#Corno

Minha espossa é oferecida pra caralho! Não tem jeito! É a sexta vez que ela faz isso comigo

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Korno Iniciante

Em uma tarde quente de churrasco à beira da piscina, um marido observa sua esposa se entregar a provocações picantes com dois homens bem-dotados. O que começa com olhares e brincadeiras ousadas logo escalona para uma cena de puro tesão, com a esposa se revelando uma safada insaciável, registrando tudo com uma câmera escondida. Entre peidos acidentais, anal doloroso e gemidos altos, a aventura desperta excitações que deixam o leitor louco para descobrir mais no perfil de Selma Recife www.selmaclub.com , onde ela posta suas façanhas sem censura. Prepare-se para uma história que mistura voyeurismo, desejo e uma pitada de transgressão!
Eu estava ali, concentrado na churrasqueira, reavivando as brasas com um sopro forte enquanto recolocava os filés de tilápia na grelha. O cheiro era de dar água na boca: tinha também espetinhos de calabresa apimentada, uma picanha suculenta e umas batatas roxas embrulhadas em papel alumínio, assando lentamente no calor. Estava a uns 8 metros da borda da piscina, onde o Márcio, de 32 anos, e o Diego, de 28, se divertiam com as provocações descaradas da minha esposa, Larissa, de 29 anos.

De vez em quando, eu pegava os dois lançando olhares rápidos na minha direção, como se checassem se eu estava de boa com a situação. As brincadeiras deles estavam ficando cada vez mais quentes, e eu, curioso, não resisti. As carnes estavam no ponto, o fogo estabilizado, então decidi me aproximar devagar, fingindo ajustar algo na grelha portátil que levei comigo. Quando cheguei mais perto, ouvi o Diego sussurrando com aquela voz grave:

— Caralho, que mulherão delícia essa. Ela provoca a gente e eu fico louco pra meter.

Larissa, com um sorriso safado nos lábios, respondeu sem pudor:
— Pois é, meu tesudo. Estou com a buceta pegando fogo de tanto tesão. Se você jurar que vai meter com cuidado, eu deixo esse teu pauzão me comer inteira. Mas se eu mandar parar, você para, hein? Não quero sair daqui com o cu todo arrombado.

Márcio, que já estava com a mão enfiada entre as coxas dela, esfregando os dedos na xota melíflua, riu e disse:
— Eu vou meter primeiro, senão esse cavalo aí te rasga com essa rola monstra. Eu gosto de bucetinha apertada, e a tua ainda tá uma delícia.

Larissa puxou o rosto dele e deu um beijo molhado, cheio de língua, antes de provocar:
— Tu já vai me deixar bem frouxa com esse cacete grosso, seu safado gostoso.

Foi aí que eles perceberam que eu tinha me sentado numa cadeira de praia ali pertinho, assistindo tudo com um misto de tesão e curiosidade. Larissa me encarou, os olhos brilhando de malícia, e jogou:
— E aí, corninho? Já sacou que tua esposa tá uma puta tarada hoje? Louca pra dar pra esses machos roludos. Tu curte me ver assim, né?

Eu sorri, sentindo o pau pulsar na cueca, e respondi:
— É o que eu mais amo, Larissa. Sempre sonhei com você assim, toda safada, se jogando no tesão sem vergonha.

Márcio, já à vontade, voltou ao seu jeito de macho alfa e disse:
— Mano, só quem já sentiu esse fogo de ver a esposa dando pra outro entende a adrenalina. Tu é um sortudo do caralho por ter uma mulher como a Larissa.

Eu ri e rebati:
— Sortudo é você, seu filho da puta, que nem mulher tem e ainda come essa gostosa com meu aval. E eu sei que tu vai aproveitar cada segundo, seu tarado nojento.

Ele deu uma gargalhada e retrucou:
— Só uma foda de vez em quando não mata ninguém. Tu tem essa vadia todo dia pra te chupar.

Larissa, enquanto isso, deixava o Márcio chupar seus peitos fartos, mordendo os mamilos com vontade, enquanto ela apertava o pau dele por cima do short, gemendo baixinho:
— Adoro quando tu mama meus peitos assim, seu cachorro.

Com a outra mão, ela segurava a rola imensa do Diego, um negão de tirar o fôlego, e de vez em quando virava pra deixar ele chupar também. O pau do Diego estava duro como pedra, grosso, cheio de veias saltadas, uma visão que fazia meu coração disparar de tesão. A cena estava pegando fogo, e minha esposa parecia cada vez mais uma puta descontrolada, pronta pra se soltar ainda mais. Meu pau dava chutes na cueca, louco de vontade, enquanto eu via Larissa se entregar como nunca.

Márcio tirou a mão do meio das coxas dela e mostrou os dedos brilhando, ensopados do mel que escorria da buceta dela. Ele riu alto:
— Olha isso aqui, porra! Tá encharcada, pingando melzinho dessa xota gulosa.

Larissa, com a voz rouca de tesão, respondeu:
— Tô louca pra sentir esse teu pau me rasgando. Vem me foder agora, seu puto, pra esse corninho ver outro macho arrombando a esposa dele. Ele ama, ficou tarado da última vez que tu me fez gozar nessa rola grossa.

Era o sinal que o Márcio precisava. Ele se levantou, o pau duro apontando pra frente, e ficou bem na cara da Larissa. Ela agarrou a rola com as duas mãos, deu uma lambida lenta na cabeça, me olhando com cara de vadia, e eu assistia, hipnotizado. Na minha cabeça, eu pensava: “Sempre soube que ela tinha esse fogo de puta dentro dela. E isso me deixa louco de tesão.”

Ela começou a chupar o pau do Márcio, enfiando até onde conseguia, babando tudo. Tirava da boca, mostrava a cabeça melada de saliva e me provocava:
— Olha que delícia essa pica, amor. Tá gostando?

Eu só acenei, o tesão me dominando. Ela sabia que me deixar louco era parte do jogo. Depois de chupar um pouco, ela puxou o Diego pelo pauzão e o fez ficar de pé ao lado do Márcio. O negão entendeu na hora o que ela queria. Larissa lambeu a cabeça da rola dele, gigante como uma maçã madura, e murmurou:
— Que pauzão desgraçado. Me deixa com a buceta piscando de vontade.

Diego gemeu, os olhos vidrados nela:
— Essa mulher é um tesão dos infernos! Linda pra caralho!

Ela alternava entre lamber o pauzão do Diego e engolir a rola do Márcio, os dois gemendo alto, o ar cheio de suspiros e cheiro de sexo. Larissa se ajeitou, abriu bem a boca e tentou engolir a cabeça do pau do Diego. Era tão grande que mal cabia, mas ela chupava com vontade, dava beijinhos na glande e provocava o Márcio:
— Só de ver esse pauzão preto, com essa cabeça gigante, eu fico toda molhada. Mas será que cabe na minha bucetinha apertada?

Márcio riu, cheio de si:
— Claro que cabe, sua vadia gulosa. Por isso trouxe o Diego. Quero ver teu rabo rebolando pra engolir essa tora. Mas eu vou te foder primeiro.

Larissa, ansiosa, empurrou o Diego pra se deitar na espreguiçadeira e se ajoelhou entre as pernas dele. Chupava a cabeça do pauzão como se fosse um picolé, enfiando na boca enquanto punhetava a base grossa. Eu assistia, o tesão me consumindo, quase gozando só de olhar. Márcio se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas com as mãos e começou a lamber da buceta até o cuzinho, arrancando gemidos altos dela. Larissa parou de chupar e provocou:
— Isso, lambe gostoso, seu cachorrão tarado. Vou ser tua cadelinha hoje.

Márcio ficou ainda mais animado. Levantou-se, pegou o pau duro e começou a esfregar na entrada da buceta melíflua dela, espalhando o caldo que escorria. Ele me olhou de lado e disse:
— Porra, André, olha essa tua esposa! Além de gostosa pra caralho, é uma puta safada. Vou viciar nessa vadia.

Eu pensei que, se fosse ciumento, podia ter pirado com isso. Mas resolvi levar na boa e respondi:
— Aproveita enquanto eu deixo, seu filho da puta. Não vai ser todo dia.

Ele riu e prometeu:
— Vou fazer essa cadelinha gozar até implorar por mais. Tu vai ver.

Segurando firme nas ancas dela, ele encaixou o pau na buceta e foi enfiando devagar. Larissa gemia, rebolava e pedia:
— Mete logo, tô louca pra sentir essa rola me abrindo.

Ele empurrou, ela rebolou, e logo o pau estava todo dentro, enquanto ela chupava o Diego com vontade. Márcio começou a socar forte, o som molhado da buceta ecoando: “Ploc, ploc, ploc”. Larissa tremia, quase gozando, e o Diego gemia alto:
— Fuck, yes! So good!

De repente, um peido alto escapou dela, e todos riram. Ela, sem vergonha, disse:
— Desculpa, foi o tesão mexendo com tudo aqui dentro!

Márcio gozou forte, enchendo a buceta dela, e o Diego explodiu na boca dela, a porra escorrendo pelo queixo. Larissa caiu de quatro, ofegante, e veio me beijar, a boca ainda melíflua de porra. Eu provei, excitado, e ela sussurrou:
— Gostou do gostinho, corninho? É pra você sentir o que eu sinto.

Depois disso, ela se jogou no Diego de novo, querendo mais. Encaixou o pauzão na buceta, gemendo de dor e prazer:
— Caralho, tá me rasgando, mas eu quero!

Márcio, não satisfeito, lubrificou o cu dela e meteu por trás, enquanto ela gritava:
— Ai, meu cu! Tá doendo, mas fode, fode mais!

Eu me juntei, metendo na boca dela, e gozamos juntos numa explosão de prazer. Depois, exaustos, fomos pra piscina. Larissa, toda dolorida, confessou:
— Meu cu tá ardendo, mas valeu cada segundo. Quero mais em breve.
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