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A Primeira Vez que Vi Minha Esposa com Meu Irmão PARTE 8 a 10

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Dom

Não demorou muito e acabei dormindo profundamente. Nem vi a hora que Cinthia retornou para o quarto. Acordei apenas com o movimento dela se deitando ao meu lado, o corpo ainda quente, mas fingi continuar dormindo.
No dia seguinte já iríamos voltar para casa. Afinal, tínhamos que retornar para nossas vidas e para o trabalho na cidade onde moramos. A despedida foi estranhamente tranquila. Nos despedimos do Tarcísio pela manhã, na porta da casa. O incrível era a naturalidade deles dois. Conversavam, riam e se abraçavam como se nada tivesse acontecido naqueles dias intensos. Cinthia deu um beijo no rosto dele e disse, com um sorriso leve:
— Obrigada por nos receber, cunhado. Foi ótimo.
Tarcísio sorriu de forma descontraída e respondeu:
— Voltem sempre que quiserem. A casa está sempre aberta pra vocês.
Durante a viagem de volta, ela conversava normalmente sobre os dias que passamos na casa do meu irmão — elogiava a comida que ele preparou, o passeio que fizemos no final de semana, o vinho que bebemos nas noites… falava com empolgação, rindo de algumas lembranças. Mas não dava nenhum vacilo, nenhuma palavra ou olhar que entregasse o que realmente tinha rolado entre eles. Eu dirigia em silêncio, concordando com a cabeça, enquanto minha mente não parava de reproduzir as cenas que tinha visto.
Os dias seguintes foram estranhos e confusos para mim. Nada daquilo saía da minha cabeça. As imagens dela gemendo para o meu irmão, o jeito como se entregava, as mensagens que li no celular… tudo ficava martelando sem parar. Às vezes eu olhava para Cinthia fazendo coisas rotineiras — cozinhando, se arrumando para o trabalho — e sentia uma mistura de amor, ciúme, excitação e humilhação. Tentei várias vezes ter a chance de ver se eles continuavam trocando mensagens, mas não consegui ter oportunidade de pegar o celular dela sem levantar suspeita. Ela estava sempre com ele por perto ou o levava para o banheiro.
Depois de uma semana de trabalho corrido, decidimos sair no sábado à noite para relaxar. Jantamos em um restaurante legal, daqueles com luz baixa e música ambiente. Ela bebeu bastante vinho — praticamente sozinha, taça atrás de taça. Quando chegamos em casa, eu já estava com tesão e fui tentando tirar proveito da situação: beijando seu pescoço devagar, passando a mão por baixo do vestido, apertando sua bunda. Mas logo em seguida ela me deu a notícia, com um tom um pouco cansado:
— Amor, hoje não vai rolar nada não… estou menstruada.
E foi direto deitar, sem dar muita chance para insistência.
Fiquei na sala um tempo, sentado no sofá, pensando em tudo. A casa estava silenciosa. Até que me veio a ideia novamente. Fui até o quarto com cuidado, o coração acelerado, peguei o celular dela e entrei no WhatsApp. Eles tinham se falado sim. E nessas novas mensagens acabei sabendo de coisas que me deixaram sem chão.

Parte 9

Nas primeiras mensagens eles falavam sobre o que tinha acontecido na casa dele. Tarcísio era direto e safado, sempre tratando ela de um jeito que me chocava e excitava ao mesmo tempo:
Tarcísio:
— Saudade da minha putinha. Tá com saudade do meu pau também, cachorra?
Cinthia:
— Tô sim… não consigo parar de pensar. Você me fodeu tão gostoso.
Ele pedia fotos o tempo todo e ela mandava. Algumas eram nuas aqui de casa, no nosso quarto, no banheiro. Mas o que mais me pegou foram as fotos que ela mandava do trabalho — ela é dentista. Fotos no consultório, com o jaleco aberto, mostrando os seios, ou até levantando a saia e mostrando a buceta. Nunca na vida ela tinha mandado fotos assim para mim, especialmente no trabalho.
Quanto mais eu lia, mais tesão sentia. Meu pau estava latejando enquanto rolava as mensagens. O que mais me excitava era quando ela falava de mim para ele. Às vezes comparando nós dois:
Cinthia:
— Com você é diferente… você me domina. O corninho é mais carinhoso, mas não me fode do jeito que você fode.
Tarcísio:
— Por isso você é minha putinha agora, né?
Cinthia:
— Sou… rsrs
Logo em seguida a conversa tomou um rumo que me deixou realmente sem chão. Tarcísio começou a falar sobre o que levou eles a terem o caso. Ele contou que tinha descoberto algo pesado através de uma amiga dela, que é colega de trabalho:
Tarcísio:
— Aquela sua amiga me contou sobre o seu primo… caralho, eu não esperava isso.
Cinthia:
— Essa amiga minha é uma safada mesmo por ter te contado isso. Foi antes de casar… um dia antes do casamento rolou com ele. Depois ainda aconteceu mais duas vezes. Não gosto de falar muito sobre isso.
Tarcísio:
— E você me contou tudo isso porque eu te pressionei né? Acabou virando chantagem gostosa kkkkk
Cinthia:
— Você se aproveitou da situação… mas no fundo eu também quis.
Tarcísio:
— Ou seja, o Marcos já era corno antes mesmo de casar com você kkkkk
Cinthia:
— Não fala assim do meu corninho.... rsrsrs
Tarcísio:
— Quando vamos nos ver de novo?
Cinthia:
— Espero que seja logo… tô com saudade.
Tarcísio:
— Quero fazer umas coisas novas com você.
Cinthia:
— Que coisas? Me conta…
Tarcísio:
— É segredo… mas você vai gostar. Vai ser bem safado.
Cinthia:
— Safado como? Agora fiquei curiosa rsrs
Tarcísio então mandou uma figurinha de “segredo” com um dedo na boca.
Meu tesão era demais naquele momento. Acabei gozando ali mesmo, segurando o celular com uma mão. Depois guardei o aparelho no lugar e me deitei ao lado dela, exausto e com a cabeça ainda girando.

Parte 10

Depois daquela noite, eu pensava ainda mais no que tinha visto e lido. Os dias foram passando e, sinceramente, acho que eu pensava mais do que ela nas coisas que Tarcísio queria fazer com ela. Algumas vezes consegui pegar o celular dela discretamente, mas não tinha nada de novo — só mensagens safadinhas, provocações leves, sem fotos. Aquilo me deixava louco. Ficava imaginando o que ele planejava fazer com ela e se eu conseguiria ver novamente.
Então, numa quinta-feira à noite, estávamos deitados conversando enquanto mexíamos no celular. Recebi uma mensagem do meu irmão perguntando se iríamos fazer algo no feriado prolongado. Respondi que não, que ficaríamos em casa mesmo. Ele então perguntou se poderia vir para cá. Respondi que sim na hora.
Logo comecei a imaginar o que poderia rolar entre eles. Olhei para Cinthia, que estava deitada virada para mim, com a mão descansando na minha perna. Dava para ver parte do bico do peito dela pelo decote da camisola. Meu pau já dava sinais de vida. Foi aí que, de relance, vi que ela também estava falando com ele. Quando ele confirmou que viria, senti a mão dela subindo lentamente pela minha perna até segurar meu pau por cima da cueca.
Ela tinha ficado excitada com a notícia. E eu, por saber que ele viria, também estava. Logo depois de segurar meu pau, ela colocou o celular do outro lado da cama e começou a me chupar com vontade. Eu ali só admirava ela, a boca quente subindo e descendo. Apaguei a luz do abajur e fodemos com intensidade. Estávamos transando praticamente porque ele iria vir para casa. Era um sexo forte, urgente.
Pela primeira vez, ela passou a língua no meu cuzinho. Aquilo foi incrível — eu me contorcia de prazer. Em seguida ela subiu, me beijou e senti seu dedo passando na entrada do meu cuzinho. Ela começou a falar baixinho no meu ouvido:
— Tá gostando, amor?
— Sim… — respondi, ofegante.
Ela continuou, chupando meu peito, e então senti ela colocando o dedo devagar. Nunca tinha feito aquilo, mas era bom, não vou mentir. Ainda com o dedo em mim, ela sussurrou no meu ouvido:
— Quer que eu coloque mais?
Antes que eu pudesse responder qualquer coisa, ela aumentou o vai e vem do dedo. Quando eu estava quase gozando, escutei ela falar baixo enquanto me chupava:
— Goza… corno! Goza…
Aquilo foi o que faltava. Gozei forte, estremecendo. Ela segurava firme a base do meu pau, o dedo ainda dentro de mim. Depois ficamos deitados por alguns minutos, recuperando o fôlego. Ela foi tomar banho e, ao retornar, só me deu um beijo rápido e disse:
— Boa noite, amor.
E foi dormir.
Eu ainda estava em êxtase, olhando para o teto, com o corpo latejando e a cabeça cheia de expectativas para a chegada do meu irmão.

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