#Bissexual #Gay #Traições

Desrespeito Total. Humilhação Brutal. Prazer Surreal

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lex

Sou assumido de recente. E ainda estou meio perdido nessa nova vida. E no Réveillon último eu fui entender o que é ser comido de verdade.

Ainda estou me divorciado. Situação complicada. Mas já tinha mais de um ano que eu estava deixando transparecer minha homossexualidade. Até que em Junho do ano passado eu fui flagrado. Minha filha chegou mais cedo da escola e eu estava na sala com tudo fechado assistindo o canal fechado gay enquanto me masturbava com um pepino no cu. Ele já aceitava de boa. Mas eu tinha saído para comprar cerveja um pouco antes e idiota que sou acabei deixando a porra da porta da cozinha sem passar a chave. De qualquer forma, nunca imaginei que alguém pudesse aparecer. Estava acostumado já. Mas, eu estava tão a vontade e me acabando no pepino, enquanto via o caralho do cara maltratando o cu do outro na televisão. Sem som é claro. E então, quando eu viro a cara para a cozinha, lá estava ela com os olhos arregalados, paralisada. E eu até me machuquei e sujei o tapete, no susto. Foi uma vergonha que não desejo para meu pior inimigo. Eu apenas tomei banho, me vesti e saí de casa. Não falei uma palavra. Não conseguia olhar para ninguém. Fiquei na casa do cara que tinha me desvirginado por uns dias, depois dele passar lá em casa para pegar algumas coisas e roupas.

Tudo foi muito rápido e intenso. De repente eu estava até bem a vontade e me permitindo soltar mais as frangas. Deixei minha voz de fêmea começar a dominar a fala. Em três meses eu já estava até conseguindo olhar para os conhecidos sem virar os olhos ou abaixar a cabeça.

Eu ainda sou um pouco tímido. Agora um pouco menos. Mas até antes do que vou relatar aqui, eu não conseguia me soltar totalmente com os caras. Só com esse meu amigo com quem morei por meio ano eu me sentia solto. Afinal, foi o meu primeiro macho. Era colega de trabalho e tudo foi acontecendo bem aos poucos e, foi. Ele é só ativo e eu só passivo. Mas ele contraiu HIV e a gente decidiu parar. Na época eu pirei. Fiz tudo que era exame. Mas como era sempre de camisinha, não por mim, mas por ele, graças a deus não tenho nada. Mas vamos lá!

Era dia 30 de Dezembro e eu fui comprar um tênis em uma loja de rua, no calçadão de Bangú. E o vendedor tinha umas coxas e uma cara de sem vergonha que realmente me deixou intimidado e sem graça. Olhei para o tênis dele e pelo tamanho achei que fosse 42, mas ele disse que era 44 /45. O modelo enganava. Mas a maneira como fez questão de encher a boca para dizer 44 /45 parecia estar querendo dizer que o caralho dele era enorme. É um boato que não é só boato. O tamanho dos dedos em relação a mão também é indicativo do tamanho do caralho. Isso eu lia. Lia muito sobre sexo e tudo que era putaria na internet. Não curtia xvideos, porque não tem história. E eu gosto de quando tem uma história. Por isso prefiro até hoje os filmes antigos. Mas voltando, eu disse que estava indo para passar três dias em Itacuruçá. Ele disse que sempre quis conhecer lá, se jogando. Então eu acabei sendo pego pelo olhar de caçador dele por um instante. Fiquei até sem fala e engoli seco. Comprei o tênis, um chinelo e uma mochila. E na saída ele veio atrás de mim. Cheguei a ouvir ele pedindo ao gerente para fumar quando eu já estava na calçada. E ele me alcançou perguntando se eu tinha espaço para ele. Duplo sentido no olhar. Mas emendou dizendo que iria gostar muito de conhecer Itacuruçá. Mentiroso! Estava sempre lá. Bem, eu vou encurtar. Era mentira minha. E eu disse para ele. E ele disse que também era mentira dele, que estava sempre indo lá, principalmente nas ilhas. O cigarro dele estava acabando e ele tinha que voltar. Mas antes fez questão de apalpar seu caralho na calça se exibindo. E então disse no meu ouvido, puxando meu pescoço, que queria me fazer de brinquedinho da piroca dele e me deu um cartão com seu contato.

Esse garoto de 27 anos mexeu com o meu juízo naquele dia. Não pensava em mais nada. Então, era por volta de 22 horas, eu mandei um oi no whatsapp dele. 22 e 10 ele retorno e nós conversamos. Então ele me mandou uma foto do caralho dele depois de me perguntar se eu queria e se estava livre para ver. Eu estava era doido de vontade de dar logo pra ele. Eu disse que era mentira e que não era o dele. Então ele tirou outra foto no espelho e enviou. Puta merda! Que vara! E ficamos conversando só putaria, com ele prometendo que iria me quebrar no meio de eu desse mole. Foi quando ele perguntou se eu ia passar o Réveillon com alguém e eu disse que ia ver os fogos. Então ele disse que se eu quisesse que podia romper o ano na casa dele. Ele não ligava muito pra isso de ano novo e tal, mas que era viciado em estourar cu de macho e que queria olhar dentro do meu cu e ver a porra dele lá no fundo. Muito doido de dizer isso. Só que mexeu muito comigo. Depois de um monte de fotos e até uma vídeo chamada em que ele pediu para ver minha bunda, mas eu me neguei, combinamos e nos encontramos na estação de Padre Miguel. De lá fomos andando até a casa dele.

Mal entramos, ele colocou música eletrônica e fechou tudo. Não ofereceu nem água. Eu estava meio sem jeito naquele cozinha pequena e simples e então ele apenas me pegou por trás e foi me dando um aperto, me sarrando e dizendo que estava maluco pra me fuder logo. Se afastou de mim e tirou a roupa toda igual um the flash, já com aquele caralho pro alto. E me botou sentado na cadeira e ficou batendo com o caralho na minha cara e esfregando no meu pescoço, nos lábios, no nariz e até nos olhos. De repente ficou forçando por baixo do meu queixo, empurrando a cabecinha, segurando a minha nuca. Eu queria logo segurar, mas não sou muito de me sentir a vontade. Não era ainda. Então ele foi botando na minha boca e aí eu comecei a chupar e segurei com as duas mãos, até começar a me soltar. Mas, sem eu esperar, ele me levantou e me mandou tirar a roupa. Eu fui tirando de vagar. Mas ele só puxou um pouco a minha calça, virando a minha bunda pra ele, e já veio me botando no cu, já socando firme. Ele não parava de socar rápido e forte, sempre mudando a direção das estocadas, as vezes mais pro meio, as vezes mais pra baixo, as vezes mais pra cima e as vezes meio para os lados, me fudendo deu sentir bater pesado e eu ter que tentar fugir um pouco. Mas ele me puxava forte. Eu estava sob sua chave de braço no pescoço e a outra mão na minha barriga. E ele suando e só falando putaria. E só aliviava as vezes, pra não gozar. Mesmo eu implorando pra ele gozar. Eu adoro sentir. Então ele me virou de frente e removeu minha calça. Segurou minha perna e voltou a me comer de frente. Foi quando veio querendo me beijar. Mas eu não queria. Ainda sentia nojo da boca de homem. Eu virei a cara, mas ele parou de socar, me forçou a olhar pra ele, segurando em meu queixo, e me encarou. Então me mandou abrir a boca. Eu ri balançando a cabeça que não. Então ele começou a dar socadas inesperadas me olhando. E então tirou o caralho de uma só vez. Senti que formou bico. E então me levou para o sofá muito humilde e me botou de quatro, vindo por trás de mim e me fudendo forte com as mãos em meu pescoço. E tava queimando. Já dava para ouvir alguns fogos. Eu estava derretendo em suor e ele também. De repente me botou de frango assado, numa posição que não estava muito confortável para mim. De repente eu estava literalmente tendo a minha coluna envergada no sofá, com ele me quebrando na vara. Mas estava gostoso demais, mesmo naquele posição. Ele me encarava pedindo pra eu abrir a boca, querendo me beijar. Mas eu me negava. Até que ele começou a morder meus lábios. Mordida de tesão. Começou a lamber meu rosto, minhas orelhas e ouvidos. E voltou a puxar meus lábios com os dentes. Tudo isso se requebrando com o caralho todo dentro de mim, se esfregando no fundo do meu cu. E então ele parou. Me olhou. Disse: me beija! Eu não sabia o que ele ia fazer. Achei que fosse gozar. Me disse novamente: me beija logo, porra! Dá essa boca!

E então ele foi retirando o caralho até sair tudo. Eu não beijei ele. Então ele foi me levando para o banheiro. No box. Achei que era pra gente fuder debaixo do chuveiro, mas ele disse: trás esse mictório pra mim, seu viado. Que eu vou encher tua barriga de mijo. Isso era nada legal nem excitante. Eu achei que tava brincando. Mas ele foi me forçando a me ajoelhar no tapete do box. Eu não pensei mesmo que ele fosse fazer aquilo. Mas, começou a mijar na minha cara. Eu me levantei e ele segurou o mijo e me pegou novamente e meteu no meu cu, já me dominando nas estocadas. E de repente parou, com seus braços em minha barriga e então eu percebi que ele estava mijando dentro do meu cu. Eu sentia a barriga enchendo como acontece na chuca. Só que até deu um pouco de tesão saber que ele estava mijando deu de mim. Mas ele foi tirando e o mijo dele foi vazando do meu cu no chão do box. Até sair jato de mijo do meu cu. Ele ficou olhando enquanto se masturbava. Eu estava sem reação, mas sentindo tesão e até meio sem noção. Então ele voltou a me botar de joelhos. Esfregou o caralho né minha cara e foi me forçando a chupar, me dando tapas no rosto. Um deles foi com força. Doeu mesmo. Então, comecei a chupar, mas com receio dele mijar na minha boca. Mas então ele segurou minha cabeça e eu arregalei os olhos, já sentindo que ele estava mesmo mijando na minha boca. Eu tentei me livrar, mas acabei engolindo para não engasgar. E era salgado e quente, parecendo um chá diferente. Um pouco azedo. Mas o cheiro que eu sentia e aquele gosto diferente me deu um tesão que eu vou te contar. Então eu comecei a aceitar. Fui engolindo. Não mijou muito. Já estava no finalzinho quando começou a mijar na minha boca. E então ele me levantou e me abraçou de frente, com as mãos agarradas na minha bunda, suspendendo as nádegas, com seu caralho esfregando na minha barriga. Começou a beijar meu pescoço e nuca e orelha e de repente era eu que estava querendo beijar ele. Mas ele foi virando a boca. E isso deu ainda mais vontade de beijar. Então ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou.

Nem lembrava da última vez que tinha beijado com tamanha vontade e sem um pingo de nojo de toda aquela saliva na minha boca. Então, entre foi diminuindo a intensidade do beijo e me soltou. Disse para eu tomar um banho enquanto ele deixava o banheiro. Eu tomei banho. Quando saí ele estava com a cerveja aberta e um frango assado na mesinha. Comemos e bebemos. Ia dar meia noite já. Ele ligou a TV e estava passando a cobertura do Réveillon. Foi quando ele disse que queria gozar meia noite em ponto comigo mamando ele. Ele já estava arreganhado no sofá. Mas o caralho estava meio mole.Então eu me abaixei e comecei a chupar. E ele logo endureceu. Fui mamando cheio de vontade de tomar logo leite. Só que faltava ainda dez minutos para o rompimento do ano. Então eu decidi sentar de costas e rebolar um pouco. Fiquei sentado e rebolando. De repente ele me abraçou e voltamos a nos beijar. Nunca tinha me sentido tão a vontade nem com a minha mulher. Nem com o Fábio. Eu sentia como se o meu corpo e o dele fosse um só. De repente ele parecia que ia gozar. Mas eu até gostei da ideia de esperar até meia noite. Então só parei de rebolar. Mas a gente continuou se beijando. Então, ele foi me fazendo virar de frente pra ele e foi me levantando no colo dele, segurando minha bunda, pedindo pra eu prender minhas pernas nas costas dele. Achei que ele não fosse ter força, mas me levantou e foi comigo no colo dele até a parede e me escorou de costas na parede e começou a requebrar enquanto me beijava o pescoço dizendo que não tava mais se aguentando. E não se aguentou mesmo. Eu senti ele gozando no requebrado. Enquanto mordia e gemia no meu ouvido dizendo para mim tomar seu leitinho no cu. Foi tão delicioso, que por pouco não gozei junto. Mais um pouquinho e eu ia. E seria junto com os fogos. Pois dois minutos depois foi o rompimento do ano. Seria o rompimento do ano e do meu ânus recebendo o prêmio. Nós fudemos até às três. Eu gozei na segunda foda, com o caralho dele socando na minha próstata no tapete da sala. Eu estava todo esticado de barriga pro chão e ele sobre mim, me comendo suave por quase uma hora. Foi daquelas gozadas que chegam a queimar de tão gostoso. Ele não foi. E nós finalizamos a foda, depois da terceira garrafa de cerveja. Ele sentado no sofá e eu chupando sem pressa até fazer escorrer leite na minha mão e eu ficar lambendo o leite dele escorrendo do caralho e mamando lento.

Eu e ele fudemos direto agora. Sempre na casa dele. As vezes só uma rapidinha. Mas eu agora me sinto um viado completo. Tomo o mijo dele toda vez. Faço questão. E gosto. As vezes peço pra mijar no meu cu, do pra eu ver o meu cu mijando. A gente até ri. Nos entendemos bem. Não é namoro. Ele não curte. Mas eu não teria problema nenhum de andar de mãos dadas com ele e o apresentar como meu marido.

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Comentários (2)

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  • Luiz: O viado nao pode ter nojo de nada do m,acho tem que beer mijo, tomar banho de mijo receber porra na cara e cheirar meia e cuca suja tem que fazer tudo que da prazer ao macho

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Gordinho passivo: Queria muito um macho assim só pra mim

    Responder↴ • uid:mpenpomud7o