, que apenas precisava de uma motivação. Metendo forte, anuncia que estava na ponta e tira o pau do cu do Denis, apontando para baixo, onde eu aguardava de boca aberta. A distância, ele mira a pica e começa a despejar uma verdadeira cachoeira de leite, que acerta parte na minha boca e parte no meu rosto inteiro. Era muita porra mesmo! Após terminar, levando, vou no espelho e com o auxílio dos dedos, levo todo o leite para a boca. Cansados, sentamos no sofá, pelados, e jogamos video game.
Durante aquele fim de semana fodemos muito. Bebi todas as gozadas possíveis e mamei muito aqueles dois, bem como comi muito o cuzinho do Denis. Mas foi só no domingo, durante a tarde, que dei meu cuzinho pela primeira vez. Mas isso é assunto para o próximo conto. Comentem se gostaram e se querem ler mais sobre o Denis e a molecada da minha rua. São contos verídicos, que aconteceram e que até hoje são lembraças gostosas que eu tenho.
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Comentários (1)
Neco: Putz! Bom demais!
Responder↴ • uid:gsus5q8ri