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A Vizinha Gostosa Que Me Transformou de Punheteiro em Fodedor

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Luh

Um garoto tarado começa se masturbando escondido vendo a vizinha corpulenta estender roupa...

Oiê, eu sou a Luh. 🙂

Essa história não é minha. Foi o Gustavo quem me mandou.

Um garoto comum, que descobriu o prazer de forma intensa e proibida. Tudo começou inocentemente: ele se masturbando escondido enquanto observava a vizinha corpulenta estender roupa no varal. O que era só uma punheta diária atrás da cortina virou uma obsessão que escalou rápido, sujo e deliciosamente fora de controle.

Eu ouvi cada detalhe. Cada olhar roubado, cada calcinha surrupiada, cada gemido abafado. Com atenção e fogo no corpo. Depois, dei o meu toque: transformei o relato num conto voraz, molhado, explícito e sem nenhum pudor.

Agora tá aqui, prontinho pra você.

Que tal ficar peladinho(a), coloca a mãozinha (ou a mãozona) onde naquele lugarzinho e fica à vontade. Esse conto não promete nada além de tesão puro. Então relaxa, abre as pernas (ou segura firme) e deixa ele te levar. Se gozar no meio da leitura, é porque funcionou direitinho.

(Nomes e lugares alterados para proteger o anonimato)

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Eu morava numa casa simples de dois andares num bairro antigo e apertado da cidade. As construções eram coladas umas nas outras, separadas apenas por muros baixos ou quase nada. Meu quarto ficava no segundo andar, na lateral, e a janela dele dava direto para a laje da casa da Dona Carla, que era um pouco mais baixa que a nossa. Era como se tivessem construído as casas uma em cima da outra. Da minha janela eu via tudo: o varal de ferro que ela usava, o tanque, as plantas que ela cuidava, e, principalmente, ela.

Carla era uma mulher grande, daqueles corpos que chamam atenção sem esforço. Tinha uns 42 anos, pele morena, cabelo castanho escuro, ondulado que geralmente prendia num coque bagunçado. Seus seios eram grandes, porém firmes, e a bunda era larga, redonda, daquelas que balançavam a cada passo. Ela vivia sozinha desde que o marido morreu, e parecia não fazer o menor esforço para se esconder.

Quase todos os dias, entre as dez e doze da tarde, ela subia na laje para estender roupa. E sempre vinha vestida da forma mais à vontade possível: shorts jeans velhos e justos que mal conseguiam conter as coxas grossas, blusas finas de alça ou regatas larguinhas que deixavam os seios quase saltando a cada movimento. Quando fazia calor, ela aparecia de top cropped e um shortinho de algodão que marcava o volume da buceta por baixo. O suor escorria pelo decote, molhando o tecido e deixando os mamilos visíveis. Eu passava horas ali, escondido atrás da cortina fina do meu quarto. Foi assim que começou. Eu ainda jovenzinho.

Um dia, vi ela se abaixando para pegar o cesto de roupa, a bunda enorme empinando na minha direção, o short apertando entre as nádegas. Meu pau endureceu na hora. Eu sem entender nada, sentei na cama, baixei a bermuda e comecei a me mexer no pau olhando pra ela. Observava cada detalhe: o jeito como os seios pesados balançavam quando ela esticava os braços para prender as peças, o suor brilhando na pele morena, as coxas firmes apertadas no short. Gozei tanto que precisei limpar o chão depois.

Depois daquele dia virou vício. Todo dia eu esperava o horário. Às vezes ela demorava e eu já ficava duro só de ansiedade. Quando ela não aparecia, eu ficava frustrado. Foi aí que tive uma péssima ideia, e resolvi roubar uma calcinha dela. Numa noite, pulei o muro baixo que separava nossas casas. O varal ainda tinha algumas peças. Peguei uma calcinha preta de renda, ainda com o cheiro dela. Voltei correndo pro quarto, deitei na cama e enfiei o rosto naquela peça. O cheiro de buceta, suor e sabão me deixou louco. Enrolei a calcinha no pau e bati uma punheta demorada, imaginando que era a boceta quente dela me apertando. Gozei dentro da calcinha duas vezes seguidas, sujando tudo.

A partir daí roubei mais. Tinha dias que eu ia lá e pegava calcinhas usadas, sutiãs, até shorts que ainda estavam quentes do corpo dela. Guardava tudo numa caixa embaixo da cama e usava pra me masturbar quando ela não estava no varal.

Certa vez estava um calor insuportável, daqueles que o ar parece que queima. Eu estava na janela, já com o pau na mão, esperando. Carla subiu na laje com o cesto de roupa. Dessa vez ela usava apenas uma regata branca fina e uma calcinha preta comum. Nada por baixo da regata. Começou a estender as roupas. O suor já deixava a regata grudada nos seios, e a própria umidade das roupas deixou sua blusa molhada. Carla, ao perceber, soltou um gritinho de surpresa e riu, mas continuou estendendo as últimas peças, completamente molhada. A regata branca virou transparente. Os seios grandes, com os mamilos castanhos e duros, ficaram totalmente à mostra. A água escorria pelos bicos, descia pela barriga macia e pela calcinha que também colou no corpo. Ela não correu pra dentro. Ficou ali, sorridente, esticando os braços, virando de um lado pro outro. Os seios balançavam pesadamente, livres, molhados. A calcinha ficou tão grudada que acho que via o contorno perfeito da fenda (ou talvez fosse apenas minha imaginação fértil). Eu, da janela, batia punheta desesperado, olhos colados nela. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca.

Carla virou de costas, empinou levemente a bunda enquanto prendia uma última toalha. A calcinha molhada marcava entre as nádegas grossas. Foi demais. Gozei ali mesmo, jorrando forte contra a parede do quarto, gemendo o nome dela enquanto via aquela mulher molhada, quase nua, se exibindo sem saber (ou talvez sabendo) que eu estava ali, olhando. Quando terminou, ela olhou direto para a minha janela. Nossos olhares se cruzaram. Ela sorriu. Um sorriso lento, molhado, consciente. Depois desceu as escadas da laje, rebolando devagar, os seios ainda balançando livres.

Depois daquele dia, a tensão no ar ficou diferente. Eu sabia que ela tinha me visto. E ela sabia que eu sabia. Mesmo assim, continuei roubando as calcinhas. O risco me deixava ainda mais excitado. Uma noite, por volta das onze horas, esperei meus pais dormirem e pulei o muro de novo. O varal estava cheio de roupas limpas. Peguei uma calcinha vermelha de renda que ainda tinha o cheiro forte dela, um misto de buceta, suor e perfume barato. Estava guardando no bolso quando ouvi o barulho da porta dos fundos da casa dela se abrindo. Meu coração quase parou. Me agachei atrás do tanque, o pau ainda meio duro dentro da bermuda. Carla apareceu na laje, vestindo só um robe fino aberto na frente. A luz da lua batia direto nos seios pesados e na barriga macia. Ela parou, olhou ao redor devagar, como se sentisse que algo estava errado. Ficou ali uns bons trinta segundos, os olhos passando exatamente pelo lugar onde eu estava escondido. Prendi a respiração. Meu coração batia tão forte que tinha certeza que ela ia ouvir.

— Tem alguém aí? — murmurou, a voz baixa, e eu não me mexi.

Depois de um tempo que pareceu eterno, ela deu de ombros, fechou o robe e voltou pra dentro. Saí correndo, pulei o muro tremendo, com a calcinha roubada no bolso e o pau latejando de tesão e medo. Aquela noite bati três punhetas seguidas usando a peça, imaginando que ela quase tinha me pegado. No dia seguinte ela apareceu no varal como se nada tivesse acontecido, mas agora olhava mais vezes na direção da minha janela. Sorria sozinha. Eu tinha quase certeza que ela desconfiava.

Então veio o dia que mudou tudo de novo. Minha mãe e Carla eram conhecidas de longa data. Às vezes ela passava lá em casa pra tomar café e conversar. Naquela tarde quente de sexta, Carla apareceu de vestido leve, florido. O decote era generoso e o tecido fino marcava os contornos dos seios enormes e da bunda grande. Ela sentou na sala com minha mãe, rindo e tomando café. Eu fiquei no quarto, mas não conseguia me concentrar em nada. Saber que ela estava ali, a poucos metros, me deixava louco. Em certo momento ela pediu licença pra ir ao banheiro. Meu quarto ficava no caminho do corredor. No entando eu não sabia que a Carla ainda estava no banheiro, pois a porta estava aberta tinha ficado uma fresta de uns três dedos. Entrei. Carla estava de costas para a porta, o vestido levantado até a cintura. A calcinha estava abaixada até os joelhos. Ela tinha acabado de fazer xixi e estava se limpando. Com uma mão segurava um pedaço de papel higiênico e passava devagar entre os lábios inchados da boceta, limpando o resto de urina. A bunda enorme, branca e macia, estava totalmente empinada na minha direção. Dava pra ver tudo: os lábios carnudos, o cuzinho rosado logo acima, as coxas grossas tremendo levemente. Ela passou o papel várias vezes, pressionando com calma, como se estivesse aproveitando a sensação. Depois amassou o papel, jogou na privada e, antes de puxar a calcinha, passou a mão aberta pela buceta, apertando de leve, como quem sente tesão. Os dedos ficaram brilhando

Eu estava paralisado, o pau duro como pedra dentro da bermuda. Não consegui me mexer. Foi aí que ela virou um pouco o corpo para pegar mais papel. Nossos olhares se encontraram pelo reflexo do espelho. Por um segundo que pareceu durar uma eternidade, ficamos nos encarando. Eu, vermelho, com a cara enfiada na fresta da porta. Ela, com o vestido ainda levantado, a boceta exposta, os seios quase saindo do decote. Carla não gritou. Não fechou a porta. Apenas ergueu uma sobrancelha, um sorriso lento e safado se formando nos lábios carnudos.

— Precisa de algo, Gustavo? — perguntou baixinho, a voz rouca, quase um sussuro.

Eu não consegui responder. Recuei rápido, voltei pro quarto com as pernas bambas e o pau latejando. Fechei a porta e encostei nela, respirando pesado. Meu coração parecia que ia explodir. Da sala, ouvi ela voltando e continuando a conversa com minha mãe como se nada tivesse acontecido. Mas eu sabia. E ela também sabia. A partir daquele dia, sempre que a via pela janela, me mandava um olhar longo e demorado. Um olhar que dizia que o jogo estava apenas começando.

Se passaram quase três semanas desde o dia do banheiro. Três semanas de olhares pesados, sorrisos safados e um tesão acumulado que estava me comendo vivo. Eu mal dormia. Batia punheta todo dia usando as calcinhas roubadas, mas nada mais satisfazia. Eu queria ela. Queria foder aquela mulher corpulenta de verdade. Numa tarde de sábado, minha mãe tinha saído para fazer compras. Eu estava no quarto quando ouvi a voz dela lá de baixo:

— Gustavo! Vem aqui um minutinho, filho!

Desci com o coração na boca. Carla estava no quintal dela, do outro lado do muro baixo, usando um vestido soltinho, curto, sem sutiã. Os bicos dos seios marcavam o tecido fino.

— Oi, Gustavo… será que você pode me ajudar? O varal quebrou e eu preciso pendurar umas roupas pesadas lá em cima. Seu pai não tá, né? — perguntou com aquele sorriso inocente que eu já sabia que não era nada inocente.

Pulei o muro. Subimos juntos a escada estreita que dava na laje. O sol batia forte. Assim que chegamos lá em cima, ela se virou pra mim. O vestido estava colado no corpo pelo suor.

— Eu sei que você me espia faz tempo — disse ela direto, sem enrolação. — Sei que rouba minhas calcinhas… sei que me viu no banheiro. E sei que seu pau fica duro pra mim todo dia.

Fiquei sem reação. Ela deu um passo à frente, apertou a mão grande e macia no meu pau por cima da bermuda.

— Agora chega de olhar. Hoje você vai comer essa buceta como homem.

Não esperei nem mais um segundo. Agarrei aqueles seios enormes por cima do vestido, apertando forte, sentindo o peso e o calor. Carla gemeu e puxou o vestido para baixo num só movimento. Os peitos saltaram livres, pesados, firmes, com mamilos castanhos. Eu abaixei a cabeça e ataquei, chupando, mordendo, babando neles enquanto ela segurava minha cabeça.

— Isso, mama os peitos da tia… chupa com força, safado!

Ela tirou minha bermuda e segurou meu pau duro na mão. Começou a me masturbar devagar, olhando nos meus olhos.

— Olha como tá latejando… todo duro pra essa buceta. Vai meter tudo hoje, hein?

Carla se ajoelhou ali mesmo na laje, sob o sol quente, e engoliu meu pau até o fundo. Mamava com fome, babando, fazendo barulho obsceno, as mãos apertando minha bunda pra enfiar mais fundo na garganta. Os seios balançavam pesadamente enquanto ela chupava. Eu segurava a cabeça dela e fodia sua boca, batendo no fundo da garganta.

— Isso, engole o pau do moleque, sua puta!

Ela tirou meu pau da boca, babando, e sorriu safada:

— Quer foder essa vadia quarentona? Então vem.

Ela se virou, apoiou as mãos no varal e empinou aquela bunda enorme. Puxei a calcinha pro lado e enfiei dois dedos na boceta molhada, quente, que já escorria. Carla rebolava, gemendo.

— Mete logo, caralho! Para de brincar e fode essa buceta!

Eu posicionei a cabeça e meti tudo de uma vez. O calor apertado me engoliu. Comecei a estocar forte, minhas bolas batendo na bunda dela. O som molhado ecoava na laje. Carla gemia alto, sem vergonha:

— Isso! Me fode gostoso! Rasga essa buceta! Sou sua puta, Gustavo… me usa quando quiser!

Eu metia com força, as mãos afundando na carne macia dos quadris largos. Os seios dela balançavam pra frente e pra trás. Puxei o cabelo dela, inclinei seu corpo e continuei metendo. Depois mudei de posição: deitei ela no chão da laje, abri aquelas coxas grossas e voltei a comer, agora olhando pra cara dela. Os peitos pulavam a cada estocada.

— Goza dentro… quero sentir você enchendo minha buceta — pediu ela, apertando os próprios mamilos.

Eu não aguentei. Gozei forte, jorrando bem fundo dentro dela. Carla tremeu num orgasmo violento, apertando meu pau com a boceta, gemendo meu nome. Mas não acabou. Ela me empurrou, montou em mim e começou a cavalgar. A bunda enorme subia e descia, os seios pulando na minha cara. Eu chupava um mamilo enquanto ela rebolava, esfregando o clitóris no meu pau.

— Olha como essa vadia gosta de pau novo… vou te ordenhar todo dia, entendeu?

Troquei de novo: coloquei ela de quatro, cuspi na bunda e comecei a foder o cuzinho apertado. Carla gritou de prazer, empinando mais:

— Isso! Come meu rabo também! Sou sua putinha completa!

Meti no cu dela com força, sentindo o aperto delicioso. Carla se masturbava enquanto eu socava. Gozei pela segunda vez, agora enchendo o cuzinho dela. Ficamos os dois deitados na laje, suados, gozados, respirando pesado. O sol ainda batia forte. Carla virou o rosto pra mim, sorriu e passou a mão no meu peito.

— Agora você é meu garoto. Sempre que quiser essa buceta e esse cu, é só pular o muro. E eu vou continuar estendendo roupa… só que agora sabendo que você vai vir me comer depois.

A partir daquele dia, virei o amante da vizinha. Quase todo dia, quando meus pais saíam ou dormiam, eu pulava o muro e fodia Carla de todos os jeitos possíveis, na laje quente sob o sol, no quarto dela cheirando a perfume e sexo, no sofá da sala, no banheiro com ela curvada sobre a pia. Ela me ensinou a comer mulher de verdade: boquete profundo até engasgar, 69 com aquela buceta molhada sentada na minha cara, ela cavalgando com a bunda enorme quicando no meu colo, posição de cachorrinho com tapas estalando na carne macia, mamadas nos peitos pesados enquanto eu metia, e até sexo anal lento e safado, quando ela queria sentir dor misturada com prazer.

Carla se entregava sem limites. Gemendo alto, falando putaria no meu ouvido, pedindo pra eu gozar na boca, na cara, dentro da buceta, no cu. Ela adorava ser usada, tratada como a vadia gostosa que era. E eu, que mal sabia onde enfiar o pau no começo, virei um garoto insaciável, viciado naquele corpo corpulento, suado e quente.

Às vezes, durante o dia, eu a via estendendo roupa como antes, só que agora ela fazia de propósito. Usava roupas cada vez mais curtas, sem calcinha, empinando a bunda na direção da minha janela, sabendo que eu estava lá, pau na mão, esperando o momento de pular o muro e comer ela novamente.

Anos depois, quando lembro daquela época, ainda fico duro. Eu era só um garoto curioso e tarado que começou se masturbando escondido atrás da cortina. Terminei descobrindo o prazer de verdade nos braços (e entre as pernas) de uma mulher madura, experiente e completamente safada.

Carla não foi só minha vizinha. Foi minha primeira amante de verdade. E até hoje, sempre que vejo uma mulher corpulenta estendendo roupa num varal, um sorriso safado aparece no meu rosto e o tesão vem junto.

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Essa história é real. Não minha — do Gustavo, que confiou em mim pra colocar no papel e contar isso para o mundo.

Estou experimentando uma nova forma de escrita, explorando opções narrativas. Comenta aqui o que achou.

Se você tem uma história quente, real, inventada, um segredo, um desejo, um caos que merece virar conto... me manda. Eu escrevo pra você também. (t.me/LuziCE)

Porque todo tesão que é vivido merece ser contado. E bem contado. 🔥✍️

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Luh #Teen

Comentários (1)

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  • R_M: Tesão de conto!

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