#Estupro #Incesto #PreTeen #Virgem

Minha Mãe Narcisista Abusa de Mim, Me Fazendo Seu Escravo Sexual

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Pedro16

já que eu nunca contei a ninguém antes, agora posso finalmente contar como começou meu sofrimento de me tornar escravo sexual da minha mãe narcisista, até hoje.

essa é uma historia real, não tenho coragem de denunciar por que acredito que não vou conseguir provar nada, não vai dá em nada, só vou sofrer represarias no final, então pelo menos vou deixar meu relato aqui, já que nunca contei a ninguém antes, mas agora posso finalmente contar como começou meu sofrimento de me tornar escravo sexual da minha mãe narcisista.
meu nome é pedro, tenho 16 anos. moro com minha mãe marla, desde sempre. meu pai não me assumiu e foi embora antes de eu nascer. minha mãe me criou, enquanto meu avô
por parte de mãe bancava a gente, por que ele se comoveu de ver a filha de 20 anos gravida e desempregada, e resolveu ajudar, até porque ele era militar, como oficial
do exercito ganhava muito bem, e fez questão de alugar uma boa casa, e nos dar tudo que precisavamos, todos meses, e continua fazendo isso até hoje, mesmo depois de
aposentado.
minha mãe sempre foi uma pessoa meio estranha, ela tinha comportamentos que eu não entendia direito, na frente dos outros ela era outra pessoa, mas quando estava em casa só nos dois, ela se mostrava quem de fato era. nunca aparentou se importar com nada que não fosse a imagem dela perante a sociedade, e o seu proprio beneficio. ela sempre me deixava solto na rua brincando com as outras crianças, nunca se preocupava muito se eu passasse um longo tempo sem dar sinal de vida. enquanto as mães das outras crianças eram sempre preocupadas, e chamavam eles pra voltar em determinadas horas do dia.
minha infancia foi normal até mais ou menos eu completar 11 anos de idade, eu nunca tive muito afeto da minha mãe, nem muita atenção dela, mas já tava acostumado, vivia submerso no meu mundo de brincadeiras na rua, jogos eletronicos no computador e console (ps3).
até que subitamente em um dia aparentemente comum, minha mãe chega para mim e começa a dizer que eu já tinha 11 anos, e minha vida seria um pouco diferente a partir de agora, que eu precisava assumir algumas obrigações perante ela. a principio eu já fiquei pensando que ela iria me colocar pra fazer serviços domesticos, e que consequentemente iria perder horas do dia em que eu poderia estar brincando na rua ou jogando no computador. mas logo em seguida ela disse:

mãe - eu tentei arrumar alguns homens para namorar nos ultimos tempos, mas tem sido muito ruim, só encontro uns inuteis que não me servem de nada, só querem ficar por interesse na minha situação financeira, querendo ser gigolor, não aguento mais esse tipo de homem. então por isso eu vou parar de sair a procura de homem, pois eles não são confiavéis. então a partir de agora, você será responsavel por me satisfazer, da forma que eu quiser, e quando eu quiser.
eu fiquei confuso quando ela falou isso a principio, imaginando que ela iria me colocar para fazer massagens nos seus pés, ou nas costas com aqueles oléos essenciais. eu era uma criança inocente, só pensava em brincar e jogar video game. então eu indaguei a ela:

eu - mas mãe eu não sei fazer massagem.

mãe - não é sobre isso que eu estou falando. só saiba que é obrigação de todo filho de fazer a mãe feliz e satisfeita. então você a partir de agora vai fazer o que eu quiser que você faça pra me deixar satisfeita, está entendendo pedro?

eu - sim mãe, entendi.

até que de noite daquele mesmo dia, ela me chamou no quarto dela, e me disse que vai começar a me mostrar o que ela quer que eu faça. eu naquele momento nem tava dando importancia para aquilo, eu só tava pensando no que eu iria fazer na hora do recreio do dia seguinte no colégio.
até que ela manda eu sentar do lado dela na cama, segura o meu maxilar com uma mão, e me diz:

mãe - você vai usar sempre sua boca e sua lingua para fazer as coisas que eu mandar, não adianta reclamar, só vai terminar quando eu decidir, está ouvindo bem?

eu - ta bom, mas eu ainda não sei do que a senhora quer que eu faça

nesse momento ela tirou o shortinho que ela usava para dormir e ficou só de calcinha, se deitou na cama, e abriu as pernas. em seguida mandou eu chegar mais perto e beijar a calcinha dela. eu mais confuso do que já estava, só acatei a ordem, e dei um selinho rapido na calcinha dela. ela na mesma hora puxa minha cabeça e esfrega minha cara na calcinha, com um tanto de força e diz:

mãe - cheira bem filho, porque a partir de hoje você vai sentir muito esse cheiro

eu - mas para que ficar cheirando sua calcinha, mãe?

mãe - é verdade, não tem pra quê.

nessa hora ela tira a calcinha, segura meu cabelo e esfrega minha cara na buceta peluda dela. nessa hora eu dou quase um salto pra trás, conseguindo livrar a mão dela da minha cabeça e digo:

eu - eca mãe, isso é nojento, ai é um lugar sujo, que tem um cheiro estranho

mãe - o que eu disse sobre você vai fazer o que eu mandar, você não tem mais o que querer, sua boca e sua lingua pertencem a mim agora, e você vai fazer o que eu quiser seu muleque.

ai em diante ela me pegou com força pelo cabelo, e colocou minha cara de novo, e exigindo que colocasse a lingua na pepeca dela (era assim que ela me ensinou a chamar
a genital feminina):

mãe - vai lambe a minha pepeca, sem reclamar

eu - tem um gosto estranho mãe

mãe - esse vai ser o gosto mais comum que você vai sentir na sua boca a partir de hoje.

eu fui aguentando aquela agonia, de por a boca em algo que tinha um cheiro e gosto fortes, que me remetia a algo sujo. ela ficava dando pequenas instruções de como mover a lingua, pra que lado, se ficava no movimento ou mudava. ela ficava gemendo cada vez mais alto, quanto mais ela gemia, mais segurava meu cabelo com força e empurrando minha cabeça. até que em algum momento ela gozou na minha boca, deu uma tremida, e soltou meu cabelo, dizendo:

mãe - é assim que se satisfaz a sua mãe, entendeu o que eu quero de você agora ??

eu - mas mãe, minha cara ta toda lambuzada, e to com um gosto forte na boca, não quero ficar fazendo mais isso

mãe - já disse que você não tem o que querer, eu te dei a vida, e o minimo que você pode fazer é me satisfazer sempre que eu quiser, em retribuição a vida que você tem. não seja um moleque ingrato

eu sai do quarto emburrado, fui lavar meu rosto no banheiro, e escovar os dentes, pois estava com um gosto forte impregnado na minha boca, e tava com nojo de tudo aquilo.
no outro dia, após chegar do colegio ás 12hrs, minha mãe, como quem estava me esperando, sentada no sofá, manda eu tirar a roupa da escola e vim pra sala. quando eu chego na sala, ela coloca duas almofadas no chão de frente pra onde ela tava sentada, e me manda ajoelhar nas almofadas, ficando com a minha cabeça na altura da buceta dela. eu obediente como sou, me ajoelhei, e ela já tirando a calcinha junto com o short, me coloca pra chupar ela de novo. eu sinto nojo do mesmo jeito de antes.
fico lá por uns 20 minutos mais ou menos, minha lingua cansada de tanto mover, e eu digo:

eu - minha lingua ta cansada mãe

mãe - vai ter que acostumar a passar mais tempo antes de cansar, pedro

em seguida ela mandou eu deitar no sofá, enquanto ela subia em cima de mim, em direção a minha cabeça, senta com a buceta na minha boca. me manda deixar a lingua parada
que ela vai fazer o trabalho. dizendo que sempre que eu cansar, ela vai fazer isso. ela mexeu o quadriu bastante, e parecia estar gostando bastante daquilo, gozou até mais rapido depois disso.
Então eu comecei a ter que me acostumar com tudo aquilo pelo menos 1 ou 2 vezes ao dia. deixar minha mãe usar minha boca e minha lingua não era facil, por que pra mim não fazia sentido fazer aquilo. eu me sentia muito incomodado, mas já tinha noção de que passava um tempo e acabava, e eu poderia voltar pra minha vida de jogar bola na rua e jogar no computador.
eu achava o maximo quando ela ficava mestruada, por que ela passava todo o periodo sem me forçar a chupa-la, e me deixava em paz, era quase 1 semana de folga daquela tortura. mas era pior quando voltava, por que eu descobri da pior forma possivel, que as mulheres ficam com um resto de sangue seco na parte interna da vagina após o periodo da mestruação. que no caso tem um gosto HORRIVEL, dava até ansia de vomito em mim. não aguentai aquilo, então comecei a reclamar com ela dizendo que era horrivel e não tava aguentando aquele gosto de sangue velho e seco, que as vezes parecia até que tava mofado, sei la. então ela olhando pra mim com uma cara de brava, me disse:

mãe - te deixo varios dias sem me satisfazer por estar mestruada, ai quando volta, tu vai ficar reclamando desse jeito seu moleque. eu acho que estou sendo é muito mole com você, tu vai ver o que é bom é agora.

dizendo isso, ela fica de quatro, abre a bunda, e me manda cheirar o seu cu.

eu - ecaaaa, não, não vou fazer isso, você faz cocô por ai mãe, que nojo

ela como por um impulso de raiva, pega minha cabeça e enfia em direção a bunda dela, e continua mandando eu cheirar.

mãe - tem cheiro de que meu filho??

eu - tem cheiro de furico sujo mãe, para com isso, eu não quero fazer isso

mãe - eu fiz cocô essa manhã, e nem tomei banho ainda, então deve ta com um cheirinho especial

nesse momento eu quis enguiar de nojo, tava pensando que iria até vomitar.

mãe - ta reclamando de chupar minha pepeca depois da mestruação, agora você vai sempre cheirar o cu da sua mãe. alias, não só cheirar, vai lamber ele todo

eu - nãooooo , não vou lamber não, isso é muito nojento mãe, para com isso, por favor!!

me irritei com aquilo, e foi a primeira vez que eu decididamente me rejeitei a fazer, dei um jeito de tirar a mão dela da minha cabeça, e fui pra trás. ela possessa de raiva por eu estar resistindo a tudo aquilo, ela sai da posição que estava, e ficou de frente pra mim, agarrando meu maxilar com a mão, apertando com raiva dizendo:

mãe - se você não fizer exatamente o que eu digo, eu vou encher essa sua carinha de tapa até ficar vermelha que nem um pimentão, você prefere isso ?

eu - não mãe, por favor!!!

quando minha mãe me ameaça me bater, geralmente era quando eu fazia algo errado, e pra me corrigir, ela dava tapa na minha cara, no qual eu detestava, me sentia humilhado, eu preferia tudo menos levar consecutivos tapas no rosto.

mãe - vai fazer o que eu digo, sem ficar reclamando que nem uma bicha ?

eu - ta bom, não vou reclamar mais mãe, eu juro

mãe - se reclamar de novo você vai apanhar, e muito muleque.

então ela volta a ficar de quatro e me manda lamber seu cu. nesse momento eu com vontade de chorar de agonia, engulo o choro (por que seria pior ficar chorando), e começo a lamber.
pela minha surpresa o gosto é menos ruim do que o cheiro, por mais que também deixasse um retrogosto estranho e desconfortavel, ainda era melhor do que o sangue seco de
mestruação. fiquei surpreso o quanto minha mãe gemia e se contorcia enquanto eu lambia o seu cu.

mãe - aai, eu tinha esquecido o quanto isso é gostoso. a partir de agora, sua lingua pertence a esse cu, ta entendendo ???

eu - sim, mãe!!

mãe - agora abre bem a minha bunda, e enfia sua lingua dentro do meu cu

pensei em o quanto nojento isso seria, eu literalmente iria enfiar a lingua num ambiente que tem resto de cocô. mas nessa altura eu já não podia mais reclamar, se não iria apanhar muito. então fiz tudo que ela pediu. no final ela sentou na minha cara, fazendo eu lamber sua pepeca e cu, enquanto ela ia gemendo alto, como nunca antes, tava até me assustando um pouco, ela tava suando muito. até que ela gozou, só que dessa vez foi mais estranho ainda, por que enquanto ela tava dando umas tremidas, ela acabou se mijando um pouco, e o mijo caiu bem na minha cara, perto do meu olho. eu achei estranho, mas tava com medo de perguntar, pra ela não achar que eu estava reclamando.
desse dia em diante, todos os dias, mesmo no periodo mestrual dela, ela me obrigava a lamber seu cu, muitas vezes sem ter tomado banho antes, e dizia que minha lingua iria limpar o cuzinho sujo dela.
eu percebi com o tempo, que nem sempre era sobre fazer ela ter orgasmo, ela muitas vezes só gostava de me gerar incomodo mesmo, dava pra ver na cara dela que ela gostava de me ver com nojo, e desconfortavel. ela ficava falando coisas pra me humilhar enquanto me forçava a chupar ela, coisas como:
''é pra isso que você e sua boca serve, pra limpar o cu da sua mãe'', '' sua boca vai ter sempre o gosto da minha pepeca e do meu cu, é pra isso que você existe''.
o tempo foi passando, eu via esses momentos como tortura, por que de fato era, eu sentia nojo e agonia praticamente o tempo todo, ela não me dava prazer em nada, não me estimulava, nem fazia nada em mim, eu servia apenas para ser um boca e uma lingua pra o prazer dela, quando acabava eu era simplesmente descartado no canto.
com o tempo eu tava começando a acostumar com o gosto dos dois buracos da minha mãe, e já não fazia cara de nojo, nem tanta cara de sofrimento, por que eu sabia que iria acabar em alguns minutos, e esperava de maneira resiliente aquele que era o pior momento do meu dia, passar logo. eu muitas vezes pensava em contar pra alguém, dizer que ela me forçava a isso. mas ela não deixava eu falar
a ninguém, e disse que se eu contasse, ninguém acreditaria, e logo em seguida, ela me daria a maior surra da minha vida, digna de eu nem continuar mais vivo. obviamente depois dessa ameaça eu desistia de falar pra qualquer pessoa.
até que em um bendito dia, ela começou a se incomodar ao ver que eu não tava mais resistindo a tudo aquilo, nem aparentando estar tão incomodado. então o que ela fez em seguida ficou muito claro
pra mim que parte do fetiche dela, era me causar sofrimento, e me ver incomodado, agoniado e humilhado. ela sofria de principio de intolerancia a lactose, toda vez que comia leite ou derivados em uma quantidade razoavel, ficava com muitos gases, e caso ela comece muito leite e derivados, ela tinha desarranjo. foi então que ela decidiu aumentar meu sofrimento. ela começou a consumir leite e derivados algumas horas antes de me botar pra chupar. e ficava de quatro pra que toda vez que ela sentisse vontade de peidar (que naquele momento era frequente), eu estivesse com o nariz bem na posição do cu fedido dela. e então ela começou a peidar horrores na minha cara.
eu sabendo que estava a muito tempo sem reclamar das coisas que ela fazia comigo, não aguentei aquilo tudo e disse:

eu - para com isso mãe, esses peidos estão fedendo a cocô, ta me dando ansia

mãe - é pra isso que você serve pedro, pra me dar prazer, limpar meu cu e cheirar meus peidos, se você vier reclamar de novo eu vou mijar na sua boca e fazer você engolir tudo, vou fazer sua garganta de privada!!!

eu comecei a tentar não me enjoar tanto com o cheiro daqueles peidos, e quando eles fossem vir eu tapava minha respiração. ela percebeu que eu tava fazendo isso, e toda vez que ia peidar
ela pegava minha cabeça e empurrava meu nariz em direção ao cu dela, praticamente não tendo distancia entre minhas narinas e o anus dela entre-aberto. ficou impossivel não sentir o cheiro muito forte.
eu tinha vontade de chorar, de gritar, de correr. mas não podia fazer nada, estava desesperado. e minha mãe percebendo minha intensa agonia, começou a se deliciar com tudo aquilo ainda mais. gozou na minha boca como sempre, mas estava ficando mais comum ela mijar um pouco durante o orgasmo, nessa altura eu já tava me acostumando. ela fazia essa tortura dos peidos pelo menos 2 vezes por semana. quando ela via que eu não tava demostrando tanto sofrimento, ela sempre vinha com uma ideia nova. ficava sem tomar banho durante 1 dia, ou mais as vezes, só pra ficar com as partes intimas fedendo muito, e me obrigar a tirar o fedor delas com a minha lingua.
quando eu tinha 13 anos, ela veio com a ideia de enfiar chantily no cu e me fazer comer, colocar uma banana sem casca no cu, e ir expulsando ela, me fazendo comer a banana enquanto saia. muita nojeira mesmo. nesse momento eu já cultivava nada mais do que medo, raiva, odio e desprezo pela minha mãe.
enquanto meus amigos tinham vidas normais com suas familias, eu tinha que ficar sendo abusado pela minha mãe todo dia, sendo torturado sem descanso. mesmo nas férias quando iamos passar uns dias na casa do meu avô, só tinha um quarto de hospedes, e a gente divia a cama, que era grande, de noite enquanto todos dormiam, ela me botava pra chupar ela toda, e segurava os gemidos de
prazer pra ninguém ouvir. ela praticamente não dormia sem gozar na minha boca antes. nunca demonstrava gratidão por me usar, sempre dizia que eu só servia pra isso, e eu exista pra satisfazer ela.
nesse tempo por volta dos meus 13 anos, eu fui pesquisando na internet sobre casos parecidos com o meu, não achei nada proximo a aquilo que eu vivia. mas achei coisas referentes a mães narcisistas, e comecei a ler tudo que eu encontrava sobre o assunto. entendi que tem os narcisistas crueis, que sentem prazer em maltratar os outros. como ela fazia comigo, mas aos olhos da sociedade, ela era outra pessoa, completamente diferente. percebi que todas as caracteristicas batiam com a minha mãe. finalmente cheguei mais perto de entender por que ela me odiava tanto e me desprezava tanto daquele jeito. descobri que ela é doente, de algo que não tem cura. o que restava a fazer era fugir dela o mais rapido possivel, mas faltava pelo menos 4 anos pra terminar o colegio, eu ainda teria que aguentar aquele abuso por muito tempo.
nesse tempo meu corpo foi mudando, a puberdade surgiu aos meus 14 anos. meu pinto aumentou de tamanho, eu ficava duro sem motivo, tinha sonhos eroticos, comecei a me masturbar bastante. descobri que se na hora de satisfazer a minha mãe, eu estimulasse meu pinto, a experiência de ser usado por ela, ficava mais suportavel. até por que eu já tava acostumado com o cheiro e gosto da buceta e do cu fedorentos da minha mãe.
mas ela percebeu que eu tava me masturbando enquanto chupava ela, então ela brigou comigo, dizendo que era para eu satisfazer ela, e não me satisfazer junto. eu disse a ela que eu aguento anos daquilo tudo sem reclamar, e que era um absurdo que não pudesse me sentir nem um pouco bem, depois de tanto tempo servindo a ela. então, ela fez uma cara de pensativa, por um momento fiquei com medo em pensar em quais maldades ela estaria pensando em fazer comigo naquele momento. em quais torturas ela iria implementar agora. até que ela disse:

mãe - você está se tornando um homem agora, vai poder me satisfazer com algo além da boca e lingua

eu - você ta falando de sexo ?

falei pensando, será que agora depois de tanto tempo de tortura, e iria passar a sentir um pouco de prazer de vez em quando??. eu já tinha visto videos pornô, e sabia
que sexo era o apice do prazer, e pra ela se sentir bem, eu acabaria me sentindo bem também, diferente da minha boca e minha lingua, que eu não sinto prazer algum.
quando eu achei que tudo pra mim iria melhorar, ai nesse momento ela me vem com algo ainda pior...

parte 2 em breve

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Comentários (16)

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  • Enzo1: cara, se isso for real mesmo, coitado de vc. no começo eu tava até com tesão, mas conforme foi piorando, me deu dó da sua situação. espero que vc fique bem pedro

    Responder↴ • uid:g62k7wt0j
  • Mamãe inc: Muito com Pedro, ela tem o direito né Mamães podem me chamar Incm7

    Responder↴ • uid:lwt5i8
  • anon: Traz descrições físicas da sua mãe no próximo conto.

    Responder↴ • uid:e6p92gzopf6
  • Yuri: Se está história for real l, sua mãe é um monstro, da pior espécie.

    Responder↴ • uid:1en8840et8nl
    • Pedro16: Ela é um monstro, meu ódio por ela é incomensurável, já tentei fugir de casa, mas não deu certo. Depois de terminar o ensino médio vou dá um jeito de ir embora

      • uid:g62k7wt0j
  • Jéssica: Ela é sua mãe, já te trouxe ao mundo, enquanto vc morar com ela, ela tem o direito de te usar

    Responder↴ • uid:g62k7wt0j
    • Th: Isso mesmo Jéssica😍

      • uid:1drzd5nl6pj4
    • Pedro16: Aposto que você só diz isso pq não é você que passa por isso desde jovem. Espero que você não tenha filhos

      • uid:g62k7wt0j
  • Pedro: Mesma idade, mas pela minha irmã, chegou na cama enquanto eu lia um gibi da monica, nem percebi ela tirando a calcinha e subindo na cama, eu ri achando q ela ia pegar a revista e simplesmente sentou na minha cara, toda molhada, quase me afoguei.. "lambe..".. tentei sair mas não consegui. ela tinha 15, fiz o q mandou, o cheiro era forte e logo fiquei de pau duro, sentia ela gozar, logo viciou e quando não vinha .. eu ia no quarto dela e tirava a calcinha ainda dormindo e chupava... uma manhã, minha mãe me esperando acordar, olhando da porta... "Bom dia mãe"... "vamos ver... então vc gosta de lamber a sua irmã?"... fiquei branco.."ela q começou"... nisso veio em minha direção e por baixo da saia tirou a calcinha .."faz q quero ver".. sentou na minha cara.. .mas era um bucetão lindo... chupei e logo senti minha cueca puxada.. e mão dela me punhetando...."chupa meu moleque... isso... "... se levantou e ajoelhou no chão me puxando e me chupou... "goza pra mamãe... e não conta pra ninguem!"... foi tudo melhorando com o tempo... duas bucetas para meu uso....

    Responder↴ • uid:40vohk9lt0c
    • Pedro16: mas vc pode dizer não se quiser??? Ou é obrigado a fazer qualquer hora q elas quiserem??

      • uid:g62k7wt0j
    • Seita: Gibi da Mônica ??? Caralho tu é velho em ? tu deve ter uns 90 anos. Que cringe em vovô do pau murcho

      • uid:gsugabd9j
    • James_Sedjug: Que delícia Pedro, sortudo, dois anjos vc teve ao leu lado, chuparia até gozarem muito.

      • uid:1djhpv6fmgkl
    • anon: Escreve um conto contando essa história com detalhes, seria muito bom de se ler.

      • uid:1djwg5idmhpi
  • José rossi: E gostoso comer algulma coisa nova e muinto gostoso a gente parece wuevvsi para o céu

    Responder↴ • uid:1eku75ne6pov
  • Marquessjm: Preciso dessa parte 2 Me avisa quando sair Tele gram Marquessjm

    Responder↴ • uid:1cx0qjadb79a
  • Pedro sub: Nossa, que tesão! Minha Dona me deixa humilhada assim tbm. Me usa como seu papel higiênico!!

    Responder↴ • uid:81rd8eot09