#Gay #Traições

O casado

960 palavras | 2 | 5.00 | 👁️
dan98br

Abri o portão e entrei ganhando o corredor. Subi uma escada e abri uma porta, entrei. Encostei e fiquei vendo televisão. Olhei pela janela e vi o movimento no bar da Sílvia bem abaixo. Ela subiu, conversou comigo, trouxe uma lata de cerveja, abri e bebi um gole. Desceu e quinze minutos depois, o Fabrício apareceu, entrou e trancou a porta por dentro. Cumprimentei o conhecido e entramos no banheiro. Aos vinte e um anos, branco, magro, olhos castanhos, 1.69 de altura, meu nome é Daniel, hoje 27, sabia que eu precisava ser rápido com ele ali dentro. Coroa de quarenta e quatro anos, preto, magro, rosto redondo, um pouquinho mais alto que eu, calvo, o cara estava a fim, eu também, a Sílvia agilizou as coisas! Cara casado, Fabrício não tinha como se expor comigo em motel ou coisa do tipo. No banheiro, sua pica foi mostrada, alisou e enrijeceu enquanto eu tirava a roupa. Sorri e ele pediu sigilo, confirmei já agachando, bati uma sorri e elogiei a pica preta! Segurando, dei uma chupada na cabeça do pau, passei a língua e abri a boca para chegar ao talo! Pica mediana e curvada, cabeçuda, cumprimentei os pentelhos dando um belo boa noite! Segurou minha cabeça e fodeu um pouco tirando uma baba da minha boca! Chupei as bolas após percorrer com a língua, trocamos olhares e sorri. Fiquei em pé, botei a mão na parede e mandei meter! Abriu minha bunda, melou com saliva, forçou e a pica preta passou deixando-me zonzo, rosto corado e corpo quente! Senti o primeiro toque da cabeça ao fundo, abri a boca e dei uma tomada de fôlego pois a respiração acelerou enquanto o pau ganhava ritmo dentro de mim! Fiz uma careta e gemi, naquela altura levei uma enterrada completa para meu cu começar a ganhar vai e vem rápido! Passei a língua no lábio e deixei Fabrício fazer aquilo que tinha que ser feito. Sua tara por mim vinha de longa data e as rápidas metidas indicavam isto. Por outro lado, eu havia alimentado uma vontade em dar para ele, o fato de ser casado inibia completamente minha iniciativa, Sílvia ajudou ao ceder seu ambiente para matarmos nossas vontades! Aquele cacete preto indo e vindo deixou-me entregue rapidamente mesmo que eu gemesse e fizesse caretas, estava bom demais, sua pegada intensa provocava arrepios no meu corpo e aproveitei para fechar os olhos e curtir o passeio do pau! Humm! Tara de pau preto por cu branco novinho é loucura e o Fabrício comia com gosto, queria mostrar bom serviço, meu cu aceitou fácil e estava sendo aberto para satisfazer um caralho guloso e cheio de safadeza, nossa sanidade havia ido para o espaço e valia ali o meu instinto animalesco por vara e o desejo proibido dele por rabo gay. Senti que a tara dele estava fortíssima, fui pressionado contra a parede, ouvi que meu rabo era gostoso e seria sua putinha! Seu pau preto atacou bem meu cu, parecia saber onde bater para excitar-me, numa cravada dei rebolada, sorri, mandei meter mais! Sua pica preta botou fogo na portinha do cu, esquentou, um atrito insano que esquenta tudo, mordi o lábio de olhos fechados e fiz mais caretas, soltei ais, procurei calar-me e curtir o vai e vem daquele pau gostoso que provocava excitação em mim! Sorri e ele tirou um pouco, bateu com o pau no cu aberto e piscando, sequei o rosto com a toalha ali disponível, ele o seu corpo e levei mais pica preta no cu! Pegou ritmo e cruzou as mãos na minha bunda dando estocadas pontuais, fiz caretas e gemi. Perguntou se eu estava gostando, sorri e disse que estava adorando, passei a língua no lábio para secar! Aquele cheiro de sexo no ar, meu cu levando enterradas rápidas, pegou velocidade criando tensão, perguntou se podia gozar dentro do rabinho e liberei! Gemeu para soltar esperma após foder um pouco mais! Segurando o cacete, deu até uma curvada, abri um lado da bunda e senti um banho de porra de pau preto dentro de mim que meu rabo não aguentou e soltou antes de tirar! Uma piscada e uma boa quantidade do leite cobriu meu cu aberto melando minha bunda. Tarado, ficou sentando a cabeça do pau na portinha, espalhou tudo, fez aquilo que queria! Sorri e elogiei sua pica, falei que outra hora teria mais! Tomamos um ducha rápida ali, vestimos e ele saiu fora primeiro todo feliz, minutos depois desci até o bar já quase vazio. Agradeci imensamente a Sílvia e ela sorriu, falou que quando eu precisasse, era só pedir. Tara realizada, bebi uma cerveja, deixei uma grana a mais para a Sílvia, ela devolveu, dei um tchau e voltei para casa. Tomei novo banho, curti o rabo comido e caí no sono pela exaustão. Dia seguinte, eu estava outro, todo feliz e cheio de energia para novas oportunidades.

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Comentários (2)

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  • Dudinha: Que delícia de conto T Dudarskk

    Responder↴ • uid:8eezpby20c
  • Roberto: Que delícia é que inveja, muita inveja. Adoro um pau preto.

    Responder↴ • uid:h0fu3btnb4w