O assalto
Nem sempre, num assalto, o maior prejuízo é financeiro.
Bruna acordou ao sentir uma mão tampando sua boca e, ao abrir os olhos assustada, o que viu a deixou em pânico: seu marido Marcelo estava amarrado e amordaçado, sentado no chão do quarto, onde três homens desconhecidos a olhavam de armas na mão.
- Quietinha! Se gritar seu marido aqui vai pagar o preço! - disse um deles, com a arma encostada à cabeça de Marcelo.
Bruna sequer se mexeu, paralisada de medo, e ao perceber que a tinha sobre controle, o homem que tampava sua boca, um homem de cerca de 40 anos, branco e com certo sobrepeso, tirou a mão devagar, dizendo num tom de ordem:
- Levanta.
Ela hesitou, pensando em como tirar a coberta sem deixar seu corpo à mostra por baixo da camisola transparente, mas bastou um tapa de um dos bandidos na cabeça de seu marido que ela deu um pulo da cama, cobrindo o corpo com as mãos da melhor forma que podia.
Bruna não era mais a jovem linda que fora um dia. Já tinha 32 anos e, depois do casamento, há cerca de cinco anos, engordou um pouco e, com as dificuldades financeiras depois que o marido perdeu o emprego, não tinha como se cuidar muito. Mas, apesar disso, ainda era bastante desejável, com seios médios para grandes um pouco flácidos mas ainda atraentes e um bumbum largo e carnudo. Seus olhos verdes adornavam um rosto bonito, que o cabelo pintado de vermelho emoldurava com perfeição.
- Fiu, fiu... - assobiou o homem branco de meia-idade, dizendo aos outros: - É, parece que tiramos a sorte grande!
Marcelo, o marido de Bruna, se agitou no chão, tentando se desvencilhar das cordas, mas logo levou um chute do homem negro e forte que estava ao lado dele, que disse:
- Quietinho aí, porra! Não adianta querer bancar o herói agora, depois de ter se deixado amarrar!
Bruna, por instinto, gritou para que o homem negro não machucasse seu marido, e com isso o homem de meia-idade virou a mão com toda a força em seu rosto. O estalo do tapa ecoou no quarto, e Bruna caiu sobre a cama, atordoada, as lágrimas rolando pelo rosto. Enquanto isso, sem marido parecia um bicho amarrado, tentando de todas as formas se desvencilhar das cordas, mas sem sucesso.
Calmo, o homem de meia-idade, que claramente era o chefe do
- Pode ser com violência ou sem violência. O que você prefere?
Os olhos de Bruna, cheios de lágrimas, o fitaram, enquanto ela respondia:
- Por favor, por favor... Leva o que vocês quiserem... Mas isso não...
- Vai ser com violência, então?
Bruna não segurou mais o choro ao perceber que não havia nada que pudesse fazer, e baixou a cabeça.
- E então? - insistiu o homem - vai cooperar?
Sem levantar o rosto, ela balançou a cabeça, vencida, dizendo que sim.
O chefe fez um sinal para o terceiro homem, um rapaz de 20 anos forte e baixo, e disse:
- Prende o herói ali naquela cadeira pra gente ficar mais à vontade.
Enquanto o rapaz carregava o marido de Bruna até a cadeira, o chefe se sentou na cama, passou as mãos nos cabelos dela e disse:
- Ajoelha aqui na minha frente.
Bruna chorava copiosamente e, como não se mexesse, o homem a puxou pelos cabelos, a fazendo virar para ele, e deu três tapas em seu rosto:
- Ajoelha, porra!!!!
Tremendo, ela obedeceu e ele disse calmamente:
- Agora tira minhas calças.
Marcelo se debatia, agora amarrado na cadeira, enquanto os dois comparsas olhavam aquela cena com interesse. Bruna, com as mãos tremendo, começou a desabotoar as calças do homem e, quando o fez, ele levantou o corpo da cama para que ela as puxasse para baixo. Fez então um gesto com a cabeça para que ela tirasse também as cuecas, o que ela fez hesitante, evitando olhar para o membro já rígido do homem que saltou assim que se viu livre das roupas.
O homem chutou as calças e as cuecas para o lado, abriu um pouco as pernas, e colocou a mão no queixo de Bruna, dizendo:
- Você sabe exatamente o que fazer. E nem pense em encostar um dente que seja em mim, senão o babaca ali vai pagar - disse, apontando para Marcelo.
Bruna finalmente olhou para o membro do homem e, lutando consigo mesma, lentamente esticou um dos braços em direção a ele. Quando finalmente segurou o mastro do homem com suas mãos de unhas pintadas de vermelho, ele soltou um suspiro e, já sem paciência, colocou as duas mãos na cabeça de Bruna, empurrando para baixo, e disse:
- Chupa, sua vadia!
Bruna fechou os olhos e, sem opção, abriu a boca e envolveu aquele pênis, o primeiro, sem ser do marido, que ela chupava em quase dez anos. Enquanto isso, o homem, usando os cabelos pintados de Bruna como se fossem uma guia, puxava sua cabeça para cima e para baixo, a obrigando a engolir seu pau cada vez mais fundo.
- Hum... Assim, sua puta... Isso... Agora passa a língua por baixo... Assim, vagabunda! Olha pra mim, porra! Abre esses olhos!
Bruna abriu os olhos e, através das lágrimas, viu o rosto de prazer do homem, que a olhava com desejo. Enquanto isso, Marcelo chorava, vencido, a alguns passos da cama, sentado na cadeira à qual estava amarrado.
O homem fez com que Bruna o chupasse por pelo menos dez minutos, até que, repentinamente, puxou seus cabelos para cima e a beijou com vontade. Com medo e não querendo apanhar de novo, Bruna retribuiu o beijo, enquanto as mãos do homem percorriam seu corpo até pararem na sua bunda carnuda.
De repente, o homem levantou da cama e, a puxando pelos cabelos para que também se levantasse, disse:
- Tira a roupa.
A "roupa" era, na verdade, a camisola e a calcinha, mas ainda assim Bruna se desesperou, sabendo o que iria acontecer em breve. Como ela não se mexeu, o homem novamente levantou a mão para dar um tapa em seu rosto, mas ela se protegeu a tempo. Irritado, ele deu um soco em sua barriga, a fazendo se dobrar, e fez um gesto para o jovem, que deu um outro soco em Marcelo.
- Não, não, para com isso!!!
- Vamos parar se você obedecer. Tira a roupa, caralho!!!
Tremendo da cabeça aos pés, Bruna olhou para o chão e lentamente tirou a camisola e, depois, hesitou um pouco a tirou a calcinha.
- Abaixa os braços!
Bruna abaixou, deixando os seios à mostra, e enquanto a admirava o chefe do banco disse:
- Os peitos já estão meio caídos, mas dão pro gasto. Já essa bunda... Tá meio flácida, mas é uma delícia!
Fazendo um sinal para o homem negro, disse:
- Tira a roupa e deita aí. Tú vai por baixo, eu vou por cima. E você - disse, olhando pro mais jovem - começa com um boquete. Depois a gente troca!
Bruna arregalou os olhos ao perceber que os três pretendiam usá-la ao mesmo tempo, mas nem teve tempo de protestar. O negro em segundos estava deitado, seu pau bem maior do que o do chefe do bando em riste, e após lubrificar o pênis com um lubrificante que certamente trouxera com ela, a puxou para cima dele.
- Enfia na buceta, sua puta!
Bruna não se mexeu, e o homem negro segurou seus dois mamilos e apertou com toda a força, a fazendo gritar:
- Enfia na buceta, porra!!!
Chorando muito, Bruna lentamente esticou o braço, segurando o pênis do negro, e o guiou até sua vagina, sentando devagar. Não estava acostumada a um pênis daquele tamanho, e foi descendo pouco a pouco até que o chefe do banco, por trás, a empurrou de uma só vez enquanto a fazia deitar sobre o negro, expondo seu ânus.
- Aaaiii!!!! Aaaai, devagar, por favor!!!!
- Cala a boca, porra! - Disse o negro, segurando seu corpo para baixo enquanto o mais velho, com o pênis já lubrificado, enfiou dois dedos cheios de lubrificante íntimo no ânus de Bruna, causando ainda mais dor.
Marcelo já tentara diversas vezes fazer sexo anal com a esposa, mas ela nunca permitiu, dizendo que iria doer. Agora, sabendo que o primeiro a penetrar seu ânus seria aquele homem, se arrependia amargamente.
O mais velho se posicionou por trás e, apontando o pênis na entrada do cú de Bruna, segurou seus ombros e foi empurrando devagar.
- Aaaai... Aiii, por favor, tá doendo, tá doendo!!!!
- Cala a boca, sua piranha! Vai levar pau no cú, sim! Aguenta!
Bruna chorava e grunhia, sentindo como se os dois membros se tocassem dentro dela, separados apenas pela pele entre sua vagina e seu ânus. Em três estocadas, o velho já estava com o pau inteiro dentro dela, e a dor era quase insuportável, mas piorou ainda mais quando ambos, o negro e o velho, começaram a se mexer, entrando e saindo, cada vez mais rápido, a fazendo chorar de dor.
Enquanto isso, o mais jovem subiu na cama e, ficando de pé em frente a ela, colocou o membro à sua frente. Sem resistir mais, completamente vencida, ela abriu a boca e o engoliu, sem sequer precisar chupar porque o próprio rapaz passou a fuder sua boca com vontade, como se fosse uma buceta.
Tudo o que se ouvia no quarto eram os grunhidos dos três homens, o choro de Bruna e Marcelo, e os sons molhados dos membros entrando e saindo do corpo de Bruna, ocupando seus três buracos. Isso durou vários minutos, até que o mais jovem segurou seus cabelos e disse:
- Vou... gozar, sua cadela!!!! Bebe tudo!!!!
O negro, embaixo dela, disse ameaçador:
- Se pingar uma gota em mim eu te mato de porrada, sua piranha!
Bruna jamais tinha deixado o marido gozar em sua boca e nem mesmo no seu rosto mas, apesar disso, se concentrou como pode e, ao sentir o primeiro jato quente na boca, começou a engolir sem pensar em mais nada.
- Aiiii, caraaalhooo!!! Bebe essa porra, sua prostituta!!! Bebe teu leite, piranha!!!!!!!!
O jovem parecia enlouquecido, e Bruna, de olhos fechados, engolia jato após jato, sem respirar, até ele finalmente terminar e, esgotado, descer da cama e sentar no chão. O negro, ao olhar para o rosto de Bruna molhado de lágrimas e com um pequeno fio de porra escorrendo pelos lábios, também não aguentou mais e gozou fundo na buceta de Bruna, dizendo:
- Toma minha gala, sua gostosa, sua vagabunda, sua piranha!!!!! Toma tudo!!!!!!!
Bruna, com a buceta ardendo do tamanho do pênis que a invadia, sentiu os jatos quentes a inundá-la por dentro, enquanto agradecia mentalmente estar tomando pílulas anticoncepcionais. O gozo do negro demorou ainda mais do que o do jovem mas, quando ele terminou, puxou Bruna para cima, apesar do pau do mais velho ainda estar fudendo seu cú, e se levantou como pode, dizendo:
- Termina de limpar meu pau!
Bruna olhou com nojo para aquele membro semi-flácido mas, sem alternativa, abriu a boca e chupou o resto de seu próprio suco, do lubrificante e da porra do negro, engolindo tudo.
Assim que o negro desceu da cama, o mais velho empurrou Bruna para a frente e, deitando sobre ela, disse em seu ouvido:
- Deu pra sentir que seu cuzinho era virgem... Agora, ele vai receber a primeira gozada!
E, dizendo isso, gozou fartamente, enchendo o terceiro buraco de Bruna de porra naquela noite, enquanto puxava os cabelos pintados de vermelho com força, dizendo:
- Olha pra mim, vagabunda!!! Olha pro primeiro macho que gozou no seu cú!!!!!
E Bruna olhou, as lágrimas já secas, sabendo que aquilo era só o início de uma longa noite.
Comentários (7)
Seissa: Delícia de gosto, gozei gostoso me imaginando no lugar dela
Responder↴ • uid:1dkqi7szb7ggcDone: Será que ela realmente não gostou qual mulher casada nunca se imaginou dando pra mas de um machos ao mesmo tempo [email protected]
Responder↴ • uid:1dq8m0ra5m59xKyly: Meu sonho é ser estrupada dessa forma, enquanto meu namorado assiste sem poder fazer nada, rs
Responder↴ • uid:8kqvj3f142iBruh: Opa então vem . @Silwaneol
• uid:1d04s2b46pvi0Mamãe putinha: Que delícia meu sonho ser usada assim
Responder↴ • uid:g62bi9b0aoEletricista9: Eu como você só ligar safada puta gostosa
• uid:6stwyka6v39Bruh: Vem estão safada. @Silwaneol
• uid:1d04s2b46pvi0