Perdi o cabaço do cu! Pois é, gente... Finalmente
Meu fetiche sempre foi homens mais velhos ou casados. Quando vejo um que me interessa, já lanço meu olhar sedutor, começo o jogo de conquista sem nem pensar duas vezes. Não sei bem o que me atrai tanto neles. Talvez seja porque as transas que tive com esses caras foram explosivas, de tirar o fôlego. São amantes experientes, sabem exatamente como fazer uma mulher gozar, e quando conseguem dar uma escapada da rotina, eles aproveitam cada segundo como se fosse o último. O sigilo é sagrado, e o melhor: não ficam me enchendo o saco depois.
Já tentei fazer anal uma vez, mas a dor foi tão insuportável que jurei nunca mais. Só que, depois de ver uns vídeos pornôs e ler uns relatos quentes no site da Selma Recife www.selmaclub.com , a curiosidade começou a crescer. As safadas gemendo de prazer, os textos falando de sensações indizíveis… Será que eu estava perdendo algo? Quer saber mais? Corre pro site da Selma Recife e descubra você mesma esses gatilhos que me deixaram louca pra tentar de novo.
Meu nome é Fernanda, tenho 28 anos, sou carioca, pele bronzeada, cabelos cacheados até a cintura. Na época, eu tinha acabado de entrar na UFRJ e aquele verão estava um inferno de quente. Sem praia por perto naquele dia, o jeito foi ir pra uma piscina pública com minha amiga Carla, de 25 anos, e o irmão dela, Pedro, um magrelo de 19 anos cheio de energia. O lugar era o Parque Aquático do Méier, lotado de famílias e caras querendo se exibir.
Eu estava estreando um biquíni minúsculo que tinha comprado online. As tiras mal cobriam os mamilos, e o fio-dental da parte de baixo era tão cavado que eu sentia o vento batendo onde não devia. Claro que, por onde eu passava, os caras viravam o pescoço, alguns até disfarçando o olhar enquanto as esposas davam cotoveladas. Eu adorava aquilo, confesso.
Pedro, coitado, não se aguentava. Ele já tinha uma queda por mim há tempos, e com 19 anos, aquele garoto me devorava com os olhos, babando como se eu fosse um prato de feijoada. “Fernanda, você tá um arraso hoje”, ele disse, todo sem graça, enquanto tentava se aproximar. Eu só ria, pensando que talvez um dia, quem sabe, eu desse uma chance pra ele. Só pra ver o que aquele novinho desajeitado podia fazer.
Mas meu radar estava ligado nos homens de verdade. Foi quando avistei um coroa que me chamou atenção. Devia ter uns 55 anos, barriga de quem gosta de cerveja, cabelo grisalho ralo caindo na testa. Não era nenhum galã, mas tinha um jeito doce com as crianças que brincavam perto dele — filhos ou netos, sei lá. Estava com uma mulher, provavelmente a esposa, mas isso não me intimidou. De longe, fiquei observando aquele pai de família, imaginando o que ele escondia por trás daquele jeitão tranquilo. Nossos olhares se cruzaram por um segundo, e eu dei um sorriso provocador. Ele devolveu, tímido, mas com um brilho safado nos olhos.
A partir daí, começou um jogo de olhares escondidos. Ele me lançava sorrisos de canto de boca, como um moleque travesso pego no flagra, e isso só aumentava o tesão que eu sentia. Na piscina, Pedro não me dava sossego. O garoto ficava tentando me agarrar, louco pra brincar de me jogar na água. Num momento, me pegou por trás, e eu senti o volume dele duro roçando minha bunda enquanto ele ria. “Para com isso, Pedro, sai fora!”, ralhei, empurrando ele. “Poxa, Fernanda, você é muito gostosa, não dá pra resistir!”, ele retrucou, com cara de cachorro pidão. “Se vira, moleque, não sou tua babá!”, respondi, rindo, e saí correndo pra rampa d’água.
Desci o escorregador sem jeito, caí na piscina como um saco de batatas, e todo mundo ao redor deve ter rachado o bico. De repente, senti duas mãos firmes me segurando pela cintura, me puxando pra cima. Pensei na hora: “Aff, o Pedro de novo, esse peste aproveitando pra passar a mão!”. Me soltei com raiva, pronta pra dar um esporro, mas quando vi quem era, meu coração disparou. Era o coroa! Fiquei muda, o rosto pegando fogo de vergonha e tesão.
“Tá tudo bem com você?”, ele perguntou, com uma voz grave e rouca que fez meu corpo inteiro arrepiar. Relaxei na mesma hora, sentindo aquelas mãos grandes ainda me tocando. Meu corpo se aproximou do dele sem eu mandar, como se fosse um imã. Ele percebeu a esposa olhando de longe e me soltou rápido, voltando pra perto dela e das crianças. Ela parecia desconfiada, falando algo enquanto virava pra me encarar. Sei lá o que ele inventou pra justificar.
Fui pro bar, peguei uma caneta emprestada e rabisquei meu nome, meu WhatsApp e um “me chama” num guardanapo amassado que achei no chão. Quando vi ele sozinho por um segundo, enfiei o papel na mão dele discretamente, com um sorriso safado. No vestiário, já tinha mensagem no celular. “Oi, sou o Carlos. Quero te encontrar, mas minha mulher é ciumenta. Tem que ser outro dia”. Respondi perguntando quando ele podia, louca pra marcar logo. Ele disse que só dali a três dias, porque eu tinha compromisso no dia seguinte.
Nos encontramos no terminal de ônibus da Central do Brasil numa quarta-feira à tarde. Ele devia estar matando serviço, porque me deu um beijo rápido e já pegou a estrada pra um motel na Dutra, sem nem dizer pra onde íamos. Eu achei que fosse um rolé no shopping, mas, sendo ele casado, motel era o único lugar seguro. Solteira e sem amarras, topei na hora, mesmo achando que estava tudo rápido demais.
Não sabia quase nada do Carlos, só que aquele jeito confiante dele me deixava meio intimidada — e excitada. Ele estacionou na garagem da suíte e virou um animal. Me agarrou com força, dizendo que estava louco por mim desde que me viu na piscina. Nos beijamos como dois desesperados, mãos nervosas arrancando as roupas uma da outra. Entramos no quarto tropeçando, a porta ainda aberta, e ele me prensou na parede.
O pau dele, duro como pedra, já roçava minha buceta, forçando pra entrar. Eu queria muito, mas lembrei das amigas que se ferraram por não se cuidarem. “Pera aí, coloca camisinha!”, pedi, ofegante, segurando ele com dificuldade. Homem nessa hora não pensa, né? Ele pegou o preservativo, colocou rapidinho, e me penetrou ali mesmo, de pé. A posição era perfeita — cada estocada acertava um ponto que me fazia ver estrelas. Gozei rápido, gemendo alto, mas o tesão não parava. Carlos metia firme, me chamando de gostosa, linda, dizendo que eu era um fogo. Avisou que ia gozar, deu uma estocada funda e parou, me beijando enquanto tremia dentro de mim.
Tomamos banho juntos, pedimos um lanche e uma bebida com álcool — um espumante de maçã que desceu macio. Não sou de beber, então logo senti o corpo quente, a cabeça leve. Conversamos bastante, e ele me contou que era casado, mas adorava uma aventura. Garantiu que seria só curtição, sem apego, o que pra mim era perfeito.
Deitamos na cama, entre beijos e esfregação. Ele me chupou com vontade, e eu retribuí num 69 de tirar o fôlego. Gozei de novo, gritando, e foi aí que ele perguntou: “Já fez anal?”. “Não”, respondi, tímida. “Então você é virgem de trás?”, ele insistiu, com um sorriso safado. “Sim…”. “Quer tentar?”. “Acho que não, dói pra caralho”. “Depende de como faz. Com jeitinho, é até gostoso”, ele disse, me olhando com cara de quem sabia do que estava falando.
Quase perguntei se ele já tinha dado o cu pra saber disso, mas segurei a risada. Ele insistiu: “Vamos tentar só um pouco. Se doer, eu paro, prometo”. Olhei praquele pau grosso, duro, e pensei: “Isso não entra nem fudendo”. Mas ele já tinha colocado outra camisinha e passava um lubrificante gelado no meu cu. Deitou de costas e me puxou pra cima dele, mandando eu controlar.
Fui descendo devagar, com as pernas tremendo de nervoso. A cabeça encostou no meu cuzinho, que piscou de susto. Tentei de novo, mas escorregou. Ele segurou firme e eu desci mais um pouco. Quando entrou a pontinha, dei um pulo e um grito: “Ai, porra!”. Parei, deitei do lado dele e disse que não queria mais. Carlos me beijou, acariciou meu corpo e continuou pedindo: “Só mais uma tentativa, vai”.
De repente, eu estava de bruços, com um travesseiro embaixo da barriga, o rabo empinado. Ele passou mais lubrificante e enfiou um dedo. Meu cu apertou no começo, mas depois relaxou — e, caralho, era gostoso. Dois dedos agora, abrindo caminho, me deixando molhada de tesão e medo. Ele subiu em mim, o pau roçando meu rego, e eu gelei. Queria fugir, mas ao mesmo tempo queria sentir.
“Você vai adorar, relaxa”, ele sussurrava, enquanto forçava a entrada. Tentei resistir, mas ele entrou. “Porra, tira, tá doendo pra caralho!”, gritei, mordendo o travesseiro. Ele parou, me acalmando: “Já vai passar, só relaxa”. Eu choramingava, sentindo aquela coisa grossa brigando com meu cu. “Tira, por favor!”, pedi, mas ele insistia: “Só mais um pouco, amor”.
Aos poucos, a dor virou outra coisa. Uma pressão esquisita, mas boa. Mexi o quadril pra testar, e senti uma ardência gostosa. Rebolei mais, e ele meteu fundo. Doía, mas eu queria mais. O entra e sai foi ficando intenso, e eu me soltava, gemendo alto. Num momento, soltei um peido alto, e ele riu: “Que cuzinho barulhento!”. Fiquei com vergonha, mas o tesão falou mais alto.
Toquei minha buceta enquanto ele me comia, e gozei de novo, um orgasmo diferente, que fez meu cu e minha xana piscarem juntos. Ele socava forte, bufando: “Que cu apertado, que delícia!”. Gozou me empalando até o talo, e eu senti o pau pulsando dentro de mim. Quando saiu, meu cu ficou ardendo, vazio, mas satisfeito.
Aquele anal me marcou. A dorzinha que ficou depois só me dava mais vontade de repetir. Viciei, e agora entendo os relatos da Selma Recife www.selmaclub.com . Quer saber como termina essa história? Corre lá no site dela, porque eu já tô louca pra próxima aventura!
Fernanda.
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