PARTE 2 - REAL - Meu padrasto me ensinou a sentir prazer com homem
Olá, antes de continuar minha história, gostaria de falar um pouco do que sou, pois todos relatos aqui contados fazem parte da minha vida e nunca foram contados para ninguém, ou seja, só sabem eu e as pessoas envolvidas nos relatos.
Tenho 45 anos, sou casado, afetivamente sou hetero e sexualmente sou bi, e não vejo nenhum problema quanto a isso, pois sempre tive a certeza disso. Meu interesse sexual começou muito cedo, independente de outras pessoas, ou seja, sempre foi de mim. Desde que me lembro fui extremamente sexual, dos 3 aos 7 anos de idade eu morava com parentes, avós, tias, tios, primas e primos. Nesse tempo já me masturbava, fingia dormir para ver minhas tias e primas se trocando, ficava olhando pela fechadura da porta do banheiro elas tomando banho, brincava de papai e mamãe com minhas primas, dentre muitas outras coisas que talvez conte em relatos futuros.
Pois bem, voltando a história com meu padrasto, primeiramente gostaria de deixar claro que nem antes e até hoje não me sinto de uma forma que tenha sido abusado ou qualquer coisa assim, pois apesar dele ter 50 e poucos anos em um contato sexual comigo com 8 anos, ele não me forçou a nada, naquele momento foi algo novo para mim em relação ao corpo do homem e me senti muito bem com o que aconteceu.
Continuando minha primeira experiência com um homem.
Após o ocorrido no primeiro relato de certa forma as coisas ficaram meio estranhas entre eu e meu padrasto, eu sentia que ele ficou com bastante receio deu contar alguma coisa sobre o ocorrido, e do meu lado, eu não sabia como fazer para continuar a brincadeira que tanto eu havia gostado. Durante alguns dias minha mãe ficou em casa, não me lembro o motivo, e por esses dias ele evitou o contato direto comigo, falando apenas o essencial.
Certa noite no jantar, minha mãe falou que voltaria ao trabalho no dia seguinte, nossa, naquela noite meu estomago até revirava de ansiedade pensando no próximo dia, lembro que passei horas pensando em como seria o outro dia com meu padrasto.
No dia seguinte acordei muito cedo, não me lembro a hora, minha mãe já havia saído para trabalhar, mas meu padrasto ainda não tinha acordado.
A porta do quarto deles estava aberta, passei pela porta e pela primeira vez olhei meu padrasto dormindo com outros olhos, ele estava descoberto, de barriga para cima e só com uma cueca branca, ele era um militar aposentado, então tinha um corpo bem bonito e também era bem peludo. Foi nessa hora que tive a primeira visão do volume em sua cueca, creio que estava duro pela ereção da manhã de vontade de ir ao banheiro. Lembro que fiquei espantando com o volume sob aquela cueca branca, era um dia de Sol e as luzes do Sol entrando pela claraboia do quarto estava iluminando da cintura para baixo dele, nossa, realmente aquela foi uma cena que não sei explicar o que senti, mas mexeu muito comigo. A única coisa que podia fazer era ficar escondido, olhando aquele volume e me tocando. Não sei quanto tempo fiquei ali olhando, só sei que ele se mexeu e eu sai correndo para o meu quarto, com certeza dando na cara que eu estava por ali.
Ouvi ele acordando, se levantando e indo ao banheiro, escutei o chuveiro ligando e na minha cabeça por um momento pensei em olhar pela fechadura da porta, mas fiquei com receio dele me ver e fiquei ali deitado em minha cama. Quando a porta do banheiro se abriu, eu ouvi ele vindo na direção do meu quarto, fingi que estava dormindo com minha técnica que sempre utilizei, colocando um travesseiro na cabeça para conseguir olhar por baixo, e vi quando ele parou na porta do meu quarto, uma pena que já de short curto de jogador de futebol que se usava antigamente e uma camiseta.
Ele me chamou e eu fingi que havia acabado de acordar, duvido que ele tenha acreditado né, pois não tinha como não ter ouvido eu correndo antes.
Descemos para tomar café e agora eu já tinha muito mais coisas para pensar, primeiro o filme com a encoxada e agora o volume na cueca. Enquanto tomávamos café e conversávamos eu ficava meio que parado pensando, sabe quando ficamos com o olhar parado só pensando? Pois é, provavelmente era bem assim que eu estava, pois ele deu risada e falou:
- Você está paralisado, em que está pensando?
Voltei em si e do nada falei:
- No filme do Karate Kid. kkkkkkkkkk
Ele: Você gosta de luta? Homem tem que saber lutar.
Eu: Sim, gostei bastante, mas não sei lutar.
Ele: Se você quiser eu te ensino, quando eu era militar na academia eu aprendi Judô e defesa pessoal.
Eu: Que legal, gostaria sim de aprender.
Ele: Então termina seu café, que vou te ensinar logo depois.
Na hora não entendi, mas hoje eu vejo que foi uma forma bem discreta que ele arrumou para voltarmos a se tocar.
Terminamos o café, fomos para a sala, afastamos os sofás e deixamos somente o tapete. A primeira aula foi como escapar quando alguém te agarra, óbvio né, rs.
Ele ficou de joelho no chão e pediu para eu dar um mata leão em seu pescoço, me posicionei no mata leão e ele basicamente ele me deu um Ippon para sair. Achei aquilo sensacional, nem estava mais pensando sexualmente, estava focado na luta, porém, ele tinha outras intenções.
Ele falou: Agora é a sua vez, vire de costas para mim e você vai fazer exatamente como te ensinei.
Virei de costas para ele, ele ainda de joelhos, ele me deu um mata leão e pediu para eu sair daquela situação.
Claro que eu não conseguia. E ele colocando a mão em minha bunda pela primeira vez falou:
- Você precisa empurrar para trás com essa parte.
Nesse momento aquele frio súbito na barriga voltou com tudo, ao empurrar minha bunda para trás, senti aquele volume novamente encostar em mim, mas parecia diferente, só depois iria descobrir o que estava diferente.
Fiquei naquela posição me esforçando para não conseguir sair e ficava empurrando a bunda contra o seu pinto.
Eu falei: Não consigo sair.
Ele respondeu: Você precisa ficar indo com essa parte para frente e para trás (* novamente colocando a mão em minha bunda).
E assim fui fazendo, por muitos e muitos minutos. Até que ele fingiu que eu consegui me soltar.
Quando olhei para ele, pude ver o que estava diferente, ele estava com aquele short de jogador de futebol que comentei, mas sem cueca, pois o volume agora não estava de lado e sim para frente.
Fiquei por alguns segundos paralisado e devo ter gaguejado ao falar que queria aprender mais.
Logo após o almoço, continuamos as aulas e ele falou que me ensinaria luta de chão agora.
Começamos a rolar no chão e ele buscava sempre me agarrar por trás, e eu sempre fazendo força para não fugir, rs.
Após um tempo fazendo isso, falei para ele: Nossa, está calor!
Ele respondeu: Tire a camiseta.
Assim fizemos, tiramos nossas camisetas e continuamos a lutar no chão. Foi então que aconteceu o momento que nunca mais esqueci na minha vida. Ele me deu o chamado chave de pernas, onde a minha cabeça ficou entre as pernas dele, derrepente aquele short curto não segurou mais o volume e seu pinto saltou para fora bem na frente do meu rosto. Eu tomei um susto e falei:
- Seu pinto escapou do short.
Ele deu um pulo e guardou para dentro do short, falando apenas: Ops.
Sentei no sofá em frente ao ventilador e soltei a frase:
- Seu pinto é maior que o meu.
Ele: Sim, porque sou adulto, você nunca tinha visto um pinto de um homem?
Respondi: Já, de meus primos, mas nunca tinha visto de um adulto.
Ele: É normal, o de adulto é maior mesmo, o seu também vai ficar igual ao meu quando crescer.
Nessa época uma coisa que nunca tinha reparado, até por nunca ter visto um pinto de um adulto, é o quanto de veias tem um pinto de adulto, e reparei isso nos poucos segundos que o pinto dele saltou do short. Então falei:
- Seu pinto parece que é cheio de veias, o meu não tem.
Ele respondeu: Nunca reparei.
Eu: Tem sim, tem bastante veias.
Ele ficou em pé na minha frente e falou:
Vamos ver as diferenças? Eu te mostro meu pinto e você me mostra o seu.
Fiquei como estou agora de lembrar, parece que dá aquele aperto no peito de euforia e respondi que sim.
Nessa hora tive meu primeiro vislumbre de um pinto, ele abaixou o short e o pinto dele saltou na minha frente, hoje sei porque tenho a ideia de um pinto bonito como referência quando vejo um, porque levei para a vida o pinto do meu padrasto como referência de um pinto bonito.
O pinto dele era bem reto, não se curvava para os lados, tinha uma cor mais escura que o resto do corpo dele, a cabeça do pinto era rosada do tipo cogumelo, bem maior que o resto do pinto e ficava parcialmente escondida pela pele, além de ter muitas veias evidentes.
Sem pensar e em um reflexo, coloquei minha mão no pinto dele, ele deu um suspiro e tremeu suas pernas, comecei a apalpar apertando para explorar seu pinto, senti ele pulsando em minha mão e pela primeira vez pude ver que realmente se mexia sozinho, me lembro de pensar que parecia um balão que se inchava e desinchava em minha mão, tinha uma textura muito diferente, era macio e ao mesmo tempo áspero por causa das veias. Eu fiquei simplesmente impressionado com aquilo que estava em minhas mãos, era lindo e gostoso de pegar.
Meu padrasto penso que caiu a ficha sobre o que estava acontecendo, puxou rapidamente seu pinto, guardou novamente no short e sem dizer nada foi para o banheiro, imagino o que ele deve ter ido fazer.
Fiquei ali na sala pasmo com o que tinha acabado de ver e sentir, não pensei em momento algum se era certo ou errado, apenas me sentia feliz com a sensação que tinha tido e ver e tocar pela primeira vez o pinto de um homem.
Meu padrasto demorou algum tempo no chuveiro, tomou um banho e voltou para a sala. Sentou ao meu lado e perguntou.
O que você está pensando?
Não sabia como responder e disse que tinha gostado.
Ele me olhou e disse que também tinha gostado, mas que agora estava com medo, nesse momento ele me perguntou:
Você sabe o que acabamos de fazer?
Lembro que respondi inocentemente: Eu peguei seu pinto. E dei risada.
Ele me olhou e começou a me explicar:
Olha, o que fizemos agora é algo feito apenas entre adultos, e é feito entre um homem e uma mulher, e nós somos homens, além disso, eu sou um adulto e você é uma criança, não devíamos fazer isso, você entende?
Acenei com a cabeça que sim.
Ele falou: Você sabe que não pode contar para ninguém não sabe?
Respondi que não iria contar.
Ele falou, que bom, vai tomar um banho que logo sua mãe vai chegar. Não vamos comentar mais nada, amanhã quando sua mãe não estiver conversamos melhor.
E assim foi o final de mais um dia com meu padrasto, confesso que me lembro muito bem que foi difícil dormir naquela noite, pois fiquei por horas lembrando aquele pinto na minha mão.
Logo eu volto com a continuação.
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Comentários (2)
iago: Conta mais por favor
Responder↴ • uid:g3jt9noidhetero_casado_e_bi: Já postei a parte 3, logo mando outras partes.
• uid:1dmch8x6yu9b