#Incesto

Acidentes acontecem!

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Ei, galera, sou o André, um cara comum de São Paulo que nunca imaginou que uma festa à fantasia no Rio de Janeiro mudaria tudo. Minha irmã Juliana, quatro anos mais velha, sempre foi a rebelde da família, pegando fogo com namorados enquanto eu ficava na minha. Crescemos brigando, mas viramos amigos. Ela tem um corpo que para o trânsito, e eu admito que já me excitei olhando pra ela, mas nunca passei da linha. Casei com a Camila, minha gata perfeita, loira e safada, e a vida tava ótima. Até que uma festa na mansão dela em Ipanema virou um caos erótico acidental, cheio de suor, tesão e incesto proibido. Registrei tudo com câmeras escondidas que uso pras minhas aventuras secretas, e agora conto pra vocês, com detalhes sensoriais que vão deixar vocês loucos. Foi selvagem, errado, mas inesquecível, e me faz pensar no que pode rolar no futuro – será que a gente resiste ou mergulha de cabeça nessa loucura?

Às vezes a vida joga umas curvas que ninguém espera, né? Tipo, do nada, você tá no meio de uma bagunça quente que muda tudo. Minha irmã Juliana tem 28 anos agora, quatro a mais que eu, e a gente nunca foi daqueles irmãos grudados. Éramos mais como gatos e cachorros, brigando por besteira o tempo todo, tipo quem usa o banheiro primeiro ou quem pega o último pedaço de pizza. Mas conforme fomos crescendo, viramos parceiros de confidências. Juliana era a típica adolescente fogosa; flagrei ela mais de uma vez dando uma rapidinha com os caras dela na casa dos nossos pais, em Pinheiros, São Paulo. Eu ficava quietinho, mas ela sabia que eu sabia, e às vezes dava um sorrisinho safado pra mim.

Teve épocas que acho que ela curtia me provocar, tipo gemendo alto quando transava sabendo que eu tava em casa. Entendo o porquê dela ter tanto boy por aí – o corpo dela é daqueles que faz qualquer um babar, tipo uma modelo de revista adulta. Aos 18, ela já ostentava uns peitos fartos, copa D, com uma cinturinha fina que destacava tudo. O cabelo castanho comprido, ondulado, só realçava o pacote. Meus amigos viviam zoando: "Cara, sua mana é uma delícia, hein?". Eu sou só um ser humano, e confesso que olhar pro corpão dela me deixava duro como pedra, mas sempre lembrei: ela é sangue do meu sangue, não rola.

Eu odiava ver todo mundo babando por ela, achando ela a rainha da pegação, enquanto eu, com minha aparência normalzinha, tinha que ralar pra arrumar uma gata. Mas isso me ensinou a tratar bem uma mulher, a dar prazer de verdade, sabe? Juliana pulava de um boy pro outro sem aprender a escolher direito, porque nunca precisou – os caras caíam aos pés dela.

Anos depois, casei com uma mina incrível, a Camila, que amo de paixão. A gente é alma gêmea, mal posso esperar pra ficar velhinho do lado dela. Ela tem 26 anos, loira platinada com cabelo até a bunda, inteligente pra caramba, adora uma sacanagem e é sexy que só. Juliana, por outro lado, casou três vezes em cinco anos, sempre entre um bonitão babaca e outro pior.

Aí começa minha loucura de verdade. Faz um mês, Juliana me ligou convidando eu e Camila pra uma festa à fantasia na mansão dela em Ipanema, no Rio. Ela ganhou essa casa de luxo do ex-marido rico, e queria bagunçar geral. Não via ela desde o último divórcio, e achei que ia ser divertido. Camila tinha uma fantasia de enfermeira safada que eu pirava, e eu ia de médico chique. Coloquei um terno elegante, estetoscópio no pescoço, maleta preta de couro, parecendo um doutor de Copacabana.

Foi dureza me vestir olhando pra ela. O vestido era decotado pra cacete, realçando os peitos dela, que balançavam convidativos. Não aguentei, abracei pela cintura e apertei aqueles globos macios, beijando o pescoço dela com mordidinhas leves. Ela empinou os peitos na minha mão, e senti meu pau pulsar nas calças, o cheiro dela de perfume floral misturado com excitação me deixando louco.

"Calma aí, amorzinho... senão a gente nem sai", ela ronronou, com voz rouca.

"Vai, tira o sutiã, por favorzinho", implorei, já ofegante.

"Se eu tirar, os bicos vão aparecer através do tecido fininho", ela disse com um sorrisinho malandro que me derrete. "E o que sua irmã ia pensar de mim assim?"

"Você conhece a Juliana, ela vai estar vestida pra matar, pode crer", retruquei.

"Tá bom, você ganhou. Vou tirar", ela cedeu rápido, e percebi que a safada tava só esperando o convite.

Fiquei olhando como um bobo enquanto ela soltava o sutiã, os peitos saltando livres, os mamilos rosados endurecendo no ar fresco. Meu coração acelerou vendo eles pressionando o tecido transparente; contra a luz da janela, dava pra ver tudo, a auréola escura contornando os bicos duros. Esperava que ela não notasse o quão revelador era, porque eu adoro exibi-la, mas não sabia se ela topava se soubesse o show que tava dando.

"Ô, delícia, você é a coisa mais tesuda que já vi", falei, passando os dedos no tecido sedoso sobre os mamilos, sentindo eles intumescidos. Ela tava excitada pra caralho, os olhos brilhando, os lábios úmidos.

"Vamos, amor, a gente tem tempo pra uma foda rápida", quase supliquei, o pau latejando.

Deslizei as mãos pela curva dos peitos dela, acariciando o pescoço e o cabelo com o rosto. A gente tá casado há anos, sei exatamente como ligar o motor dela. Comecei lambendo a orelha, mordendo de leve, enquanto descia a mão pra apertar a bunda redonda e firme. Entre os mamilos duros, a bunda macia e as mordidas, sabia que ela ia cair.

Ela tava derretendo na minha frente, querendo tanto quanto eu, quando o telefone tocou. Tentei ignorar, beijei mais forte, segurei ela nos braços. Ela se afastou e atendeu, ofegante, enquanto eu brincava com o mamilo. Era a irmã dela, a Elisa, passando mal, vomitando tudo, marido viajando, precisando de ajuda com os filhotes de 10 meses e 2 anos.

"Sei que você queria que eu fosse contigo, mas ela precisa de mim", Camila disse, triste, a boca franzida.

"Vai pra festa e eu te recompenso, prometo", ela piscou maliciosa.

"Vai ajudar ela, vai", falei, fingindo pena. "Vou sozinho."

Ela desligou e começou a se despir, eu ainda duro olhando pra ela. Meu pau tava que nem rocha, querendo ela agora. O sangue subia todo pro pau, cérebro vazio. Mordi o pescoço dela de novo, sentindo o gosto salgado da pele.

"Ahhh, para com isso, depois a gente faz", ela sorriu arrependida.

"Vai, por favor, não aguento esperar", implorei.

"Você aguenta sim... e pra te motivar, quando voltar, você come minha bundinha", ela disse com um sorriso largo, empinando a raba pro ar, balançando provocante.

Isso só piorou, meu pau sonhando em meter fundo nela. Ela se trocou rapidinho, pegou as chaves e saiu antes que eu pudesse argumentar. Fiquei ali, excitado, bem vestido e sozinho. Olhei o relógio, ia me atrasar se não corresse. Terminei de me arrumar e dirigi pro Rio, pensando na bunda da Camila, nos mamilos pressionando o uniforme. Quanto mais tentava esquecer, mais pensava, então foquei na estrada, no rádio tocando funk carioca.

Chegando na mansão em Ipanema, a casa tava lotada, carros na rua. Juliana abriu a porta num vestido simples, mas tava gata pra caramba, o corpo curvilíneo destacando.

"E aí, mana? Pensei que era à fantasia", falei, ajustando o estetoscópio.

"É sim, mas tenho uma surpresa louca. Comprei uma fantasia doida e tô indo vestir agora. Quem espera, ganha", ela disse, beijando minha bochecha.

"Vou me trocar. Pega uma bebida e come algo", ela correu pro quarto.

Não fiquei triste – tinha um monte de gata pra olhar. Quando digo que Juliana tem amigas tesudas, não tô mentindo. Parecia desfile de carnaval. Algumas fantasias eram safadas pra cacete; faziam a da Camila parecer freira. Uma mina de Mulher-Maravilha com tecido fininho, mamilos longos marcando, e a calcinha apertada mostrando o contorno da xota depilada, o cheiro de perfume doce no ar.

Outra de pirata, peitos enormes quase pulando do decote, bunda aparecendo na saia curta. Minha ereção tava feroz, e a solução foi beber. Peguei uma caipirinha e mandei ver; sabia que podia pegar qualquer uma ali, mas trair Camila? Nem fudendo. Então bebi e curti o visual.

A festa bombando, eu já tava além do ponto, quando Juliana acenou pro quarto dela. Olhos dela brilhavam, bêbada que nem eu. Fui cambaleando: "E aí, mana?"

"Preciso de ajuda urgente", ela disse, me puxando pra dentro.

"Como assim?", perguntei, voz arrastada.

Apontou pra uma fantasia gigante na cama: um dragão duplo, pra duas pessoas.

"Comprei pra usar com uma amiga, mas ela furou. Paguei uma nota, precisa de dois", ela quase chorou.

Era louca: uma pessoa na frente, pernas como patas, curvada com cabeça no dragão. A segunda atrás, pernas juntas, braços nas asas, criando corcova. Patas com tiras pros pés sincronizarem.

"Mana, tô bêbado pra caralho, a gente vai cair feio", ri.

"Vamos, por mim, só dessa vez", ela fez beiço, como quando éramos moleques.

"Tá bom, mas se cair, culpa sua", cedi.

"Você fica atrás, abanando o rabo", ela disse, abrindo o zíper.

Então ela começou a tirar a roupa na minha frente. Choquei: "Que porra é essa?"

"Tô de biquíni por baixo, relaxa. Não seja careta, você é casado, já viu mulher de maiô", ela disse.

O biquíni era mínimo, decote alto, mas apertado, mamilos marcando. Graças que não era fio dental.

"Tira a roupa também", mandou.

"Louca? Sou teu irmão", voz tremendo, pensamentos sujos invadindo ao ver os mamilos cutucando.

"Você tá de cueca, né? Igual maiô. E dentro dessa fantasia vai ferver se não tirar", argumentou.

Bêbado, cedi. Fiquei de cueca. Ela entrou primeiro, pernas e braços, curvou-se pra cabeça. Eu entrei atrás, pernas ao lado das dela, braços nas asas. Difícil equilibrar.

"Como fecha?", perguntei.

"Cordão na boca, eu puxo o zíper", ela disse.

Me aproximei, virilha contra a bunda dela. Zíper subiu, me prensando mais. Tava apertado, sentindo a bunda dela no meu pau.

"Acho que não dá", falei.

"Dá sim, mas arrebentei o cordão. Vamos tentar", implorou.

Bêbado, topei. Andar era um caos, devagar pra não cair. Depois pegamos o jeito. Divertido, mas eu não via nada, só pouca luz. Ela abraçava gente, eu batia asas, acertando bundas e peitos.

O atrito da virilha na bunda dela me excitava, pau crescendo. "Não, porra", pensei, tentando imaginar coisas nojentas. Mas as vozes sensuais das gatas, a bunda subindo e descendo, meu pau endureceu total.

Sabia que ela sentia, mas não parava. Quanto mais andava, mais a bunda esfregava, como uma punheta gigante. Suor escorrendo, lubrificando. Tava louco de tesão, cabeça doendo de pensar se era o atrito ou ser a bunda da mana.

Ela se curvava mais pra abraçar, bundas apertando meu pau. Depois de 15 minutos, suor encharcado, cueca molhada. Então senti algo: o laço do biquíni dela desatou, calcinha caindo.

Paramos. "Ops, problema, irmãozinho", ela riu nervosa.

Agora bunda nua no meu pau, sensação mil vezes melhor. Cada passo, nádegas puxando. Gemi, ela sussurrou: "Voltamos pro quarto antes que piore."

Mas eu tava a ponto de explodir, querendo gozar sem ligar pra nada. Bunda nua apertada, puxando minha cueca. Num passo, pau saltou da braguilha, pressionando a pele molhada.

"Ah, merda...", gemi.

"Sinto isso", ela disse sonhadora.

"Temos que voltar agora", voz tremendo.

Cheiro de suor e xota molhada inebriante. Coração acelerado, ela ofegando. Caminhada pro quarto eterna, cada passo pau deslizando na fenda, ela empurrando de volta. Temperatura subindo, talvez não só calor.

Sussurrei: "Se não sairmos logo, enlouqueço. Mais rápido."

Aceleramos, erro fatal. Passo largo, desequilíbrio, ela caiu pra frente, eu pra trás. Pau escapou das nádegas, e quando ela se ergueu, engoliu ele na xota quente.

Ela gemeu, corpo rígido, tremor. Mente embaçada, tentei sair, mas apertado. Xota como torno, respiração rápida. Ficamos parados segundos. "Pro quarto agoraaa", ela ofegou.

Cada passo, pau fundo nela, porra escorrendo. Andamos pouco, ela parou, corpo enrijecendo, gemido profundo, orgasmo tremendo, xota ordenhando.

Tremor forte, eu empurrando quadris, ignorando o errado. Pensamentos de adolescente, ouvindo ela foder, agora reais. Não parava o trem. Ela agarrou parede, outro orgasmo, eu metendo parado.

Mais passos, respiração dela louca, empurrando bunda contra mim, como querendo mais fundo. Perdidos no prazer.

Chegando na porta, outro orgasmo dela, xota apertando, eu não aguentei, gozei fundo, pulsando carga após carga. Ela gozou mais forte, corpo tremendo. Ficamos encostados, ofegantes.

Entramos devagar, pau semi-duro ainda dentro. Cheiro de sexo forte. Ela gemia alto fechando porta. Pra cama, eu metendo a cada passo, quadris como metralhadora.

Ela se inclinou na cama, abrindo mais, eu bombando forte. Gemidos altos: "Ahhh, não para. Me fode, irmãozinho, me fode! Sim, por favor, não para."

"Me usa, me possui, mas continua!", voz embargada.

Pensamento sumiu, ela balançando quadris, pau mais fundo, bolas batendo no clitóris. Ela gritou, orgasmo intenso, tecido rasgando atrás.

Costas cederam, saí da xota, escorreguei, caí de bunda puxando ela. Dor aguda no pau, depois apertado quente – entrou na bunda dela. Anal com dor, ela gritando, mas tesão maior.

Percebemos, mas bêbados, não ligamos. Ela "tentou" se erguer, mas só metia na bunda. Logo percebi: tava cavalgando de propósito.

"Fode minha bunda, pega com força", gritou.

"Quer? É tua. Enfia fundo na minha bundinha apertada", histérica.

Palavras me levaram ao limite, gozei na bunda, ela gritando orgasmo. Desmaiamos.

Acordei, pau mole saindo com plop. Empurrei tecido, rasguei mais, saí. Cueca coberta de porra. Olhei ela: cabelo bagunçado, biquíni rasgado, peitos livres balançando, xota depilada brilhando de gozo.

Ela saiu, rolou do meu lado. Olhamos minutos, eu excitando de novo, pau endurecendo. Ela se inclinou, beijou forte, língua na garganta, esfregando peitos no peito. Guiou pau pra xota, cavalgou selvagem.

Gemia, eu metendo pra cima. Mordia pescoço, puxava cabelo, enfiava peitos na cara.

"Chupa forte, morde os bicos. Por favor", implorou.

Devorei peitos sonhados anos, chupando, mordendo. Ela explodiu, xota apertando, tremores. Então puxou peito pra boca, chupou e mordeu próprio mamilo, nova onda.

Aquilo me fez gozar abandonado na xota dela. Rolamos, satisfeitos e culpados.

Vestimos em silêncio, brilho nos olhos. Ela se arrumou com toalha, sem calcinha nem sutiã, saiu pros convidados. Fiquei no chão 20 minutos, depois me vesti.

Festa acabou às 3h, dormi no sofá. Acordei de ressaca, pensando na foda incrível com mana. Errado, mas melhor da vida. "Para, cara", repetia.

Ela sentou do lado, robe frouxo, nua por baixo. "Foi a melhor foda ever. Queria você desde sempre, por isso provocava."

Atordoado, confessei: "Eu também penso nisso agora."

Abraço, robe abrindo, controlei tesão. Banho, café normal. Voltei pra São Paulo, contei pra Camila que bebi demais. À noite, foda selvagem com ela.

"Dois meses depois, Juliana ligou pra outra festa. 'Consertei a fantasia, quer dividir comigo?' Meu coração parou. Parte quer ir... e se rolar mais? Imagino noites quentes, anal dolorido mas prazeroso, peidos escapando no tesão, suor misturado, cheiros intensos. Será que vira rotina? Quero registrar tudo escondido, postar aventuras secretas.

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Ei, leitor, por favor, não esquece de dar 5 estrelas pro conto. É emocional pra mim, sabe? Compartilhar isso é como abrir a alma, e teu apoio me motiva a continuar essas histórias que tocam fundo, fazendo você voltar por mais. Valeu, de coração!

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