#Teen #Virgem

Ela só me dava a bundinha e eu adorava

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Ramon

SANDRA foi uma namorada minha na adolescência. Ela queria casar virgem e eu só comia o cuzinho dela.

Não vou revelar minha idade, mas saibam que eu ainda alcancei uma época em que ainda tinham meninas que só davam a bunda porque queriam casar virgens, ou seja, a buceta com hímen intacto. O pobre do cu por sua vez... ah ah ah

Engraçado que, já adulto, saí com mulheres que tinham feito isso e jamais tinham dado a bunda ao marido. Na verdade, uma me confessou que jamais tinha dado a bunda ao marido com medo que ele desconfiasse da facilidade na penetração. “Depois de tanto tempo e o cuzinho ainda está aberto?”, perguntei. “Eu disse que não dava ao meu marido, então...”, respondeu ela rindo e fizemos um sexo anal maravilhoso.

Eu já era safado demais na juventude, tesão de adolescente, comia e dava e estava tudo certo. Comecei a namorar com SANDRA numa festa qualquer, ela morava perto da minha casa e sempre a achei uma menina bonita e divertida. Não foi amor à primeira vista mas namoramos sério por cerca de um ano. O destaque no corpo dela era a bunda, cheinha e empinada, ela era do tipo braços e pernas roliças sem ser gordinha, sei lá; eu adorava estar com ela, o cheiro, as conversas, tínhamos gostos parecidos e o namoro acabou por “desgaste” – em outra oportunidade vou relatar uma saída que tive com ela muito tempo depois, num encontro aleatório, eu e ela já com filhos e divorciados.

No namoro, as carícias evoluíram bem dos simples beijos e esfregadas (aqui a gente chama de sarro) e partiram para pegar nos peitos e nas partes baixas. Quando meu dedo tocava naquela buceta com pentelho e cheirosa, eu voltava para casa com o dedo do nariz. Lembro aos mais novos que trepar com uma namoradinha assim não era a facilidade de hoje. Pois bem, avançamos nessas “tratativas” até que tivemos um dia que ficamos eu e ela sozinhos na casa dela. Eu sabia que era o dia que eu ia comer SANDRA, via nos olhos dela. E foi uma loucura, beijos, deixei-a só de calcinha e sutiã, tirei o sutiã e chupei aqueles peitos lindos. Eu já tinha feito isso, mas era a primeira vez dela nua mesmo (antes ela botava um seio para fora, eu dava uma chupada e pronto), com medo de alguém chegar.

Quando ficamos nus, ela me disse que era virgem e que apenas tinha batido punheta e feito sexo oral no antigo namorado (que ainda bem não morava perto e eu não o conhecia, teria ciúme). Nem liguei e consegui chupar aquela buceta maravilhosa que já estava encharcada; SANDRA não conseguiu gozar, mesmo me avisando duas vezes que ia fazer isso, não conseguiu chegar ao ápice, era nervosismo. Ela chupou meu cacete de forma muito fraca (depois virou profissional) e quando eu a ajeitei para enfiar a rola naquela xoxota, ela quase chorou, disse que não, que adoraria mas só depois do casamento. “Então vou na bundinha”, falei desesperado. “Vá devagar, meu amor, nunca fiz sexo”, respondeu ela concordando.

Na época, limitei-me a dar muitos beijos nela, deixá-la de quatro na cama e ir com carinho furar aquele buraco intocado (e era mesmo). Pedi para ela deixar meu pau bem molhado e cuspi no cu dela. Ajeitei a nossa posição e encostei a cabecinha no cu dela (até o cu era lindo). Ela estava bem nervosa e eu tentei ir com calma (calma de adolescente, apesar de saber que não devia forçar nada demais). A cabecinha entrou e ela começou a chiar, não relaxou. Eu me controlei para não gozar só com a cabecinha dentro. Fiquei alisando a bunda dela, falando de amor e SANDRA não abria o cu. Tirei e fui no banheiro da mãe dela pegar um creme rinse para servir de gel. Quando puxei o pau, senti a pressão que o cu dela fazia na minha rola.

“Meu amor, você relaxe, tudo fica mais fácil, não vou nada com força, quero que você curta esse momento também”, falei. Creme e muito creme e a cabecinha entrou fácil. Ela se travava ainda porém notei que não reclamou tanto de dor. “Vou mexendo aqui bem devagar, tirando e botando a parte que entrou”, eu disse. Eu suava pelo esforço, só que meu pau não baixava, era ferro todo. Fui mexendo bem devagar, tirando e botando (na verdade, eu não tirava meu pau, evitava isso, ia e voltava). No começo era quase nada e eu fui aumentando a penetração; SANDRA chiava um pouco mas se alegrava quando eu dizia o avanço do meu pau no cu dela. Tive de ficar parado com mais da metade do pau já enfiado, por exemplo. Sei é que quando enfiei tudo, eu disse a ela com voz de paixão “Querida, entrou tudinho, esse rabinho é meu agora, eu te amo”. “Eu também te amo”, ela respondeu.

Não vou dizer que essa primeira vez foi excelente, foi pela emoção, pelo cabaço anal dela que foi embora, pela gozada monstruosa que dei dentro do cu dela e pelo clima de muito amor que ficamos, como nunca tinha ocorrido de maneira tão forte. Comi com o cu não totalmente relaxado, SANDRA ficou ardida depois, meu pau saiu melado e mesmo assim foi inesquecível. E a partir daquele dia qualquer mínima oportunidade era literalmente “pau no cu, se possível com leitinho dentro”. A cena daquela menina bonita dando a bunda pela primeira vez, aquela bunda linda, eu enfiado nela... foi um dos momentos mais especiais que tive ao tirar um cabaço.

E como disse, qualquer chance era para eu comer o rabo de SANDRA, que me dava com prazer. Consegui comprar um gel (não era tão comum, parece que se usava para hemorroida à época ou para mulheres com problemas de lubrificação, era coisa de adulto, pelo que eu entendia à época) e ela já se preparava quando ia na minha casa ou na casa dela. Não íamos a motel ainda. Se ela soubesse que a gente não ia ter muito tempo ou a trepada ia ser no risco (alguém na casa na cozinha e a gente no quarto, com a porta aberta), ela chegava, ia no banheiro, metia gel no cu e muitas vezes, se estivesse de vestido, nem a calcinha colocava ao sair do banheiro, então era só levantar o vestido e meter a rola. Eram momentos nervosos e maravilhosos. Um dia a mãe dela foi preparar uma “cartola” para a gente (é um banana frita com queijo por cima, tudo com açúcar e canela por cima) e menos de dez minutos não ela conseguiria fazer o lanche. Foi a gente ouvir o barulho na cozinha e SANDRA abaixar o short e a calcinha e eu meter e gozar dentro daquele buraco. Ela revirava os olhos e me dizia que se masturbava no banheiro, quando ia “tirar” meu leite do cu.

Com a experiência, SANDRA gozava com eu comendo o rabo dela, sabia segurar a porra no cu quando antes saía correndo e já com o leite escorrendo pelo rabo, nem sempre a gente usava gel (cuspe apenas e o cuzinho já bem visitado não criava muito empecilho para ser invadido) e ficou craque no boquete, além de adorar gozar comigo chupando a buceta dela.

Uma vez, após umas partidas de vôlei com times mistos, que lá na rua minha turma fazia muito, eu fui deixá-la em casa só que a quadra era perto da minha casa. “Amor, tô querendo fazer xixi”, ela disse e claro que fomos lá em casa. Só tinha uma diarista lá (que nem se chamava assim, era uma mulher que ia lá em casa 2 ou 3 vezes por semana para fazer a limpeza mais grossa) e SANDRA entrou correndo para ir no banheiro. Como a mulher da limpeza estava varrendo o terraço, entrei no banheiro com ela e pedi para ver SANDRA mijando. Cena linda, ela ficou meio envergonhada mas a bexiga falou mais alto. Saímos do banheiro com tesão e fomos para meu quarto, porta aberta. “Vamos?”, pedi. Ela quis fugir, inventar uma desculpa. O tesão falou mais alto e em pé, junto à porta do quarto, para ouvir qualquer movimento da diarista vindo, ela baixou o short e a calcinha, empinou o rabo e abriu a bunda com as mãos, mostrando o "meu alvo". Aquele cu, mesmo tão visitado, continuava lindo; o cheiro de suor, bunda, buceta e caralho subiu. Foda-se tudo. Cuspi no pau e meti naquela mulher maravilhosa. Ela tapou a boca dela mesmo, porque estava querendo gritar. O barulho era de minha virilha na bunda dela. O cheiro de cu, de suor, subir. Foda-se tudo. A trepada estava maravilhosa. Gozei nela e, como a diarista não tinha se movimentado, deixei o pau dentro e pedi para ela gozar se masturbando. Ainda comecei a bolinar a buceta dela, sabendo que a ela se masturbando era muito mais rápido e ela assumiu a posição e gozou com meu pau dentro. Lembro que foi tanto leite nesse dia que caiu no chão quando tirei do cu dela. Esquecemos da diarista e de roupas abaixadas ficamos nos beijando.

O nosso namoro sem maiores traumas, o que não quer dizer que foi fácil, e até hoje fico doido de tesão quando me lembro dessas e de tantas outras aventuras e transas com SANDRA.

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