Um minuto de fraqueza
Fugi de casa e acabei dando o cu para o primeiro patrão
Olá, sempre morei na zona rural, sou peão e tenho amor pelo que faço. Quando na minha adolescência, namorei com uma menina ali da vizinhança, filho de um fazendeiro que fazia divisa com a fazenda do meu pai e eram inimigos há anos; como sabíamos da estória dos velhos, sempre nos encontrávamos às escondidas; certo dia o velho meu pai nos encontrou abraçados à beira da estrada e nos dirigiu uma disparada de palavrões ofendendo profundamente minha namorada e fique muito zangado, com isso, resolvi me mudar dali pois sentia um ódio muito grande contra o velho. Preparei minha bagagem que não ultrapassou de um alforje montei no meu cavalo e sai sem destino; sabia que ali nas fazendas vizinhas com exceção daquele inimigo do velho, eu conseguia trabalho facilmente, mas, preferia ir para longe. Viajei até o quanto pude e parei em uma fazenda em que tinha como atividade principal a rizicultura e consegui um trabalho por ali; o gerente da fazenda que conhecia meus pais e inclusive o episodio que fez aqueles dois fazendeiros se tornarem inimigos mortais e com isto me acolheu de forma mais aconchegante (além do cultivo de arroz, tinha um pote de gado de leite e outro de gado de corte). Ao invés de me mandar para o galpão dos peões, me arranjou um quarto ali na sala da casa sede e me ofereceu um trabalho de vaqueiro o que agradeci; levantava bem cedo por volta das cinco horas, ordenhava as vacas leiteiras e ia cuidar do gado de corte. Seu Laudelino, o gerente morava sozinho ali e as empregadas da fazenda moravam ali na colônia, chegavam pela manhã, trabalhavam e voltavam para suas casas ao fim do dia; Seu Laudelino, um cinquentão catarinense, com aqueles hábitos e sotaques de pessoas oriundas do Sul; Gostava de ficar ali na porta e sempre me convidava para ficar ali com ele a conversar até tarde da noite e certo dia eu estava com muita saudade da minha casa, dos meus irmãos e principalmente da garota minha namorada que a deixei sem sequer avisar que estaria me distanciando dali. Seu Laudelino percebeu que eu estava meio derrubado e me perguntou por que, já antecipando a resposta de que seria a saudade que apertava o peito, confirmei com um aceno; se levantou e adentrou para a casa, logo trouxe uma garrafa de vinho com duas taças, me convidou para ficarmos ali na sala para não sermos vistos ingerindo bebidas alcoólicas ali na fazenda. Sentamos ao lado da mesa da sala, me serviu uma taça de vinho, fez uma para ele e ficamos ali a degustar aquele vinho saboroso; me falou da sua vida, o motivo o fez viver na solidão e como minha vida estaria apenas no começo, não tinha muita coisa a lhe contar, com exceção daquele episódio pelo qual me levou até ali; continuando seu desabafo, me contou que foi chifrado logo nos primeiros dias do seu casamento, ao descobrir deixou tudo ali para trás e como tinha conhecimento com aquele fazendeiro, veio trabalhar com ele ali e sofreu muito até chegar à gerência. Nunca mais quis papo com mulher, vivia ali na solidão, lidando com os afazeres e o que mais lhe dava trabalho era lidar com trabalhadores, pois as criações eram muito obedientes; como havia visto ele transando com uma égua em um dos retiros e ele tinha conhecimento disso, acrescentou dizendo: “aquela égua que você me viu torando é discreta e não prejudica a minha imagem a menos que haja interferência de terceiros”; o respondi que se dependesse da minha parte, ninguém nunca ficará sabendo disto. Deu um sorriso animado e como eu tinha observado o tamanho da sua afrouxa pregas, me passou uma onda de calor pelo corpo, olhei para ele vi que estava excitado; me convidou para deixarmos as cadeiras e nos sentarmos ao sofá e assim o fizemos logo em seguida; ele recostou no sofá deixando aquele nobre ali latejando sobre suas calças, me deixando descontrolado. Na região aonde fui criado, não se conseguia ver algo volumoso como o que estava ali na minha frente, depois de umas duas taças de vinho e ele já tinha degustado quase toda a garrafa, levou sua mão sobre a minha, segurou firme e foi puxando discretamente rumo suas pernas já apoiando ali no seu amigão que parecia acenar para mim, pediu para massagear seu mastro e obedeci mesmo sem jeito; aquele negócio quente grosso e volumoso foi crescendo mais e mais, quando de súbito desabotoei sua braguilha, retirei aquela bengala para fora e fui manipulando sua pelve; ele levanto e se colocou na minha frente pedindo que eu beijasse seu cajado o que fiz sem obstáculo. Ao sentir o cheiro daquele talo, me enlouqueci de tesão, fui abocanhando seu tarugo que entrou até atingir minha garganta. Um pênis de um rosa avermelhado com uma cabeça grande, corpo cheio de veias me enchendo a boca, me deixou maluco, principalmente quando seu aparelho deixou escorrer um liquido salgado na minha língua; ele me acariciava de corpo inteiro, me causando ainda mais tesão, olhava para ele e via aquele cinquentão na minha frente exibindo aquele corpo atleta com seus pelos ruivos e isso me fez perder a noção do perigo. Me pegou pelos ombros, me beijou forte na boca e me posicionou de bruços sobre o sofá já manobrando aquela calabresa no furinho do meu cu. Fez umas três ou quatro tentativas e viu que não dava certo, foi até a cozinha e voltou trazendo um azeite de oliva, lambuzou meu cu e seu pirocão já encaminhando no rumo do furo que recebeu sem reclamar; passou a cabeça e ficou ali entalado com se estivesse engastalhada. Ele me beijava a nuca, acariciava minha barriga, minha bunda me deixando cada vez mais doido de vontade receber todo aquele rocambole dentro de mim; fui rebolando aos poucos e ele sentiu que eu estava gostando foi empurrando aos poucos até encostar suas virilhas na minha bunda (em ocasião futura, medimos aquele trabuco tinha 28 centímetros por 5,8 de grossura). Ficou ali parado por mais um pequeno espaço de tempo e o pedi que continuasse seu trabalho, pois não estava aguentando de tanto tesão, o cara enlouqueceu de vez já indo e vindo como um cavalo na égua; poucas estocadas sua verga latejava dando sinal que ia gozar. Pediu para eu deixá-lo gozar na minha cara e aceitei; retirou seu zezão, se posicionou rumo ao meu peito já ejaculando aquela fartura de caldo cor de leite que me lambrecou desde os mamilos até os cabelos da cabeça. Mesmo sem experiência, peguei seu talo e fui lambendo o deixando novamente duro logo em seguida. Me beijou fortemente, perguntou se eu havia gostado e me aproveitei para elogiar seu desempenho, a sensação que ele me proporcionou e sempre segurando seu cabeçudo que não parava de pulsar na minha mão; me virou novamente com o traseiro para o seu lado e dessa vez o pau já foi procurando sua caixinha, agasalhou de uma só estocada que me fez estremecer de dor e prazer. Dessa vez quis gozar ali dentro lambuzando meu cu de porra e retirou sua manguara me entregando para lamber e obedeci como um escravo. Eu sempre tomava banho e usava os sanitários dos empregados, mas naquele dia me convidou para tomar banho com ele ali no seu quarto (a casa sede tinha quatro quartos, sendo dois com banheiros e dois sem banheiros), além do quarto do gerente que era uma verdadeira suíte, ali no seu quarto deu mais uma caprichada no meu rabo e dessa vez, parecia ser bem melhor, se deitou de costas ao piso, pediu que eu sentasse por cima; posicionei a cabeça da baita e fui descendo até chegar no pé, ao sentir que chegou o fim, fui subindo e descendo com velocidade e ele gritava de tesão até que gozamos juntos, pois com as mãos livres eu me masturbava ao mesmo tempo em que sarrafeava sua vara. Voltamos para a sala, ele me convidou para comermos alguma coisa e já foi à cozinha voltando com uma travessa com peta caseira, café e leite; comemos e como já se passava da meia noite, fomos dormir como se nada houvesse ocorrido entre nós. Como me levantava as cinco para tirar o leite, ele apareceu ali pelas seis e meia com uma garrafa de café, uma boa fatia de bolo e uns salgadinhos, coisa que nunca tinha acontecido; interrompi a ordenha temporariamente, degustei aqueles quitutes, o agradeci e retornei ao trabalho enquanto me olhava com gesto de admiração. Desse dia em diante, quando ele não vinha, pedia uma das trabalhadoras para levar o café até o curral e sempre acompanhado com alguma guloseima. Sempre eu ia para o refeitório dos empregados nos horários de refeições, mas naquele dia ele me convidou para almoçar com ele ali na casa sede; almoçamos sempre conversando sobre os mais diversos assuntos e no final do almoço, me confessou que ficou apaixonado por mim. Sorri sem graça e o agradeci, me levantei e como as empregadas voltariam ali somente depois de uma hora e meia, se aproveitou para me dar um amaço ali no seu quarto. Passei todo o resto do dia pensando naquele acontecimento e gozei umas três vezes sem por a mão no talo; voltei para a casa ao fim do dia e recebi a ordem que não deveria me banhar no banheiro dos empregados, pois queria tomar banho junto comigo. Entramos para o seu quarto e já foi me mostrando algumas novidades: comprou camisinhas de vários sabores, um pode de gel lubrificante comestível, além de umas cuecas sexy já me pedindo para experimentar; ao me ver vestido com aquela cueca deixando o rabo exposto o velho ficou pirado e logo me pegou em cheio já me enrabando ali mesmo no piso; com poucas estocadas com seu vai e vem estávamos a gozar em disparada, retirou sua cana me entregou para chupar e obedeci sem obstáculo. Ficamos ali deitados sobre o piso e ele foi adormecendo aos poucos, virou com a bunda para o meu lado, se encostou bem na minha frente deixando seu cuzinho quente encostado nas minhas virilhas; meu pau que já estava duro ficou ainda mais valente ao sentir cheiro de cu ali por perto. Dei uma olhada, conferi que estava dormindo e fui acariciando sua bunda macia, quando de súbito segurou minha mão direcionando-a rumo ao forebinho, tive um acesso de tosse, quando me perguntou se não gostaria de testar aquele buraquinho, que estava doido de vontade me sentir ali dentro; quase perdi os sentidos: o virei de bruços, fui lambendo suas costas até chegar ali já penetrando a língua naquele anel de couro que me recebeu em clima de festa; pau em ponto de bala, já fui empurrando aquela charola cu adentro que entrou macio. Poucas movimentações com idas e vindas, já estava pulsando para gozar e como eu punhetava seu gostozão, ele gozou primeiro; enchi seu cu de porra, tirei a vara e o pedi que se vingasse me enrabando também; ficamos ali a noite inteira trocando e gozando desenfreadamente. Como uma das empregadas já havia demonstrado certo interesse em me namorar, coisa que eu não tinha conhecimento, mas ele já sabia, me aconselhou abrir um namorico com ela ao menos para desviar o foco, mas advertiu: somente para não pensarem que não gostamos de mulheres. Me aproximei da garota, uma mineirinha de Uberaba, nunca se casou, mas com uma experiência incrível no que tange às sacanagens; me ensinou muito sobre sexo e certo dia enquanto transávamos ela me revelou que tinha vontade de dar para o gerente que não lhe dava a mínima; fiz um teatro danado! Brochei, me vesti e fiquei ali na minha; ele tentava inglória me reanimar, pedi que fosse embora, a levei na sua casa, mas voltei da porta, sem ficarmos ali a conversar como de costume. Dia seguinte, foi ela quem levou o café ao curral e dispensei, logo que fui para o pasto, me encontrei com o gerente que vinha da cidade; ficamos a conversar ali por alguns minutos e contei-lhe a história e rimos muito; combinamos que eu a prometia tentar controlar um encontro para os dois, mas que eu deveria participar; na hora do almoço, a convidei para se sentar ali comigo, conversamos sobre o assunto me desculpei e prometi tentar um encontro entre nós três. À tarde, ela me esperava junto ao relógio de pontos, quando já confirmei que estava marcado para aquela noite e suspirou profundo; entre mim e o Laudelino havíamos combinados que com ela nos comportaríamos como homens e nada mais; fizemos algumas surubas e até gostamos. Ela tinha um corpinho esbelto, seios volumosos e pontudos; uma bucetinha pequena dos grandes lábios arroxeados e bem vermelhinho ali na abertura vaginal o “furinho”, quente daqueles de queimar o pau da gente. Assim ficamos fregueses por longo tempo, ele, seu Laudelino, me pegava no meu quarto, na sala, na sua suíte, havia vez que ia até ao retiro e ali caprichávamos com nossas travessuras; a experiência que mais me marcou foi quando me pegou dentro d’água, que coisa maravilhosa receber aquele tarugo no cu ali dentro da piscina; quando o via mesmo de longe, meu cu ficava piscando já prevendo receber aquele canhão, até que o fazendeiro vendeu sua propriedade e mudamos cada um para rumo diferente.
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Comentários (1)
Lito: Muito gostoso
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