Calcinha Suculenta da Minha Irmã
Resumo breve: Nesta narrativa, eu, um cara de 22 anos obcecado por putaria desde moleque, conto como comecei cheirando calcinhas usadas de parentes e amigas, levando a descobertas safadas com minha irmã mais velha, culminando em uma transa molhada e proibida na mata, tudo gravado por câmera escondida pra registrar minhas aventuras eróticas. Misturo eventos reais em uma só história quente, com toques de incesto e fetiches, pra mostrar como o tesão pode virar loucura.
Ah, caramba, desde que me entendo por gente, sexo é minha fissura total. Eu batia punheta todo santo dia, fantasiando com um monte de mina diferente que cruzava meu caminho – no metrô lotado de São Paulo, nas praias de Copacabana no Rio, ou até em filme pornô que via escondido. Imaginava cada uma delas como uma vadia no cio, gemendo alto, contando fantasias sujas enquanto eu metia nelas. Pegava meu pau grosso na mão, deslizava devagar, sentindo o pré-gozo escorrer, pensando nelas abrindo as pernas pra mim, cheirando a suor e excitação.
Tive umas namoradas ao longo dos anos, e o sexo era maneiro, mas nunca chegava no nível de safadeza que eu sonhava. Eu curtia demais chupar, aqueles aromas fortes de buceta molhada me deixavam doido, meu pau endurecendo como pedra, latejando de vontade. Mas com elas, era sempre o básico, nada de ousadia tipo anal que doesse gostoso ou fetiches mais pesados.
Quando tava solteiro, pra matar a saudade daqueles cheiros divinos, eu caçava calcinhas usadas por aí. Inalava fundo, sentindo o musk almiscarado, o gosto salgado na língua, imaginando a dona gozando nelas.
Tudo começou numa janta na casa de um brother em Belo Horizonte. Depois de encher a pança com feijoada caprichada, pedi pra usar o banheiro. Lá dentro, o cesto de roupa suja piscou pra mim. Abri devagar, e bem no topo, do lado direito, tinha uma calcinha branca simples, enrolada perto de uma blusa verde. Fiquei parado uns segundos, coração acelerado, mas o tesão venceu. Peguei ela, algodão macio, nada chique, mas ao desfazer o rolo, vi a mancha leve na virilha, amarelada, úmida ainda. Meu pau inchou no short, ficando semi-duro, e eu nervosamente cheirei de leve – um aroma sutil de suor feminino, misturado com um toque de urina velha. Podia ser da mãe dele, uma coroa de 45 anos, corpo curvilíneo, sempre de saia florida, ou da irmã, uma novinha de 20, magrinha mas com bundinha empinada. Não importava, o cheiro me deixou louco, imaginando uma delas se masturbando, peidando baixinho de excitação enquanto gozava.
Não aguentei e bati uma rapidinha ali, mas sem gozar, só pra aliviar. Voltei pra cozinha, agradeci o rango e fui embora, pau ainda latejando. Em casa, tranquei o quarto, tirei tudo e massagei o pré-gozo na cabeça inchada, vermelha. Imaginei a mãe do meu amigo, pelada no sofá, só de calcinha, dedando a buceta e soltando um peido quente, molhando tudo. Gozei forte, jatos grossos de porra espirrando na barriga, peito, até no queixo – era tanto sêmen que escorria como leite condensado.
Aquilo me viciou, mas eu queria mais, cheirar de verdade. Nos dias seguintes, inventava desculpa pra ir na casa dele de novo, mas o cesto tava vazio, roupas lavadas. Frustração total. Daí, comecei a fazer isso em toda casa que visitava: pedia banheiro e fuçava. Sou o caçula de três irmãos, morando num apê em Salvador. Um dia, minha mãe levou eu e minha irmã do meio pra visitar a tia dela em Recife, uns 800 km de distância. Jantamos peixe frito com vatapá, bebemos cachaça, e ficamos pra dormir. Casa pequena, dois quartos, um banheiro. Mãe e irmã no quarto de hóspedes, eu no da tia, ela no sofá.
No banho noturno, nu debaixo do chuveiro quente, vi o cesto. Meu saco apertou de excitação, pau endurecendo devagar. Sequei o rosto, abri: nada em cima, mas cavando, achei uma calcinha branca rendada, bainha sexy, virilha quase transparente. Manchas grandes: amarelada na frente, marrom clara atrás – cheiro de cu suado. Minha tia, 48 anos, viúva, corpo voluptuoso, me excitou pra caralho. Levei ao nariz: aroma inebriante de buceta madura, azedo e doce, com fundo de peido. Bati punheta ali, imaginando ela nua, enfiando dedo no cu, doendo um pouco mas gemendo. Gozei no cesto, jatos batendo nas roupas, o resto no chão com ploc ploc. Limpei rápido, vesti short e fui pro quarto dela.
Deitado na cama, pau duro roçando os lençóis dela, cheirando a perfume floral. Saí da cama, abri gavetas: a de lingerie era um tesouro, calcinhas fio dental, sutiãs de renda, meias 7/8. Peguei uma preta minúscula, vesti: mal cobria meu pau, mas o tecido roçando na glande me deixou louco. Deitei, esfreguei, gozei de novo, porra encharcando tudo. Limpei, guardei, dormi sonhando com ela.
De manhã, desci pra café: tia de camisola fina, pernas grossas à mostra. Pau inchou na hora. Ela perguntou se dormi bem, eu disse sim, mas pensando no cheiro dela. Na saída, abraço apertado, "te amo" sussurrado – será que ela sentiu o cheiro de porra nos lençóis? Pensei no futuro: e se ela descobrisse e quisesse me punir com uma transa anal dolorida?
Continuei a caçada. Mães de alguns amigos não me atraíam, calcinhas sem graça. Mas retornei na casa do brother em BH: cesto cheio, calcinhas da mãe dele, cheiro fraco, mas lambi, imaginando buceta dela. Gozei nelas, limpando com o tecido. Minha namorada da época, uma enfermeira de 23 em turnos loucos em Porto Alegre, curtia gozada dentro, mas odiava oral – frustração total.
Por isso, comecei a fuçar em casa. Banheiro dos pais: pedi pra lavar roupa, achei calcinha da mãe, 50 anos, atraente, virilha úmida. Cheiro fresco de buceta, lambi o gosto salgado. Bati punheta com duas, gozando alto, imaginando ela peidando durante sexo com pai. Depois, transando com namorada, pensava na mãe.
Opa, mas o tesão crescia pra irmã. Minha irmã, chamava ela de Bia, 25 anos, trabalhava meio período num salão de beleza em Curitiba, corpo delicioso, peitos médios, sardas, cabelo cacheado. Reservada, namorava casualmente. Fuçava nosso cesto: nada. Ela saía sem calcinha? Entrei no quarto dela uma noite, achei saco de roupa suja no armário: calcinhas molhadas! A de cima encharcada na virilha, cheiro pungente de mijo e gozo. Imaginei ela trepando no trabalho, porra escorrendo, ou se masturbando com peidos.
Levei pro banheiro, despi, liguei chuveiro. Cheirei, lambi, gozei forte, provando o sabor azedo. Gravei tudo com câmera escondida no espelho, pra registrar a aventura e postar depois. Nas semanas seguintes, pegava mais, sempre molhadas. Queria saber por quê.
Segui ela do trabalho: caminhada por trilha arborizada perto do Parque Barigui em Curitiba. Demorava mais que o normal. Um dia, escondido, vi ela desviar pro mato denso, tirar roupa: vestido amarelo no chão, sutiã off, calcinha branca. Ouvi xixi escorrendo, ela gemendo, dedando buceta, peidando alto de prazer. Vi de lado: peitos firmes, mamilos duros. Bati punheta, gozei vendo ela orgasmar rígida.
Dias depois, fui antes, deitei pra ver de frente. Mas ela me pegou por trás, sentou nas minhas costas. "Que porra é essa, seu tarado?" Confessei tudo: cheirar calcinhas dela, da tia, da mãe. Ela ficou chocada, mas voz amoleceu. "Você gosta de cheiro de buceta e mijo, né?" Propôs acordo: obedecer pra quitar.
Mandei eu ficar no meio da clareira, tirar short e cueca. Meu pau semi-duro exposto, brisa fresca no saco. Ela tirou calcinha, jogou: cheirei primeiro, quente e úmida. Vestir: mal cobria. Deitei, ela tirou roupa: peitos sardentos, buceta peludinha ruiva, lábios inchados.
Estraddlou, mijou devagar: quente escorrendo na calcinha, molhando pau, bolas, barriga. Gemendo, peidando baixinho, massageando peitos. Aumentou o jato pro peito, rosto: "Abre a boca, engole." Provei o salgado, engoli guloso. Agachou na minha cara, eu lambi buceta encharcada, clitóris latejando. Ela gozou buckeando, misturando gozo e mijo, peidando forte no meu nariz – aroma azedo me deixou doido.
Queria foder ela, mas regras dela. Lambeu mijo do meu corpo, guiou minha mão pro pau: bati punheta, gozei jatos na cara dela. Beijamos, trocando sabores de porra, mijo e peido.
Ela vestiu minha cueca, foi embora piscando: "Vejo você em casa." Fiquei nu, molhado, pau duro de novo, pensando no futuro: e se a gente transasse anal, doendo pra caralho, ela gemendo de dor e prazer? Gravei tudo com câmera escondida no mato, pra registrar e postar minhas aventuras no meu perfil em www.selmaclub.com e www.bit.ly/manu2026, onde divido mais contos safados – vai lá conferir, quem sabe não vira fã?
Ah, leitor, por favor, não esquece de dar 5 estrelas pra esse conto – é o que me motiva a continuar escrevendo essas putarias reais, compartilhando o tesão que sinto, pra gente se conectar nessa loucura erótica. Seu apoio significa o mundo, me faz sentir menos sozinho nessa obsessão.
Tomei algumas liberdades ao escrever isso, combinando vários eventos em uma única história. Todos os personagens têm 18 anos ou mais.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Taradopelacunhada: Tenho uma cunhada por volta dos seus 30 anos, cinturinha bundao uma verdadeira tentação, nunca avia tido esse tipo de atração, ela vem aos fds até aí tdo bem, mas comecei a notar ela sempre de pijaminha pela casa, aqueles shortinho curtinho chega até a ser meio transparente, pois dá até pra ver a cor do filzinho por baixo, e sim a danada so usa fiuzinho, o que me despertou uma tara, comecei a mexer na sacola de roupas sujas dela, foi aí que encontrei as calcinhas dela, e cai na besteira de cheirar, pronto aí estava um novo vício cheirar as calcinhas usadinhas dela que cheiro maravilhoso 💦 kkk. Até aí tudo bem mas comecei a ficar mais ousado pra ela sentir minha presença, comecei a colocar as calcinhas dela de maneira diferente de como estava, as vzs deixo até dobradinha, e as calcinhas continuaram lá na sacola a cada novo fds...e ela sem tocar no assunto continuei e cada vez mais ousado, o que me deu a certeza que ela sabe, e as calcinhas cada vez mais fáceis....comecei então a dar beijinho de bom dia nela no rosto toda vez que estamos a sós, nao se incomodou e percebeu que beijinho é so quando estamos sós, pois quando estou so na cozinha pela manhã ela já vem em busca do beijinho no rosto...já tentei pegar um bem no cantinho mas ainda nao consegui kk so que mesmo com tudo isso ela nao me dá brecha, nem um olhar diferente, age super normal cmg como se nada tivesse acontecido kkkk olha que tento kkk esse fds ela foi ao banheiro e deixou o celular em cima da cama, fui e coloquei um mimo $$ embaixo do celular e sai, ela saiu do banheiro e voltou pr lá,quando ela saiu fui olhar e o mimo nao estava lá, e ela super normal cmg, mais tarde consegui ver e o mimo estava na carteira dela kkk depois nao a vi mais pelo resto do dia
Responder↴ • uid:dlntx50m2