Nossa filha em nossa cama
Aos vinte e dois anos, tornei-me mãe e aos vinte e quatro, dei a luz a minha filha, continuei me cuidando, praticando esportes, usando cremes para a pele e tudo mais, porém, com om passar do tempo, a frequência da pratica sexual em casa foi diminuindo, por muitas vezes, tive que me esforçar para não cair nas inúmeras cantadas de meus colegas de serviço e até de alguns amigos de meu marido. Aos quarenta anos notei que meu marido, com cinquenta e dois anos, voltou a ter um inexplicável fogo, todas as noite, mal eu acabava de ver a novela e ele já me chamava para o quarto e comportava-se como um garotão, eu estava adorando, no início atribuí essa nova postura de Arthur ao fato de nosso filho ter ido estudar fora, o que acabou mudando nosso rotina, mas em uma ocasião quando cheguei do treino de natação junto com minha filha Suzi que já contava com mais de quinze anos, com aquele corpo de mulher mais ainda com jeito de menina, notei em Arthur um olhar de desejo pela filha, achando ter sido uma impressão errada, lanchamos e fomos para a sala assistir televisão. Suzi como era normal, se esparramou no sofá usando seu shortinho de malha fina e uma camiseta curtinha, deixando uma poltrona para mim e outra para Arthur, passado um tempinho, vi que a danadinha estava com um pé em cima do encosto do sofá e outra perna esticada sobre o assento, o pai estava hipnotizado, com certeza estava vendo a bucetinha da filha que diga-se de passagem é bem volumosa e por falar em volume, ele estava com uma almofada no colo tentando esconder a ereção e não deu outra, assim que a novela acabou, ele levantou de costas para mim e foi direto para o quarto, fui atrás já sabendo o que ia encontrar, meu marido estava com o mastro apontando para o teto, nuzinho me esperando, não quis quebrar o clima, arranquei a camisola, ajoelhei sobre ele e engoli com a buceta aquela piroca dura todinha e quiquei como ele gosta. Assim que entrei em êxtase, ele rugiu como urso e encheu meu canal com seu leitinho, usamos as toalhas de mão que tenho sempre nas gavetas do criado mudo para nos limparmos e dormimos. No dia seguinte, preocupada em como falar, durante o percurso para escola de Suzi, aproveitando que estávamos só eu e ela no carro falei:
_ Filha, agora que seu irmão está fora e que somos só nós três em casa, é fácil para você esquecer que seu pai é homem e que você já tem um corpo de mulher.
Suzi olhando para mim com uma carinha de sacana, interrompe o que eu queria falar e diz:
_ Mãe, eu não sou mais bobinha como vocês eram quando tinham a minha idade, pensa que eu não vejo o pauzão duro de papai louco para te foder toda as noites? Pensa que eu não fico escutando do lado de fora da porta você gemer que nem louca enquanto ele te come. Pena eu não poder ver, mas fico imaginando como é...
Nossa fiquei completamente desconcertada com a revelação de minha filha, a deixei na porta da escola sem saber o que dizer ou se devia ou não brigar com ela pela ousadia, se deveria ou não falar com Arthur sobre o joguinho de nossa filha e passei o dia sem conseguir me concentrar no serviço. No fim da tarde, encontrei Suzi já direto no clube, era dia de eu fazer aula de pilates de solo e ela treinar vôlei, quando entramos no carro fui logo falando:
_ Estou abismada até agora com o que você me falou pela manhã. Você fica atrás da porta nos ouvindo?
Ela olhando sério para mim responde:
_ É difícil só imaginar, mas adoro me masturbar ouvindo vocês.
Ainda mais chocada, mas com um tesão crescente em saber que minha filha ouvia minhas fodas, fui direta:
_ Você quer ver?
Ela não respondeu, me deu um selinho com a língua entre os lábios, o que foi muito esquisito para mim, mas extremamente excitante.
Depois do jantar eu não estava me aguentando, ver os "lances" que Suzi dava para o pai enquanto ele achava que eu não percebia e assim que ele foi para o quarto mesmo antes de acabar a novela, fui atrás e a tentação foi maior que a razão, "esqueci" de trancar a porta, deixando-a só encostada e lá estava Arthur, cheio de amor. Certa de que Suzi estava nos espreitando, minha tesão estava na tampa e para mostrar a ela como nosso sexo era bom, tirei toda a roupa, ajoelhei na cama de lado para a porta, abri a boca e engoli aquela pica até senti-la na garganta e fiz movimentos com a cabeça para baixo e para cima , até que pude ver minha pela fresta da porta já entre aberta, minha filha com as mãos na virilha e durante uns dez segundo deixei ela ver o caceta do pai em todo seu esplendor, só então, ajoelhei com a buceta na cara do meu marido para Suzi ver nosso sessenta e nove, mal recebi a língua no meio de minha racha, naquele estado de excitação por estar me exibindo para uma cabacinho, gozei como louca e tive minha boca inundada por aquele leitinho delicioso. Minha volúpia contagiou meu marido que ainda estava com a caceta em ponto de bala, naquele instante eu já achava que ele não estava mais lembrando da bucetinha da nosso filha, pois Arthur me colocou de quatro e ficou de pé na cama, flexionando os joelhos, tentou me enrabar, mas achando que minha filha poderia ficar traumatizada com minha dor durante o anal, dirigi aquela estaca para minha buceta e a engoli todinha, sentindo os socos lá no fundo do canal, não pude evitar de emitir os sons que sempre produzo ao levar ferro, só que sabendo que dessa vez que minha gostosinha estava se deleitando com cada uma um deles e gozamos juntos como dois loucos. Dei uma toalhinha para Arthur se limpar e fui para o banheiro, usando apenas uma camiseta, encontrando a porta fechada bati, Suzi abriu e me surpreendeu com um beijo lascivo na boca, passei a mão em suas coxas e constatei que a danada estava toda molhada e ela cochichou no meu ouvido:
_ Que delícia mãe, gozei três vezes, estou com o grelo super sensível, não dá nem para tocar, acho que só conseguiria gozar mais se você dividisse papai comigo
Tomada pela atmosfera erótica, abracei aquele corpinho gostoso e retribui o beijo que havia recebido na chegada, mas dessa vez tive o corpo maravilhosamente alisado por aquelas mãos de fada e pela primeira vez fiz o que jamais imaginei fazer, mamei em minha filha. Ouvindo seus gemidos, fiquei completamente alucinada, até que tive um instante de lucidez e voltei para o quarto encontrando Arthur em sono solto, para não correr risco antes de avaliar o que estava acontecendo tranquei a porta.
Na manhã seguinte, Suzi surpreendeu o pai entrando rapidamente na cozinha só de calcinha, enchendo uma xicara de café e voltando para o quarto. Arthur embaraçado, olhou para mim e deu um sorriso amarelo, o que me forçou a fazer um comentário:
_ Sua filha já tem corpo de mulher...
Apesar dos lances que costumava ver de Suzi, aquela foi a primeira vez que ele viu os peitinhos durinho da filha por todos os ângulos.
Logo após nosso treino de natação que fizemos juntas, olhando no olho de minha filha adotei a única postura possível perguntando-lhe:
_ Você quer mesmo deitar na cama com seu pai?
Suzi com um intenso brilho no olhar respondeu:
_ Com você junto
Ao chegarmos em casa, vesti Suzi com meu baby dool de alcinha, o mais provocante que eu tinha, ela estava realmente deslumbrante. Quando o pai a viu, engoliu em seco e eu já excitada nem me dei ao trabalho de preparar o lanche, o puxei para o quarto, o fiz deitar, arranquei sua camisa e calça de pijama, deixando-o nuzinho, vendo sua piroca semi dura pulsar assim que ele viu Suzi entrar no quarto e seu mastro levantou já com o carinho daquelas mãos que pela primeira vez manuseava uma rola. Arthur em um breve instante olhou para mim sem acreditar no que estava acontecendo e eu disse:
_ Sua filha não só tem um lindo corpo de mulher, mas também quer ser sua.
Suzi examinou o cacete duro como quem examina uma joia valiosa e engoliu a cabeça da piroca com expressão de prazer no rosto e com a boca cheia olhou primeiro para o pai e depois para mim e eu beijei meu marido que com certeza era naquele momento o homem mais feliz do mundo e quando olhei para baixo novamente Suzi estava se engasgando com a rola do pai, parando por alguns segundos bateu com o pau ao lado do rosto e o pai a puxou para cima de si. Suzi muito esperta agiu como uma profissional, deitada com sua barriga sobre a barriga do pai, entrou no meio das pernas do dele e fechou as suas com a piroca encostadinha em sua buceta permitindo-me ver logo após o rasgo de suas nádegas aquela pica dura como pedra e passou a fazer movimentos para cima e para baixo, enquanto esfregava os peitinhos durinhos nos peito do pai. Não demorou muito e o cacete lançou para o alto jatos de porra enquanto o macho gemia como um doente.
Suzi ao sentir o liquido espermático do pai lambuzar a parte de trás de suas coxas, passou o dedo no leite e levou à boca, o que foi suficiente para que minha siririca chegasse ao fim, gozei forte ao ver a primeira foda da minha filha com meu marido.
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Comentários (1)
Gaucho: Dois anos de gestação? Interessante
Responder↴ • uid:81rfba9d9j