As lições de sexo
Este é o 2.º conto, ainda virgem, e o meu 1.º contacto com outra rapariga.
Eu tinha 13 anos e já tinha dado um passo grande iniciando-me sexualmente com o médico que me desflorou o ânus. Doeu muito, chorei, sangrou não só na 1.ª vez como na segunda em que ele me montou, mas eu estava a gostar. Jorge era devasso e isso numa menininha como eu, curiosamente, não afastava e excitava-me mais e mais, nada me fazia recuar, que não fosse perder os três da minha coninha, eu gostava quando ele me regava com o seu mijo quente e mais ainda quando o esguicho amarelo apontava para a minha ratinha - sentia um frenesi-. A ideia de me ver com uma “igual”, mulher com mulher, não sabia como agir, deixei-me envolver pela Clô, era macio o seu corpo e ela começou a lamber-me o pescoço, desceu para os bicos o que me deu imenso prazer, fazendo-me relaxar e abri as pernas, deixei a posição defensiva e fechada em que me encontrava. Deixei rolar e entreguei-me a ela que sabiamente me foi lambendo até chegar à criquinha e fazer arrepiar com a sua língua. “Que coninha mais delicada, e está intocada”, disse.
“Ela quer ficar intocada, penso que nem é medo, já me deu o cu”, disse o Jorge que se masturbava, de pernas abertas e ar vicioso.
Ela abriu-me mais as pernas e lambeu-me a rachinha virgem e o cuzinho, que bem eu estava, deitei-me para trás e ela continuou começando a enfiar-me um dedo e depois dois na argola anal, o que me fez dar um gemido de prazer, “Aiiii!”. Comecei a gostar e timidamente e fui retribuindo as carícias da Clô e os beijos de língua. Procurei lamber-lhe a cona coberta de um pelinho macio entre o qual deslizei a língua á procura do grelo e sentindo-a molhadinha atrevi-me a enfiar os dedos, dois, que escorregaram fácil, “Aprendes depressa”, disse-me a Clô acrescentando, “Se ela continua assim vou querer caralho, Jorge tu guarda-me esse leitinho”. O Dr. continuava na cadeira tocando-se, até que se levantou e na sua voz forte disse: “Acabou! Já ouvi o sinal de alerta, afasta-te Val, que preciso de foder a cona da nossa amiguinha”. A Clô esticou-se na cama, eu dei um salto e saí, com as mãos molhadas do sumo dela, e o Dr. aproximou-se e de um só golpe enfiou o caralho na cona dela, que até me arrepiei.
“Isso, sou tua Jorge, mete todo, até o sentir no meu útero, ai que gozo me dás cabrão, fode a tua putinha, isso, aiiii, aiiii que gozo, isso fustiga-me com essa piça, galga-me toda meu cavaleiro. Uiii, que gozo me estás a dar”, e neste momento, o Dr. vira-se de modo a deitar-se, a Clô acompanha o movimento, e cavalga no caralho dele. Eu estava de boca aberta face aquela foda, como ele era ágil e durão ao mesmo tempo, como ele gemia, “aguenta bebé, deixa enfiar todo, isso querida aperta a coninha no meu caralho, vai filhinha, daqui a pouco há fogo de artifício” e ela “Vai isso enche-me toda! Meu macho, Ui como estou a gostar, Aiii, caralho, puta que te pariu cabrão, vou gozar” e ele “isso querida vem-te que te inundo em seguida, aiiii, Urrrr, Uruurr”. Urrava de prazer. Eu brincava com os dedinhos na minha bucetinha virgem e com poucos pelinhos, mas sentia-me escorrer”. Eu estava a gozar só de ver, ver e aprender.
Que tempos deliciosos, mas vim para casa refletindo que devia perder os três do meu pipi e gozar como a Clô gozou.
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Comentários (1)
Ana Moreira: Bela continuação! realmente confirma-se que apesar de seres bem novinha, não te prejudicou nem física nem mentalmente! Calculo que tenha sido os princípios de uma bela vida sexual....
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