#Estupro #Gay #Incesto #PreTeen

Brinquedo do meu tio adolescente

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PervMA

Relatos da minha infância no interior, sendo abusado pelo tio adolescente

Bom, não se trata exatamente de um conto, mas de pequenos relatos das experiências sexuais que tive ainda criança.
Eu não lembro de tudo com riqueza de detalhes porque muita coisa aconteceu quando ainda era muito pequeno. Nasci no interior do Maranhão, e era muito comum a criançada se juntar pra brincar nas ruas e nos quintais. Na casa do meu avô paterno não era diferente. Tinha um quintal grande, com muitas árvores, e a gente passava a tarde toda, após a escola, naquele mundo.
Uma de nossas brincadeiras favoritas era o "esconde-esconde", e o quintal do meu avô se tornava um local perfeito, porque além de ser amplo, ainda existiam alguns quartos que serviam pra guardar coisas velhas, além de um banheiro que lembro ser bem sujo.
Meu pai tem muitos irmãos, e um deles, Augusto, era o caçula, acho que na época ele deveria estar na transição da infância pra adolescência. Quando ele não estava ocupado ajudando meu avô no comércio, ele se metia em nossas brincadeiras.
Como disse, tudo acontecia quando ainda era muito moleque, não consigo lembrar como tudo começou. Mas recordo que ele sempre arranjava um jeito pra ficar comigo, na hora de se esconder, pra que eu mamasse na piroca dele. Ele me levava para dentro do quarto com as coisas velhas ou para um espaço que ficava atrás dele.
Após se certificar que estava tudo ok, ele me botava pra mamar. Era uma rola branquinha, da cabeça rosada. Achava o gosto horrível, gosto de mijo, e as vezes com um pouco de sebo.
Ficamos nessa de mamar acho que por alguns meses, e tudo tinha de acontecer muito rápido, por conta do tempo da brincadeira. Até que um dia, durante a brincadeira, ele se trancou comigo no banheiro velho do quintal. Eu fiquei bastante nervoso por conta da situação, até mesmo por receio de algum adulto chegar e ver aquilo.
Ele sentou na tampa do vaso e pediu que eu mamasse. Depois ele me perguntou se eu não queria "dar um pouquinho" pra ele. Eu não entendi logo o que ele quis dizer com aquilo, foi quando ele me mandou sentar no pau dele. Eu estava sentando aos poucos, quando ele resolve meter de uma vez.
Caralho, que dor da porra. Eu soltei um grito meio abafado e comecei a meio que chorar, por conta da dor. Ele ficou preocupado e me mandava ficar quieto, "não faz barulho, viadinho, alguém pode ouvir, porra". Aí eu disse a ele que queria fazer cocô, ele me disse pra sentar no vaso. Mas na verdade, por ser muito pequeno, eu associei a sensação de levar uma pirocada no cuzinho com a vontade de cagar.
Depois daquilo, cheguei em casa sentido muita dor no cu. Passei algum tempo sem ir à casa do meu avô, com medo daquilo acontecer de novo.
Mas não deu outro, depois desse episódio, como tínhamos pouco tempo, ele já nem me mandava mais chupar, já queria ir direito pro cuzinho. Já foi ficando tão frequente que uma vez ele botou o pau pra fora pra mijar, e eu fui logo baixando o calção achando que ele quisesse socar em mim. Ele disse: "calma, safado, tá tão viciado na piroca que já vai botando a bundinha pra fora quando olha ela".
Daí em diante ele começou a procurar pretextos pra me comer fora desse momento das brincadeiras no quintal. Uma dessas foi no comércio, meu avô saiu e meu tio ficou tomando de conta. Nisso eu chego lá pra comprar algo, aí ele me levou pro depósito que ficava no fundo do comércio e meteu piroca no meu cu, mas foi algo bem rápido pois poderia chegar alguém. A rola dele ficou um pouco suja de merda, mas assim mesmo ele guardou na cueca e me mandou vazar.
Em outro momento, estávamos no quintal quando ele chegou dando a ideia de pegarmos frutas no terreno da igreja católica que ficava do lado do terreno do meu avô. Por ele ser mais velho, já que todos os demais eram crianças, ele meio que dava as ordens. Nisso ele disse que somente ele e eu iríamos pegar as frutas. Depois que pulamos o muro pegamos alguns jambos que estavam pelo chão. Depois ele me leva pra uma espécie de salão abandonado e lá começa a me comer. Mas eu comecei a ficar preocupado com a demora, porque os outros chamavam a gente, fiquei com receio de que algum outro resolvesse pular o muro também.
Eu disse a ele que era pra parar porque estava me machucando. Mas ele estava estranho, meio descontrolado, socando com muita força. Disse que queria me mostrar uma coisa.
Mas eu resolvi não esperar e saí da posição que estávamos. Ele ficou se punhetando bem rápido, depois soltou um urro, quando vi aqueles jatos brancos tomei um susto, era a primeira vez que via um macho gozando. Ele me pediu que chupasse aquilo, mas fiquei com nojo, peguei a sacola com os jambos e corri dali. Depois desse episódio foram muitas gozadas no meu cu. E as experiências foram acontecendo de forma gradativa. Não sei se ele tinha acesso a pornô, porque na época não existia internet, mas vez ou outra ele me sugeria uma coisa nova, como a primeira vez que lambeu meu cuzinho. Nesse dia me senti a mulherzinha dele e ele meu macho. Não sei porque tive essa sensação de entrega.
Porém, o tempo foi passando, acho que ele começou a sair com algumas namoradinhas da época e a gente foi deixando de ter esses momentos. Aí eu que comecei a procurar, mas ele começou a se esquivar, dizia que aquilo era errado, por seu meu tio. E que não era pra eu me tornar viado kkkk.
Depois vim embora estudar na capital e nos afastamos de vez. As vezes toco uma punheta pensando no titio. Tenho curiosidade em saber como tá aquela rola hoje.

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Comentários (3)

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  • Matt: Vendo c'p 1043292665zang

    Responder↴ • uid:81rsj5qfi9
  • Nato: Muito bom parabéns!!!!!

    Responder↴ • uid:81rd091lhj
  • Grisalho: Na verdade você quer mais rola, viciou.

    Responder↴ • uid:1cuyqeyhdhpa