#Gay #Incesto #PreTeen

PARTE 3 - REAL - Meu padrasto me ensinou a sentir prazer com homem

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Olá, vou dar início a terceira parte desta história com uma breve reflexão sobre o que se passou na minha cabeça ao acordar no dia seguinte após o que aconteceu.

Ansioso, novamente acordei muito cedo, por um tempo fiquei deitado me tocando e pensando em meu padrasto. A sensação do seu pinto pulsando na minha mão, a visão daquela forma adulta nua na minha frente. Era uma mistura de vergonha, excitação e curiosidade.

Além disso, a frase: "Não devíamos fazer isso...". Não entendi muito bem o que significava, porque até então em minha mente, não havia nada de errado.

Passei uns 20 minutos ali deitado, até me levantar e me dirigir para o corredor. Saindo do meu quarto para o lado direito ficava o banheiro e no final do corredor o quarto da minha mãe e meu padrasto. Fui em direção ao banheiro e vi que a porta do quarto estava entre aberta, entrei no banheiro, mas não resisti e voltei para dar uma olhada quem estava no quarto. Quando coloquei um olho para espiar, dei de cara com meu padrasto. kkkkkkkk

Ele estava sentado na beirada da cama e falou:

- Bom dia, entra.

Entrei no quarto meio sem jeito sabe, não sabia o que falar para ele, mas hoje entendo que ele por ter mais experiência sabia muito bem como levar aquela situação.

Ele me perguntou: Dormiu bem?

Respondi que havia dormido bem, mas dormi tarde.

Ele: Por que dormiu tarde, estava pensando no que aconteceu ontem?

Eu sorri e balancei a cabeça que sim.

Ele: Você está preocupado com o que aconteceu?

Eu respondi que não, disse que havia gostado e afirmei para ele que não ia contar para ninguém.

Ele deu um sorriso, passou a mão na minha cabeça e disse: É complicado para eu te explicar, como te disse ontem, isso é algo que os adultos fazem, além disso, somos homens e homens não fazem isso entre eles, somente acontece entre homem e mulher.

Não falei para ele, mas isso eu já sabia, rs. Já tinha brincado assim com minhas primas e umas amigas delas.

Nesse momento me lembro que ele tentou explorar um pouco mais minha sexualidade, não sei se ele lembrou que assim que ele me mostrou seu pinto eu já peguei sem ele falar nada. Então ele começou com um interrogatório.

Algumas das perguntas que lembro que ele fez.

Você pegou outros pintos além do meu? Respondi que não.
Você já brincou assim com outro adulto, seja homem ou mulher? Respondi que não.
Você gostou do que aconteceu ontem? Respondi com vergonha que sim.
Você já brincou assim com um menino ou uma menina? Respondi que sim, com meninas.
Ele me perguntou com quem, mas achei melhor não responder, pois ele conhecia as meninas.

Confesso que na época esse monte perguntas me deixaram meio confuso, mas entendo hoje que as perguntas eram relevantes para ele entender o que eu já tinha feito e como eu pensava, e também creio que a última resposta de não contar quem eram as meninas fez com que ele tivesse mais confiança em continuar com as brincadeiras comigo.

Lembro que teve mais perguntas, só não consigo me lembrar quais eram. Mas depois desse interrogatório ele falou:

- Bom, você tem alguma pergunta?

Parei um tempo para pensar em uma pergunta, no fundo a minha pergunta mesmo era se eu podia pegar no pinto dele novamente. kkkkkk Mas tinha muita vergonha para falar isso. Então perguntei:

- Por que homem não pode fazer isso com homem?

Senti que ele ficou meio sem resposta. rs

Mas mesmo assim ele tentou responder.

- Bem, não é que não pode, mas... é diferente. Sabe, homens e mulheres fazem isso porque eles podem ter filhos juntos. E nós, como somos dois homens, não podemos ter filhos. Então, é algo que não fazemos.

Ele continuou, tem mais alguma pergunta?

Fiz sim com a cabeça e fiz uma pergunta que deixou ele com uma resposta difícil.

- Não vamos mais poder brincar?

Ele chegou a gaguejar para responder, mas respondeu com outra pergunta.

Ele: E se criássemos nossa própria brincadeira? Uma brincadeira com regras só nossa?

Hoje vejo que até àquele momento poderíamos parar, mas essa seria a resposta que faria acontecer coisas que naquele tempo eu jamais imaginaria.

Eu respondi que sim, e perguntei como seria essa brincadeira, ele levantou, disse que precisava resolver algo na rua pela manhã, mas a tarde quando chegasse em casa iria passar as regras da brincadeira.

Tenho certeza que ele usou esse tempo para criar as regras da brincadeira, pois seria impossível ele falar naquela hora que perguntei assim do nada.

Fiquei em casa a manhã toda jogando vídeo game, e parecia que a hora não passava nunca. Logo após o almoço ouvi o portão se abrindo e era meu padrasto. Corri na janela e fiquei olhando ele entrar, ao chegar na sala ele sorriu e falou:

- Está ansioso hem! rs

Respondi que sim. Ele disse que iria só tomar um banho e já voltava para conversarmos. Quando ele ia entrar no banheiro, ele voltou e falou, faz um favor para mim?

Eu disse: Claro!

Ele: Corre lá e passa o cadeado no portão.

Importante que esse cadeado colocávamos no portão somente na hora de dormir, então ele só abria por dentro e a chave ficava só dentro de casa.

Na hora não entendi muito bem, mas corri lá e tranquei o portão com o cadeado.

Após 15 minutos meu padrasto saiu do banho com o famoso short curto de jogador de futebol. Ele veio até a sala, sentou-se ao meu lado e falou: Você ainda quer saber as regras da nossa brincadeira?

Respondi que sim, super ansioso.

Ele começou:

Primeiro - Nossa brincadeira será um segredo e ninguém nunca poderá saber sobre ela, nem sua mãe.
Segundo - Só vamos comentar sobre a brincadeira quando estivermos sozinhos.
Terceiro - Só vamos brincar quando estivermos sozinhos e não podemos nunca esquecer de colocar o cadeado no portão antes.
Quarto - Se qualquer regra for quebrada nós nunca mais iremos brincar.

Você entendeu? Respondi que sim.
Você concorda com as regras? Respondi que sim.
Você tem alguma pergunta? Respondi que sim.

Ele falou: Pode perguntar.

Eu disse, como será a brincadeira?

Ele sorriu e falou, nossa brincadeira terá níveis. A cada nível, novas regras e desafios nós teremos. Mas você se lembra que eu te falei que não era certo fazermos isso porque nós dois somos homens?

Respondi que sim.

Então nessa brincadeira eu serei homem e você será uma menina. Pode ser?

Esse momento me causou uma grande confusão e tenho certeza que deixei transparecer isso para ele, porque antes que eu pudesse responder ele continuou.

Eu sei que parece estranho, mas é a única forma de continuarmos nossa brincadeira. Precisamos criar nossas próprias regras. Nessa brincadeira, você será minha menina, e eu serei seu homem. Entende?

Na hora pensei, legal, vamos brincar de família, assim como brinquei com minhas primas.

Dei um sorriso, falei que entendi e disse que concordava com todas as regras da brincadeira.

Ele falou: Outra coisa importante, como você não sabe como a brincadeira funciona, você deverá fazer sempre o que eu te pedir, tudo bem?

Balancei a cabeça em sim como resposta.

Ele levantou e disse: Ótimo, vai lá tomar um banho que eu vou te esperar para começarmos a brincar.

Hoje quando penso nisso, ainda lembro da euforia que tive nesse momento. Corri para o chuveiro e tomei um banho bem caprichado. Sai do chuveiro, corri para o quarto, me troquei e sai procurando meu padrasto. Quando estava descendo a escada para ir na sala ouvi ele me chamando do seu quarto.

Ele estava deitado, coberto e com a TV ligada. Lembro muito bem que deveria ser umas 16 horas já, e começou a maior tempestade em São Paulo. Ele levantou com tudo e pediu para eu ajudar a tirar a roupa do varal. Ficamos ensopados até conseguir tirar tudo e pendurar na área coberta.

Quando entramos ele olhou para mim e falou: Vamos começar a brincadeira? Eu disse que sim.

Ele disse: Estamos ensopados, então vamos tomar banho juntos.

Nesse momento meu coração quase parou, mas mesmo querendo ver novamente seu pinto, eu fiquei com muita vergonha e disse:

Posso tomar banho de cueca? Ele sorriu, disse que sim e me perguntou, você quer que eu também tome banho de cueca?

Com muita vergonha, balancei a cabeça que não.

Me lembro que ele estava sendo super carinhoso comigo, ele me abraçou e disse:

Vou encher a banheira para ficarmos tranquilos lá.

Para mim já foi uma alegria, pois adorava tomar banho de banheira, e quase eu não usava, pois ficava no banheiro do quarto deles.

Ele começou a encher a banheira e desceu para buscar uma taça de vinho para ele e um refrigerante que também trouxe em uma taça para mim. Derrepente o telefone fixo tocou, pois é, naquela época ainda existia. Devia ser umas 16 horas já, era minha mãe avisando que havia caído muita chuva onde ela trabalhava que era na Barra Funda, e como morávamos no Tatuapé, ela pediu para eu avisar meu padrasto que ela demoraria para chegar, nisso passei o telefone para o meu padrasto. Que muito esperto falou para ela.

Porque você não fica na casa da minha irmã que mora aí na Lapa, assim você evita todo esse transtorno, pois aqui também está chovendo muito, deve dar enchente para todo lado.

Ouvi quando se despediu dela falando até amanhã.

Ele olhou para mim e disse: Temos todo tempo para brincar, sua mãe só vem amanhã.

Sem querer sorri e disse: Que legal, vamos aproveitar bastante.

Eu nem imaginaria o quanto.

Logo volto com a continuação pois foi uma longa noite.

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Comentários (3)

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  • João || 15 aninhos: Gostei do conto, quem quiser me chamar: +5562985850918

    Responder↴ • uid:bf9ln31k0k
  • Luiz: Ai vc quer me matar de curiosidade na melhor parte onde fonalmente tudo vai acontecer vc interrompe chego ta me coçando de raiva

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Nel: Uau. Como para assim? Já tava de pau duro pronto pra uma sacanagem bem gostosa e gozar bastante e aí você cortou. Não faça mais isso e volta logo por favor.

    Responder↴ • uid:g3j27y2qj