#Gay #Traições

O gostoso da academia

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Winterboy

Cidade nova, vida nova, academia nova e meu vizinho é safado e personal trainer.

Oioi, meus putos!

Vou contar uma situação que vem rolando nos últimos dias.

Disclaimer: o conto tem como tema TRAIÇÃO, então se não te agrada ou isso te ofende em alguma medida, peço evite estresse desnecessário e não leia. Obrigado!

Vamos ao conto.

Apenas para contextualizar, tenho 20 anos e faço licenciatura em História no Vale do Itajaí/SC, onde moro com minha família. Meu namorado é formado em Direito e trabalha como advogado em Florianópolis.

Pois bem, neste ano, consegui transferência para outra faculdade, para continuar o curso. Tive que me mudar para Floripa e, como o apartamento do Murilo (meu namorado) é grande, é onde estou morando.

Como já contei anteriormente, Murilo divide o apartamento com um amigo hétero dele (leia: /2024/12/o-amigo-hetero-do-meu-namorado), que é naturalista. O que significa que ele anda sempre pelado pela casa, o que é a visão dos deuses pra mim.

Mas esse conto não é sobre ele.

Depois que me mudei pra cá, acabei não frequentando mais academia e decidi procurar uma próxima.

Num desses dias que eu estava saindo para a faculdade (estudo a noite), pegando o elevador para descer, encontro um macho lindo, descendo do último andar, provavelmente. Ele era moreno claro, alto (provavelmente 1,85 ou mais), forte, braços grossos, uma tatuagem tribalista no braço esquerdo, usava uma regata que quase colava no corpo. Tinha um copo na mão, imaginei que estava indo para a academia.

Ele é lindo, olhos castanhos escuros, cabelo preto e barba preta, aparada no desenho de seu maxilar, se unindo ao bigode.

“Boa noite” - disse, chamando a atenção dele - “Desculpa incomodar, mas vc está indo para a academia?”

“Não” - respondeu, meio desconfiado - “Estou indo correr”

“Ah, certo. É que estou procurando uma pra voltar a malhar. Me mudei recentemente”

“Ah sim” - agora mais tranquilo - “Eu sou personal numa academia aqui perto, dá uma passada lá que eu posso te dar um treino grátis, de experiência”

Fiquei animado com a proposta, apesar de não ser comum. Trocamos mais algumas palavras, contei que fazia faculdade e por isso havia me mudado, mas omiti a parte de estar morando com meu namorado, ao menos por enquanto.

Chegando ao térreo, nos despedimos e fui para a aula normalmente.

Na volta, tive falsas esperanças de encontrar ele de novo. Nem tinha perguntado o nome dele. Ele só falou o nome da academia.

Decidi até subir até o último andar, dei uma volta no corredor, caso ele estivesse fazendo sei lá o que no corredor, mas estava vazio. Fiz um teatrinho “ai nossa, estou no andar errado”, e voltei pelo elevador, pensando em ir até a academia no dia seguinte.

Acordei perto das 8h30. Meu namorado já tinha saído e Filipe ou estava no quarto ou tinha saído também. De qualquer forma, tomei café e me arrumei pra sair.

Esperando o elevador, considerei que pudesse cruzar com ele de novo. Nada.

Fui andando até o endereço que o Google tinha me dado. Era um estabelecimento bonito, com fachada de vidro. Era possível ver vários equipamentos e pessoas malhando, mas não vi o cara em lugar nenhum.

Entrei no recinto. Uma moça na recepção me deu boas-vindas e se ofereceu pra me ajudar. Disse que queria começar a frequentar a academia, perguntei de preços e etc.

Enquanto conversava com ela, olhava os arredores, tentando avistar o sujeito. Nada.

Já pensando em voltar pra casa e tentar outro dia, ouço uma voz atrás de mim.

“Ana, pode deixar que eu cuido desse” - o gostoso estava parado atrás de mim, sorrindo.

Ele vestia uma roupa muito parecida com a do dia anterior, mas em cores diferentes. Seus peitos musculosos ficavam evidentes naquela regata.

Me aproximei dele.

“Estava pensando em voltar amanhã, como não te achei.” - disse.

“Sinto muito, meu horário começa às 9h30” - ele respondeu, ainda sorrindo.

Mais de perto notei como ele é lindo, além de gostoso.

“Agora” - disse ele - “Vamos começar com um plano de treino personalizado. Qual é o seu nível de condicionamento físico atual?”

“Eu fazia um pouco de esporte na faculdade e frequentava uma academia na minha cidade, mas não tenho mais uma rotina de treino regular.” - respondi.

Ele começou a andar para o interior da academia, mas parou de repente.

“Desculpa, acabei de notar que não nos apresentamos propriamente”

Sua expressão era gentil, mas parecia envergonhado.

“Pois é” - respondi - “Meu nome é Iago”

“Alexandre” - disse, estendendo a mão - “Mas pode me chamar de Alex”

“Prazer, Alex”

“Prazer, Iago”

O acompanhei até uma parte mais vazia da academia.

“Ok!” - disse ele - “Vamos começar com treinos de força e condicionamento físico. Quais são seus objetivos específicos? Quer aumentar a força, melhorar a flexibilidade, ou algo mais?”

“Eu quero aumentar minha força e melhorar minha forma física geral.”

“Excelente! Vamos começar com um treino de avaliação para determinar seu nível de condicionamento físico atual. Em seguida, vamos criar um plano de treino personalizado para você.”

Assim seguimos, Alex me mandou fazer alguns exercícios e, enquanto isso, anotava algumas coisas em uma prancheta. Assim que eu terminava uma série ele me elogiava, dizendo que eu tinha um bom condicionamento e fazia muito bem cada exercício.

Em dado momento, comecei a fazer agachamento. Por razões óbvias, me dediquei a esse especialmente. Gostava de saber que ele estava olhando minha bunda, mesmo que por causa do exercício.

“Parabéns” - disse ele assim que eu terminei- “Arrisco dizer que esse é o seu melhor até agora”

“Obrigado” - respondi me virando pra ele - “É o que eu mais gosto de praticar em casa”

Sorri discretamente pra ele, torcendo pra que ele entendesse do que eu estava falando, mas não deixou transparecer.

Então, ele me passou alguns exercícios de levantamento de peso. A princípio, foram bem tranquilos, mas quando chegou a hora de fazer levantamento usando as pernas (leg press), ele colocou um peso um pouco maior do que eu era acostumado.

“Porra, tu tá querendo me matar?” - falei, fazendo o máximo de força.

“Profissional de agachamento como vc, isso é moleza” - falou ele, se divertindo com meu sofrimento.

Depois disso, foi a hora do intervalo.

“Então me conta” - disse sentando ao meu lado - “Vc mora sozinho?”

Temia que ele fizesse essa pergunta tão cedo, antes que eu pudesse entender se poderia rolar algo entre nós. Achei melhor não mentir.

“Não, moro com meu namorado e um amigo dele” - olhei para ele, tentando decifrar a expressão em seu rosto. Nada.

“Entendi, é um namoro sério então… se estão morando juntos.” - disse com aparente descontração.

“De certa maneira, sim” - disse, fingindo refletir.

“Como assim?”

“Não sei” - disse, estava em um terreno minado agora, qualquer palavra errada me colocaria em apuros, mas fingi estar confuso - “São altos e baixos. Às vezes mais baixos do que altos”

“Entendo.” - respondeu, solidário - “Mas relacionamentos são assim mesmo. Com minha ex era tudo perfeito e nada impediu que ela terminasse comigo.”

“Poxa. Sinto muito” - respondi, colocando uma mão em seu ombro. - “Faz muito tempo?”

“Final do ano. Uma semana antes do Natal” - ele respondeu.

“Que barra. Ela deu algum motivo?” - perguntei, passava minha mão em seu ombro, confortando-o”

“Não, mas já tinha um namorado novo na virada” - falou ele, inexpressivo - “Então não é difícil descobrir.”

“Não creio!” - falei, indignado - “Como alguém trocaria um namorado gostoso como vc?”

Ele riu.

“Obrigado, mas é isso né.” - disse dando de ombros - “Achei que namorando uma mulher seria diferente, mas nada impediu que eu fosse traído como meu ex-namorado fez”

Opa, ele disse ex-namorado?

Então ele é bissexual. Meu coração palpitou, talvez eu tivesse alguma chance com aquele gostoso.

Depois disso, ele me mandou repetir alguns serviços leves. No final, conversamos sobre a mensalidade e coisas desse tipo e fechamos negócio.

Passei a frequentar três vezes por semana.

Todas as sessões eu aproveitava cada oportunidade de me exibir pra ele, perguntava se meu agachamento estava certo, sempre que podia, tocava nele de alguma forma e aproveitava os toques dele em mim quando precisava ajeitar minha postura no exercício.

Apesar disso, nos aproximamos bastante e genuinamente. Ele é um cara super bacana, atencioso, educado e surpreendentemente cheiroso. Estou gostando muito dele.

Na sexta-feira, aproveitei que não teria aula na faculdade e fui a noite, perto do horário em que a academia fecharia. Acabei descobrindo que o horário de trabalho dele varia muito conforme o dia, então aproveitei que era o dia que ele fecharia a academia.

Fizemos os exercícios normalmente, ele sempre me acompanhando. Às vezes, deixava minha postura um pouco errada de propósito pra ele vir até mim e ajeitar ela.

No fim do treino, a academia estava completamente vazia. Ele disse que aquele horário era sempre mais tranquilo na sexta e gosta dele pra poder se dedicar de verdade ao aluno.

Terminada minha série, conversando com ele, fui até as minhas coisas. Usaria o vestiário pela primeira vez. Sempre ia tomar banho em casa nos outros dias.

“Como funciona? Nunca nem entrei lá” - disse, rindo.

“Eu te mostro.”

Como sempre, muito prestativo.

Chegando no vestiário, ele foi me mostrando as cabines e como ligar a água (aquecida a gás). Enquanto isso, ia tirando minha roupa, mas ainda conversando com ele e mantendo a atenção dele em mim.

Reparei, por um espelho, que, quando virei de costas pra tirar o calção, ele me olhava disfarçadamente.

Baixei o calção junto com a cueca, revelando pra ele meu rabinho branco lisinho.

Continuei de costas pra ele, me abaixei pra pegar o calção e guardar num saquinho dentro da minha bolsa. Ele com certeza conseguia ver meu reguinho naquela posição. Olhei rápido pelo espelho e seu olhar estava vidrado, nem mais disfarçava.

Já totalmente pelado, me virei pra entrar no chuveiro, pegando ele de surpresa, mas não fiz nenhuma menção de que vi que ele estava me olhando.

Entrei no chuveiro, deixando a água cair sobre mim. Comecei ensaboando o rabinho, me esfregava, passava a mão no cuzinho, lavando bem.

Olhei disfarçadamente para trás e ele estava me olhando ainda. Pegou no pau discretamente e largou em seguida. Era isso, ele estava totalmente caidinho.

Deixei o sabonete cair de propósito. Me abaixei, revelando pra ele meu cuzinho e piscando pra ele.

“Porra, vc tá me provocando, não é possível” - disse ele, quando fiz isso.

“E se eu tiver?” - respondi, voltando ao banho.

Quando olhei pra trás, vi que ele estava apertando um volume gigante no short, me olhando fixamente.

“E vc não me provoca com esse pauzão aí?” - falei, admirando o volume.

Com isso, ele baixou o short o bastante apenas pra liberar o pauzão e minha nossa. Parecia ter fácil 22cm. Moreno escuro, grosso, com aparência macia, cabeça roxa e era todo depilado.

Vendo aquela rola pesada eu babei, queria ela pra mim.

Fechei a água e fui andando até ele. Me abaixei e abocanhei.

Nunca tinha visto uma rola tão grande. Era difícil de chupar e tanto que enchia a boca.

Ele gemia com vontade. Me dediquei a lamber a cabeça grossa daquele macho. Olhando pra cima, vi ele tirando a camisa, ficando pelado também. Era uma visão divina. Os peitos cheios, a barriga tanquinho, a mão grande e forte na minha cabeça, empurrando pra que eu mamasse mais.

E eu mamei. Mamei longa e gostosamente, babando gostoso aquela pica, arrancando gemidos e mais gemidos daquele macho.

“Porra, como tu mama bem. Caralho!” - ele dizia, me forçando a engolir aquela pica até engasgar.

Engasguei várias vezes, até conseguir chupar como aquela rola merecia. Quando Alex decidiu começar a foder minha boca. Ele segurou minha cabeça com uma mão e começou a bombar o pauzão fundo até minha garganta. Foquei o máximo pra não engasgar, falhando algumas vezes.

Estava uma delícia. Ficamos ali cerca de dez minutos, entre eu mamando e ele fodendo minha boca. Não queria saber quanto tempo passasse, só queria aquela rola gostosa pra mim.

Aproveitei um momento que ele relaxou a mão, me levantei, pegando ele de surpresa.

Colei meu corpo ao dele e puxei a nuca dele para um beijo. Meu tesão estava no teto, suas mãos foram ao meu rabinho, cada uma em um lado da bunda, apertando e ele me levantou do chão.

Passei minhas pernas pela cintura dele, senti o pauzão dele pulsando e batendo na minha bunda. Queria que ele me comesse ali mesmo. Piscava meu cuzinho, na antecipação de ser arrombado por aquela piroca morena grossa.

Ele me carregou no colo até um canto reservado do vestiário, sentou em um banco, eu ainda o beijando, beijando seu pescoço, sentado no seu colo. Sentia aquela pica pulsando contra meu cuzinho.

Me desvencilhei dele, corri até minha bolsa, peguei um lubrificante que carregava, esperando por esse momento.

Ele riu, entendendo o que eu queria desde o início.

Passei lubrificante naquela pica enquanto o beijava. Subi no seu colo de novo, segurando na sua nuca. Ele posicionou a cabeça da pica na entrada do meu rabinho. Meu namorado tinha me comido na noite anterior, então estava relativamente abertinho.

Mas nada poderia me preparar para aquilo. Quando senti a cabeça entrar, um calafrio percorreu meu corpo do pé até a base da nuca. Comecei a sentar nela aos poucos, sentindo meu cuzinho abrir como nunca.

“É assim que vc pratica agachamento, meu gostoso?” - disse ele, vendo na minha cara que eu estava adorando aquilo.

Quando senti que tinha entrado tudo, foi a melhor sensação da minha vida. Sentia que até hoje havia um vazio que nunca tinha sido preenchido, até aquele momento.

Comecei a quicar naquele macho. Olhava a cara de tesão que ele fazia, sentindo meu cuzinho engolir aquela pica enorme. Acariciei seu peito com uma das mãos, sentindo sua pele morena contra meus dedos, brinquei com um de seus mamilos bem escuros, passei o dedo por sua tatuagem, ombro, pescoço, até chegar à bochecha e novamente o beijei.

Nossos gemidos preenchiam todo o vestiário.

Comecei a rebolar com a piroca dele toda dentro de mim e não demorou muito para que eu gozasse. Eram raras as vezes que eu gozava sem as mãos, mas eu melei todo o peito e barriga daquele macho. E, em seguida, os gemidos de Alex aumentaram e senti um calor característico me inundar. Ele tinha leitado todo meu cuzinho.

Eu estava completamente realizado, mas não parei de rebolar nem de beijá-lo. Nunca tinha conhecido um macho tão gostoso. O calor das mãos dele na minha bunda me deixavam doido.

Alguns minutos depois, quando senti seu pau amolecer dentro de mim, me levantei, saindo de cima dele. Minhas pernas estavam formigando, meu cuzinho estava dormente, mas ardia ao mesmo tempo (difícil explicar).

“Caralho, vc não existe!” - disse ele, me olhando.

“Existo sim” - respondi, beijando-o.

Depois disso, fomos até o chuveiro e tomamos banho, juntos. Trocamos várias carícias e beijos no processo.

Quando terminamos, guardamos todas as nossas coisas. Ele trancou toda a academia e voltamos juntos para nosso condomínio.

Continua…

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Comentários (1)

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  • Lukcat: Muito bom

    Responder↴ • uid:5pba9yw88ri