#Corno

Transformei minha esposa, mulher recatada e fiel, numa verdadeira puta sem limites

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Kornélio

Essa história que vai mexer com seus sentidos e despertar sua curiosidade! Conheça Lucas, um homem experiente que transformou sua esposa recatada, Fernanda, em uma verdadeira devassa, levando-a a aventuras sexuais intensas e proibidas. Tudo começou com fantasias picantes, mas logo evoluiu para uma noite inesquecível com um desconhecido, repleta de gemidos, peidos acidentais, anal doloroso e uma explosão de tesão que você não vai querer perder. Quer saber mais? Fernanda agora tem um perfil no site de Selma Recife www.selmaclub.com , onde posta cada detalhe ardente dessas experiências, gravadas com uma câmera escondida. Continue lendo e descubra como essa jornada vai te deixar louco para explorar mais!
Meu nome é Lucas, e minha esposa se chama Fernanda. Nos conhecemos há anos, eu com 25 e ela com 23. Eu já tinha um currículo recheado de aventuras sexuais, com várias namoradas e noites selvagens, enquanto ela era o oposto: tímida, reservada, uma mulher de tirar o fôlego, mas com pouca experiência. Antes de mim, só teve um namorado e ainda era virgem quando nos encontramos.

Fernanda é um espetáculo à parte. Tem 1,70m de altura, pele morena clarinha que brilha ao sol, cabelos castanhos ondulados que caem até os ombros, lábios grossos que imploram por beijos, seios fartos que enchem as mãos e uma bunda que é uma obra de arte — redonda, empinada e durinha, resultado de horas na academia. Ela ama botas de salto alto, e com um salto de 15cm, vira uma deusa de 1,85m que faz qualquer um engolir em seco. Mas o melhor? Pelada, ela é de enlouquecer. Aquela bucetinha minúscula, rosada e tão apertada que parece esculpida por um artista, contrastando com o corpo voluptuoso. É o tipo de visão que deixa qualquer um com água na boca e o pau latejando.

Foram 12 anos de casamento e uma vida sexual insana. Eu a ensinei a se soltar, a foder sem vergonha. Transávamos em qualquer lugar: no tapete da sala da casa dos sogros enquanto eles dormiam no andar de cima, no banco de trás do carro em um estacionamento deserto, e até em uma praia deserta com as ondas batendo nos pés. Mas, com o tempo, senti que precisava de algo mais, algo que incendiasse ainda mais nosso tesão. Durante o sexo, comecei a jogar ideias: “Imagina eu te comendo enquanto outro cara te pega por trás”, dizia, enfiando um dedo no cuzinho dela enquanto ela gemia. “Pensa numa rola grossa te rasgando enquanto eu te chupo”. Era tudo fantasia, só nós dois, mas eu via os olhos dela brilharem com a provocação.

Depois de meses plantando essas sementes, convenci Fernanda a ir a um clube de swing em São Paulo. Lá, ela foi o centro das atenções: casais a cercavam, mãos atrevidas apalpavam aquela bunda perfeita, e eu quase gozei só de ver o desejo estampado nos rostos dos outros caras. Mas ela? Não curtiu tanto. Disse que achou “muito artificial”. Pra mim, porém, foi a confirmação: eu tinha tesão em ser corno, em ver outros machos babando pela minha mulher.

A ideia ficou martelando na minha cabeça por quase um ano, até que decidimos dar o próximo passo. Fernanda topou, mas com regras claras. Escolhemos um cara na internet, um tal de Rafael, 32 anos, com fotos e avaliações quentes em um site de casais. Marcamos direto num motel em Florianópolis, sem rodeios. Se ela não curtisse, era só dizer “para” e o cara ia embora. Simples assim.

Chegamos ao motel, um lugar chique com luzes vermelhas e espelhos por todos os lados. Mandamos o número da suíte pro Rafael e esperamos, eu com o coração na boca e o pau já duro só de imaginar. O interfone tocou: “Seu acompanhante chegou”, disse a recepcionista com voz maliciosa. Autorizei a entrada, abri a porta da garagem e dei um rápido briefing pro cara: “Se ela não quiser, você sai na hora, combinado?”. Ele assentiu, entrou, e lá estava Fernanda: um vestido vermelho colado, curtíssimo, que mal cobria a bunda, e botas de salto que a deixavam imponente. Rafael, com seus 1,75m, ficou pequeno perto dela. Deram um beijo no rosto, sentaram na cama, e ela logo avisou: “Sem beijo na boca, tá?”.

Ele não perdeu tempo. Passou as mãos nas coxas grossas dela, subiu pro pescoço e começou a beijá-lo com vontade. Meu peito parecia que ia explodir — tesão, ciúmes e adrenalina misturados. Rafael tirou a camisa e a calça, ficando só de cueca. Fernanda, curiosa, levou a mão ao volume e começou a apalpá-lo. Ele tirou a cueca num movimento rápido, e o pau dele saltou: meia bomba, mas já impressionante. Ela acariciou aquele saco pesado, deu umas batidinhas na rola, e logo o cara estava com 23cm de puro tesão, uma vara grossa, reta, com veias saltadas. Os dedos dela mal se fechavam em volta daquele tronco.

Sem hesitar, Fernanda caiu de boca. Chupava com vontade, lambendo da base até a cabeça, enquanto ele a colocava de quatro. Puxou o vestido pra cima, revelando aquela bunda monumental com um fio dental preto quase invisível. Arrancou a parte de cima do vestido, tirou o sutiã e, segurando os cabelos dela com uma mão, apertava os seios com a outra. Ela mamava como se fosse a última coisa que faria na vida, gemendo alto, o som molhado da boca na rola ecoando no quarto.

Ele a deitou de costas, só de calcinha, e puxou o fio dental devagar, quase como um ritual. Fernanda levantou o quadril pra ajudar, e lá estava: aquela bucetinha perfeita, minúscula e brilhando de tesão. “Que buceta gostosa, parece um sonho!”, ele grunhiu antes de mergulhar de boca. Chupou ela por uns bons minutos, lambendo cada canto, enquanto ela se contorcia e gemia. Quando parou, Fernanda pegou uma camisinha, mas ele riu: “As normais não servem, trouxe a minha”. E era verdade — aquele pauzão precisava de algo especial.

Enquanto ele pegava a camisinha, Fernanda se posicionou de quatro na beira da cama, o rabo empinado, pronta pra ser fodida. Eu, no canto, com o pau pulsando, gravava tudo com uma câmera escondida que ela mesma tinha sugerido usar. Rafael voltou, passou lubrificante na rola, e ela esfregou mais saliva na buceta, deixando tudo escorregadio. Ele encostou a cabeça do pau na entrada, deu uma pincelada provocadora e começou a enfiar. Foram umas seis estocadas lentas, só até a metade, pra ela se acostumar. Fernanda gemia baixo, mordendo o lábio. Na sétima, ele meteu tudo, até o talo, e ela soltou um grito rouco, seguido de um peido acidental que escapou do cuzinho apertado. “Desculpa!”, ela riu, envergonhada, mas ele nem ligou — continuou bombando, cada vez mais forte.

Era uma cena surreal: minha esposa, de quatro, sendo arrombada por um macho desconhecido. Ele passava as mãos por aquele corpo perfeito, apertando a bunda, enquanto ela gemia e pedia mais. Depois de uns minutos, Rafael pediu pra mudar. “Tô quase gozando”, disse, ofegante. Ela deitou de costas, ele levantou as pernas dela até os ombros e meteu de novo. Eu via o saco dele batendo no cuzinho dela a cada estocada, a buceta engolindo aquela rola grossa como se fosse um milagre.

Fernanda, já entregue, mandou ele sentar na cabeceira da cama. Subiu no colo dele e começou a cavalgar, a bunda subindo e descendo num ritmo hipnótico. Ele mamava nos seios dela, apertando com força, enquanto ela gemia alto, o quarto cheirando a sexo e suor. De repente, ela parou, olhou pra mim com um sorriso safado e disse: “Quero no cu agora”. Meu coração quase parou. Rafael hesitou, mas ela insistiu: “Vai devagar, mas mete!”. Ele pegou mais lubrificante, passou no pau e no cuzinho dela, e começou a forçar. Ela gritou de dor, o rosto contorcido, mas não mandou parar. “Caralho, tá rasgando!”, ela gemeu, entre peidos altos que escapavam a cada tentativa. Depois de uns minutos, ele conseguiu entrar, e ela relaxou, gemendo de prazer misturado com desconforto.

Fernanda então se levantou, foi pro sofá, ficou de quatro e ordenou: “Fode minha buceta de novo, mas goza na minha bunda! Quero sentir essa porra quente!”. Rafael obedeceu, metendo com força, o som das peladas ecoando. Em poucos minutos, ele tirou o pau, arrancou a camisinha e explodiu — jatos grossos de porra voaram, melando a bunda, as costas e até o cabelo dela. Ela riu, exausta, o corpo brilhando de suor e sêmen.

Ele tomou banho e foi embora. Fernanda ficou lá, lambuzada, enquanto eu limpava a porra de outro macho do corpo dela com uma toalha. Transamos três vezes depois disso, e eu nunca senti tanto tesão na vida — aquela buceta arrombada, o cheiro de sexo, as lembranças da noite.

Hoje, Fernanda tem um perfil no site de Selma Recife www.selmaclub.com , onde posta vídeos e fotos dessas aventuras, tudo gravado com nossa câmera escondida. Quer ver ela gemendo, peidando de tesão e levando no cu até gritar? Corre lá! E se você sonha em ser corno como eu, não desista — o ciúme passa, mas o tesão? Esse é eterno. Nos próximos relatos, tem mais: anal com dor, gozadas épicas e muito mais pra te deixar louco. Fica o convite!
Veja mais em /?s=CORNO+RECIFE

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