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Virando o Depósito de Porra do Meu Irmãozinho Aborrecente - A História de Larissa, PARTE 1

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Lola Luna

Essa é a história de como eu, uma universitária gostosa, acabei entrando aos poucos numa relação com meu irmão caçula irritante durante uma viagem em familia.

Oi, Lula Luna aqui!
Serei a autora desse conto, que promete ser bem longo e ter ainda muitas partes. Caso ainda não me conheça, sugiro ler o meu primeiro texto publicado, que é a minha breve apresentação.

O conto que você está prestes a ler é autoral, porém inspirado nas experiências que uma certa amiga maluca minha teve com o próprio irmão mais novo numa viagem rsrs. Então pode-se dizer que é baseado em fatos reais? Hahaha. Por isso irei escrever como uma narrativa em primeira pessoa do ponto de vista da protagonista feminina, Larissa.
Bem, só gostaria de deixar claro que essa série em específico terá capítulos grandes, com descrições bem detalhadas, do jeito que eu mais gosto de fazer e ler, em que tudo vai se construindo aos poucos, e há uma progressão gradativa, natural, no quão intensas as coisas se tornam. Essa primeira parte é o prólogo, servindo pra dar o contexto inicial e já narrar o primeiro evento incestuoso entre os dois irmãos.

Dito isso, espero que aproveite a leitura!
Beijinhos!!

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Aquela viagem em familia pro exterior vinha sendo o meu sonho desde sempre, e eu estava tão ansiosa e animada por finalmente estarmos fazendo isso que não ia me deixar incomodar nem mesmo pelo fato de que, pelos meus pais terem cometido o erro de reservar apenas dois quartos de casal no hotel, eu teria de dividir a cama com o pestinha do meu irmão mais novo, enquanto eles ficavam com a outra suíte.

Gabriel e eu não nos dávamos bem. A gente apenas se suportava. Isso por que ele era um "aborrecente" de 14 anos e eu já me achava madura por ter recém entrado na maioridade e por estar em vias de ingressar na universidade, então tínhamos gostos/jeitos completamente incompatíveis.

Era a nossa primeira noite fora do país, haviamos acabado de desembarcar no aeroporto internacional quase meia-noite e vindo direto pra onde estávamos hospedados.
Tentei mandar ele pegar um lençol, um travesseiro e ir dormir no chão do quarto, para que eu pudesse ter uma boa noite de sono pra conseguir aguentar o batidão da viagem no dia seguinte e aproveitar bastante. Mas o teimoso mal-criado se recusou, batendo o pé e tendo a audácia de dizer que, se eu quisesse, podia eu mesma ir pro chão, pois ele tinha tanto direito quanto eu de ficar na cama!
Aquilo me irritou muito, mas eu não queria me estressar logo no primeiro dia de passeio na gringa. De qualquer forma meu irmão era baixinho, magrinho, pequeno para a idade que tinha, um dos menores da sua turma de amigos e colegas de classe, nem iria ocupar tanto espaço assim. Então engoli aquele sapo e, sem continuar argumentando para não ficar com mais raiva, peguei minha mala de mão com as roupas de dormir e fui pisando forte pro banheiro me trocar.

Quando abri a pequena bagagem, percebi que só tinha trazido comigo de casa uns pijaminhas justos ou muito curtos e folgados. Leves, confortaveis, como eu gostava de usar ao ir me deitar, mas um tanto reveladores e inapropriados para usar sem estar sozinha, e ainda menos apropriados para vestir ao dividir a cama com o irmão adolescente. Mas o que eu podia fazer? Havia organizado as roupas pra viagem levando em conta que teríamos quartos individuais... Não tinha me preparado para essa falha no planejamento dos meus pais.
Porém, nem quis pensar muito a respeito disso. E me convenci de que estava era me preocupando atoa e criando caso na minha cabeça por nada. Pois, apesar de tudo, éramos irmãos, então era claro que não teria problema algum eu ficar a vontade e me vestir como quisesse pra dormir com ele. Afinal ele era só um garoto, um muleque membro da minha família próxima, e não um homem adulto ou estranho qualquer. Não tinha por que ter receio de ficar "exposta" perto dele.
Com isso em mente, tomei um banho rápido no box da suíte sem molhar o cabelo loiro-escuro e vesti uma blusinha branca que não chegava ao umbigo e realçava a finura da minha cinturinha em relação ao quadril mais largo, junto de um shortinho cinza de algodão curtíssimo, que deixava a parte inferior das popas do bumbum de fora e fazia o meu bundão parecer ainda maior. Era o meu conjunto de dormir favorito e eu, convencida de que não tinha nada demais em usá-lo na frente do Gabriel, sai do banheiro vestida desse jeito mesmo.

Contudo... assim que me dei conta da sua reação inesperada ao me contemplar pela primeira vez naqueles trajes mínimos, eu me arrependi da decisão na mesma hora!

O pirralho ficou literalmente de queixo caído, boquiaberto, me encarando de cima a baixo estático, com os olhinhos arregalados, sem nem piscar!
De certo fora pego de surpresa pela imagem inédita da própria irmã saindo quase que semi nua do banheiro da suíte, e me fitava como se estivesse me enxergando de verdade pela primeira vez na vida.
Ele não conseguia disfarçar o choque e nem conter a reação exagerada, parecendo só agora ter percebido o quanto eu, sua "irmã chata", era na verdade uma... mulher!

Senti meu rosto corar um pouco de vergonha e constrangimento, pois ele me encarava de um jeito muito insistente. Com olhar fixo. Tal qual os homens faziam ao me verem na praia ou na academia. E era bizarro receber uma encarada dessas do meu próprio irmãozinho.
Ele me secava de modo que fazia parecer até que eu tava pelada, e na hora eu tive certeza que era assim que aquele adolescentezinho pervertido devia estar me imaginando naquele momento, pela cara de bobo que fez ao focar nos meus seios, cujo os biquinhos se destacavam sob a blusa branca, por eu não estar usando sutiã (jamais gostei deles pra dormir).
Nesse ponto a minha vergonha virou raiva. Como aquele pirralho ousava olhar assim pra mim? Pra sua própria irmã?!

— Iiiiihhh, nunca me viu não, é?! Vai ficar ai me encarando até quando? Se achou bonito, tira uma foto que dura mais! Eu hein!!

Ralhei com ele em tom ríspido, demonstrando meu desconforto com o "banho de pestana" que me dava. E isso o fez sair daquele "transe" em que estava preso desde o momento em que pôs os olhos em mim. Na mesma hora ele tomou um susto pelas minhas palavras e tratou de desviar o olhar, tentando disfarçar ao responder no mesmo tom.

— Ah, se enxerga, oh garota! Não viaja, Larissa! Tô te olhando não!! Tava era pensando quanto tempo mais tu ia demorar nesse banheiro, por que eu preciso usar também!

Explicou, meio trôpego e se embananando com as palavras, claramente procurando uma desculpa qualquer para inventar na hora e não ter de admitir o que estava fazendo.

— Sei, sei...! Então vai lá, pode usar, apressadinho! E é bom mesmo você não ficar me olhando "assim", se não eu vou lá no quarto da mamãe e do papai aqui do lado do nosso e conto pra eles que tu tá me encarando feito um tarado!!

Gabriel resmungou alguma coisa sobre eu já estar "querendo inventar história e arranjar confusão" pra ele, enquanto se enfiou no banheiro depressa com uma muda de roupas para tomar banho e se trocar. Ouvi quando o som da água do chuveiro começou a cair por alguns minutos, e também quando ele desligou o aparelho e saiu de lá já vestindo um conjunto preto de regata e bermuda de tactel próprio para dormir.

Ele foi rápido, eu ainda estava arrumando os travesseiros, lençois e edredon na cama quando Gabriel apareceu no quarto. Abaixada de costas para ele, pude ver pelo reflexo de um dos muitos espelhos no cômodo que o muleque estava encarando diretamente a minha bunda de novo!
O calor de uma fúria inflamada subiu até a minha cabeça.

— Ei!! O que eu te falei?!

Briguei mais uma vez, irritada com a insistência dele em me olhar daquela forma toda vez que me via. Pois desse jeito ele fazia parecer que a errada era eu em estar vestida assim. Isso me enchia de culpa, que eu transformava em raiva contra aquele pequeno pervertido.

— Ah, pode parar, Larissa!! E-eu... Eu só tava vendo o que tu tava fazendo ai ainda...! Não enche!!

Respondeu claramente envergonhado e nervoso por ter sido pego no flagra me encarando novamente, ao não ter conseguido se conter e desviar o olhar a tempo. Virou- se costas e foi guardar as suas coisas do outro lado do quarto.

— Ah, tá... Me engana que eu gosto!! Acho que eu não tô vendo, né, muleque?! Pois é bom tu ficar assim, de costas, até eu deitar na cama e me cobrir, se não eu vou mesmo contar pro papai amanhã como é que o "filhinho" dele tava olhando pra mim aqui! E tu vai passar o resto da viagem de castigo, tendo de dormir no banco detrás do carro alugado!!

— Tá, tá!! Tanto faz, maluca!! Tá se achando demais! Faz como quiser, to nem ai!

Resmungou, mas ainda acatou meu comando, permanecendo de costas pra mim até me ouvir terminar de arrumar as coisas, deitar na cama e me envolver nos lençóis.

— Pronto, oh tarado idiota!! Já pode se virar agora...!

Ele nem se dignou a responder, apenas fechando a cara, visivelmente contrariado e com o rostinho vermelho por um misto de raiva, frustração e vergonha, caminhando até onde eu estava e se deitando do seu lado do colchão em silêncio.
O clima entre nós estava péssimo. Pesado. Cheio de irritação e constrangimento mútuo.
Quando ele já tava se cobrindo com o mesmo edredon que eu, ainda fiz questão de dar um último aviso.

— Ah, e sem gracinhas, viu?! Não quero saber de você encostando em mim! Se eu sentir um só toque seu no meu corpo, em qualquer lugar que seja, já sabe, né...?!

Ameacei com a promessa velada de acabar com a raça dele e o entregar aos nossos pais se fizesse algo assim. Estava mesmo muito revoltada com aquela situação inusitada e enervante. Jamais esperei realmente que aquele garotinho mirrado que mal saiu da fraldas fosse olhar pra mim, a sua irmã, daquele jeito. Como um velho pervertido qualquer. E minha resposta instantânea a esse choque de realidade foi ficar brava e agir com rispidez hostil contra ele.

— Aff, tá bom, já entendi!! Chega, né?! Não quero saber dessa sua paranóia maluca, oh doida! Fica ai do seu lado da cama, que eu fico do meu. Senão eu é que vou lá no quarto do pai e da mãe pra dizer que você tá querendo arrumar confusão comigo...!

Dizendo isso, apagamos as luzes, viramos cada um pra um lado e fomos dormir nesse clima de inimizade com ameaças trocadas.

Eu, porém, não conseguia pegar no sono.
Minha mente estava inquieta, fervilhando de pensamentos e emoções conflitantes.

Senti remorso...
Talvez tivesse pego muito pesado com o meu irmãozinho.
Por ter sido pega de surpresa pela reação dele ao me ver tão pouco vestida, acabei reagindo mal também. Mas a verdade é que a errada ali era eu...
Fui eu quem ignorei o fato dele já não ser mais um menininho, e sim um adolescente no auge da puberdade, e apareci diante dele com roupas que provocariam uma reação dessas em qualquer homem hetero... Ele não tinha culpa. Não podia controlar seus hormônios e instintos naturais.
Eu é que deveria ter buscado opções e me vestido de uma forma mais recatada para dormir com ele...
Sentia um arrependimento profundo, e queria me desculpar com ele por ter sido tão bruta nas palavras. Mas o orgulho de irmã mais velha não deixava... então permaneci quieta.

Por outro lado, agora que a revolta inicial tinha passado, um estranho sentimento também alfinetava a minha cabecinha confusa... Um que eu não queria ter de admitir pra mim mesma ou aceitar...
Ser vista por ele... Ser encarada, fitada, contemplada e secada pelo Garbiel... Havia sido... Havia sido... Bizarramente excitante!
Eu só podia estar ficando louca!!
Tudo bem que eu não "namorava" a algum tempo, mas ficar animada só por ter sido olhada "daquele jeito" por um homem já era demais! Ainda mais com esse "homem" sendo o meu irmão caçula irritante!!!
Tentei não pensar mais nisso e enterrar o estranho sentimento.

O sono, entretando, não vinha.
E a coisa piorou quando eu comecei a sentir que Gabriel estava se remexendo demais na cama, agitando o colchão. Com uma inquietação maior do que a minha, virando de um lado e pro outro sem parar, a cada minuto.
Já cheia de remorso, resolvi relevar aquilo sem reclamar. Essa seria minha forma indireta de pedir desculpas a ele. A melhor que eu poderia dispor no momento.

Com o passar do tempo consegui deixar certas preocupações de lado e o cansaço da vaigem foi vencendo a minha insônia, me levando a perder a consciência aos poucos...
Contudo, sempre que eu estava prestes a adormecer o meu irmão se revirava na cama e me fazia despertar.
Isso aconteceu uma, duas, três vezes... Na quarta a minha paciência acabou.

— Aff, Gabriel! Para quieto de uma vez!!

Exclamei, elevando o tom pela raiva, mas mantendo a voz baixa por conta do horário e dos nossos pais que dormiam no quarto ao lado.

— D-desculpa, é que não tô conseguindo dormir...

Ele respondeu baixinho, sem rispidez, apenas com constrangimento e um certo ar de melancolia na voz. E isso acabou comigo.
Teria sido melhor se o menino tivesse me dado uma resposta a altura, com a mesma malcriação rebelde de sempre. Tal pedido de desculpas triste e sincero após eu mais uma vez ter sido grossa com ele, me fez ficar cheia de remorso e culpa pelo o que disse.
Era pra eu estar pedindo perdão a ele pelo surto que tive na saída do banheiro, mas lá estava eu, me deixando levar pela irritação e explodindo com ele atoa de novo... E dessa vez o pobre do meu maninho nem me deu uma resposta atravessada, no mesmo tom de briga. O que só me fazia sentir mais culpada por vir tratando ele mal desde que começamos a nos preparar pra dormir.

— T-tudo bem, relaxa... Eu sei que é estranho dormir fora de casa, em outra cama, ainda mais tendo que dividir com a sua irmã chata... Mas... Só tenta ficar paradinho que uma hora o sono vem, tá...?

Disse-lhe num tom mais brando, querendo soar compreensiva e acolhedora para variar. Ele me respondeu com um "uhum" sussurrado e parou de se mover no colchão.

Novamente o silêncio e quietude imperaram no quarto escuro, só com o som do ar condicionado ressoando pelo ambiente fechado. E eu, querendo aliviar um pouco da culpa que sentia, tentei puxar assunto com ele pra me desculpar.

— Biel, você não tá conseguindo dormir por que...? Tá encucado com o que eu disse antes, é...?

Perguntei receosa, ainda virada pro lado oposto ao dele. Ele não respondeu nada, permanecendo também de costas para mim. Então eu prossegui.

— Olha, cê sabe que eu não quis dizer realmente aquilo, né...? Tipo, eu não vou contar nada pros nossos pais... Eu só tava meio irritada, sei lá, e acabei falando besteira sem pensar...

— T-tá... Tudo bem... Esquece...

Ele respondeu em voz baixa, sem muita emoção. Mas ainda não era o bastante pra mim.

— Me desculpa, viu...? Não foi certo descontar assim em você por nada... Você perdoa a sua irmã, Bielzinho?

Pedi, me virando na cama para ficar de frente para ele pela primeira vez, com todo o meu pesar e arrependimento transparecendo na voz mansa e manhosa de remorso, me referindo a ele pelo apelido carinhoso familiar que usava na infância e que sempre amolecia um pouco o coração de nós dois quando tínhamos um desentendimento e precisávamos nos reconciliar.
Sentindo que me virei, ele fez o mesmo, rolando por sobre o ombro e me encarando naquele breu. Ambos estávamos cobertos pela roupa de cama até mais ou menos a altura do pescoço. Meu irmão me encarou no fundo dos olhos e, deixando surgir um sorrisinho no rosto, balançou a cabeça afirmativamente dizendo que "sim".

— Claro, Lari, tá de boa...

Fiquei muito contente dele ter aceito minhas desculpas e me dado o perdão tão fácil. No fim das contas, lá no fundo, por mais que a gente vivesse se desentendendo, ele era sim um bom garoto. Eu é que tava ocupada demais brigando com ele para conseguir ver isso.
Animada por termos feito as pazes, estendi meu braço sobre ele e o puxei na minha direção.

— Ah, brigada, Bielzinho!! Então dá aqui um abração e um beijo na irmã!!

Nossos corpos se encaixaram num abraço abrupto e meio atrapalhado, enquanto eu o agarrava e dava vários beijinhos no seu rosto, de forma carinhosa, esbanjando amor fraternal!
Gabriel hesitou por um instante no primeiro momento, pego desprevinido pela demonstração de afeto repentina, mas aos poucos foi se soltando e retribuiu ao gesto, também me envolvendo com os braços e arroxando o abraço, que se tornou forte e bem apertado por debaixo dos lençóis, com os dois ainda deitados.
Como eu não parava de lhe encher de beijinhos como se ele fosse um lindo filhote de cão fofinho, fazendo disso quase uma piada implicita de "afeto exagerado de irmã babona e melosa", em certo ponto o Biel começou a rir baixinho, achando graça daquela minha explosão de amor.
Entrando na brincadeira, ele dizia, em tom bem humorado...

— Tá bom... Tá bom... Entendi... Já te perdoei... Chega! Ahahahaha!

Mas eu seguia com as bitocas por todo o rosto, bochecha e testa, as vezes acertando seu nariz e olhinhos, que ele fechava por reflexo, bem a tempo de levar o beijinho afoito e apressado da irmã sobre as pálpebras.
Quando viu que quanto mais ele "insistia" para eu parar, mais eu aumentava a frequência dos beijos, mudou de estratégia, passando a me "contra atacar" com seus próprios beijinhos. Combatendo fogo com fogo.

Assim teve início uma pequena disputa divertida para ver quem acertava mais beijos na face do outro, com nossos corpos ainda envolvidos naquele abraço apertado.
Recebi diversas bitocas na testa e bochechas, mas também no queixo, sobrancelhas, nariz, canto dos olhos, orelha... Isso por que tava uma confusão danada com nossos rostos se movendo freneticamente para beijar um ao outro, com ambos de olhos fechados e no escuro quase total do quarto apagado.
Me empolgando um pouco demais, travei o corpinho do Biel com as minhas coxas, passando a perna por cima das dele para o prender e o controlar melhor naquela brincadeira. Ele, por sua vez, tentou me manter agarrada pela cintura, com as mãozinhas pousando ali e atrás, na base das minhas costas, por onde ele me puxava forte pra si a fim de me imobilizar.
Foi então que, por acidente, em meio a tudo aquilo, nossos bocas se encontraram por acidente e as laterais dos nossos lábios de tocaram de raspão, resultando num fugaz selinho no canto da boca.
Aquilo foi estranho, inesperado, mas sem querer... Então relevei.
Porém, logo a seguir veio o segundo, e o terceiro... Não fazíamos de propósito, era por acaso, por conta de toda a movimentação aleatória e imprevisível que exerciamos...
Mas, no quarto beijo "desencontrado encontrado", nossos lábios acabaram se tocando por completo, num selinho de verdade!
Dessa vez durou mais tempo do que os anteriores, pois foi bem mais perceptível e inegável, com a gente claramente sentindo que aconteceu, e ambos ficamos congelados naquele selinho acidental por longos segundos, meio que em choque...

Foi só então que eu me dei conta do que estávamos fazendo e de como eu tava atracada com meu irmão! Do nada me tornei consciente de que as mãos dele, que antes apenas me seguravam pela cintura e base da coluna, agora haviam descido bastante e estavam pousadas sobre a minha coxa desnuda e bem acima de uma das bandas da minha bunda semicorberta pelo shortinho de algodão, agarrando a minha raba de leve!
E, mais do que isso, repentinamente reparei que não só a minha perna estava sobre a dele, como as nossas virilhas também estavam coladas...!!
Eu pude perceber com clareza a presença pungente do seu "órgão" roçando na testa da minha "larissinha" por sobre as poucas roupas que usávamos. E o pior... tive a nitida sensação de que o "troço" dele não estava tão "mole" quanto deveria.
O Gabriel estava com pelo menos uma meia ereção! E esfregando aquele pinto meia bomba em mim a não sei quanto tempo desde que iniciamos aquela brincadeira inocente!!

Na mesma hora, no susto, me desatraquei dele, o empurrando pelo peito pra longe usando minhas mãozinhas, afoita. Nossos lábios se afastaram, assim como nossos corpos.
Gabriel arregalou os olhos naquele momento, também parecendo assustado com o ocorrido e com a minha reação.
No escuro, nos encaramos em silêncio por um segundo e então eu, querendo disfarçar o constrangimento confuso e aflito, tentei fingir que nada havia acontecido.

— Éérrr... Tá bom. Acho que você tem razão... Já chega, né? Bora dormir. Boa noite!!

Exclamei, cortando a brincadeira e o assunto de uma forma abrupta que só tornou aquele momento ainda mais esquisito, já me virando de costas de novo e encerrando aquele momento esquisito.
Gabriel não disse nada, mas senti que permaneceu olhando para minha nuca por uns instantes, certamente também confuso e pasmo pelo acontecimento constrangedor que havia acabado de ocorrer, antes de enfim se virar em outra posição e deitar parado.

"Que porra foi essa...?! Que porra foi essa?! QUE PORRA FOI ESSA?! Eu... eu beijei o meu irmão?! Caralho, que merda!! Que vergonha!! Aff!! E... E... E ele tava de pau duro por minha causa?! Não, não poder ser... Não tem como...! Aliás, deve ter sido impressão a minha. É! É isso! Foi isso! Só um engano! Um mal entendido meu! Sei lá o que eu senti. Pode ter sido qualquer coisa. Nem sei se era mesmo o pinto dele. Nem sei se tava mesmo meio duro... Pode ser só coisa da minha cabeça! Nem vale a pena pensar nisso. Talvez 'ele' seja assim mesmo, ué...! Já ouvi dizer que tem pintos que tão sempre assim, meio que 'grandes', né...? Até quando estão moles... Quê?! Não! Para! Para de pensar nisso!! Não quero ficar imaginando como é o pênis do meu irmão!! É melhor esquecer, fingir que não aconteceu e dormir de uma vez, que essa noite já tá muito estranha!"

Fiquei refletindo, com a mente perturbada, tentando me auto apaziguar em vão. Pois eu não tava conseguindo mesmo tirar aquela sensação nitida dos nossos lábios se tocando, das mãos dele em mim, daquele volume fálico entre suas pernas sarrando no meu monte de Vênus por sobre as roupas...
Pois sua boca era surpreendentemente macia, o toque das palmas dele em minhas carnes foi gostoso e a sensação de ter o órgão masculino roçando na minha intimidade me deixou a impressão que era... grande!
Por mais que eu não quisesse sentir aquilo e lutasse internamente contra isso, não podia negar que, por algum motivo, aquilo tinha me deixado um tanto... Acesa.
Por impulso e curiosidade, discretamente levei a mão para dentro da calcinha e senti. Estava úmida!
A danada da minha buceta tava babando de desejo só pela possibilidade de ter roçado do pau semi duro do meu irmão menor! Que merda!!
Putz, eu só podia estar mesmo era doida de tão carente por estar a muito tempo sem "namorar" e/ou passando pelo auge do meu período fertil! Só assim, por privação celibatária involuntária e por conta de uma chuva hormonal, é que eu poderia explicar aquela situação pra mim mesma!
De que outro modo, ou por qual outro motivo, eu poderia explicar a loucura de eu ter ficado excitada por um breve contato acidental com meu próprio irmãozinho?!
Minha mente tava entrando em parafuso com aquilo.

Surtando por dentro, mas inerte por fora, parei tudo e inspirei profundamente. Eu precisava dormir. Dormir e esquecer que essa noite existiu.
Recordei-me de alguns exercícios de respiração que havia lido em uma revista feminina que falava sobre como lidar com a ansiedade e resolver a insônia. Apliquei o método ao inspirar e expirar lentamente, bem fundo e devagar.
Aos poucos, de forma gradual, aquilo foi mesmo conseguindo me acalmar. Era quase como um método meditativo básico, em que eu limpava a minha mente de toda aquela maluquice e me focava apenas na respiração...
Assim, antes que me desse conta, estava enfim dormindo...

-×-

Acordei um tempo depois, não sabia dizer quanto, mas parecia ter acordado de somente um breve cochilo.
Ainda de olhos fechados, sentindo a cama balançar de num ritmo desconfortável, percebi que não havia despertado naturalmente sozinha, e sim por ter sido incomodada por aquela movimentação estranha agitando o colchão.
Logo após isso a primeira coisa que eu notei foi o frio. Sentia muito frio. Estava com o corpo descoberto, fora do lençol ou do edredom, sendo assolada diretamente pela baixa temperatura do ar condicionado do quarto de hotel.
A principio achei que tinha saído de debaixo das cobertas sozinha ou por acidente, pelo movimento natural durante o sono. Contudo, a agitação incomum e ritmada no colchão prosseguia. Abri os olhos aos poucos, dando de cara com a escuridão quase total, e notei que não... Do modo como o lençol e tudo o mais estava encolhido num canto da cama, só podia ter sido recolhido de propósito por alguém. Mas quem?
Foi quando me lembrei que tava dividindo o colchão com meu irmão...
O balançar persistente e irritante continuava acontecendo...
Na hora uma conclusão terrível passou pela minha mente! Um pensamento sombrio no qual eu me recusava a acreditar, mas que eu tinha que conferir para confirmar de imediato!

De súbito me virei de supetão para trás, encarando o lado da cama em que Gabriel estava deitado, e me deparei com uma imagem aterradora que jamais sairia da minha cabeça...!
Gabriel estava deitado de barriga pra cima, com a própria bermuda arriada junto da cueca. Seu pau estava pra fora, completamente duro, envolvido por um das mãos que ele usava para se masturbar enquanto olhava pra mim e pro meu corpo descoberto!!
Na hora que percebeu que eu estava acordada e que me virei para ele, tomou um susto e tentou se cobrir com um travesseiro. Mas era tarde. Eu já havia visto tudo!

— QUÊ PORRA É ESSA, GABRIEL?!

Falei alto, sem nem pensar, não chegando a gritar, mas em um tom audível, surpresa, chocada e alarmada!

— N-nada! Nã-não é nada! Eu só...-!

Se atrapalhou ao tentar explicar-se, tendo dificuldades em encontrar palavras para justificar aquilo que havia sido pego fazendo em flagrante. Com a mão na massa. Mas eu tava tão impactada que não tive paciência para o ouvir inventar uma mentira qualquer.

— "NADA"?! Que "nada", o que, Gabriel?! Você tava batendo punheta?! Aqui do meu lado?! Olhando pra mim?! VOCÊ TÁ FICANDO MALUCO, GAROTO...?!

— Calma, Lari...! Fala baixo, por favor...! Vai acordar os nossos pais no outro quarto...!! Eu... Eu posso explicar...!

Suplicou-me, em tom baixo, muito aflito e preocupado, me fazendo perceber que realmente tava falando muito alto.
Ainda transtornada, me pus de pé ao lado da cama, o encarando em silêncio com os olhos já acostumados com o escuro, incrédula e sem saber como reagir ao o que havia acabado de testemunhar. Então, sem dizer uma palavra, olhei pro travesseiro que agora cobria sua nudez, e então para ele novamente, esperando pela tal explicação.

— E-então... Lari... Desculpa, tá... É que eu... Eu tava com muita vontade, sabe... E... E não deu pra segurar... Eu não queria... Não pretendia... Mas quando vi, já tava fazendo... E não conseguia mais parar...

Relatou todo sem jeito, muito envergonhado e cheio de pesar na voz. Parecia devastado de tão triste que estava. Tanto que chegou a me dar um aperto no coração de novo. Apesar de tudo, não gostava de vê-lo assim... Nem conseguia sentir raiva dele direito por ter feito algo errado, quando ficava afundado em remorso dessa forma.
Me lembrei de que ele era um adolescente. De que estava no auge da puberdade. Era normal querer fazer "isso" toda hora, eu acho. Não dava pra culpa-lo por precisar se aliviar de vez em quando, e muito menos tratá-lo como um crápula por causa de uma coisa dessas, que era natural da idade e comum para todos os homens.
Mas tentei manter a pose, permanecer firme, pois não podia deixar ele achar que tava tudo bem fazer isso assim, do meu lado, né?
Respeirei fundo e, de braços cruzados, em tom mais baixo e controlado pedi por maiores explicações para entender o contexto e ganhar tempo pra mim mesma poder formular mentalmente uma resposta cabivel praquilo.

— Tá... Tá... Eu entendi. Eu sei que vocês, rapazes, precisam fazer "isso" as vezes... Mas... Mas tinha que ser aqui?! Agora?! Na cama?! Do meu lado?! Olhando pra mim?! Isso é esquisito, né, poxa...? Não podia ter, sei lá, ido no banheiro pra fazer...?!

— E-Eu tentei... Foi mal... Mas eu tentei, Lari. Só que...

— "Só que...", o que, Gabriel?!

— Só que não deu por que... Aff, não consigo dizer...! Tu vai ficar brava e me achar estranho...!

Ouvindo aquilo, eu gelei. Será que realmente a minha suspeita estava certa e ele... ele estava fazendo "aquilo" pensando em... Não! Não podia ser isso...!
Eu precisava saber com certeza.

— Não vou, não. Eu juro. Pode dizer.

Afirmei, tentando parecer ainda mais calma, séria, ponderada e razoável do que antes.

— Tá... Eu tentei... Eu tentei, tá? Eu tentei ir fazer no banheiro, mas não consegui por que... Por que... Por que o ta me deixando "assim" é você...!!

Eu já imaginava que a resposta dele seria essa mas, mesmo assim, ouvir aquilo sendo dito com todas as letras me deixou meio em choque.
Encarei-o com os olhos arregalados, quieta, calada e inerte, perdendo a firmeza nos braços cruzados, que penderam ao lado do corpo, e também sentindo as pernas amolecerem, enquanto ia me sentando lentamente na extremidade do colchão ao processar aquela informação.
Então era mesmo isso. O meu corpo. As minhas roupas. Era isso que estava perturbando o meu irmão e o deixando naquele estado, o levando a isso...
A princípio senti um pouco de raiva. Raiva dele por ousar olhar pra mim, sua irmã mais velha, com outros olhos, com esse tipo de olhar, tendo esse tipo de pensamento... Mas depois mudei para remorso e culpa, me lembrando de que ele era só um adolescente na puberdade, um quase homem, que não tinha mesmo muito como se conter diante de uma mulher atraente praticamente nua na frente dele, deitada do seu lado em trajes tão pequenos e sensuais. A culpada daquilo tudo, no fundo, era eu mesma, por ter feito uma escolha tão imprudente de roupas pra dormir com ele naquela noite... Podia ter escolhido usar uma das roupas de passeio mais comportadas... Mas não, eu tinha de ser teimosa e usar os mesmos pijaminhas reveladores de sempre, né?!

— S-sério...? Tu... Tu tá falando sério, Biel...?!

Perguntei, com o tom assertivo de outrora sendo aos poucos quebrado pela dúvida e incerteza que iam transparecendo na minha voz e expressão facial.

— U-uhum... E... E eu só tô conseguindo fazer "direito" enquanto te olho!!!

Confirmou com um sussurro entre dentes.
Mesmo com a pouca explicação, eu consegui entender o que estava querendo dizer. Que só sentia que estava "chegando lá" ao se masturbar diante do estimulo visual que obtinha ao encarar meu corpo...

— Aff... Biel... Nossa... Não sei nem o que te falar, poxa...! Quer dizer... eu sei que tu tá "naquela idade" e que minhas roupas tão meio curtas, mas caramba...! É sério que eu... quer dizer... que o meu corpo mexeu tanto assim com você...?!

Questionei, ainda incrédula e super sem jeito, mas tentando soar menos crítica e mais compreensiva.

— É... É sim... E muito... Mexeu muito... Tanto que... que...

Hesitou.

— Que, o que, Biel...?

Interroguei, curiosa.
O que poderia ser mais constrangedor do que tudo o que já havia acontecido e sido dito até ali, a ponto dele gaguejar para falar agora?

— Tanto que eu... Que "ele"... o meu... o meu... o meu pau não quer amolecer...!!

Disparou, cheio de vergonha por ter de confessar mais esse detalhe.
Aquilo me pegou desprevinida.
De imediato meus olhos voaram de encontro a almofada que cobria sua virilha e eu me peguei imaginando se naquele momento ele ainda estaria...

— S-sério...?! É sério isso...? Quer dizer, nesse momento... Agora... Mesmo com tudo isso "ele"... você ainda tá...?!

— É-é...! Ainda tá duro!!

Exclamou de uma vez, mega constrangido, como se cuspindo um fato que estava entalado na garganta.

Fiquei boquiaberta, sem conseguir deixar de encarar o travesseiro que aparentemente cobria uma ereção persistente do meu irmãozinho.
Havia sentido ele roçar em mim antes, reparado num certo volume considerável e, ao acordar e me virar de repente, o vi de relance por um breve momento antes do Gabriel ter a chance de interromper a punheta e se tapar com a almofada.
Parecia mesmo ser grande...!
Do nada me bateu uma curiosidade mórbida, quase insuportável, irresistível, de saber como era mesmo... Que foi se tornando depressa numa vontade subconsciente que manifestou-se em palavras sem eu nem me dar conta direito, antes de eu ter a chance de refrear o impulso de pedir pra...

— D-deixa eu ver...?!

— Hã...?!

Gabriel resmungou, incrédulo. Parecendo achar que não havia escutado certo.
Mas nem eu tinha certeza do que eu havia dito. Não era pra ter falado aquilo em voz alta! Foi um pensamento intrusivo! Porém seria mais estranho voltar atrás agora. Era melhor agir normalmente, agir de forma casual e deixar ele recusar por timidez, como sabia que ele faria diante da solicitação tão invasiva e absurda de me deixar ver a sua intimidade.

— É... Eu... Quero ver se é isso mesmo... Você me mostra?

Reiterei com confiança simulada, já prevendo que ele me diria "não" e começaria a vestir a bermuda ou se cobriria com o lençol, envergonhado, ofendido e revoltado com o pedido impróprio.
Mas eu me enganei.
Parecendo chocado com a minha requisição, e de forma robótica, como se sem pensar direito, apenas obedecendo, meu irmão acenou com a cabeça, disse um sutil "tá bom" bem baixinho e moveu o travesseiro pro lado, expondo sua nudez e exibindo o órgão pra mim!

— Eita...!!

Deixei escapar, ao ser pega quase que de surpresa pela visão completa e repentina daquele membro masculino durissimo, apontando pro teto, super duro, sob o véu cinzento da escuridão difusa do quarto!
Não dava para ver os detalhes, apenas o formato da silhueta. E era grande!
Não chegava a ser anormal ou gigantesco como o de um ator pornô cavalar, porém também estava longe de ser o que eu esperava ver no corpo daquele adolescentezinho pequeno e mirrado. Era o pau de um homem adulto, com alguns poucos pelos na base, no que dava pra ver, comprido, grosso e com uma cabeça maior e mais larga que o resto do tronco, se assemelhando a um cogumelo. Parte da pele da fimose ainda cobria a glande, que babava o liquido pré-seminal pelo buraquinho na ponta.
Boquiaberta, eu não conseguia nem piscar, encarando o membro rijo com olhar vidrado, em choque.
Um instante depois Gabriel tentou se cobrir de novo com o travesseiro, mas minha mão se moveu sozinha, se estendendo até ele e o impedindo de fazê-lo.
Eu queria ver "aquilo" um pouco mais.

— C-calma! Deixa assim... Deixa eu ver direito...

Sussurrei com um tom que nem eu mesma conseguia mais reconhecer. O que eu tava dizendo?!

Gabriel, por sua vez, aparentou surpresa com a minha insistência e lhe fitar o falo por mais tempo e, sem reação, apenas assentiu, me permitindo continuar olhando pra "ele" descoberto.

E eu o encarava sem desviar o olhar arregalado, não só mais apenas surpresa, mas interessada...
Não queria ter de admitir, mas aquele era um belo pau... Devia ter uns 17cm, mais ou menos, branquinho e grosso.
Mesmo no escuro, à meia-luz do abajur na mesa de cabeceira que eu acabava de acender para enxergar melhor a "peça", dava para ver o quanto era grande, bonito, gostoso...
Senti minha boca salivar e precisei engolir em seco para não acabar babando de desejo ao reparar em como era veiudo.

"Como será a sensação de ter esse troço cabeçudo, babão e cheio de veias salientes, na boca...?"
Pensei mordendo o labio inferior num gesto involuntário.
"Puta que pariu...!! Eu tô ficando com vontade de chupar o pau do meu irmão?! O quão carente e com tesão acumulado eu tô?! Eu hein!! Para de pensar nisso, maluca!!!"

Desviei o olhar por um momento para afastar tais desejos insanos que vinham sem convite.
Notando o silêncio constragedor que se instaurou por causa da minha longa encarada intima, falei a primeira coisa que me veio a mente, só pra quebrar a quietude e redirecionar os pensamentos intrusivos.

— O-olha, Biel... Não dá pra você dormir do meu lado "assim". Então a gente precisa dar um jeito nessa "coisa" ai antes de deitar...

— E-eu sei... Mas o que eu posso fazer? Não tô conseguindo fazer "ele" abaixar de jeito nenhum...

Sua voz soou atribulada, como a de quem realmente não sabe o que fazer.
Pensei em mandá-lo pro banheiro e sugerir a ele tomar um banho gelado, mas voltando a olhar de esguelha pro seu cacetão em riste, fixei o olhar ali, hipnotizada pelo formato vulgar, e uma outra ideia, mais doentia e pecaminosamente atraente, tomou a dianteira e escapou dos meus lábios no embalo, sem eu ter a chance de raciocinar direito ou refletir sobre as palavras que acabei proferindo...

— E se... E se você terminasse o que já começou...?

— Terminar? Terminar o que...?!

Questionou-me, parecendo incerto de se havia entendido direito.
Putz... Nem eu entendia ao certo por que tava dizendo aquilo. Que loucura era aquela que eu tava falando?! Mas agora não dava pra voltar atrás e fingir que não disse...

— Ah, você sabe... Terminar de... de... de se aliviar, ué!

Cuspi de uma vez, desviando o olhar pra o encarar face a face, intrigada e cheia de preocupação a cerca de qual seria a sua reação diante de uma proposta tão indecente.
Novamente achei que ele iria me repreender, me chamar de maluca, dizer um sonoro "não" e se cobrir pondo as roupas no lugar, super envergonhado e ofendido com o disparate que eu lhe sugeria.
Mas eu me enganei de novo... Gabriel aparentou timidez com o assunto, sim, porém parecia estar mais empolgado com a ideia do que acanhado.

— Quê...? Sério...?! Você deixaria...?!

Tal reação e resposta me pegaram desprevinida.

— Hã...?! É... Sim. Acho que sim... Se não tiver outro jeito... Melhor isso do que ir deitar com essa coisa "assim", né? Correndo o risco de, sei lá, ficar roçando em mim de noite... Fora que você nem deve conseguir dormir com "ele" duro desse jeito... tô certa...?

Só de imaginar a rolona rígida do meu irmão "cutucando" o meu bumbum, mesmo que por acidente, enquanto estivéssemos deitados lado a lado, senti um friozinho na barriga. Como se internamente eu desejasse por aquilo...!
É, eu só podia estar mesmo era pirando de vez.
Após pensar um pouco, Gabriel balançou a cabeça em confirmação e disse:

— Verdade... Mas... Mas eu não sei se consigo fazer isso com você olhando, Lari...

Pelo visto suas únicas reservas quanto a isso diziam mais respeito ao fator constragedor daquilo tudo do que a mera noção de moralidade básica que estaríamos violando ao fazer algo do tipo.
Era surreal!
Todavia, fora eu quem, no calor do momento, sugeriu aquilo em primeiro lugar, então nem tinha moral alguma para dizer algo a cerca disso. Na hora lembrei do sentimento satisfatório que preencheu o meu ser mais cedo naquele noite, quando fiquei excitada ao processar o fato de que meu irmão tava me olhando com cobiça. No fundo eu queria aquilo. Queria ser vista desse jeito por ele de novo. Queria mais do que estava disposta a admitir pra mim mesma ou que jamais confessaria pro Gabriel.

— Relaxa, eu não vou olhar. Pra que que eu ia querer ficar olhado você fazer "isso"? Eu hein...!

Falei, tentando soar meio ofendida para disfarçar o fato de que, sim, eu estava cheia de curiosidade e vontade de o ver se masturbar até gozar com aquele pauzão. E então, sem dar tempo para ele pensar melhor e desistir, a libido crescendo dentro de mim assumiu o controle da minha fala...

— Você tava fazendo "isso" olhando pra minha bunda não estava...? Então pronto. Eu me viro de costas para não ficar vendo e, de quebra, ainda te ajudo ao deixar você encarar "ela"...

Disparei a ideia, o fitando com expectativa para saber se toparia desse jeito, enquanto internamente eu já me repreendia por estar sugerindo isso mesmo.

— É-é... Acho que assim que pode funcionar...

Respondeu-me, parecendo ainda desacreditar de que eu tava falando sério.
Mas era sério.
Eu tava doida? Sim. Mas não tava mentindo.
Pelo visto a parte mais louca e luxuriosa de mim estava super interessada naquilo e iria mesmo deixar ele bater punheta encarando a minha bunda!

"Ah, mas pensando bem, nem tem nada demais, né? Ele só vai tocar umazinha, como já deve fazer sempre sozinho, só que dessa vez comigo perto, olhando pra mi... Mas sem encostar em mim! E eu nem vou encostar nele, também! Então tá tudo certo. Nem é tão errado assim... E, aliás, ele não vai estar pensando exatamente em 'mim', e sim na minha bunda... ou melhor, na bunda de uma mulher, como qualquer rapaz saudável da idade dele faz. É normal. É natural. É aceitável..."

Sem dizer mais nada, dei uma última olhada pro seu membro viril ainda duro como pedra, engoli em seco, respirei fundo reunindo coragem pra dar esse passo e, me contendo de que não tinha nada demais nisso, fui lentamente me ponto de joelhos sobre o colchão, de costas pro Gabriel, na beirada do meu lado da cama, apoiando as mãos na borda do leito e ficando quase que de quatro pro meu irmão, empinando a raba branca na sua direção!
Ele, contudo, permaneceu inerte, parado, sem fazer nada, apenas olhando para mim, ou melhor, pra minha bunda erguida e metade de fora naquele mini shortinho cinza. Incrédulo de que aquilo ia mesmo acontecer.
Tanto que precisei apressá-lo.

— Anda, vai...! Eu tô pronta... não vou olhar. Mas você tem que ir logo, por que já ta de madrugada e a gente precisa dormir pra acordar cedo amanhã...

Disse meio envergonhada por estar assim, naquela posição comprometedora, na frente do meu irmãozinho. Porém, ao mesmo tempo, me sentindo extremamente safada e excitada ao fazer aquilo!

Diante disso, Gabriel deixou de hesitar.
Um tanto atrapalhado, olhando pra minha bundona arrebitada com irrefreável atenção, se ajeitou da forma que ficasse melhor posicionado para se masturbar enquanto encarasse a raba que lhe era oferecida como estímulo visual. Logo comecei a sentir a cama balançar junto do ritmo inconfundível do som de "fap, fap, fap..." que ecoava pelo quarto semi iluminado. Meu irmão estava mesmo batendo uma não apenas pensando, mas olhando pra mim!
A mera noção daquele ato pervertido já era suficiente para deixar meu corpo quente e me fazer sentir a buceta babar dentro da calcinha...!
Eu me sentia a mais gostosa do mundo, e ao mesmo tempo maior piranha safada que já existiu. Uma combinação deliciosamente irresistível quando somada ao fator proibido de tudo aquilo...
Apesar de ter prometido a ele que não o olharia, vira e mexa eu virava discretamente o rosto de lado e assistia a cena de esguelha, com o canto dos olhos.
Meu irmãozinho estava ajoelhado sobre o colchão, bem atrás de mim, a menos de meio metro de distância, encarando a minha raba com cara de tarado, descabelando o palhaço num ritmo cada vez mais veloz!
Começou devagar, mas foi aumentando a velocidade até estar numa punheta a todo vapor.
Com ele se masturbando, o prepúcio se retraiu, expondo de vez aquela cabecinha rosada que de "inha" não tinha nada, da qual brotava muito liquido pré-seminal!

Excitadíssima com aquilo e sentindo o tesão latente me dominar, fui engatinhando um pouquinho pra trás, só o suficiente para ficar, de fato, de quatro pra ele, elevando o bumbum o máximo que eu podia na sua direção, com as pernas entreabertas, o concedendo uma visão mais do que privilegiada da minha raba e parte detrás da buceta, ainda coberta pelo minusculo shortinho de algodão. Agora a pouco mais do que um único palmo de distância do seu pirocão cabeçudo sendo masturbado frenéticamente.
Gabriel, que parecia não perceber ou não mais ligar pro fato de estar sendo observado por mim, bufou de aprovação, aumentando o ritmo da punheta. Já devia estar próximo do orgasmo.
Sem pensar direito, comecei a rebolar, remexendo a bunda no ar da forma mais sedutora e sugestiva que conseguia, balançando mesmo a raba para ele como uma puta no cio, gostando de o ver delirar de desejo por mim!
Foi ai que mais uma vez os meus lábios se moveram sozinhos, expondo a minha vontade latente...

— Pega "nela", Biel...! Você quer, não quer...?! Então pode me tocar...

Ofereci, com as lascívia começando a transparecer na voz, mas ainda tentando disfarçar.

— S-sério, Lari...?! Hmm... Você deixa...?! Hmm...!

Perguntou-me, entre um suspiro e outro, louco de tesão, sem parar de punhetar o pauzão feito louco atrás de mim.

— Uhum... Eu deixo... Só dessa vez... Pode mexer na minha bunda a vontade, safadinho... rsrs!

Não precisei repetir uma segunda vez.
Na mesma hora uma onda de prazer emanou pelo corpinho, assim que senti a mão ainda livre do meu irmão se encher com uma das bandas do meu bundão macio e lhe apertar com firmeza!
Depois ela voou para a outra metade e agarrou forte, apalpando com toda a gana e vontade que eu sabia que ele tinha!

Aquilo me fez ficar ainda mais maluca e foi inevitável acabar deixando escapulir um gemidinho abafado ou outro.

Gabriel não parou por ai. Continuou alternando entre um hemisfério do meu rabão e outro, amassando e esfregando com gosto, cheio de desejo e visível empolgação por estar sentindo pela primeira vez a maciez da bunda de uma mulher de verdade.
Tava extravasando e deixando virem a tona os seus impulsos masculinos, sem ligar pro fato daquela ser a bunda da sua irmã mais velha, e nem parecendo mais o mesmo adolescente acanhado de uns instantes atrás.

E eu continuava deixando escapar alguns gemidinhos abafados. Principalmente quando "sem querer", ao ir alternando entre uma raba e outra, meu maninho "acidentalmente" levava aos dedos de encontro ao ponto exato em que ficavam o meu cúzinho e a minha xana sedenta, os cutucando por cima do shortinho escasso!
Eu tava doida de desejo. Cheia de vontade de enfiar a mão dentro da calcinha, bater uma siririca e gozar bem ali, agora, na frente dele, enquanto o safado se punhetava para mim e se esbaldava no meu traseiro empinado!
Porém, não podia fazer isso. Não podia deixar tão claro e explícito que também estava gostando daquilo. Não só por orgulho, mas por bom senso. Precisa fingir que fazia aquilo apenas para lhe ajudar e nada mais. Manter a pose. Sustentar o ato.

Foi então que, felizmente ou não, antes que eu perdesse de vez a cabeça e o controle de mim mesma, ouvi o Gabriel soltar um grunhido mais alto ao deslizar a mão pela lateral da minha anca e me agarrar firme pela cinturinha. Ele ia gozar!
Foi quando senti que largou o pintão no fim da intensa punheta e agarrou o outro lado da minha cintura com força, travando ali. E então projetou o quadril na minha direção sem aviso, colando sua virilha na minha raba empinada e empurrando o pauzão duro contra ela!
Surpreendida pela encoxada surpresa, percebi a pirocona grossa se encaixar com precisão bem no vale do meu reguinho, comprimir meu bumbum macio e começar imediatamente a pulsar feito doida...!
Antes que eu pudesse reagir, de repente senti algo úmido ser derramado sobre a minha bunda...!
Já impactada com o fato da rola grossa do meu irmão estar sendo esfregada em mim, tomei um susto com o choque inesperado daquele liquido quente e viscoso lambuzando a minha pele exposta e shortinho curto.
Ao invé de me retrair e tentar escapar, os instintos de fêmea no cio falaram mais alto, tomaram conta de mim e eu, antes mesmo de ter tempo para pensar em algo, no calor do momento acabei foi arrebitando ainda mais o bumbum e o lançando pra trás de encontro ao quadril do Gabriel, rebolando de leve na virilha do pirocudo atrevido!
Olhei para trás bem a tempo de ver os jato seguintes de porra branca sendo lançados efusivamente sobre a minha raba erguida, entregue e oferecida ao meu irmãozinho de bom grado, que me sarrava como um cachorrinho excitado enquanto a erupção de gozo explodia, expelindo gala sem parar!
O Biel tava gozando, e muito, bem em cima de mim!! Com o pauzão colado na minha bunda!!

É sério, nunca tinha visto alguém ejacular tanto assim! Ele devia estar mesmo com uma baita "carga" acumulada...
Extasiada pelo disparo de semen que veio sem aviso, deixei o muleque ser feliz. Não recuei o bumbum, permiti que continuasse a impregná-lo com a sua leitada abundante, até esvaziar as bolas por completo naquele gozo que parecia não ter fim.
Minha buceta piscava feito louca dentro da calcinha, sentindo a pressão da base do tronco grosso que era comprimido contra ela.

— Isso, Biel... Deixa vir... Goza...! Põe tudo pra fora...!!

E ele o fez.
Jorrou cada jato que tinha ali guardo no saco, pintando ainda mais de branco a minha bunda branca e o meu shortinho cinza claro.
Quando seu longo orgasmo finalmente terminou, Gabriel enfim soltou minha cintura e tombou sentado no colchão, arfando ofegante.
Eu podia sentir o esperma fresco dele, ainda morninho, começar a escorrer aos poucos pelas minhas nadegas e ir descendo devagar pras coxas.

— Eita, Biel...! Nossa...!! Tu gozou demais, garoto... rsrs!

Toda aquela situação era tão surreal, fora do nosso contexto normal, que nem parecia verdade. Por isso eu comecei a achar graça daquilo. Minha consciência sendo sublimada pelo comichão na minha xereca cada vez mais quente e molhada. Tanto que nem tive vontade de brigar com ele por ter ousado ir além do combinado e roçado aquele pauzão em mim no final...

— É... Obrigado, Lari... Eu tava precisando muuuito disso...!

— Pois é, eu tô vendo... rsrs. Quer dizer, deu pra perceber, com você se atracando em mim daquele jeito e com o tanto que você me lambuzou de porra...! Hahaha... Sério, parece que eu tô encharcada, tu me molhou toda rsrs... Eu hein, fez igual um cavalo! Rs

Brinquei, arracando dele um risinho satisfeito, orgulhoso e sem graça ao mesmo tempo.
Até que ele ficava fofo assim, acanhado por causa de um elogio.

— Sim... Mas é que eu tava muito excitado por sua causa... Quer dizer, por causa da sua bunda...

— É, eu imagino que sim rsrs. Mas agora eu vou ter que ir lá tomar outro banho antes de dormir hahaha.

Concluí, rindo baixinho, tentando me levantar da cama de uma forma que não saísse pingando gala por todo o quarto, meio que amparando com as mãos o que já começava a escorrer.
Estava a caminho do banheiro quando Gabriel, me seguindo com os olhos, perguntou...

— Posso ir com você...?

— Hã...? O que? Ir aonde..?

Questionei sem dar muita atenção para a pergunta que não consegui entender direito, meio distraída com a tarefa de impedir o gotejar do esperma que descia pela minha raba e coxas. Ainda achando aquilo um tanto engraçado.

— Tomar banho...

Explicou, com um tom de suplica e olhar pidão.

O safadinho ainda queria mais?!
Já não bastava ter feito minha bunda parecer a de uma boneca de cera derretida a menos de um minuto atrás? Ainda tinha a ousadia de me pedir pra vir tomar banho comigo? Quanto tesão o da danadinho ainda tinha?!
Por eu mesma estar bastante excitada, confesso que na hora considerei aceitar a ideia. Mas logo dispensei o pensamento.
"Não! Isso já seria demais!", refleti.
Se ele entrasse comigo no banheiro, tirassemos as roupas e fossemos tomar banho juntos, no estado em que eu estava, super excitada, certamente a coisa ia desandar, eu perderia o controle e acabaria fazendo algo ainda pior do que já tinha deixado acontecer... Algo sem volta, que arruinaria a nossa relação parental e de que eu me arrependeria pra sempre.

— Não, Biel... Melhor não, né? Deixa eu ir sozinha dessa vez, tá...?

"Dessa vez"?! O que eu tava dizendo?! Não teria outra vez!
Eu tava me atrapalhando com as palavras de tão excitada que ainda estava.

— Tá...

Assentiu, concordando com o limite estabelecido, meio desapontado.

Eu entrei no banheiro da suíte apressada, fechei a porta, acendi a luz e fiquei na ponta dos pés para erguer a raba e ter uma visão mais clara do quão impregnada de esperma minha bunda estava.
Me surpreendi de novo com a quantidade.
Realmente era demais para um único gozo. E eram porções fartas, espessas e consistentes de sêmen. De um branco bem nítido, que deixavam clara a quantidade incomensurável de espermatozoides que deviam haver ali em casa gota...

"Caramba, olha só pra isso tudo. Rsrs! Pelo visto meu irmãozinho caçula cresceu mesmo, né...? E já é um rapaz mais do que capaz de engravidar uma moça...! Hahaha! E pensar que ele esteve a poucas camadas de roupa e a uma relés penetração de engravidar à mim...!!"

Balancei a cabeça para afastar esse pensamento. Não queria nem pensar nessa possibilidade. Seria o fim da picada, acabar grávida do meu próprio irmão menor!

Tirei o shortinho todo lambuzado de semen. Minhas mãos também estavam impregnadas. O cheiro forte e viril subiu, invadindo minhas narinas e fazendo brotar uma curiosidade que logo se tornou num desejo profano.
Sem resistir, cedi ao impulso.
Interessada em saber como era o odor, fungei com o nariz bem próximo ao shortinho deixando o aroma masculino penetrar fundo nos meus pulmões!
Por que aquele cheiro me parecia tão convidativo e irresistível?! Eu precisava conferir qual era o gosto...
Levada pelo embalo, estiquei a liguinha e, com apenas a ponta, lambi timida e receosamente um dos rastros de porra deixado no shortinho. De olhos fechados, retraí a língua e me concentrei em degustar a pequena amostra recolhida.
Putz, como era bom... Por que aquilo era tão gostoso?! Não deveria ser amargo? Azedo? Como o dos outros rapazes que já fiquei? Mas o dele era docinho, com um leve toque de bala de coco no fundo...
Eu já tava tão maluca com aquilo tudo que não consegui resistir... Acabei dando mais uma linguada, dessa vez muito bem servida, naquela porção generosa de sêmen. Depois outra! E mais outra!!
E fui não só experimentando o gostinho doce, mas engolindo e bebendo aquilo tudo de golada...
Parecia uma gatinha faminta por leite, lambendo o tecido compulsivamente. Quando me dei conta, já tinha removido todo o excesso de esperma no shorts. Ainda não satisfeita, passei a chupar o que havia grudado em meus dedos, sugando a gala fresca do Gabriel que os lambuzava.
Depois fui recolhendo e pegando o semen dele da minha bunda com os dedos e levando a boca, bebendo tudo o que pude, como uma gata faminta no cio.
Me senti a maior das vadias depravadas ao fazer isso, mas até tal sensação era excitante.

Não aguentando mais de tesão, arranquei o resto das roupas. Joguei a blusinha no chão, desci a calcinha pelas pernas e entrei no box pelada!
Liguei a água quente, deixei cair sobre mim da barriga pra baixo e, tomando o cheveirinho em mãos, o acionei e direcionei pra buceta sedenta...
Mal o jato potente entrou em contato com meu sexo, eu estremeci e comecei a suspirar baixinho, lutando pra conter os sons que fazia. Apontei direto pro meu clitóris e não deu outra. Gozei!
Gozei em tempo recorde, sem nem precisar me masturbar! Gozei forte, lembrando da sensação de ter o membro avantajado do meu irmãozinho pauzudo pressionando minha raba e buceta por trás...!!
Um orgasmo profundo, intenso, duradouro, que me fez fechar os olhos e levar os dedos a boca mais uma vez, para sentir o último resquício do gosto do sêmen do Gabriel ainda neles!
Ter algo entre os lábios me ajudou a não gritar ou gemer alto, e o som da água caindo também devia servir pra ocultar qualquer resquício de ruído impróprio.

"Porra, que delicia....!!!!"

Minha mente voou, foi ao céu, explodiu e voltou descendo em câmera lenta!
Foi como se minha alma deixasse meu corpo momentaneamente...
Perdi as forças pelo gozo avassalador, encostando na parede fria e escorregando pro chão devagar, até parar sentada no box com a cabeça girando, entorpecida de prazer...

Foi só quando a onda de barato do orgasmo começou a passar que eu realmente me dei conta de toda a loucura que havia rolado desde o início daquela noite.

"PUTA QUE PARIU! O QUE EU FIZ?!"

Me desesperei internamente, pois externamente eu não tive forças nem pra reagir, ainda enfraquecida pelo orgasmo.
Ofegante, tentando recuperar as energias, fui me pondo de pé e, apressada, terminei de me lavar enquanto era acometida por uma maré de remorso e arrependimento ao limpar de mim os últimos rastros da porra do meu irmãozinho ainda em mim.
Eu só podia estar maluca. Não tinha outra explicação.
O que tinha me dado na cabeça pra deixar as coisas evoluírem até aquele ponto?!

"Que merda...!"

Saí do box, me sequei as pressas, as pontas do meu cabelo tinham se molhado um pouco no chuveiro por acidente quando me sentei no chão do box extasiada, mas só estavam meio úmidas, então fui me vestir.
Ia pôr a calcinha, mas tava toda melada da minha própria lubrificação natural. Precisei secar com papel higiênico antes de colocar em mim de novo.
Depois vesti a blusinha e, por fim, tomei o micro short de algodão em mãos... Mesmo após eu ter lambido e engolido todo o excesso, ainda tava com muita porra nele... Precisava limpar aquilo.
Umedeci a ponta da toalha e vim esfregando para tirar tudo o que dava assim, afinal não tinha como lavar e pendurar pra secar naquele horário...
Não saiu tudo, mas pelo menos dava pra usar o resto da noite. Então me enfiei dentro dele e caminhei até a porta do banheiro.

Hesitei.
Quando girasse a maçaneta estaria de frente pro meu irmão caçula. Como teria coragem de encarar o Gabriel depois de tudo aquilo que fizemos?!
Ele também devia estar se consumindo em culpa, arrependimento e remorso agora que o tesão baixou, se dando conta da merda que fizemos, sendo atropelado pela confusão e dúvida a cerca das implicações éticas do que rolou, já imaginando as possíveis consequências.
Precisava sair pra tranquilizá-lo, mas também para esclarecer certas coisas que tinham de ficar bem definidas entre nós.
Mas o que diria pra ele?
Deveria pedir segredo? Não, ele era esperto o bastante para saber que nós dois nos ferrariamos e seriamos vistos como esquisitos se ele contasse algo disso a alguém.
Talvez devesse deixar claro que isso tinha sido um erro, reiterar que foi só dessa vez e que não poderíamos repetir e nem falar disso jamais? Sim, essa parecia uma boa ideia. Tinha de deixar isso bem estabelecido pra ele e pra mim também!

A decisão já estava tomada.

Respeirei fundo tomando coragem, girei a maçaneta e abri a porta, já preparada para proferir o discurso de arrependimento mentalmente ensaiado. Mas assim que olhei pra cama, me deparei com o Gabriel já deitado no colchão, dormindo profundamente, como um anjo.

"Aff... E eu aqui achando que ele também tava abalado!! Só que pelo visto sou a única preocupada com isso..."

Teria de deixar esse papo para depois...

"Mas não seria estranho tocar nesse assunto em outro momento...? Talvez fosse melhor só deixar isso pra lá, agir como se nunca tivesse acontecido... Ah, sei lá!"

Não sabendo direito o que pensar ou fazer, apaguei a luz do banheiro, caminhei devagar pra cama, deitei suavemente para não o acordar, me cobri parcialmente com a minha metade disponível do edredom, desliguei o abajur e fechei os olhos virada pro lado oposto ao dele.

De tão aflita e preocupada, achei que não conseguiria dormir. Mas já era tarde e estava a muito tempo acordada... Minha mente podia estar jnquieta, porém meu corpinho já havia relaxado de vez após o orgasmo.
Então, antes que pudesse pensar mais no que tinha rolado, adormeci de uma vez sem nem me dar conta...!

CONTINUA...

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