#Incesto #PreTeen #Virgem

Meu irmao encostou em mim e nao resisti

945 palavras | 3 | 4.71 | 👁️
Patizinha123

Meu nome é Patrícia, tenho 16 anos, e até aquela noite eu era virgem. Sempre imaginei como seria minha primeira vez, mas nunca pensei que aconteceria assim, de forma tão proibida, tão crua e, ao mesmo tempo, tão excitante. Ele se chama Lucas e é meu meio-irmão quatro anos mais novo. Um garotinho tímido, de olhar baixo e mãos inquietas, que ainda parecia não saber nada sobre sexualidade. Eu gostava disso nele — a inocência, a hesitação. Era como se aquilo me desse coragem pra fazer coisinhas proibidas com ele.

Era uma noite quente, e meus pais já estavam deitados no quarto deles. A casa estava silenciosa, exceto pelo som distante do ventilador na sala. Lucas estava comigo porque tínhamos combinado de assistir um filme, mas o filme acabou virando pano de fundo para algo maior. Colocamos na sala um colchão que pegamos no quarto de hóspedes e jogamos no chão. Deitamos lado a lado, a princípio sem nos tocar, mas eu sentia o calor do corpo dele tão perto do meu. Meu coração batia rápido, e eu não sabia se era nervosismo ou excitação.

Então, ele se aproximou. Foi sutil, quase acidental. O corpo dele roçou no meu, e eu senti algo duro pressionando minha coxa através do short dele. Era o "pintinho" dele, como eu pensei na hora, pequeno, mas rígido como pedra. Meu corpo reagiu antes da minha mente — um calor subiu do meu ventre até o peito, e minhas pernas tremeram levemente. Ele não disse nada, só ficou ali, respirando pesado, como se tivesse medo de estragar o momento. Eu também não falei. Não precisava.

Não resisti. Minha mão deslizou até ele, hesitantemente no começo, até encontrar o volume no tecido. Quando toquei, ele deu um suspiro baixo, quase um gemido abafado, e aquilo me incendiou. Tirei o short dele devagar, revelando aquele pênis pequeno, uns 13 centímetros, fino, mas tão duro que parecia pulsar na minha mão. Segurei firme, sentindo a textura quente e lisa, e comecei a mexer, devagar no início, depois mais rápido. Ele fechou os olhos e mordeu o lábio, o rosto vermelho de vergonha e prazer. Eu sentia um poder que nunca tinha experimentado antes — o controle, o desejo dele na palma da minha mão.

Mas eu queria mais. Aquele calor entre minhas pernas estava insuportável, uma ânsia que eu não conseguia ignorar. Abaixei o rosto até ele, hesitantemente, e o coloquei na boca. O gosto era novo, salgado, mas não desagradável. Chupei devagar, explorando com a língua, sentindo ele tremer sob mim. Lucas soltou um gemido baixo, quase um sussurro, e suas mãos agarraram o colchão como se estivesse se segurando para não explodir. Eu adorava aquilo — o som, a reação, o fato de que eu estava fazendo ele se perder.

Não aguentei mais esperar. Tirei minha calcinha rápido, subi em cima dele e me posicionei. Quando ele entrou em mim, foi como um choque elétrico. Não doeu quase nada, só uma leve pressão que logo se transformou em prazer. Era pequeno, mas perfeito para aquele momento, preenchendo justo o que eu precisava. Comecei a me mover, cavalgando devagar, sentindo cada centímetro dele dentro de mim. Meu corpo parecia vivo, cada nervo aceso, cada respiração um grito preso na garganta. O tesão era absurdo, uma onda que crescia e me engolia inteira. Eu rebolava, subia e descia, e o atrito dele contra mim me fazia ver estrelas.

Lucas estava perdido embaixo de mim. Ele não falava, só gemia baixinho, o corpo magrinho se contorcendo enquanto tentava acompanhar meu ritmo. De repente, senti ele pulsar dentro de mim, um tremor que anunciou o orgasmo dele. Tapei a boca dele pra evitar algum som mais alto. Foi rápido, intenso, e saiu bem pouco sêmen — uma sensação quente e úmida que escorreu dentro de mim, misturada com meu próprio prazer. Eu não parei logo, continuei me movendo até sentir meu corpo explodir também, um clímax que me fez arquear as costas e apertar os olhos com força. Era bom demais, como se eu tivesse descoberto um segredo que ninguém nunca me contou.

Depois, ficamos ali, ofegantes, deitados no colchão. Ele não disse nada, só olhou para o teto com os olhos arregalados. Eu também não falei, mas minha mente gritava: eu quero mais. Aquilo tinha sido algo tão proibido, mas ao mesmo tempo tão gostoso, tinha sido só o começo, uma faísca que acendeu um fogo que eu não sabia como apagar.

No dia seguinte, acordei com um misto de euforia e preocupação. Fui direto à farmácia e tomei a pílula do dia seguinte, só por segurança. Mas enquanto engolia o comprimido, não conseguia parar de pensar nele, no calor daquele momento, no prazer que ainda ecoava no meu corpo. Eu sabia que não ia parar por ali. Aquela noite tinha mudado tudo.

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Comentários (3)

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  • Alinee_19: Que deliciaaa rsrs tenho certeza que vai acontecer mais vezes rsrs Zan.gi 10.2.87.980.04

    Responder↴ • uid:5nabqll1fnj
  • Vic: Chama no teleguard quem curte hehe XULBN5WAX .

    Responder↴ • uid:6nzrkvhxqw4
  • Luiza: Olá Patizinha123 muito bom seu conto, e saiba que uma vez dentro desse proibido você vai gostar cada vez mais..rss

    Responder↴ • uid:on97pw3xi9