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O vizinho depressivo arrombou minha esposa - Parte 2

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Lukilok

Depois do que fizemos naquela noite, meu casamento com a Thaís melhorou em 200%, ela me tratava com mais carinho, mais amor... não q nosso casamento fosse ruim, e ele sempre falava do Bruno com um brilho nos olhos.
Eu agradeci mt o Bruno por ele ter fodido ela, mas ao contrário do q eu esperava, q ele fosse pedir mais e mais vezes, ele me cortou:
- O mano, foi uma delícia, mas cuida do casamento hein? Não usa isso como uma fuga de problemas, vamos aproveitar a amizade, se tiver q rolar de novo, vai rolar
Thaís e eu ficamos umas duas semanas sem o ver, ainda por causa dessa correria q é a vida dele, mas começamos a ter alguns fetiches sobre coisas para fazer com ele, por exemplo, a Thaís queria ser tipo uma namoradinha, trocar mensagens durante o dia, conversas aleatórias... eu já pensava o oposto, meu desejo era chegar em casa e flagar os dois fodendo, mas o Bruno vivia lá, no mundo dele.
Thaís tentou essa aproximação, porém o Bruno demorava mt pra responder, muito mesmo, parecia q nunca estava disponível, e ao mesmo tempo q isso era bom, nos irritava, pq aprendi q quem quer arruma tempo pra vc.
Numa noite comum, plena sexta-feira, 19h, Bruno me liga:
- Boa noite mano, tá tudo bem?
- Tá sim e com vc?
- Tudo bem, vai fazer alguma coisa no fim de semana?
- Não, sem planos por enquanto, pq?
- Bora pra praia agora?
- Agora? Como assim? Não, tem nem condições
- Vamos caralho, a gente acha uma pousada, to com mó vontade de ver o mar, mas não quero ir sozinho
- Não mano, to sem dinheiro
- Eu pago, bora
- Vou falar com a Thaís
Thaís e eu aceitamos, não gostamos de ir pros lugares sem dinheiro, mas seria a segunda viagem com Bruno, e a primeira foi ótima pra espairecer, ainda mais viajar assim, do nada.
Nos arrumamos e coisa de 2h depois saímos, Bruno foi o caminho todo ouvindo música, conversando sobre a vida, e me aconselhou a mudar de emprego, a Thaís fazer uma faculdade, eu comecei a vê-lo com um olhar de tipo um irmão cuidando de mim, contei pra ele sobre um preconceito q eu tinha com "mulher minha não trabalha", ele me deu um belo sermão dizendo q os dois trabalhando a gente cresceria mais rápido, teria mais crédito, mais tranquilidade financeira, e isso entrou na nossa mente.
Fomos para Ubatuba, ainda rodados um bom tempo procurando uma boa pousada com vaga, achamos uma bem legalzinha, um quarto com duas camas, pegamos, mas mal chegamos e já fomos dormir.
No dia seguinte, acordamos cedo e fomos pra praia, era a primeira vez q eu ia para a praia podendo curtir mesmo, Thaís e eu nunca tinhamos ido sozinhos, sempre em família, aquele grupo de pessoas q fala alto, grita, leva cooler, bebe, e fica gritando com as crianças, com Bruno era diferente, saímos só com a roupa do corpo, pegamos uma cadeira de quiosque, ficamos sentados vendo o mar, comendo porções e apenas conversando, vez em quando íamos no mar, mas tudo sem preocupação.
Ficamos horas na praia, e Bruno era tão prudente q pagava as coisas direto no caixa, sem nem permitir a gente saber o preço de nada, dps de algumas horas fomos conhecer os pontos turísticos da cidade, tipo um tour mesmo, fomos num Áquario, muito legal, nos divertimos muito, tbm fomos em um museu do automóvel, achamos entediante, mas Bruno era muito da natureza.. então visitamos algumas praias, e a preferida dele foi a Gruta que chora, tiramos várias fotos, foi um passeio incrível, no final da tarde estávamos cansados, mas ele ainda queria conhecer o aeroporto de Ubatuba, q eu nem sabia q existia, ele conversou mto na portaria, mostrou alguns documentos e permitiram nossa entrada, não era um aeroporto de passageiros pelo q eu entendi, mas pudemos ver alguns aviões de pequeno porte, tirar fotos, foi muito legal mesmo.
Eu pensava q nós íamos chegar na pousada e descansar, mas Bruno era muito "rueiro", nós tomamos um banho e ele se vestiu elegantemente, chamando a gente pra um barzinho a beira mar, e depois íamos dar uma volta na feirinha de artesanato, mesmo cansados nós fomos, no barzinho Bruno insistiu para experimentarmos um drink de morango, pra resumir, gostamos muito, e ele estava conseguindo fazer a gente gostar de álcool (Bruno não bebia cerveja, na verdade ele só bebia se estivesse sem o carro, e era sempre drinks ou vinhos).
Passeamos nessa feirinha, ele comprou algumas coisinhas pra gente comer e insistiu muito pra Thaís fazer um terere no cabelo, meu lado religioso disse:
- Esse negócio é do capeta, coisa de macumba
- Cara, não tem pra q misturar religião com essas coisas, é só tranças no cabelo
Bruno tinha uma tranquilidade em tudo q me fazia questionar se as coisas q eu aprendi eram realmente certas, Bruno não era um cara ateu, pelo contrário, ele acredita muito em Deus, mas sem o peso da religiosidade q eu carregava, paramos para ver o mar a noite, e meus problemas pareciam não existir ali, na pousada comentei com ele como a vida ficava leve perto dele, tomei mt cuidado para não parecer boiola falando isso, Bruno me abraçou pelo ombro, e disse q eu precisava desacelerar, abrir meus horizontes.
No mesmo dia ficamos até tarde falando de futuro, sobre faculdade, academia, nunca tinha tido um amigo q me impulsionasse tanto, eu até tinha esquecido qualquer putaria, Thaís estava empolgada para começar a estudar para a faculdade de tanto incentivo, foi aí que a loucura do Bruno bateu, já era começo de madrugada, ele me disse:
- Bora, vou te ensinar a dirigir
- Não, tá maluco?
- Vai ser de boa, aproveita agora q a rua tá vazia, o carro é automático, vamos
- Não, não...
- Mano, vc pensa muito, vamos
Ele pegou uma blusa e já abriu a porta sem ligar pras minhas negativas, isso era muito bom nele, pra resumir essa parte, Bruno me ensinou o básico, andei por umas quatro ruas, fiz algumas pequenas cagadas, mas foi muito bom dirigir um pouco, quando voltamos pra pousada, riamos da situação, fui mijar pra dormir, e Thaís me mandou uma mensagem: "Queria dar pra ele"
Novamente meu peito acelerou... eu não sabia oq fazer, mas tbm queria que isso acontecesse, voltei pro quarto e ficamos deitados trocando mensagem, acho que Bruno percebeu, mas não falou nada, só dormiu, na manhã seguinte, acordamos cansados, era umas 9h, fomos tomar o café da pousada e tudo estava naquele clima de despedida de praia, andamos um pouco na orla da praia e Thaís estava triste por não ter dado pra ele, enfim chegou a hora de irmos embora, enquanto subíamos a serra estavámos comentando do quanto tinha sido gostoso esse fim de semana, aproveitei pra fazer um comentário safado:
- Poderíamos ter aproveitado melhor
Bruno entendeu na hora, sorriu de canto e soltou a fala que marcou meu casamento:
- Vocês tão me confundindo com um comedor, eu não sou o cara que vai só foder sua esposa e foda-se, se vcs querem isso deveriam procurar um cara em site de encontro casual, ou até um casal pra ficarem trocando, eu sou amigo de vcs porra, chamei pra uma viagem pra espairecer, putaria a gente faz em casa
Houve aquele silêncio constrangedor, mas respondi:
- Não, trocar casal jamais, não vou nos anunciar como produto em site
- Não é produto mano, é sexo, sexo é uma coisa, amor é outra, troca de casal é excitante, os dois ganham, por enquanto só a Thaís levou rola e vc não comeu uma buceta diferente
- NEM VAI COMER - gritou Thaís rindo do banco de trás
Bruno com toda calma explicou o benefício de uma troca de casal, e disse q nunca fez pq quando estava noivo não tinha a mente aberta, mas q no próximo relacionamento dele faria questão de ter essa cumplicidade, e q Thaís e eu éramos o primeiro casal q ele iria trocar. Nós ouvimos aquilo rindo, mas na minha cabeça, não seria ruim foder uma bucetinha diferente.
Chegamos em casa, Bruno foi pro apê dele e não nos falamos mais o dia todo, uns dois dias depois eu mandei aquelas mensagens arriscadas:
- Mano, vc não quer comer mais a Thais?
- Quem disse q não?
- Vc não procura mano
- Oshe, vcs q tem q me falar quando quer mano, não vou ficar procurando sua mulher
- Ah para, vc sabe q ela é doida em vc
- Eu sei, mas ela é casada kkk
- Vai lá em casa, fode ela hj mano
- Não pô, só vou fazer isso quando vc chegar
- Não caralho, eu quero ser corno mesmo, sério, por favor, fode ela lá
- Para com essas conversas mano, isso não termina bem
- É sério, vou falar com ela aqui q vc vai lá comer ela
- Mano, vc tem certeza do que vc tá pedindo?
- Tenho
- Beleza então, manda ela vir aqui, prefiro na minha casa
Falei com a Thaís q ficou extremamente envergonhada e não queria ir de jeito nenhum, e ficou por isso mesmo, quando cheguei em casa, tudo seguia normal, a noite passou tranquila, até a hora de deitarmos, quando nos deitamos, Thaís sentou em cima de mim, eu comecei a acariciar sua bunda, ela beijou meu pescoço, parou, me olhou nos olhos e disse:
- Vc queria mesmo ser corno?
- Sim... queria
- Mesmo?
- Sim...
- Não vai ter briga por isso?
- Não, pode fazer, amanhã vc vai lá
- Então... eu fui hj
Caralhoooo.... meu coração disparou!
Thaís me contou que Bruno mandou mensagem pra ela e a convenceu a ir, e me contou detalhadamente oq tinha feito, ela tinha pedido pra gravar, mas ele não deixou, disse q corno tem que ficar na imaginação, eu fodia ela enquanto ela me contava como foi gostoso sentir a rola dele, foi uma transa espetacular, eu tava tão eufórico q pedia pra ela gemer chamando o nome dele, no dia seguinte eu o agradeci novamente, Bruno disse q tinha uma surpresa pro fim de semana, e passamos a semana inteira ansiosos, até tentamos descobrir, mas ele não deu nenhuma dica.
Chegou o sábado, ele não respondia, não atendia o celular, umas 23h ele manda a mensagem:
- Se quiserem trocar casal, venham aqui
Só isso, e mais nada.
Thaís não sabia se era sério, ou era uma brincadeira, mas conversamos muito sobre se fosse verdade, a curiosidade estava grande, até Thaís dar uma de esperta:
- Como q troca casal com um cara solteiro? Ele tá zoando, vamos lá sim
Fomos, tocamos a campainha, ele nos atendeu, entramos, e tinha uma garota sentada no sofá, ficamos tímidos, não imaginávamos q fosse verdade, quando a garota se virou, puta q pariu, era Juliana, a menina q ele estava conversando no dia da minha entrevista, ela era baixinha, pele branquinha, cabelo preto ondulado, 22 aninhos, parecendo uma bonequinha.
Ela me reconheceu, sorriu e nos cumprimentou, Bruno foi bem direto:
- Então, a Ju e eu estamos ficando a um tempo, e eu não escondo nada dela, contei q ficava com vcs, e esses dias eu oficializei meu namoro com ela, tem uns 2 dias q estamos namorando, e eu quero manter essa nossa amizade, mas como eu disse, acho justo todos ganharem
Thaís e eu nos olhamos, eu não tinha reação, nem Thaís, Bruno pegou a Thaís pela cintura e disse:
- Vem, vamos pro quarto
Fomos todos, Bruno começou com Ju, e eu com Thaís, aquilo estava estranho pra gente, demoramos muito pra trocar, só estávamos transando no mesmo ambiente, já nas penetrações Bruno me olhou e fez gesto para trocar, Thaís nem percebeu, só notou na hora q trocamos, Bruno fodia ela com intimidade já, enquanto eu vergonhosamente pedia licença para enfiar meu pau na buceta da Ju, mas q buceta! Ela estava quente, molhada, mas era carnuda, bem carnuda, parecia abraçar meu pau, Ju tbm estava tímida, mas fomos nos soltando juntos, Bruno destruia a Thaís q em poucos minutos não se importava mais comigo, enquanto eu metia naquela buceta carnuda q jogava a bunda para trás implorando por pica, trocamos de posição todos juntos, Bruno e eu nos deitamos, e elas cavalgavam, era uma delícia! Lembrei de um conto q tinha lido aqui recentemente, o nome é "Do futsal para a cama", então prôpus q Juliana sentasse de costas, enquanto Bruno pegava a Thaís de quatro com o rosto dela em minha barriga vendo a buceta da Juliana descer em meu pau, assim fizemos, mas diferente do conto do rapaz, a Thaís não curtiu ficar olhando, deu um certo ciúmes, o q Bruno fez foi tirar ela dali, levar pra sala pra terminar de foder sozinhos, enquanto no quarto Juliana e eu ficávamos mais à vontade, só ouvindo os gemidos da Thaís sofrendo na rola enorme de Bruno.
Foi muito gostoso, terminamos quase juntos, e voltamos pro nosso apartamento, Thais ficou procurando briga por eu ter comido outra mulher, mas tbm adorou a troca.
Tem umas 3 semanas q isso aconteceu, e Bruno continua sendo um grande amigo, ele não fica falando da nossa vida íntima, e estamos esperando ansiosamente por um próximo convite, ou quem sabe uma viagem entre casal.

Comentários (1)

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  • José Silva: Você tá louquinho pra sentar na rolona dele

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