Irmã Prostituta
Resumo breve: Eu, Pedro, um cara de 28 anos que adora registrar minhas loucuras com uma câmera escondida no quarto de hotel, voltei pra casa dos meus velhos em Salvador durante as festas de fim de ano. Fazia mais de dois anos que não via minha irmã caçula, Sofia, agora com 22 anos e bem mais cheinha, com curvas que me deixavam louco. O que era pra ser uma visita familiar virou uma noite insana de desejos proibidos, envolvendo ela e minha namorada, Ana, de 25 anos, tudo gravado em segredo pra eu rever depois e postar anonimamente nas minhas aventuras online.
Cara, que loucura foi aquela viagem pra Salvador! Eu tava ansioso pra rever a família, mas mal sabia que ia rolar algo tão doido. Cheguei lá na casa dos meus pais, na Barra, e a Sofia tava irreconhecível – mais gordinha, com aquelas coxas grossas e peitos fartos que balançavam a cada passo. A gente comeu um acarajé daqueles bem apimentados, rindo das histórias antigas, mas eu já tava com a cabeça em outra. Depois do jantar, enquanto todo mundo relaxava, eu peguei o celular e entrei num app de classificados pra achar uma gata pra noite. Encontrei uma na mesma área, mandei mensagem, a gente trocou uns vídeos quentes e fantasias safadas. Sofia tinha aquele corpo voluptuoso que me fazia sonhar acordado, tipo, eu imaginava ela gemendo baixinho, suando, com cheiro de perfume misturado a suor.
Ela inventou uma desculpa pra sair cedo, dizendo que ia encontrar as antigas amigas da escola, e eu fiz o mesmo, voltando pro meu hotel em Ondina. Enquanto trocava mensagens com a mina do app, confessei que queria fingir que ela era minha irmã, e ela topou na hora, dizendo que era um fetiche dela também. Fiquei duro na mesma hora, cara! Desliguei as luzes, tirei a roupa toda e deitei na cama, assistindo um vídeo pornô de incesto no laptop, me tocando devagarinho, sentindo o pau pulsar na mão, o pré-gozo escorrendo. Ela disse que chegava em vinte minutos, e eu deixei a chave eletrônica na recepção pra ela entrar direto, sem eu precisar me mexer.
Deitei ali, nu, o quarto escuro só com a luz da tela piscando cenas quentes de irmão e irmã se pegando. Meu coração batia forte, imaginando o cheiro dela, o gosto salgado da pele. Quando a porta abriu, entrou uma figura vestida de vadia total: meia-calça rasgada, salto agulha que clicava no chão, saia curtinha que mal cobria a bunda redonda, e um rabo de cavalo balançando. Ela nem ligava pro que os outros pensavam no corredor do hotel, e isso me deixou mais excitado ainda, tipo, uma safada sem vergonha. "Tá pronto pra meter na tua maninha?", ela sussurrou com aquela voz rouca, suave como mel. Na hora eu reconheci: era a Sofia! Meu pau deu um pulo, e a gente se encarou, eu continuando a me masturbar devagar, o som do pornô ecoando gemidos e tapas na carne.
Ela congelou, olhos arregalados: "Irmãozão? Que caralho é isso? Meu deus do céu!" Mas os olhos dela grudaram no meu pau, grosso e veiudo, latejando. Eu fiquei sem reação no começo, mas o tesão falou mais alto. Levantei, agarrei ela pelo braço e a joguei na cama como se fosse uma puta qualquer. Ela calou a boca na hora, respirando pesado, enquanto eu tomava o controle. Apertei o pescoço dela de leve, sentindo a pele quente e úmida, e desci a mão entre as pernas, roçando a buceta por cima da calcinha fina. Ela gemeu, tentando empurrar, mas eu forcei mais, sentindo o molhado escorrendo. "Cê quer isso mesmo, né, safada? Tá doida pro teu irmão mais velho. Admite logo, diz que quer o pau do teu irmãozão. Eu posso virar cliente fixo, te pago bem por isso que a gente ama. Vou foder tua buceta e teu cu até doer, te encher de porra, e ainda te apresento pra minha mina nova, sem contar que cê é minha irmã de verdade. Imagina eu te comendo na frente dela, ela chupando o gozo da tua xota, e eu sussurrando no ouvido dela a verdade suja."
Meu celular vibrou, era a Ana, minha namorada, chamando de vídeo. "Fala do capeta", eu ri, e mandei a Sofia atender. Enquanto isso, enfiei a cara entre as coxas dela, lambendo a buceta depiladinha, sentindo o gosto azedo e doce, o clitóris inchando na minha língua. Ela arqueou as costas, gemendo alto, olhos revirando de prazer. A Ana perguntou quem era ela, por que tava com meu celular, e a Sofia gaguejou, mas eu continuei chupando, olhando pra cima, vendo ela morder o lábio. A Ana deve ter ficado molhada do outro lado, porque a gente já tinha fantasiado sobre ménage e incesto antes. "Saudade, amor. Queria você aqui agora, curtindo com a gente. Vem pro endereço que mandei, depois do trampo. Quero te apresentar uma pessoa especial. Vocês duas vão se dar bem por mim, hein?"
Voltei pro foco, dedando a Sofia com dois dedos, sentindo as paredes quentes se contraindo. Ela desligou na cara da Ana, ofegante. "Ela chega em meia hora, mantém essa vibe quando ela vier", eu disse, continuando a masturbar ela, o cheiro de excitação preenchendo o quarto. De repente, o bip da porta – a Ana entrou, vendo a Sofia nua na cama, pernas abertas, o plug anal piscando na luz fraca. Era o plug da Ana! Ela reconheceu na hora, olhos faiscando de ciúme. Eu abracei ela por trás, deitando-a ao lado da Sofia. "Relaxa, amorzinho. Essa aqui é passageira. Eu tava aqui antes de você e vou ficar depois, então aprende a dividir sem chilique."
Sentei a Ana na cama, e a Sofia se apresentou como minha irmã, rindo maliciosa. A Ana ficou boquiaberta quando eu abri as pernas dela, lambendo a buceta dela agora, sentindo o gosto diferente, mais salgado, enquanto a Sofia puxava ela pra trás, deitando na coxa. "Boa garota, deita e deixa o irmãozão cuidar. A gente pode dividir, né? Seja grandinha." A Sofia guiou minha cabeça, controlando a língua na buceta da Ana, depois puxou meu cabelo, me fazendo parar. "Ó, como é fácil te fazer parar de lamber ela. Não quer isso, né? Aprende teu lugar rapidinho."
Sofia apertou a garganta da Ana, olhos revirando, um suspiro escapando enquanto ela balançava a cabeça, se submetendo. Sofia cuspiu no rosto dela, humilhando, apertando mais até ela desmaiar levemente. Eu ri, vendo a Sofia jogar o corpo inerte pro lado. Quando a Ana acordou, tremendo, eu dedava ela forte, implorando pra ela gozar enquanto a Sofia sufocava de novo. Adicionei mais picância: enfiei um dedo no cu da Sofia, sentindo ela apertar com dor, gemendo alto, e soltei um peido involuntário dela, o cheiro terroso misturando ao sexo, me deixando mais louco. "Vai doer mais quando eu meter o pau aí, maninha, mas cê vai amar." Imaginei futuras aventuras: eu gravando tudo com câmera escondida, talvez chamando uma amiga delas pra um quarteto, ou levando pro carnaval em Olinda, fodendo em público disfarçado. O anal veio depois, eu forçando devagar no cu da Sofia, ela gritando de dor inicial, lágrimas nos olhos, mas pedindo mais, o pau esticando tudo, enquanto a Ana lambia as bolas. Peidos escapavam dela no esforço, quentes e fedorentos, aumentando o tesão sujo. Pensei no que viria: talvez engravidar uma delas em segredo, ou expor os vídeos anonimamente, deixando todo mundo querendo mais das minhas sagas.
Essas aventuras eu posto no meu perfil em www.selmaclub.com e www.bit.ly/manu2026, onde compartilho tudo gravado em detalhes, pra quem curte o proibido sem limites.
Ei, leitor, por favor, não esquece de dar 5 estrelas pra esse conto – ele veio do fundo da minha alma safada, e teu apoio me motiva a contar mais loucuras reais, tipo as que ainda vão rolar com Sofia e Ana. Vai lá, clica nas estrelas, faz meu dia!
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