Guga meu menino paulista - 3/3
Continuação…
Teve um final de semana que a família iria para casa de uns parentes e Guga bateu o pé e não quis ir, sobrou pra quem? O vizinho gente boa! Nem queria!?
D. Nilza – vizinho!
Eu – oi!
D. Nilza – olha, eu queria te pedir um grande favor, nós vamos para o interior visitar uns parentes e Gugu, não quer ir de jeito nenhum conosco. Sei que você tira o final de semana para descansar, mas será que você poderia ficar com ele?
Eu – sábado e domingo?
D. Nilza – sim, mas no domingo voltamos à noite.
Sinceramente eu nem estava acreditando... teria quase dois dias para brincar com meu machinho, o menino mais lindo e gostoso do mundo, minha mente estava eufórica e meu coração começou a bater acelerado com aquela tremenda novidade.
Eu – claro! Mas só tem um problema...
D. Nilza – os lanches eu mando, e quando precisar mais ele mesmo pega, vou deixar a chave com ele.
Eu – ótimo.
Como eu poderia negar um pedido como esse? Jamais! Teria a chance de ter aquela bundinha só pra mim, eu não poderia estar mais alegre. Planejei tudo e deixei as coisas bem engatilhadas. Quando o dia chegou, D. Nilza e Luana vieram entregar o menino bem cedinho, ele ainda estava sonolento, e disseram a frase que eu queria ouvir: “obedeça ao Tio, viu Gugu!”. D. Nilza deixou um prato com sucrilhos de chocolate e um copo de iogurte, mas que menino mimado. Após todos irem embora falei pra ele: “hoje vai ser um dia que você jamais vai esquecer”.
Seguindo o planejamento levei Guga ao shopping brincamos, jogamos e almoçamos, coisa de pai e filho mesmo, na volta ele já estava mole no uber e quando chegamos em casa ele tirou a roupa, ficando só de cueca, se deitou na minha cama e dormiu, tudo dentro do esperado, queria ele acordado logo mais.
Deixei que dormisse um pouco, depois de um tempo fui lá e comecei a alisar, dar uns beijos e uns apertões de leve em sua bundinha branquinha, e ele foi acordando, sua bunda era bem firme e redondinha, não era muito empinada, mas do tamanho certo (era muito gostosa). Já estava pelado e comecei a passar minha rola na sua bunda, o que fez ele virar a cabeça e ver o que era. Quando me viu eu olhei para ele e demos um sorrisinho, talvez já soubesse que aquele final de semana seria diferente. Tirei sua cueca e cai de boca no meio de sua bunda e comecei a sugar aquele cuzinho magnífico, puxei mais para baixo perto da ponta da cama dobrei seus joelhos para que ficasse com aquele rabo pra cima, segurei seu quadril e enterrei minha língua bem fundo de seu cuzinho, fui abrindo o caminho, percebi ele dando uns gemidinhos bem abafados enquanto piscava o cuzinho na minha língua. Depois de um tempo assim chamei ele para fazer uma chuca e fomos ao banheiro, mandei que fizesse cocô e depois fosse para o box onde colocamos muita água lá dentro com a mangueirinha do chuveiro, e foi saindo todo o restante e lavei com bastante carinho. Ao retornar para o quarto peguei um tubo de anestesiante e relaxante muscular junto com uma luva e passei no seu cuzinho e enfiei o máximo que pode com o dedinho, só aí ele me perguntou: “você vai me comer?”. “Vamos tentar, não quero te machucar então se você sentir muita dor me avisa que eu paro, mas preciso que você aguente firme o máximo que conseguir, tá certo?”. “Sim”. Deixei a pomada agindo e dei play no pornô que já tinha deixado no ponto. Dei um suco pra ele batizado um pouco de viagra (antes que enlouqueçam, eu havia perguntado a sua mãe e a avó se ele tinha algum problema principalmente de coração) e também tomei um. Voltei e fiquei chupar aquele pinto maravilhoso fazendo o muleque suspirar de prazer, fui subindo o seu corpinho e olhando como ele estava diferente desde o nosso primeiro contato, seus pelos já tomavam conta de uns quatro dedos após seu pinto, suas bolinhas estavam maiores e mais caídas e com alguns pelos bem grossos, seu pinto, como disse anteriormente, estava mais grosso e com uns 15cm, uma cabeça rosinha que parecia um cogumelo, sua barriga estava mais definida principalmente quando ele suspirava completamente, seus ombros estavam mais largos e sua axilas com alguns pelos a mais, ele deveria estar agora com 1,40m, e suas coxas estavam mais roliças, e seu peitoral bem definido, parecia uma obra de Michelangelo.
Enquanto contemplava cada centímetro daquela obra prima da natureza eu ia subindo e dando vários beijos em todo o seu corpo, ao chegar a suas bochechas dei um beijo bem pertinho de sua boca, um de cada lado, um em seu nariz e outro na testa, e olhei em seus olhos... suspirei... e ele mais uma vez mordeu seu lábio, segurei pela nuca e dei um selinho... que delícia de lábios, parei e olhei para ele novamente..., ele segurou no meu antebraço e disse: “continua! Está muito bom”, voltei e dessa vez foi para dar um beijo de verdade e fui abrindo aquela boca com a minha língua até conseguir entrar nela, que saliva mágica, era como sentir o doce mel da melhor colmeia, ele além de lindo e maravilhoso era muito gostoso em todos os sentidos. Tirei minha boca de seus lábios e ele suspirou e deu um sorriso, o danado estava gostando e não queria que eu parasse, mas eu tinha outros planos a serem completados.
Seu pinto estava super duro e o meu também, provavelmente efeito do azulzinho, disse pra ele que tinha uma surpresinha, tirei de uma caixa no guarda-roupas um plug anal, ele olhou sem entender nada, eu expliquei: “vou colocar isso no seu cuzinho e vamos alargar ele o máximo antes de colocar minha rola”, mandei ele virar e ficar com os joelhos batendo no peito com rabo pra cima, passei bastante lubrificante e comecei a enfiar, de início foi tudo bem, mas quando passou o primeiro terço ele disse que estava incomodando então eu decido parar um pouco, depois de alguns segundos eu tentei novamente e foi um pouquinho mais, mas ele logo reclamou. Decidi então dar o meu cu pra ele, fiquei de quatro e mandei ele vir por trás, ele ficou de joelhos na cama e veio ao meu encontro, lambuzei a região com lubrificante juntamente com o seu pinto e abri bem minha bunda, quando ele apontou e forçou deu uma dorzinha, ele percebeu e parou, mas mandei continuar, eu não era virgem, mas sempre que entra dá uma dorzinha. Ele continuou e senti sua cabecinha passando, depois foi o corpo e logo senti seu saquinho batendo no meu saco, que delícia! Ele começou a respirar forte nas minhas costas segurando o meu quadril, e começou um vai e vem, ele mesmo mudou de posição ficando quase montado em mim com as pernas abertas e semi-esticadas e eu segurando as bandas da minha bunda para aquele lindo mastro ser enterrado em mim. Após alguns minutos decidi mudar de posição e ficar de frente (posição de frango assado), aproveitei e coloquei uns travesseiros embaixo do meu quadril, e ele veio novamente e enterrou em mim.
Eu – vai meu gostosinho, come esse rabo com seu pinto lindo.
Guga – tio seu cu ta piscando no meu pinto isso tá bom demais.
Eu – isso meu loirinho... ele tá te chamando...
Guga – Se eu soubesse que isso era tão bom teria pedido seu cu a mais tempo...
Eu – e eu teria dado com o maior prazer, agora enfia com gosto.
O barulho das batidas dos nossos corpos estava alto, mas havia deixado um som de jogo rolando na sala justamente para evitar isso. Senti diversas vezes seu pinto sair do meu cu, mas ele rapidamente colocava no lugar, e em algumas vezes ele simplesmente deixava ficar roçando no rego, eu puxava sua nuca e lhe dava vários beijos entre uma bombada e outra, ele parecia que estava no cio. Pedi que parasse para tentarmos novamente, aproveitei os travesseiros e deitei seu corpinho sobre eles deixando aquela bundinha ainda mais empinada, lambuzei novamente o plug e comecei a introduzir e foi mais da metade, dessa vez percebi que ele fez cara de que estava incomodando, mas não pediu para parar, e assim prossegui, pressionava e parava, ciclo por ciclo, por diversas vezes, até que chegou ao fim do plug e deixo lá por uns minutos, fiquei na frente dele e ofereci a minha rola e ordenei: “chupa!”, como um bom menino obediente não recusou e enchi aquela boquinha com o meu membro, comecei então a foder aquela boca angelical fazendo movimentos lentos, sentindo cada centímetro da sua boca, depois fomos aumentando a velocidade, que boca de veludo, ele tinha visto os vídeos e sabia exatamente como me deixar louco de tesão, aumentei ainda mais as estocadas o que fez com que ele tivesse vários engasgos momentâneos, mas em nenhum momento pediu para parar, estava muito bom, mas eu queria mesmo era seu cuzinho. Tirei meu mastro todo babado e segui para a sua bundinha ao retirar o plug percebi o buraco, passei mais lubrificante e dei uma bela cusparada e comecei a apontar a minha rola, que a essa altura estava dura como pedra, apontei a cabeça e dei pressão e foi entrando sem problemas, milímetro a milímetro, quando começou a passar o meio o menino começou a sentir desconforto e pedi para que aguentasse firme, dei uns segundos para que se recuperasse e continuamos, entrava um pouco e saia um pouco, sentia cada parte de seu reto se amoldando a minha rola, ele estava indo muito bem. Faltando bem pouco ele começou a reclamar um pouco mais e eu dei uma estocada final que fez ele pedir para eu parar e quase chorar. “Calma, meu machinho, já entrou tudo”, fiquei atolado nele por alguns minutos até ele se acalmar debruçado sobre ele, depois comecei a bombar, tirava até próximo da cabeça e voltava, da terceira em diante ele começou a gemer baixinho com a cara no colchão, e comecei a aumentar a velocidade, ele a aumentar os gemidos.
Guga – ai tio...
Eu – ta gostando garoto?
Guga – aiiii... tá gostoso... aiiii...
Eu – isso... geme, geme, geme...
Guga – aiiii meu cuzinho
Eu – ele agora é meu! Você vai sentir cada centímetro da minha rola
Guga – enfia tudo! Eu quero isso tudo dentro de mim... aiiii...
Eu – vou te dar o que você quer, gostoso!
Guga – aiiii... fode meu cuzinho tio!
Eu – então toma...
Guga – aiii... uhhhh...ahhhhh...
Aumentei ainda mais a velocidade tirando e colocando a rola quase toda, ele gemia como as atrizes dos vídeos e me deixava ainda mais louco de tesão, parecia que já havíamos feito isso antes. Deitei por cima dele e segurei seus ombros passando meus braços pelo seu peitoral e ficava falando no seu ouvido:
“você queria rola né, desde o começo... agora toma!”
“seu gostosinho... desde o primeiro dia que eu ti vi pelado sonho em comer seu cuzinho”
“vou te mostrar como um homem faz, vou arrombar seu cuzinho”
Passei um tempo nessa posição, mas queria muito mais..., mandei que se levantasse e deitei de barriga pra cima e mandei que senta-se na minha rola, ele veio e eu fui guiando o membro que entrou sem muita resistência, mandei que cavalgasse e o mesmo não desobedeceu.
Eu – assim meu amorzinho, muito bom!
Guga – aiii tio como sua rola é gostosa... aiiiii...
Eu – pula Gugu, você é um excelente cavaleiro... ahhhh....
Guga – assim tio?
Eu – sim! Assim meu machinho empina esse rabinho na minha rola...
Ele pulava como as atrizes fazendo minhas bolas quicar.
Eu – sim! Assim está ótimo...
Via seu pinto pulando junto com sua cavalgada, era lindo ver aquele órgão pular e babar na minha barriga. Enquanto isso seus olhos se fechavam e eu podia vê-lo morder os lábios diversas vezes, o garotinho estava em transe com o êxtase do prazer que estava vivendo. Puxei seu corpo pra cima de mim e fiquei metendo enquanto beijava aquela boca de mel, chupei sua língua deixando-o quase sem fôlego. Segurei seu corpo infantil e virei o jogo, com ele no meu colo deitei ele sobre a cama e puxei suas pernas deixando-as arreganhadas enquanto socava com volúpia, ele começou a arranhar meus peitos e dava vários gemidos, percebi que estávamos explodindo de prazer, vez por outra descia e lhe dava vários beijos que eram imediatamente correspondidos, seus olhos começaram a revirar então perguntei: “já vai gozar?”,
Guga – se eu colocar a mão no meu pinto não vou demorar.
Eu – então vai que eu estou chegando lá também.
Ele pegou no seu pinto e eu aumentei ainda mais as estocadas, foi com muita força que tive que segurar ele pelos ombros novamente, mas dessa vez passando os braços pelas suas costas, e de repente ele anuncia: “tio vou gozar...”, puxei ele novamente mudando de posição e ficando com ele em cima de mim, segurei seu quadril fazendo uma espécie de cadeirinha enquanto socava nele e ele batia uma, de repente ele começou a gemer forte... e gozou em cima da minha barriga, foram jatos bem fortes e espessos, parecia que vinha lá do fundo. Ao ver aquilo meu tesão explode e começo a gozar no seu cuzinho já todo arrombado, enchendo ele de sêmen.
Abaixei ele em cima do meu saco e ficamos ali exaustos recuperando o fôlego, ele pingava de suor em cima de mim e eu também estava cheio. Após algum tempo pedi para que se levantasse com calma e minha rola foi saindo e junto com ela uma mistura de sangue e esperma, o quarto estava com cheiro de suor e gala, ficamos ali parados deitados um ao lado do outro. Quando ele me diz: “meu cu está todo arrombado”, olhando para ele vejo colocando os dedos no local e sentindo o como estava aberto o seu cuzinho.
Eu – realmente... seu rabinho foi bem judiado, mas vou te dar um remédio que vai fazer você não sentir dor.
Levantamos e fomos tomar banho, no caminho dei um dipirona e um remédio pra forte dor muscular. No banho eu pode ver o estrago, o menino aguentou muita coisa pra primeira vez, percebi também como seu judiei do seu corpinho, ele estava com várias partes bem vermelhas e com marcas da minha mão e dedos, lavei o seu corpo com muito cuidado e carinho, e seu pinto estava lá firme e forte, mas foi ficando meia vida, ao terminar ainda passei talco no meu menino mimado, gostava de sentir o seu cheiro assim, passei também uma pomada de hemorroida, para cicatrizar a área. Trocamos os lençóis de cama e fomos dormir, completamente extenuados pelo que fizemos, já havia passado algumas horas e já era noite. No dia seguinte teria mais uma pequena surpresa pra ele.
Dormimos muito bem, confesso que minha rola estava ardendo, mas o cansaço foi maior, durante a noite acordei algumas vezes para observar como o meu garotinho estava, mas tudo ocorreu bem. E no início da noite ainda percebi seu pinto bem duro. Ao acordar dei um beijo nele e meu machinho foi acordando, puxei seu corpinho para perto e disse: “bom dia bebezinho! Dormiu bem?”. “Sim!”. Levantei e fiz um café da manhã especial pra ele, tudo que ele mais gostava pela manhã, cereal de chocolate com iogurte rssss. Após o café dei uma olhada para ver como estava o seu cuzinho e percebi que estava bem melhor.
Eu – você gostou do que fizemos ontem?
Guga – sim! Foi muito bom, eu gozei como nunca tinha feito antes e senti muita coisa boa saindo do meu peito, parecia que meu corpo não queria que aquilo acabasse.
Eu – o que você sentiu foi tesão e eu também senti o mesmo.
Guga – só teve uma coisa, eu senti como se meu pinto não quisesse murchar.
Eu – ele e você deveriam estar com muita vontade de fazer isso.
Ele ficou sem entender, mas aceitou a resposta. Ficamos sentados no sofá enquanto isso preparei um suco batizado pra ele com o restante do comprimido da noite anterior, assistimos um pouco e comecei a alisar o seu corpinho e fui chegando ao seu pinto, ele imediatamente ficou duro. Desci a cabeça e comecei a sugar aquele lindo mastrinho, fui baixando seu moletom e suguei seu lindo saquinho e depois retirei sua camisa sugando seus biquinhos dos peitos, chamei para seguirmos novamente ao quarto, deixei a tv ligada, ao chegar lá disse: “agora é você quem vai me comer até gozar”, seus olhos brilharam. Deu mais uma boa mamada e fiquei na cama de quatro, lambuzei a minha bunda e seu pinto e mandei que viesse, completamente durinho seu membro foi deslizando para dentro e consegui sentir cada milímetro dele, mais uma vez ele começou o processo e subiu ficando com as pernas semi-esticadas, parecia que reproduzia com maestria o que viu em algum dos vídeos.
Guga – aí tio... sua bunda é uma delícia!
Eu – isso meu machinho me fode com gosto! Esse rabo é totalmente seu.
Seu ritmo era muito bom, nem rápido demais, nem lendo de mais, ele realmente sabia o que estava fazendo, minha rola ficou dura e começou a ficar pingando pré-gozo, aquilo tudo estava me deixando completamente com tesão novamente. Decidi mudar de posição e com ele ainda entravado em mim mandei que se deitasse e comecei a cavalgar de leve e fui aumentado o ritmo segurei suas pernas e fiquei de cócoras subindo e descendo, depois fiquei de frente praticamente fazendo o mesmo, mas dessa vez segurando suas mãos, vez por outra dava uma rebolada no seu mastro e ele revisava os olhos, ainda lhe dava vários beijos em sua boquinha, pescoço e peito, estava ofegante e cansado, mas ele já estava chegando lá, mudamos novamente de posição de eu fiquei de frango assado, deixando as pernas bem abertas, ele veio e continuou, ele já estava gemendo mais alto tamanho era o seu tesão, seu corpo vinha com muita vontade ao encontro do meu, parecia que ele queria me esfolar, de repente ele me diz: “tio, vou gozar!”, fiquei em transe olhando seu corpo mudar de forma, sua respiração parar por alguns segundos, seu olhos se revirarem e sua feição ficar séria e muito concentrada, era como se ele não tivesse mais ali, seu abdômen se contrai com bastante força e ele solta o ar junto com um urro: “ahhh..., ahhh..., ahhh...”, ele gozou dentro de mim. Ficamos parados por alguns segundos com ele deitado na minha barriga até que sinto o líquido saindo do meu cu e retiro ele de cima de mim e vou correndo para o banheiro, pois não tinha mais panos de cama, rsss, tinha que preservar esse.
Tomamos banho, nos limpamos e depois almoçamos. Ficamos jogando e vendo TV até sua família chegar, antes disso que perguntei pra ele.
Eu – você gostou do nosso final de semana?
Guga – foi o melhor da minha vida!
Eu – pra mim também foi especial
Guga – quero vir aqui todos os finais de semana.
Eu – infelizmente não é assim, vamos dar um tempo e depois você pede pra ficar por aqui, mas se sua mãe ou avó não deixarem não insista para eles não pensarem que aconteceu alguma coisa entre a gente, ok?
Guga – pode deixar comigo.
Na verdade, aquele foi o único final de semana que passamos juntos ali, sempre que eu estava em casa ele fazia de tudo para ir lá, mas não conseguimos ter nenhum dia igual a este final de semana. Ainda aconteceu de nos sugarmos, batermos uma e até nos penetrarmos, mas tudo muito rápido e nunca como esses dias, pois fazia de tudo para ninguém desconfiar de nada e realmente consegui isso.
Tempos depois minha estadia naquela cidade acabou. Me despedi do meu príncipe, nunca mais o vi pessoalmente.
Galera esperem que tenham gostado, foi o meu primeiro conto, mas em breve eu posto mais conteúdo.
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Comentários (2)
Daniel Coimbra: Muito bom. Me deixou com muito tesão. Parabéns!
Responder↴ • uid:1ecdvvw728e1Luiz: Que delicia isso nao foi um final de semanan isso foi uma viagem ao paraiso
Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic