#Bissexual #Incesto #PreTeen #Virgem

Sonhos de uma menina putinha

2.4k palavras | 5 | 4.69 | 👁️
Sasqwstch

Meu nome é Fernanda a história que vou contar eu tinha 7 anos de idade e era uma criança bastante curiosa e aventureira. Minha pele clara e meus olhinhos azuis brilhavam de inocência, mas por dentro eu sentia um desejo ardente que era difícil de conter. Nunca me importara com os brinquedos comuns da minha idade, preferia brincar sozinha com as minhas coisas, descobrindo o meu corpo e os meus limites. A vida na minha pequena vila era tranquila, mas eu sabia que existia um outro mundo além daquele que meus pais me mostravam.

Cada noite, escondida em minha cama, com a luz da lua brilhando pelas janelas, eu explorava minha pequena anatomia com dedos inexperientes. Minhas mãos viajavam com ternura por minhas pernas e meu ventre suave, mas era aquele buraco misterioso que me atraía com força magnética. Era tão pequeno, mas sentia que podia abrigar segredos incríveis. Comecei a inserir meus dedos, um a um, na minha abertura anal, e os sons que vinham de mim eram tão novos e emocionantes que me deixavam com a respiração agitada e o coração a bater emocionantemente.

Com o tempo, minha curiosidade se transformou em obsessão. Eu passava horas lendo revistas escondidas e assistindo filmes proibidos que eu encontrava no computador de meu pai. A ideia de alguém entrando em mim por aquele local me excitava de maneira que era difícil de descrever. Os meus sonhos noturnos eram repletos de imagens adultas que me faziam acordar com a vagina molhada e a barriguinha apertada.

Mais vamos pro fato ocorrido eu estava brincando sozinha na frente da minha casa, quando meu vizinho, o senhor Carlos, me chamou. Ele era um homem alto e fornido, com cabelos grisalhos e um olhar que me fazia sentir estranho, mas que eu não sabia por que. Ele me perguntou se eu queria ver algumas coisas novas que ele tinha em sua garagem. Intrigada e com a vontade de explorar, eu segui sem medo.

Dentro da garagem ele tirou o pênis dele duro da calça. Era enorme, preto e intimidante. Apesar do medo que me dominava, minha curiosidade e desejo eram fortes demais. Meu corpinho se estremeceu com a visão, e eu me perguntava se podia caber em mim. Senhor Carlos percebeu minha inquietação e me acariciou a face com a mão, dizendo que tudo iria dar certo, que era só um jogo.

Ele me levou suavemente para um sofá velho coberto por lençóis sujos. Meu coração batia a mil, mas meu ânus pulava de excitação. Ele me fez despir e me ajoelhar diante dele, com aquele monstro pulsando diante de mim. Sem palavras, ele apontou para a minha boca e eu, obedientemente, abri a minha boca para recebê-lo. A sensação dele entrando era estranha, mas eu sentia um prazer inexplicável. A cada movimento, um grito sussurrante saía da minha garganta, misturando medo com prazer.

O senhor Carlos me observava com olhos que ardiam de paixão. Ele gostava de ver minha cara de choque e o meu rostinho manchado com a saliva que corria da minha boca. Depois de me encher a boca com o pênis por um tempo, ele me fez levantar e me sentar em cima dele, encaixando minha pequena abertura anal em cima dele. Eu senti um estiramento que quase me fez gritar, mas tive que me conter, pois ele me avisou que meu pai podia ouvir. Com movimentos lentos, ele me empurrou para baixo, me enfiando o pênis dele centímetro a centímetro.

A dor era intensa, mas misturada com um prazer que eu nunca sentira. Minhas mãos agarraram os braços do sofá com força, tentando me aferrar a esse novo e perturbador sentido. A cada baixada que dava, eu sentia que minhas fronhas se afundavam e que meu corpinho se estendia. Ele me guiava, me ensinando a gostar do que sentia, e com o tempo, eu comecei a balançar de graça, acompanhando o ritmo que ele me impunha. Meu traseiro pequeno e redondo se movia em cima dele, provocando-o a entrar cada vez mais fundo.

O ar da garagem era pesado e quente, cheio do aroma da gasolina e da madeira antiga. O barulho da minha respiração agitada e dos nossos corpos se encontravam ecoando meu ânus em cada movimentação ecoava nas paredes. Senhor Carlos segurava minhas ancas com firmeza, guiando-as em cima e embaixo, mostrando-me o caminho. Depois de um tempo que me pareceu eterno, ele me virou e me fez sentar em cima dele, com aquele monstro apertando minha abertura anal. Minhas pernas tremiam com a tensão e o desejo, mas eu aguentei, quase gritando de prazer com cada puxada.

Eu sentia a humilhação de ter meu culo exposto e cheirando a sexo, mas isso só adicionava à minha excitação. Minhas mãos agarrando as costas dele, eu me moveria, tentando controlar a profundidade e a velocidade. Suas mãos viajavam por meu pequeno corpo, tocando meus seios e puxando meu cabelo, empurrando-me para cima e para baixo, cada puxada empurrando um grito estrangulado de minha garganta.

Ele tirou o pênis do meu ânus e foi enfiando na minha bucetinha, que agora estava babada e pronta para recebê-lo. O cheiro era forte, mas eu não me importava. Tudo o que importava era o prazer que sentia em ter o meu pequeno buraco cheio. De repente, senti um arrepio correndo por todo o meu corpinho. Minhas coxas se envolveram em torno dele com força, e comecei a sentir o orgasmo se aproximando. Meus gemidos se tornaram gritos, e o senhor Carlos sentia o tesão em meu corpo, acelerando os movimentos.

Meu pequeno clitóris pulava de alegria com cada puxada que ele me dava. As mãos dele apertando minhas ancas, guiando-as, dando ritmo à nossa dança obscena. O sangue ia à minha cabeça, e eu sentia que ia desmaiar. Meus olhos se encheram de lágrimas de prazer e meu corpo todo se contraía em espasmos. Nesse exato instante, eu explodir em um orgasmo tão intenso que pensei que morreria. Minhas paredes internas se apertaram em torno dele, e ele gritou, me enchendo com o seu sêmen quente e viscoso.

De repente meu pai aparece na garagem com um olhar de horror e surpresa. "Filha, o que você está fazendo?", gritou ele, com o rosto pálido e as mãos tremendo. Senhor Carlos se apressou a me empurrar pra fora do sofá, tentando se ajustar a calça e esconder a evidência.

Eu toda tímida tentava tampar minha bucetinha com a mão, mas era em vão. Meu pai avançou com os olhos cheios de raiva e confusão. "Sai daqui agora, Carlos!" Meu pai gritou, com o semblante totalmente alterado. O senhor Carlos, sem saber o que dizer, apressou-se a se vestir e saiu da garagem com a cabeça baixa, o pênis pendurado e o rosto coberto de desconforto.

Meu pai deu um tapa na minha cara e disse "então criei uma puta" com o semblante cheio de desprezo. Meu corpinho nu e coberto de suor e sêmen tremia com a força do orgasmo que ainda me dominava. Eu senti vontade de me esconder, mas meu desejo por aquilo que fizera com o senhor Carlos era tão grande que me fez sentir um nudo no estômago.

"Responde puta você tava gostando?" Meu pai me agarrou pelo braço, arranhando minha pele com as unhas. O prazer e a excitação se transformaram rapidamente em medo e embaçou minha visão com as lagrimas. Nunca havia visto aquelas emoções tão intensas no rosto dele.

"Sim papai" murmurei com a voz tremulando, "Eu gostei". O meu corpinho pequeno e magro se estremeceu com a força do orgasmo que acabara de ter, mas era a verdade. Aquele homem me ensinara um novo sentido do prazer que eu desconhecia. Meu pai me levou para a sala, me jogando no sofá.

Meu pai tirou a roupa exibindo um pênis grande e grosso. Sua ereção era evidente, mas eu não sabia se era de raiva ou excitação. "Você gostou, hein? Então vamos ver se você gosta disso."

Ele enfiou o pênis na minha vagina, que ainda tremia com o orgasmo anterior. A sensação era desconhecida, mas minha mente e meu corpo estavam preparados. O tamanho dele me estremeceu, mas minha abertura se adaptou com facilidade. Meu pai me agarrou com força e começou a me foder com um ritmo brutal.

Meu ânus ainda sentia o vazio da presença do senhor Carlos, mas agora meu pai preenchia minha vagina com fúria. Os gritos que eu emitia eram de dor, mas havia um traço de prazer misturado a tudo isso. Meu pequeno corpinho se movia involuntariamente com os empurrões dele, e meus seios pequenos batiam contra o peito com cada puxada. Meu pai era um homem duro e velho, mas em minhas mãos inexperientes, sentia-se tão novo e emocionante.

"Puta gostosa bem apertadinha" meu pai murmurou, com a respiração agitada, enquanto empurrava com força. A dor era intensa, mas era o prelúdio de um outro orgasmo que se aproximava. Eu fechei os olhos e me entregue a ele, acho que meu desejo por ele era tão grande que podia senti-lo nas minhas veias. Minha vagina era agora o foco do meu universo, com o pênis de meu pai me esticando e me enchendo, cada puxada me levando a outro nível de prazer.

Ao sentir o clímax se aproximar, meus gritos se tornaram desesperados. Meu pai apertou minhas tetinhas com força, provocando um estalo elástico que fez com que eu gritasse ainda mais alto. A sensação era indescritível, e meu pequeno corpinho se contraía em torno dele, meu ânus pulsando com vontade de sentir outra pica cheia de sêmen.

Eu olhei pra cima e vi a raiva em seus olhos se transformar em prazer. Aquele homem que me dava proteção e cuidado agora me dominava, me enchendo com a força de um demônio. Eu me masturbava o clitóris com a mão esquerda, acelerando a sensação. Meu dedo girava e apertava freneticamente, tentando chegar ao clímax que se agitava por minha alma.

Meu pai acelerou o ritmo, e cada puxada tornou-se um martelo em minha vagina, mas era um martelo que eu desejava. Sentia que minha carne se estendia além do que acreditava possível, mas o prazer era tão intenso que eu queria que ele continuasse. Os meus músculos internos se apertaram com força, e meu clitóris se tornou um ponto de fogo que minhas mãos pequeninas não podiam apagar.

Eu podia sentir a humilhação da situação, mas era incapaz de parar. Meu desejo era agora meu mestre. O cheiro de sexo e sêmen preenchia o ar, misturando-se com o medo e a excitação. Minha boceta se esticava com cada empurrão, e eu sabia que meu pai gostaria de vê-la cheia dele. Os nossos olhares se encontravam, e por um breve instante, pude ver refletido nele o desejo que ele sentia por mim.

Meu pai era um homem violento, mas agora, com o pênis em minha vagina, era outro. Ele era bruto, mas em um jeito que me fazia sentir protegida, em um jeito que eu desconhecia. Eu gritava com cada puxada, mas eles eram gritos de prazer, e meu corpinho pequeno se movia em busca de mais. Nunca me senti tão viva, tão cheia, tão desejada.

Ele me agarrou os seios com as mãos, apertando-os e me fazendo gritar. Meu clitóris pulava com a excitação, e minhas mãos corriam por meu ventre, tentando acalmar o fogo que me consumia por dentro. Os gritos se tornaram gemidos, e meus olhinhos azuis se encheram de luz. Minha vagina contraía com cada empurrão, e sentia que o meu pai iria me quebrar em pedaços com a força dele.

Mas eu queria isso. Queria que ele me dominasse, que me fizesse sentir aquele prazer que eu descobrira. Minha mente se nublou, e meu corpinho se moveu sozinho, acompanhando o ritmo que ele me impunha. A sensação era alucinante, e acho que ninguém podia entender o que eu sentia nesse exato instante.

"Vou gozar putinha" Meu pai gritou, e eu senti o sabor da palavra "gozar" na minha boca. Era um termo que eu ouvia de longe, mas que agora era tão real e tão intenso. Seu pênis se movia em minha vagina com tanta força que me levantava do sofá com cada puxada.

Eu gritei com o orgasmo que me varreu, meu corpinho se contraía com força, e meu pai soltou o sêmen em mim. O calor da semente em meu interior era indescritível. Nunca senti nada tão bom, tão sujo, tão proibido. Meu pai me soltou, e meu pequeno corpo caiu de volta no sofá, exausto e satisfeito.

"Se veste putinha e não conta pra sua mãe" meu pai me disse, com um olhar que me fez entender que aquilo era um segredo entre nós. Acho que ele achou que me assustaria, que iria chorar ou fugir. Mas eu não fiz nada disso. A sensação de ter o meu pequeno buraco cheio de sêmen era tão deliciosa que eu queria repetir.

3TD512I.md.jpg

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (5)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Ana: A imagem de um homem feito, maduro com um pénis grande, grosso, duro a roçar os lábios vaginais de uma miúda novinha é por demais de um erotismo que não sei explicar.

    Responder↴ • uid:1cznmfxyhz1p
  • Amanda~: Foi tao bem escrito, me entreteu de inicio ao fim. Parabéns

    Responder↴ • uid:1dyejx4kzzkw
  • NRamos: Surreal, mas adorei do início ao fim. Parabéns!

    Responder↴ • uid:1dbra35gfqn5
  • Acn: Um conto que merece respeito,uma das melhores fantasias que li aqui,parabens

    Responder↴ • uid:6nzrkvhpve5
  • Marcus: Amei amei, continua a escrever Signa Marcus.674

    Responder↴ • uid:1cr0dw7efp9c