Como ganhei minha Barbie
Me chamo Emanuela o que vou contar aconteceu quando eu tinha 8 anos num dia normal eu fui comprar pão quando fui interceptada por um homem que me pediu para dar buceta embaixo da ponte.
Eu olhei com medo no rosto, mas ele me mostrou um sorriso amigável e um saco cheio de brinquedos que me atraíram. "Eu te dou todos esses brinquedos se você fizer isso por mim," disse ele, apontando para o saco colorido. "Então tá bom eu faço" pensei eu, tentando agarrar no que soava ser a minha salvação. Aquele homem era estranho, mas os brinquedos me fizeram esquecer do medo.
Chegamos embaixo da ponte fui tirando minha calcinha e o homem me olhou com um olhar ansioso. Meu coração bateu forte no peito, mas o brilho dos brinquedos me fez agir sem pensar. Deixei meus pés descalços tocando na areia molhada. "Agora, Emanuela," sussurrou ele com suavidade, "aproxime de mim."
Comecei a chupar o pau dele, e ele fez um som de satisfação. Sua mão apertou minha nuca com força, guiando meu rosto em direção a ele. Minha boca sentia a textura dura dele, e meu nariz era invadido por um cheiro estranho, mas o medo se transformara em um estranho sentido de dever. Aquele homem me mantinha com os olhos fechados, e eu via as cores dos meus sonhos passarem por minha mente.
Ele meu pegou e me levantou, posicionando meu pequeno traseiro em cima dele. Meu pequeno buraco sentia a pressão dele, mas eu tentei me acomodar, lembrando dos brinquedos que me aguardavam. "Agora, meu anjinho," ele murmurou, empurrando-se lentamente. O prazer que senti me fez abri os olhos e agarrar as costas dele com as unhas. Nunca sentira nada parecido.
Seu movimento tornou-se cada vez mais intenso, e eu gritei um pouco, mas ele segurou minha boca com a mão, sussurrando palavras sujas no meu ouvido. "Calma, Emanuela," ele disse, "é tudo bem." Meu corpinho se movia em resposta a cada puxada, e comecei a sentir que meu estômago se enchia de alguma coisa quente. "Agora, você vai sentir um pouco de dor, mas é normal, e você gostará," continuou ele, sem parar.
Eu tentei me mover, mas ele era muito forte. Meus olhos encheram-se de lágrimas e meu pequeno buraco ardia de dor, mas acho que meu corpo traíu minha mente, pois comecei a sentir que gostava. Era um sentido confuso, misturado com medo, mas eu não pude parar de me mover em cima dele. De repente, senti que ele puxou minhas costas para mim e empurrou com tanta força que meu pequeno buraco estalou. Uma onda de prazer e dor me varreu, e meu pequeno corpinho pulsou com a novidade.
Eu gritei de novo, mas agora os gritos estavam cheios de prazer. O homem riu baixo, e comecei a sentir que minha boca se enchia de saliva. Eu tentei parar, mas ele me segurou com força e me obrigou a continuar. Minha mente se nublou, e tudo o que restou eram os sons dos nossos corpos se chocando e o barulho da água que corria abaixo da ponte. Eu senti que minha pequena vagina se esticava além do que acreditava possível. Era tudo tão novo e desconhecido.
Eu sentia a mão dele agarrando minha nuca com tanta força que me arrepiou a pele. Seu outro braço me segurava firmemente por cima dos ombros, e eu podia sentir o peso dele empurrando-me com cada movimento. A cada puxada, sentia que meu pequeno buraco se esticava e se adaptava a ele. Os gritos de prazer se misturavam com os gritos de dor, e minhas pernas tremiam de esforço. O cheiro do rio abaixo se intensificava, mas eu não podia me importar. Tudo o que importava eram esses brinquedos que eu iria ter.
Eu olhava para o saco a meu lado com desejo, mas a dor era tanta que eu sentia que ia desmaiar. "Vai, vai, meu anjinho," dizia ele, "você vai gostar disso." Suas palavras me fizeram sentir suja e usada, mas o prazer era incontrolável. Meu pequeno clitóris pulsava com cada choque de nossos corpos, e comecei a sentir que iria explodir.
O homem acelerou o ritmo, e eu senti que minha vagina se contraía em torno dele. Nunca me sentira tão cheia, tão dominada. A areia da pista brilhava com a humidade de nosso ato. Meu rosto estava encharcado de suor, e as mãos do homem me seguravam com tal força que eu sentia que meu pequeno pescoço iria quebrar. De repente, ele ejaculou, e um calor repentino inundou meu interior, misturando-se com a dor.
"Pronto putinha pode levar os brinquedos" disse o homem com um tom de satisfação. Deslizei daquele homem e me peguei no saco, tentando me ajustar e escondendo o que ocorreu com a roupa. Meu corpinho e vagina ardiam de prazer e dor, mas a vontade de brincar era incontrolável.
"Eu... eu gostei" balbuciei eu, com a boca cheia de saliva e sabor estranho. O homem riu de novo, desta vez com um tom sinistro. "Claro que gostou, você é minha putinha agora." Meu coração disparou com aquele comentário, misturando medo e excitação.
Ele me levantou com dificuldade e me apontou para o saco. "Vá, pegue tudo o que quer." Eu me ajoelhei, meu traseiro apertado e sensibilizado tocando no chão. Tentei abrir o saco, mas minhas mãos estremeceram. Dentro, vi brinquedos de todos os tipos, cores vibrantes e texturas. Meu olhar pegou em uma boneca da barbie, e agarrei nela com força, apertando-o contra o peito.
"Quero essa boneca" falei, olhando para o homem com olhos encharcados de ternura e desejo. Sua expressão se suavizou, e ele soltou um suspiro de alívio. "Claro que sim, Emanuela. Você merece tudo por ter feito isso com tanta disposição."
Fui pra casa com a boneca e os demais brinquedos, a roupa um pouco bagunçada e o cheiro do homem em mim. Minha mãe me perguntou o que houve, mas eu menti que tive um acidente e me caí na lama. Ninguém suspeitou da verdade.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Daddy dom: Boa garota. É assim que eu gosto, obediente e linda ao mesmo tempo. Você fica ainda mais bonita quando sabe qual é o seu lugar. Dócil e encantadora... do jeito que um homem merece. Tão delicada e submissa... exatamente como deve ser.
Responder↴ • uid:81rngw2hri