Coronel e Empregado PT7 - Comendo o Filho do Patrão
Guilherme decide avançar e tentar algo mais com Bento. Será que o menino aguenta a pica de Guilherme?
O dia raiou na fazenda e eu estava mais uma vez sendo o homem daquela casa. O coronel estava viajando, saiu há 8 dias e como sempre não dava notícias nem satisfação. Ele gostava de chegar de surpresa, assim como no dia que nos conhecemos. Nem pra mim o velho contava o que fazia nas viagens, tudo que sabíamos é que ele voltava cheio da grana, as vezes presentes pras crianças, mas sempre mimos pra esposa, dona Divina. Ela as vezes brinca comigo dizendo que vai dar o chifre que o Coronel tanto quer, deixando um homem em casa vigiando a mulher dele. Eu não me faço de sonso e digo pra ela que é só ela autorizar que eu mostro pra ela o que mostro pra ela o vigor da minha "juventude". Ela ri e me empurra quando vou encoxar ela na pia. Quando eu tiro a pica dura pra fora ela corre e diz que as crianças não podem ver isso. Mal sabe ela que Bento já sabe muito bem como eu sou pelado, ô muleke tesudo. Julia finge que não, mas já peguei ela me espiando diversas vezes no banho, mas quando eu pressiono ela, a menina sai correndo. Eu precisava dar o próximo passo e queria continuar o que Tião havia começado, e já que Divina fazia charme demais, decidi investir no Bento. Só mamar aquela piquinha de moleque já não me satisfazia. Bem que meu amigo Edson me advertiu: "o único problema, a meu ver, é essa saga do Guilherme quase sem uma interação sexual mais, digamos, completa"(sic). Fiquei pensativo com o comentário do cumpade. Eu tinha tudo nas mão e parecia que não estava honrando a missão que me foi dada. Precisava testar melhor os limites dessa família. Então decidi entrar em ação. Eu já estava há alguns meses de penetra no cotidiano deles e já tinha a confiança deles. Sem falar que Tião daria risada da minha cara ao saber que ainda não tinha deflorado nenhum deles. Um instinto mais bestial estava tomando conta de mim. Alguns sonhos me atormentavam da época que tive que fugir do Pará pra não ser linchado em praça pública. Por mais que o Coronel tivesse apagado meu passado, há certos traumas que ficam, e eu que jurei nunca mais encostar em uma criança se eu conseguisse sair daquela situação, estava alí, com dois PTzinhos de bandeja no meu colo, era um sinal que eu deveria continuar, afinal ninguém é inocente por aqui, não seria eu o primeiro.
Enfim, acordei de pau duro e com milhares de pensamentos. A luz do sol entrava pelas frestas da janela e iluminava levemente o quarto fechado. Olhei pra bento que dormia feito um anjo, cansado de tanto bater punheta no computador de madrugada. Em um dia comum ele mesmo viria me acordar pra ordenhar o seu primeiro leite do dia. Pensei um pouco e me livrei da cueca que me cobria e comecei a me masturbar, pensando como seria bom deflorar o cuzinho de bento logo pela manhã. Eu sempre me contentava em chupar o pinto dele na hora que ele quisesse, mas como adulto que quase já sofreu as consequências de ser pego, eu respeitava os limites do menino. Não foi por falta de pedir não, viu. Quando eu citava que queria comer seu bumbum, ele dizia que Tião fez ele sentir muita dor, e que não queria nunca mais passar por aquilo.
Empatia é foda, né? Eu me lembrava de tudo que meu pai me fez, e achava que mamar ele seria meu prêmio máximo. Não e todo homem adulto que tem a oportunidade de mamar um moleque de apenas dez anos recém completos. Mas quem provou o ótimo, não se contenta muito tempo com o bom.
Me levantei atravessei o quarto na ponta dos pés. Já era possível ouvir que Divina estava em pé e ajeitava o café como todos os dias estava acostumada. Me sentei na beira da cama de Bento e vi que o safado estava nú debaixo dos lençóis. Comecei a admirar a sua pele nua enquanto o revelava de bruços na cama. Bento agora estava peladinho e dormindo como um "anjo proibido". Era lindo admirar aquele menino de cabelos pretos ao meu dispor. Lentamente comecei a acariciar seus cabelos lisos e suas costas nuas, ninando ele com uma mão e a outra massageando meu pau. Eu ja estava babando, então peguei um pouco do meu líquido e levei até a sua bundinha com meu dedo. Eu massageava seu orifício que parecia receptivo e relaxado. Bento parecia anestesiado e cansado pois não esboçava nenhuma reação. Resolvi me deitar ao lado dele e me posicionei de conchinha. Pincelei meu pau nele, era a primeira vez que meu pinto chegava tão perto de uma bundinha infantil desde que deixei o Pará. Posicionei entre suas nádegas e comecei a procurar o caminho do seu anus. De lado estava meio difícil então subi em cima do garoto e comecei a forçar. Eu estava embriagado de tesão com aquele rabinho ao meu dispor, mas quando a cabeçona estava prestes a deslizar pra dentro Bento acordou.
-Tio Gui!, é você?
Tomei um suto e tapei a boca do moleque. -Shiiiii, calma amigão, sou eu mesmo, só quero brincar um pouco, mas fala baixo que sua mãe já acordou.
Bento ficou em silêncio de deu uma olhada pra trás e viu meu pau encaixado na sua bundinha, mas logo agarrou o travesseiro com as duas mãos.
-Tio Gui, mas você promete que não vai doer?
-Prometo bebê, vai ser rapidinho...
Ele ficou desconfiado mas enfiou seu rostinho sonolento no travesseiro. Me debrucei sobre ele, transferindo o peso do meu corpo suado no dele. Comecei a beijar seu pescocinho e sussurrava palavras de afeto no seu ouvido.
-Eu te amo bebê, eu quero cuidar de você pra sempre, você é meu amigão ou não é?
-Hurum
-Então, deixa eu entrar em você, você vai gostar...
-Mas Tião me machucou, Tio...
-Ele não queria te machucar bebê, ele só queria te amar. Mas ele é muito bruto, fez com força, eu não vou fazer assim, vou te comer bem de vagar até você acostumar, tá bom?
-Tá bom Tio Gui, mas se doer você para, tá?
-Claro bebê, eu nunca te faria mal, no início vai doer um pouquinho, mas depois você vai gostar, eu prometo.
Comecei a forçar mais minha pica contra ele. - Relaxa amigão, abre mais o cuzinho, vai...
Bento dava uns gemidinhos como se tivesse perdendo a virgindade, isso me dava muito tesão. Alguns minutos se passaram a criança já estava mais receptiva com meus carinhos e minha pica querendo deflorar seu cuzinho. O menino empinou mais a bunda como sinal que eu poderia investir com mais força. Atolou a cabeça na fronha do travesseiro e apertou. Dei uma longa empurrada e sem muito mais esforço a cabeça entrou.
-Aiiiii
-shiii shiiii shiii, calma amigão, relaxa mais vai, relaxa...
Mantive minha berinjela adulta no seu rego pra ele acostumar. Me lembrei de quando meu pai me tirou a virgindade, ele dizia que com um minuto de relógio eu já iria pedir pra ele foder com vontade. Repassei a informação pra Bento:
-Isso meu garoto. Daqui a pouco seu cuzinho acostuma, é só relaxar.
Eu ia investindo lentamente de segundo á segundo, abri as pernas do garoto e ia deixando o peso do meu corpo ceder até que quando vi meu pau já estava enterrado no cuzinho dele. Deitei sobre meu pequeno amigo acariciando cada centímetro do seu corpo. Beijava seu cabelos suados e dava um tempo pro meu menino se acostumar comigo. Eu estava conhecendo meu companheiro de um jeito novo. Mesmo ele não sendo mais virgem meu troféu era fazer de Bento um ser liberto de amarras. Que pudesse aproveitar tudo que lhe desse prazer.
-Tio Gui, agora pode...
Meu pau já estava quase todo dentro dele, e isso me deu o sinal de que o garoto aguentava mais do que ele mesmo poderia realizar. Iniciei um vai e vem sobe e desce, me esfregava pra um lado e pro outro explorando aquela sensação maravilhosa de estar em um cuzinho infantil. Bento gemia baixinho e rebolava querendo pedir mais. Agora eu tinha certeza que o menino estava aproveitando o momento, comecei a bombar nele cada centímetro da minha rola. Eu mal poderia acreditar que o Menino estava gostando de toda situação. Meu pau todo envolto em sua carne, seu interior era quente como brasa. Aquela sensação me levava ao delírio.
-Vai Tio, faz igual Tião...
Nessa hora me veio milhões de pensamentos que não soube organizar, apenas metia mais fundo e mais rápido enquanto mordia seu pescoço. A beliche fazia barulho mas eu não ligava mais, só queria solltar meu leite naquele cuzinho de criança.
-Ai Tio Gui, assim eu vou gozar...
Bento se punhetava freneticamente enquanto recebia pica adulta bem no fundo. Da primeira vez que foi estuprado por Tião coma ajuda do seu pai ele não teve tanta sorte, mas eu sabia que Bento havia superado o trauma nesse exato momento, pois até me chamou de "Tião" enquanto se masturbava.
-Quer que "Tião" de come é, viadinho? Então toma...
Furei o moleque o mais rápido que pude e dei vários tapas na lateral da sua bunda. Tabef, Tiplaf, Plaff... Segurei seu pescoço com, as duas mãos afogando ele no travesseiro e enterrei até sentir minha pelve encaixada na sua bundinha, bombei igual cachorrinho enquanto Bento ainda empinava o cu pra mim. Era a segunda deflorada que ele sofria, mas parecia uma puta de zona querendo terminar o serviço.
-Muleque eu vou gozar no seu cú igual Tião fez, mas segura que tenho mais leite que um caminhão carregado.
-Arrrrgh, comecei a gozar dentro do cuzinho de Bento pela primeira vez, Arrrrrrrh, orrrrh, oooorrrrh... Três jatadas dentro do menino, Hunnn, ahhhhh, mais duas estocadas fartas. Tirei o pau de dentro e comecei a me punhetar, Orrrrhgh, arrrgh, hummmm. Gozei mais três jarradas fartas nas costas do menino, Nessa hora ele se virou, me olhou no olho e ainda se punhetando pra mim ele disse: -Eu também te amo Tio Gui... E apressou a punheta liberando seu leite ninho na minha barriga. Três jatinhos mordendo os lábios.
Eu estava orgulhoso do meu menino, ele estava se tornando um homem de verdade. Abracei ele e beijei de língua meu pequeno príncipe, eu estava mais apaixonado do que nunca. Queria fugir com ele e viver uma louca aventura. Eu iria criar ele da melhor forma possível, eu queria livrar ele daquela família e de todo sofrimento de quem não merecia sua companhia. Me esfreguei naquele corpinho. Bento me agarrava com as pernas pela cintura e nós dois suspirávamos um na boca do outro ofegantes daquela cena de amor. e fomos interrompidos.
-Toc toc toc, Bento... Guilherme... Que barulho é esse? O café está pronto...
Continua?
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Comentários (9)
Novinhocwb: Agora nosso gui não vai parar a próxima a divina
Responder↴ • uid:1daicwo38kAfeminadanovinha: Conto gay é conto gay, hétero é hetero.
Responder↴ • uid:1dq3axcxyv4xEdson: Excelente! E pelo jeito Tião fez um bom trabalho quando pegou Bentinho da primeira vez pois agora ele aguentou bem o pau adulto de Guilherme. 🖕💦💦💦
Responder↴ • uid:8d5f4gxxv2@LuizSoar: Delícia. Comer um buraquinho novinho até gozar e deixar inchadinho por uns dias
Responder↴ • uid:hhbjfqqgve4Messin: Faz o bento chupar o pau do guilherme e beber a porra dele também pra retribuir as chupadas que ele recebeu do guilherme
Responder↴ • uid:w735kv9aBacellar: Tenho acompanhado e gozado muito com esse autor. Parabéns.
Responder↴ • uid:1eq7cgk7j3t2Messin: To lendo pela primeira vez agora e adorei o conto
Responder↴ • uid:w735kv9aMoreno safado: o menino provou da pica do gui e pelo visto foi muito bom eu dei o meu cú com uns 7 ou 8 anos de idade mais não souberam fuder ele porque chorei depois deu crescido com 28 para 29 anos dei de novo e gostei hoje sou casado mais ainda tenho vontade de dá o cú só que para dotados ou para transexual dotada.
• uid:1d5pqeefucdoLuiz: Agora vai melhor mais haja visto que tio Gui fez O moleque de putinha agora ele está pronto para ser comido. Por outros machos
Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic