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Escravo Familiar: Capítulo 46 (Que bonito quebrando as regras, seus viados)

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Tártaro

Escravo Punitivo Ato 4: Será que apanhando você aprende?

Meu primo foi jogado de encontro com a parede, e papai e meu irmão Thiago me levantaram pelos braços.

Papai tirou a guia da minha coleira do seu bolso e a prendeu na argola da minha coleira. Em seguida, meu irmão Thiago foi até meu primo, jogado no chão chorando, e o levantou com brutalidade pelos braços e saiu arrastando-o até o terraço da casa da minha tia Maria, com eu e papai logo atrás.

Os dois estavam uma fera; eles bufavam, arrastando-nos os dois escada acima, xingando.

— Seus filhos da puta quebraram as regras! Vocês sabem que, para que qualquer pessoa foda o escravo familiar, tem que pedir permissão para o dono, mas agora vocês irão pagar, os dois.

— Ai! Vai com calma, está me machucando! Meu primo gritava para meu irmão, que o arrastava escada acima.

Quando entramos pela porta, meu padrinho foi o primeiro a ficar espantado.

— O que aconteceu, tio? Por que estão carregando meu filho desse jeito? Ele veio rápido em nossa direção, colocando as mãos nos ombros do meu primo, que estava sendo arrastado pelo meu irmão.

— Eu peguei os dois fodendo debaixo da escada, e já havia dito para meu filho que hoje ele não tinha permissão para satisfazer ninguém, e que já tinha o satisfeito antes de virmos para cá, para não ter problemas, mas, pelo visto, ele tem um fogo no cu que não se aguenta, e o seu filho, compactuo com isso.

Então agora os dois serão punidos!

— Não acredito nisso, Gabriel. Você, como meu filho, tem por obrigação seguir as regras da família, principalmente porque eu, seu pai, sou padrinho do seu primo e sabe o quão importante eu sou para ele.

— Eu sei, pai, mas meu corpo falou mais alto, e deixei que a vontade me dominasse. Meu primo disse, já chorando, como pedido de clemência.

— Pois eu não aceito isso. Meu tio? Falou meu padrinho para meu pai: — Antes de o senhor proferir a punição para os dois, quero que antes me permita punir meu filho na frente da família. E logo pode dar a punição que os dois merecem.

— Pai, isso não está nas regras! Meu irmão Thiago falou baixo no ouvido do meu pai.

— Eu sei, mas ele é pai do Gabriel e tem o total direito de puni-lo como achar melhor! Disse papai.

Meu irmão, a contragosto, calou-se.

Papai olhou novamente para meu padrinho Leandro, passando a mão pela barba por fazer, um pouco irritado, e disse:

— Está bem, o filho é seu, aja como achar melhor, mas nada de querer fazer algo com seu afilhado. E, logo depois, meu filho Thiago dará a punição dos dois, ok?

— Sim, senhor, tio! Falou, meu padrinho.

— Venham, precisamos comunicar todos. Meu padrinho disse e saiu arrastando meu primo para o meio do terraço.

Papai, eu e meu irmão Thiago o seguimos.

Todos, ao verem como estávamos, nus, gozados, suados e exalando cheiro de sexo, fizeram uma cara de espanto, e escutei alguns membros da família dizerem:

— Vish, fodeu! O que essas duas bichas aprontaram!

— Atenção, todos! Pediu meu pai: — Acabei de prestigiar mais uma vez um membro da família usufruindo do escravo familiar sem permissão. Os dois aqui — meu pai nos pegou pelo braço e nos empurrou para frente — estavam fodendo "escondidos" debaixo da escada.

— O que vocês têm a dizer em suas defesas? Perguntou papai.

— Sinceramente, tio João, a culpa foi minha. Disse meu primo Gabriel para meu pai e senhor.

— AH, é mesmo? Conte-me tudo! Ordenou papai.

— Bom, estávamos brincando de lutinha e o senhor havia pedido para parar porque estávamos pegando um no pau do outro de brincadeira, mas não demos ouvidos, e acabou que a brincadeira evoluiu para uma transa. Meu primo avisou-me que daria problema, mas insisti mesmo assim, e acabamos fodendo, como o senhor e seu filho Thiago viram. Sei que errei, mas meus hormônios gritaram mais alto e acabei traçando meu primo.

Papai riu da cara de pau do meu primo e logo falou:

— Pelo menos é homem de admitir o que fez! Disse papai: — E você, meu filho, vai assumir que gostou de foder escondido e que me desobedeceu? O que combinamos antes de sair de casa? Perguntou papai bravo.

— Papai, eu sei que errei e também não era o que queria, desobedecer o senhor, mas...

PLAFT! Papai deu um tapa imenso na minha cara com muita força e raiva.

— Mas... é o caralho, seu filho da puta, me desobedeceu de novo. Fazia muito tempo que você não me desobedecia, pois agora você vai sofrer por isso! Disse papai.

Fiz cara de choro, tremendo de medo da sentença que viria.

— Thiago! Gritou papai.

— Sim, meu senhor! Falou, meu irmão.

— Faça suas obrigações, declare a punição.

— Ah, ok! Bom, estamos aqui novamente...

— Sem enrolação, só falei o que será feito e como será executado, já disse o que aconteceu. Esbravejou papai.

Meu irmão ficou alguns segundos de boca aberta com a frase interrompida, depois fechou a boca.

Coçou a garganta e voltou a falar.

— Bom, como punição, eu declaro que os dois meliantes receberam cinquenta cintadas. Já que você, Leandro, tem permissão do meu pai e senhor para fazer o que quiser com seu filho, eu não vou me meter na sua punição com relação a ele, então faça o que quiser, mas, no entanto, não mexa no Escravo familiar, ok?

— Tudo bem! Disse meu padrinho. Mas essa sentença também será aplicada ao meu filho.

— Sem problemas! Respondeu meu irmão: — Será um prazer!

— Ótimo! Então vamos lá.

A família vibrou de excitação; meu pai, meu irmão Thiago e meu padrinho Leandro começaram a tirar suas roupas e cada um retirou o cinto das suas calças para utilizarem na punição.

— Não, não queremos isso! Meu primo Gabriel implorava e tentou fugir dos três, tentando correr.

Seu pai o segurou pelos braços e o puxou de volta para o meio do terraço e sentou a mão na cara dele.

PLAFT!

— Você não tem que querer nada, você fez sua escolha quando resolveu foder com seu primo sem permissão, agora você vai arcar com as consequências por isso. Disse meu padrinho para meu primo e o colocou de volta no meio do terraço.

— Não, pai! Por favor, não faça isso, eu imploro, não vou mais fazer isso! Não me puna.

— Realmente você nunca mais vai fazer isso, mas será punido de qualquer forma; são as regras.

Depois dos três pelados, podemos ver os três paus duros, lindos, retos, brancos, de cabeças rosadas, e que brilhavam com o líquido seminal que começava a escorrer.

Seus testículos balançavam fortes no meio das pernas fartas. Os três lambiam os beiços, nos olhando de quatro no chão.

Com a mão direita segurando as cintas, as balançaram, fazendo o ar zumbi, vuum, vuum.

Tremi todo, comecei a suar frio e pedi silenciosamente para que meu corpo não sofresse muito e para que os três tivessem piedade de nós dois.

— Fiquem um de frente para o outro e se beijem de língua! Ordenou meu irmão Thiago para nós dois.

Nós nos movemos em silêncio, fazendo uma meia volta de quatro no chão, ficando na posição ordenada, um de frente para o outro. Fui um pouco mais para frente, de encontro com a boca do meu primo, e o beijei, enfiando minha língua na sua boca.

— Huuuuuuuuuum! Muá… huuum! Muá… Huuuuuuuuuum, muá… Nós dois gemíamos enquanto nos beijávamos como dois amantes, ali no chão.

— Huuuuuuuuuum! Nossos familiares que assistiam começaram a gemer e a se masturbar. Alguns casais já aproveitaram que estavam presenciando uma cena sexual e aproveitaram para transar ali mesmo, na frente de todos, assistindo e aproveitando para se exibirem.

— Ãããããh! Ãããããh! Ãããããh! Começamos a escutar algumas mulheres gemendo, com seus companheiros as fodendo fundo o cu e a buceta.

Os homens também se juntaram à cacofonia dos gemidos e passaram a gemer grosso, externalizando seus maiores prazeres.

— Hããã! Hãã!

Alguns deles formaram casais gays e passaram a foder ali também, deixando que todos os olhassem e fantasiassem com eles, chupando, sentando, rebolando e vibrando em total êxtase exagerado.

Nossos senhores, então, ainda se masturbando, começaram a desferir as cintadas nas nossas nádegas.

PLAFT... PLAFT... PLAFT...

Eles iam se movimentando, nos rodeando, e, cada vez que um deles chegava na nossa bunda, eles disparavam uma cintada.

PLAFT... PLAFT... PLAFT...

Eu e meu primo gemíamos juntos, chorando silenciosamente, e nos beijávamos ferozmente de língua, sentindo nossas lágrimas salgadas que ardiam junto com as cintadas em nossas peles.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT.

— Agora, meninos, preciso que contem as cintadas e, entre um golpe e outro, vocês terão que se beijar. Disse meu irmão Thiago para nós.

PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT...

— Começando... PLAFT, PLAFT, AGORA! Disse meu irmão Thiago.

Começamos a contar chorando e nos beijando, sem nos opormos a qualquer coisa com que não concordávamos.

— UM, muá, DOIS, muá, TRÊS, muá...

Eles revezavam nossos corpos, nos sintando, depois começaram a nos chutar junto com cada golpe que era disparado em nossas peles.

— 40, muá, 41, muá, 42...

Continuávamos a contar e nos beijar, sofrendo. Mas aquilo começou a ficar prazeroso quando as cintadas foram perdendo a intensidade e logo cessaram.

— 50.

Os três pararam de nos bater e jogaram as cintas para o lado. Paramos de nos beijar e esperamos novas ordens.

A nossa volta o ambiente cheirava a sexo, suor, desejo e adrenalina. Os casais que fodiam nos assistiam, mesmo perdidos em prazeres. Os ativos fodiam seus passivos e passivas, com o olhar fixo em nós, metendo forte e firme dentro de seus parceiros e parceiras, sem pressa, e rezando para que aquilo nunca mais acabasse.

Já eu e meu primo continuávamos em nosso castigo, com uma nova etapa a ser cumprida.

Papai foi para trás do meu primo Gabriel, ficando de joelhos e segurando firme em sua cintura, e meu padrinho fez o mesmo atrás de mim.

Meu irmão Thiago veio para o nosso lado ainda de pé, alisou nossas cabeças e agachou-se, depois sentou no chão frio e, ficando na posição de frango assado, colocou cada um dos seus pezões 44 largos, suados e chulezentos na nossa cara e ordenou:

— Cheirem!

Eu e Gabriel grudamos nossos narizes nas solas dos pezões largos do meu irmão Thiago e começamos a cheirar seu chulé quente.

— FSSSS! FSSSSS!

Enquanto isso, meu irmão segurou seu pau duro e começou a se punhetar freneticamente.

Atrás de nós dois, papai e meu padrinho Leandro pincelaram seus cacetes duros no nosso rego, para cima e para baixo, bateram a cabeça da pica na entrada dos nossos cuzinhos, nos provocando, cuspiram nos próprios paus, espalhando a saliva neles e em nossos cus e começaram a forçar a cabeça para que ela entrasse.

— Hãã! Hãã! Gemiamos juntos com nossos pais, invadindo nossos cuzinhos apertados e o chulé gostoso do meu irmão Thiago em nossos narizes.

Caralho, que delícia de punição. Nossos cus estavam sendo preenchidos e castigados pelas rolas de nossos pais, enquanto nosso nariz pelo chulé quente e gostoso do meu irmão Thiago, que gemia baixinho de cu e pés para cima.

— Hããã, Hãã Hãã Hãã!!!

Senti meu cu se abrir para meu padrinho lentamente e engolir centímetro por centímetro. Ele deslizava macio e logo chegou no fundo, fazendo seu delicioso saco bater na minha bunda. Ele deu uma rebolada e logo começou a bombar.

Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc...

Já o meu primo Gabriel ainda era virgem, não tinha ainda dado o cuzinho rosado dele para ninguém, e meu pai seria o primeiro a arregaçar ele.

Muá muá muá muá muá muá

— Aí, tio João, vai com calma, ainda sou cabaço do cuzinho! Huuuuuuuuuum! Haaaiiinnn!! Meu primo Gabriel gemeu na minha boca, enquanto meu pai entrava fundo no seu cuzinho.

— Caralho, que delícia! Não acredito que vou ser seu primeiro macho! Falou papai, segurando forte na cintura do meu primo e se alojando fundo dentro dele.

Quando papai terminou de invadi-lo, esperou alguns minutos e começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Huuuuuuuuuum! Apertadinho assim que eu gosto! Papai disse, jogando a cabeça para trás e fechando os olhos.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Gemiamos todos, batendo nossos corpos um no outro, nossas peles quentes suavam, pregando-se uma nas outras, nos fazendo delirar.

Ainda fodendo forte o cu ex-virgem do meu primo Gabriel, papai disse:

— Estão gostando, né, suas bixas! Comendo forte o cu do meu primo.

— Ãããããh! Gemiamos.

— Sim, papai, amamos sermos destroçados pelos machos da família! Falei e voltei a beijar meu primo de língua.

Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc

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