Rubro negro feliz, me pediu para realizar seu fetiche nojento! Não entendo esse prazer... Mas fiz.
Hoje, um amigo rubro-negro, todo feliz porque o time dele foi campeão ontem, me acordou com um pedido do caralho: realizar o sonho imundo dele. Esse filho da puta, viciado nos meus vídeos e fotos de scat, fart, piss e dominação há 4 anos, queria que eu fizesse uma sacanagem pesada com ele usando a camisa vermelha e preta do time, pra todo mundo ver que ele é um comedor de merda assumido. VEJA ABAIXO! Trabalhei a manhã inteira na minha loja de carros na Madalena, Recife, mas, a pedido dele, troquei a calcinha pelo meu fio dental amarelo famoso e enfiei 14 chocolates no cu logo cedo. Passei o dia com eles derretendo no meu rabo, misturando com a merda quente, enquanto atendia clientes que nem sonhavam com a nojeira que eu carregava. Na hora do almoço, fomos pro motel onde gravo minhas putarias desde 2007. Lá, com uma dor de barriga do caralho, soltei um peido fétido na cara dele e despejei uma massa preta e podre de chocolate com merda na boca aberta desse porco. Ele comeu tudo, lambendo e engolindo, dizendo que era o “melhor chocolate da vida”. Depois, me fodeu na mesa com o pau melado de merda e gozou na minha boca. Quase vomitei, mas engoli essa porra nojenta. Quer saber cada detalhe imundo? Então se prepara, porque isso aqui vai te deixar com o estômago revirado e o tesão ou nojo explodindo – ou os dois!
Conto Completo
Acordo com o celular tocando às sete da manhã, e já sei que é o Daniel, aquele filho da puta rubro-negro que não cala a boca quando o time dele ganha. Ontem o Flamengo foi campeão, e o cara tá que não se aguenta de felicidade. Mas não é só isso: ele me liga com uma voz de quem tá com o pau duro há horas, dizendo que quer realizar um “sonho especial” comigo. “Selma, porra, tu tem que fazer isso por mim, eu vejo teus vídeos de scat e dominação há quatro anos, caralho, me dá esse presente!”. Sou fã do teu site. O pedido? Que eu faça uma sacanagem das mais nojentas com ele, usando a camisa vermelha e preta do time dele, pra ele se sentir o comedor de merda mais orgulhoso do mundo. Eu rio, mas já sinto o tesão subindo, porque eu sou uma vadia imunda que adora essas paradas.
Levanto da cama, tomo um café preto forte pra acordar direito e me arrumo pra ir trabalhar. Tenho uma loja de carros usados na Madalena, aqui no Recife, e passo o dia vendendo automóveis pra todo tipo de gente. Mas hoje, a pedido do Daniel, não coloco calcinha. Pego meu fio dental amarelo, aquele que aparece em tudo quanto é vídeo e foto minha no site da Selma Recife www.selmaclub.com – sim, aquele mesmo que já ficou famoso entre os punheteiros e tarados de plantão. Visto ele por baixo da saia justa, sentindo o tecido fininho roçar na minha bunda enquanto caminho até o banheiro da loja, logo que chego.
Fecho a porta, tranco, e pego a sacola que trouxe escondida. Dentro, 14 chocolates de tamanhos e formatos diferentes: uns pequenos tipo bombom, outros maiores tipo barra, e até uns com recheio que eu sei que vão derreter rapidinho. O Daniel me pediu isso ontem à noite, com aquela voz de tarado: “Selma, enfia eles no teu cu e deixa derreter o dia todo, porra, eu quero ver essa merda misturada quando tu me der na boca”. Eu, que não sou de negar um pedido desses, começo o serviço. Pego o primeiro, um bombom redondinho, e cuspo em cima pra lubrificar. Salivo bem, lambuzo, e enfio no meu cu com o dedo. Sinto ele entrando, apertado, mas o calor do meu rabo já começa a amolecer a porra do chocolate. Vou pegando os outros, um por um. Os maiores eu tenho que forçar, empurrando com os dedos enquanto respiro fundo. O de recheio escorre um pouco na minha mão, e eu xingo: “Caralho, que nojo, já tá derretendo antes de entrar!”. Mas enfio mesmo assim. No final, sinto meu reto cheio, pesado, como se eu tivesse carregando um quilo de merda a mais. O fio dental amarelo tá lá, segurando tudo no lugar, e eu coloco a saia de volta, tentando andar normal.
Saio do banheiro e vou pro balcão da loja. O dia começa tranquilo, mas eu já sinto os chocolates mexendo dentro de mim. O calor do meu cu tá derretendo tudo, e eu sei que tá virando uma pasta nojenta misturada com o que já tinha no meu intestino. Atendo o primeiro cliente, um cara de uns 40 anos querendo um Fiat Marea usado. Ele fala, gesticula, e eu sorrio, fingindo interesse, enquanto sinto uma pontada na barriga. “Porra, esses chocolates tão me fudendo”, penso, mas mantenho a pose. O cara nem imagina que, enquanto ele fala do motor 1.8, eu tô com o cu cheio de chocolate derretido, escorrendo lá dentro, me dando uma dor de barriga do caralho. Passam as horas, e eu atendo mais uns cinco clientes. Um deles, uma mulher chata pra cacete, fica pechinchando um Gol 2010, e eu só penso: “Se tu soubesse o que tá rolando aqui embaixo, tua vaca, saía correndo”. Sinto os chocolates se mexendo, derretendo mais, e uma pressão começa a crescer. É como se meu cu tivesse virado uma fábrica de merda com chocolate.
Por volta do meio-dia, não aguento mais. A dor de barriga tá insuportável, e eu mando mensagem pro Daniel: “Tô indo pro motel agora, seu filho da puta, não dá pra segurar mais essa porra”. Ele responde na hora: “Caralho, Selma, eu tô te esperando com a camisa do Mengão, vem logo!”. Fecho a loja, pego o carro e dirijo até o motel na BR-101, aquele mesmo onde eu gravo minhas putarias desde 2007. Chego lá, estaciono, e o Daniel já tá no quarto, de pau duro, usando a camisa vermelha e preta, com um sorriso de tarado que me dá nojo e tesão ao mesmo tempo.
Entro, tranco a porta, e já vou falando: “Seu porco imundo, tu vai ver o que é bom agora”. Tiro a saia, fico só de fio dental amarelo, e me posiciono em pé, ao lado da mesa de madeira que já apareceu em mil vídeos meus. O Daniel se ajoelha atrás de mim, puxa o fio pro lado com os dedos tremendo de tesão, e eu não aguento mais. Solto um peido alto, quente e molhado bem na cara dele. O cheiro sobe, uma mistura de merda, chocolate derretido e podridão que quase me faz vomitar. Ele, o filho da puta, geme de prazer: “Caralho, Selma, que delícia, me dá mais!”. Eu olho pra trás e vejo os olhos dele brilhando, a boca aberta, esperando. “Abre essa boca logo, seu comedor de merda, que eu não aguento mais segurar essa porra”, mando.
Ele obedece, escancara a boca, e eu sinto meu cu se abrindo. O ânus tá estufado, pra fora, pulsando, e eu libero tudo. Uma massa preta, fétida, grossa, sai do meu rabo e cai direto na boca dele. É uma mistura nojenta de chocolate derretido, merda quente e um cheiro que sobe e me deixa tonta. Quase vomito ali mesmo, mas me seguro. O Daniel, esse porco imundo, tá com a boca cheia, engolindo, lambendo os beiços, e falando com a voz abafada: “Puta merda, Selma, esse é o chocolate mais gostoso da minha vida”. Eu olho pra ele, a camisa do Flamengo toda suja de respingos, o rosto melado de preto, e sinto um misto de nojo e vontade de rir. “Tu é um doente, seu filho da puta”, digo, mas ele só geme mais, mastigando aquela podridão.
Depois disso, ele se levanta, o pau duro pra caralho, e m
### Continuação do Conto
Depois de toda essa sacanagem no motel, eu fico ali na cama por uns minutos, olhando pro teto enquanto o Daniel tá largado do meu lado, ainda ofegante, com aquela camisa do Flamengo toda melada de merda e chocolate. O cheiro no quarto tá insuportável, uma mistura de cu sujo, porra e podridão que faz meu estômago revirar de novo. Mas o filho da puta tá com um sorriso de orelha a orelha, como se tivesse ganhado na loteria. “Selma, caralho, tu é foda demais, isso foi melhor que qualquer título do Mengão”, ele diz, com a voz rouca de quem acabou de engolir um balde de nojeira. Eu olho pra ele e retruco: “Tu é um porco do caralho, Daniel, eu quase vomitei nessa porra toda, e tu aí achando lindo”. Ele ri, passa a mão no pau ainda meia bomba, todo sujo, e fala: “Faz de novo amanhã?”. Eu levanto da cama na hora, pegando minha bolsa, e mando um “Vai se foder, seu comedor de merda, já chega por hoje”.
Vou pro banheiro do motel, aquele mesmo que já apareceu nos meus vídeos, com azulejo branco encardido e um espelho rachado que reflete minha cara de quem não acredita no que acabou de fazer. Ligo o chuveiro e deixo a água quente escorrer pelo meu corpo, tentando tirar o cheiro e a sensação grudenta que ficou na minha bunda e na boca. Esfrego o sabonete com força, xingando mentalmente: “Puta que pariu, Selma, tu não tem limite mesmo, hein?”. Mas enquanto a água cai, eu sinto aquele tesão estranho subindo de novo. É foda, eu sou uma vadia imunda e sei disso. Pego o celular, ainda molhada, e abro o site da Selma Recife no meu perfil. A foto do fio dental amarelo já tá lá, postada antes do banho, e vejo que os comentários já começaram a pipocar: “Caralho, Selma, tu é a rainha da sacanagem!”, “Quero ver esse cu ao vivo, porra!”. Sorrio, porque sei que esses tarados vão me manter ocupada por mais um tempo.
Saio do motel umas duas da tarde, com o cabelo molhado e o fio dental guardado na bolsa, todo sujo e fedendo. O Daniel fica lá, dizendo que vai dormir um pouco antes de voltar pra casa, e eu nem me despeço direito. Entro no carro, ligo o ar-condicionado no máximo pra tentar esquecer o calor daquele quarto imundo, e dirijo de volta pra loja na Madalena. O trânsito tá uma merda, como sempre no Recife, e eu fico pensando no que aconteceu. Meu cu ainda tá sensível, meio dolorido, e eu sei que os chocolates e a foda deixaram tudo uma bagunça lá dentro. Mas o pior é o gosto que ficou na boca, aquele misto de porra podre e merda que não sai nem com reza braba. Paro num sinal e pego uma bala de hortelã na bolsa, mas nem adianta, o fedor tá na minha alma agora.
Chego na loja, abro tudo de novo, e o resto da tarde passa devagar. Atendo mais uns clientes, vendo um Celta pra um cara que não para de falar do preço, e eu só penso: “Se tu soubesse o que eu fiz na hora do almoço, teu puto, não tava aqui pechinchando”. A dor de barriga já diminuiu, mas eu ainda sinto o peso do que aconteceu. Lá pelas cinco, mando mensagem pro Daniel: “Seu filho da puta, tu me deve uma agora, viu?”. Ele responde com um vídeo rápido dele no motel, se masturbando com a camisa do Flamengo e lambendo os dedos melados do que sobrou da nossa sacanagem. “Porra, Selma, olha o que tu faz comigo”, ele escreve. Eu vejo o vídeo, sinto o nojo subindo, mas também o tesão, e guardo o celular antes que eu perca o juízo de novo.
Fecho a loja às sete, exausta, e vou pra casa. Chego no meu apartamento na Boa Viagem, jogo a bolsa no sofá e abro uma cerveja gelada. Sento no chão, encostada na parede, e fico pensando em como minha vida é essa loucura toda. Desde 2007 eu gravo essas putarias, faço fotos, contos, e os caras como o Daniel só aumentam. Pego o notebook, entro no site da Selma Recife de novo, e vejo que o post do fio dental já tem mais de 200 curtidas. Resolvo escrever esse conto que você tá lendo agora, com cada detalhe imundo, cada cheiro fétido, cada gosto nojento, porque eu sei que tem um monte de tarado aí do outro lado da tela querendo mais. E eu? Eu dou, porque sou assim, uma vadia sem vergonha que vive pra isso.
Antes de dormir, recebo outra mensagem do Daniel: “Selma, próxima vez eu quero piss também, tu topa?”. Eu rio alto, sozinha no quarto, e respondo: “Seu porco, tu não cansa, né? Vamos ver”. Apago a luz, deito na cama, e enquanto o sono vem, sinto meu cu ainda latejando de leve, um lembrete da imundície que rolou hoje. E sabe o que é pior? Eu já tô pensando na próxima. Se tu quer saber mais, abre meu perfil no site da Selma Recife www.selmaclub.com , porque lá tem vídeo, foto e tudo que esses filhos da puta como o Daniel adoram. E eu, bom, eu sou a rainha dessa merda toda.
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