#Assédio #Gay #Teen #Virgem

Perdi a virgindade com o meu colega da escola- Parte 3

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AssAllll

Continuando.. A História se passa nos meus 15y e detalha como fui abusado pelo meu colega de classe e perdi minha inocência.

Como muitos que leram a parte 2 já sabem, me chamo Alam e a história se passa em detalhes quando eu tinha 15y, nesse tempo eu já praticava jiu-jitsu e, apesar de novinho, meu corpo já era bem atlético, destacando um belo bumbum branquinho, redondo e volumoso. Na parte 1 e 2 fui assediado pelo meu colega de classe Artur, mas mal sabia eu que no futuro tudo isso ficaria muito mais quente.

Até mesmo a noite enquanto eu dormia acabei tendo um intenso sonho erótico que dispensou apresentações e histórias para tal resultado, sendo simples e direto. Em resumo estava eu... extremamente agitado cavalgando naquela rola, cada sentada era tão forte que estralava e os gemidos não podiam mais ser contidos. Eu mal tinha visto um vídeo e já estava vivenciando um sonho com o mesmo enredo, Arthur dominava meus quadris com suas mãos firmes e fortes enquanto metia sem dó.

Eu acordei me achando um completo maluco em ter sonhado tamanha cena imprópria, me arrumei para ir a escola e cheguei um pouco mais cedo como era de costume meu ( meus pais iam trabalhar cedo e eu já recebia carona a caminho ), mas chegando na sala me pego espantado com uma voz.

— Olá Alam, chegando cedo é, como sempre!!.
Disse Artur logo atrás da porta que eu havia acabado de abrir, o que me assustou e gerou dúvidas pois normalmente ele chegava mais tarde na escola e não mais cedo onde o número de alunos era escasso.

— Eu soube que você chega cedo aqui, quando tem quase ninguém né?
Eu não respondi, estava tentando assimilar o que tava acontecendo ou o que poderia acontecer e lentamente coloquei minha mochila na cadeira enquanto ele, notando meu silêncio e percebendo o quanto a situação era favorável para ele, chegou mais perto e, ao perceber que eu iria reagir pronto para me defender e esmurrá-lo, segurou minhas mãos e me pediu para ficar calmo, me colocando contra a parede.

Eu deveria reagir, eu era forte e sabia lutar, mas novamente fiquei paralisado com a situação e ele lentamente começou a beijar o meu pescoço pois já sabia que era o meu ponto fraco enquanto me mantinha mais entregue e descia suas mãos, soltando as minhas, e foi indo de encontro com minhas nádegas. Esse cara não fazia questão de esperar, ele já estava rodeando manualmente a sua presa pronto para abatê-la a qualquer momento, tal presa essa era a inocente virgindade do meu cuzinho apertado.
Enquanto beijava meu pescoço, acariciava e massageava a minha bunda ele apertou-as com força e autoridade envolvendo cada palma de suas mãos em cada nádega redonda e carnuda com extrema autoridade, fazendo com que todo o meu corpo desse uma tremida.

Eu me assustei com aquela pegada e, frente a frente com ele senti aquela rola grossa indo de encontro com a minha e seu peito colado ao meu, impedindo qualquer chance brusca de revidar. Eu estava basicamente a disposição daquele garoto que se aproveitava de sua dominância perante a minha submissão.

— Para Artur... Disse eu que, apesar de entregue áquele macho valente, coloquei minhas mãos sobre seus ombros e tentava empurrá-lo sem qualquer sucesso pois aqueles beijos no pescoço e as apertadas no meu bumbum me deixavam bem fraquinho e caloroso.
– Fica quieto e deixa eu continuar. Sussurrou ele no meu ouvido com sua voz ofegante de tesão enquanto me prendia contra a parede e sacudia minha bunda entre suas palmas, como se estivesse mostrando quem está no controle.

Eu continuei pedindo baixinho pra ele parar enquanto tentava miseravelmente empurrá-lo, mas diferente de ontem eu estava mais entregue hoje, eu estava quente, com calafrios e meu corpo negando minhas ações bruscas perante aquela situação me impediam de revidar. Quando eu menos esperava ele me virou bruscamente de frente para a parede, rapidamente pesou o seu corpo sobre o meu e enfiou a mão direita dentro da minha calça e cueca para acessar diretamente minha bunda nua que naquele momento lhe pertencia. Eu senti aquele dedo rodear a minha entrada lentamente, ele se mantinha chupando o meu pescoço e eu gemia bem baixinho e tentava inutilmente forçar meu corpo a reagir enquanto aqueles movimentos sutis se tornavam mais rudes na portinha do meu cuzinho suculento que piscava de forma descontrolada em seus dedos.

Ele tirou sua mão de dentro da minha roupa, o que eu até estranhei, e me fez recuperar um pouco a consciência do que tava acontecendo pois eu já estava perdido perante tamanho calor que nossos corpos mostravam mesmo naquela sala de aula fria. Logo depois ele meteu denovo aquela mão gelada por dentro da minha roupa, me deixando assustado e cheio de medo, agora ele tentava enfiar o seu dedo molhado de saliva no meu cu e isso me fez lembrar de todo aquele sonho e de tudo o que eu fiz na noite passada. A diferença é que no lugar de uma rola grossa ele me penetrava com o dedo.

— Para Artur, por favor...por favor...chega...
Eu tentava convencê-lo a parar, mas senti aquele dedo frio ser introduzido inteiro no meu cuzinho, cuzinho este que começou a apertar loucamente aquele dedo, eu me senti um pouco assustado pois era uma sensação nova para mim e tentava empurrá-lo para trás. No entanto foi em vão, eu estava entregue e essas jogadas do meu corpo para trás só ajudou ele a encaixar melhor aquele dedo que balançava dentro do meu rabo e me preparava para algo ainda maior.

Percebendo que todos os esforços para me libertar estavam ofuscados pelo desejo intenso de vivenciar todo aquele momento em que nossos corpos estavam colados exalando calor e desejo, aquela respiração ofegante que se chocava no meu pescoço, aquela pegada firme no meu quadril e aquele dedo inserido no meu rabo que preparava um delicioso lanche para ele me entregavam a total submissão pois eu queria saber sim o que poderia acontecer em seguida e meu corpo já estava queimando e vibrando de tesão.

Artur provavelmente percebeu que parei de resistir a sua força pois me empinei um pouco para que ele tivesse mais liberdade para usar seus dedos. Ele retirou seu dedo e me pediu para chupar os dois dedos dele, eu sem hesitar comecei a chupar enquanto ele apalpava a minha bunda com a outra mão e, quando parei de chupar ele inseriu dois dedos no meu rabo e eu nem esperava por isso, estava doendo mas eu não ligava mais para isso.
— Empina um pouco essa bunda. Mandou Artur e eu obedeci sem qualquer hesitação enquanto aqueles dedos balançavam e preparavam a refeição daquele garoto (Imagino que ele estava me preparando antes do abate, com uma calmaria Incomum, para que eu não tentasse fugir ou gritar caso ele apenas arrombasse meu cuzinho de uma só vez).

Ele tentou inserir o terceiro dedo e não queria entrar mesmo com ele forçando, eu pedi sussurrando para ele parar pois tava doendo, visto que aquele caminho estreito e inocente ainda era bem apertado para ele.
— Alam, se ajoelha agora!!
Eu estranhei aquela ordem séria e grossa, mas me ajoelhei mesmo assim e ele abriu o zíper, demonstrando um pau que me deixou hipnotizado e até caiu no meu rosto, me fazendo se afastar um pouco.

— Gosta de Leite, Alam? Então venha e chupe.
Ele praticamente ordenou, eu estava de joelhos com um pau de outro homem há centímetros de distância da minha boca e sem saber o que dizer ou como agir diante àquilo, eu estava hipnotizado com as lembranças dos vídeos eróticos em minha mente.

— Quero que chupe, senão vai doer depois.
Eu fiquei bem desconcertado com aquela situação então não abocanhei aquele pau e nem falei nada, ele considerou meu silêncio e falta de reação como sinal para prosseguir, então Artur colocou bem de encontro com meus lábios para forçar entrada e eu inutilmente tentei não permitir aquela entrada, mas ele conseguiu e a cabeça do seu pênis totalmente duro estava dentro da minha boca e eu, sentindo aquele gosto incomum e meio salgado, comecei a chupar bem desajeitado como se chupasse um pirulito. O gosto era estranho mas eu não estava ligando muito pra isso, depois eu um tempo eu estava mesmo é de olho nas reações do Artur que segurava minha cabeça e a empurrava cada vez mais para inserir aquele pau inteiro na minha boca.

O que estou fazendo? tinha um pau de outro homem enfiado na minha boca e eu estava chupando sem pestanejar enquanto ele enfia ainda mais fundo na minha garganta, além de estar me segurando forte pelo meu cabelo na qual eu nunca gostava que tocassem. Eu estava no auge da minha submissão, de joelhos para o mesmo garoto que ontem me colocou contra a parede para sentir o contato com a minha bunda e assediá-la. Hoje não era diferente de ontem, a única mudança é que eu estava deixando ele me domar e ter acesso a minha área restrita que outrora não havia sido invadida por dois dedos banhados em saliva, era como se fosse o tempero que preparava calmamente o seu tão desejado lanche e qualquer outro em seu lugar não teria essa mesma paciência se também estivesse faminto pela minha apetitosa bunda. Além dele ter tocado e invadido minha parte restrita, ele estava tendo acesso total a minha boca que agora só servia para prepará-lo para o prato principal que ele tanto deseja para si.

— Engole tudo Alam, é sério.
Quando menos esperava todo aquele esperma viscoso e amargo adentrou a minha boca e se despejou sobre a minha garganta, no impulso de sua ordem eu engoli uma parte do que me foi servido e outra parte bem pequena saiu pela minha boca, deixando-a um pouco melada de porra. Eu fiquei meio irritado pois quase me engasguei com aquilo, mas ainda precisava limpar a porra do rosto e ele me disse para limpar lambendo. Apesar de irritado, eu de joelhos frente a Artur olhei para cima e lá estava ele com aquela cara de satisfação e com aquele pau ainda duro de fora quase batendo no meu rosto.

Diante daquela situação me levantei e, ele com certeza esperava que eu fosse continuar brincando com ele, mas eu apenas terminei de lamber aquela porra no rosto e saí para fora da sala sem dizer nada ou reagir. Apesar de irritado, meu corpo parecia estar arrependido por ter saído sem terminar o que começamos.

Ele não me seguiu, provavelmente tava raciocinando tudo o que fez ou estava com aquele sentimento de vitória em ter me feito de puta em suas mãos, faltando apenas ter me arrombado. Ele ainda pode fazer isso afinal ele me preparou justamente para essa situação calmamente, seu objetivo estava próximo com certeza.

Eu fui no banheiro por alguns minutos para tirar aquele gosto da boca e, passando alguns minutos, raciocinei tudo o que aconteceu e fiquei surpreso comigo mesmo pois eu realmente havia permitido tudo aquilo e a culpa era totalmente minha, mas apesar disso eu ainda queria saber o que mais ele faria comigo após aquela jatada de porra que eu inconscientemente havia engolido e decidi voltar para aquela sala, mesmo sabendo que poderia me arrepender com essa curiosidade.

Meu corpo já desejava muito saber o desfecho então entrei na sala e lá estava ele mexendo no celular, ficou até surpreso com meu retorno e perguntou se queria continuar por onde paramos, eu obviamente não respondi e nem reagi a essa pergunta, só coloquei as mãos no bolso e olhei para o lado. Ele deu uma risadinha e foi até mim, me jogando de barriga na parede e desceu de uma vez a minha roupa até a altura das coxas, eu tomei até um susto pois bateu aquele vento gelado da sala e já tinha aquela mão quente a apalpando.

Dei uma espiada para trás e quando percebi aquele pau já estava de encontro com o meu cuzinho indefeso, ele levantou uma das minhas nádegas para revelar aquele cuzinho rosado e encostou o seu pau prontinho para me invadir. Eu não podia acreditar que estava com a bunda de fora apenas esperando que ele me arrombasse ali mesmo, mas quando eu me dei conta ele guardou a sua peça e colocou minha calça de volta.
— Deixa pra depois, tem gente chegando.
Eu fiquei meio desnorteado e olhei na janela meio fechada que tem nas salas e vendo que no portão principal já estavam entrando alguns alunos, inclusive da nossa sala para estragar e cortar todo aquele clima do momento. No fim tivemos que disfarçar e fingir que nada aconteceu, o que me deu tempo para analisar o que tinha feito, mas mal sabia eu que logo Artur teria o que queria pois o dia estava apenas começando.

continua...

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Comentários (3)

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  • Tiotesão: Delícia, vontade comer um novinho que deu.

    Responder↴ • uid:e4y5juy0k85
  • Dan.Femboy: A melhor coisa é ter alguém que lhe deseja e demonstra autoridade sobre o seu corpo colocando voce no seu devido lugar de submisso devorador de rola. No meu caso também foi na escola e nos meus 15 anos e um aluno mais velho que sempre ficava apertando minha bunda e me deixava com raiva dessas brincadeiras mas passei a gostar com o tempo, e um dia ele me chamou para uma parte escondida da escola e eu já aceitava o que ia acontecer e o que me esperava, é ele aproveitou minha inocência para me convencer a abaixar a calça e ter aquela rola arrombando cada prega do meu rabo e depois disso ele se tornou dono do meu corpo. Que delicia !!!!!!!!!

    Responder↴ • uid:1cnik6n8t7nl
  • Edson: Excitante! Lembrou-me de uma época em que meu primo mais velho batia uma pra mim, mas ele só aceitava bater se me dedasse ao mesmo tempo. Com o tempo, lógico, acabei acostumando até que ele me convenceu a por o pau em vez dos dedos. Ele continuou batendo muitas e muitas vezes pra mim, mas sempre na condição de meter em mim ao mesmo tempo. Continua o conto logo! 💦💦💦

    Responder↴ • uid:1ejzptq1dggy