#Grupal #Incesto #Teen

Comendo a amiga da Clarinha e vendo ela ser fodida

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Paivertido

A Clarinha sorria enquanto começava a baixar a calcinha. Caralho! Meu coração disparou quando ela ficou completamente nua diante de outro homem

Na vida, certos objetos marcam a transição para uma nova fase, um novo status ou apenas a maioridade. Pros garotos pode ser o primeiro carro, pras garotas, o primeiro sutiã.

No meu caso, o objeto que marcou a mudança na minha relação com a Clarinha foi o meu colchão. Depois da nossa primeira vez, quando eu tirei dela um belo orgasmo que fez ela me brindar com um delicioso banho dourado do seu xixi quentinho, eu precisava comprar um novo colchão.

Naquela noite, depois de tirar o seu cabacinho, fomos tomar um banho juntos, o que não fazíamos desde que ela era pequena. E em nenhum momento a danadinha largou o meu pau. E, claro, não parava de me beijar. Acho que se ela tava mesmo querendo me seduzir, como entregou a sua amiga sem querer, não precisava fazer mais nada.

Depois de nos secarmos, fomos pro seu quarto, e pela primeira vez eu comi a minha filha na sua cama de lençóis cor de rosa. De madrugada, fomos dormir, os dois de conchinha. E eu peguei no sono assim mesmo, com meu pau todinho dentro dela, depois de gozar no seu cuzinho.

O colchão novo chegou e a partir dali minha filha nunca mais voltou a dormir na sua cama. Seu lugar agora era ao meu lado na minha cama. Ainda que fosse a mesma cama onde tantas vezes eu comi a mãe dela, agora, de colchão novo, ela pertencia à Clarinha por direito.

Mas um novo evento marcante se aproximava, e eu nem sabia como seria, ou reagiria, apenas aquela excitação que me dominava. Seria a primeira vez que nos encontraríamos, os quatro. Depois de nos conhecermos aquela noite, o pai da Bia, passamos a dividir as nossas experiências, e o celular estava sempre ligado, enquanto fodíamos as nossas filhinhas.

O Beto e eu acabamos nos tornando bons amigos, ou mais que isso, cúmplices do que fazíamos em casa. Nosso envolvimento incestuoso com nossas filhas significava que agora tínhamos um grande segredo para guardar do mundo exterior.

Mas isso nos deixou ainda mais à vontade e próximos um do outro. Ele me ligava e conversávamos sobre as experiências da noite anterior, nos divertindo com o fato de termos sido seduzidos por nossas filhas!

Só que, uma coisa é cada um comer a sua garotinha, e outra bem diferente é nos encontrarmos pra alguma coisa que poderia envolver os quatro. Não sei como reagiria diante de outro homem comendo a Clarinha, e bem na minha frente. Mas confesso que os peitinhos da Bia me davam água na boca. Ela era um pouco mais desenvolvida que a minha filha, e a sua buceta de lábios carnudos me enchia de tesão. Talvez essa imagem começasse a tornar as coisas mais fáceis, na hora de trocarmos de filhas.

Naquela manhã, depois de uma ótima noite dormindo juntos, acordei e senti minha filha brincando com meu pau sob os lençóis. Apenas fiquei ali, deixando-a brincar enquanto pensava em tudo o que aconteceu aquela semana. Respirei fundo quando senti a Clarinha levar meu pau à boca e envolvê-lo naquela doce sucção, passando a linguinha em volta. Vi a cabeça dela se movendo sob os lençóis, ao passo em que ela intensificava o boquete. Então, quando afastei as cobertas, a danadinha olhou pra cima e me sorriu.

"Bom dia, pai", ela disse alegremente.

"Bom dia, mocinha", respondi.

"Eu tive um sonhou gostoso!", ela ainda tinha o meu pau na mão. "E acordei assim...", seus dedos correram pelo seu grelo úmido, e a bucetinha estava toda molhada.

"E eu acho que ainda tô sonhando!", ela riu docemente.

Com meu pau pulsando diante daquela visão, desci a mão e senti o quanto a buceta da minha filha estava molhada.

"Por que sua buceta tá tão molhada?", perguntei.

"Eu tava brincando com ela enquanto você dormia", ela respondeu. "E acabô dando vontade de novo...", e dito isso, ela veio pra cima de mim.

Deitado de costas, eu assisti indefeso enquanto a Clarinha subia em cima de mim. Depois de se posicionar montada sobre o meu pau duro, ela foi descendo lentamente, se deixando penetrar. Assim que a cabeça do meu pau entrou na sua rachinha, ela desceu mais até estar sentada com ele todo dentro dela. Eu apenas a observava ali, empalada, os seios pequenos e perfeitos, com os mamilos rosados que davam vontade de chupar.

Segurando a sua cintura fina, eu disse: "Quica pra cima e pra baixo, como na brincadeira de cavalinho que eu fazia com você."

"Não tenho mais idade pra isso, pai. Esse tempo já passou; agora eu só quero cavalgar o seu pau", ela me sorriu. "Mas se quiser eu posso brincar como fazia quando era pequena."

Ela parecia lembrar-se de como adorava pular no meu joelho quando era pequena. Mas acho que a sensação era muito melhor agora, com o meu pau todinho dentro dela, enquanto começava a rebolar. Era como se ela quisesse que o meu pau tocasse cada parte do interior de sua bucetinha.

Sem mulher há algum tempo, eu costumava acordar de manhã com o pau duro e tinha que me masturbar pra relaxar. Mas hoje era totalmente diferente: minha filha estava cavalgando sobre mim; os músculos jovens da sua bucetinha apertando o meu pau com força a cada movimento.

"Vou gozar, meu bem!", eu gemia pra Clarinha entre uma estocada e outra.

"Ai, pai, tô sentindo lá dentro!", ela suspirou. "Tá gostoso!"

Minha filha continuou rebolando, sem querer parar, e quando o meu pau explodiu dentro dela, numa gozada deliciosa, foi como sonhar acordado. Depois, ele escorregou pra fora da sua buceta, ela se debruçou sobre o meu peito e me beijou na boca. Ela então saiu de cima de mim, levou a mão à buceta e melou com o esperma que lhe escorria. E levou os dedos à boca, chupou todo o esperma e me sorriu. Depois ficamos ali deitados, conversando sobre o que ela queria fazer naquele dia.

"Vou tomar um banho pra quando a Bia e o pai dela chegarem," e se levantou num pulo, indo rebolando pro banheiro.

Fui encontrá-la toda ensaboada e cantarolante debaixo do chuveiro. E a safadinha não perdeu tempo; abriu a porta do box e me puxou, pegando no meu pau e logo deixando ele duro de novo.

Uma coisa que a Clarinha adorava era no chuveiro se pendurar no meu pescoço. Às vezes ela preferia ser comia pelo cuzinho, com a carinha no azulejo da parede, outras apenas se pendurava no meu pescoço, esperando que eu fizesse a minha parte. Eu a pegava no colo e com a sua bucetinha toda arreganhada, eu fodia ela mais uma vez, olhando nos seus olhos enquanto ela abria a boquinha pra me beijar.

"Tinha me esquecido que sua amiga vinha hoje", eu sentia o seu hálito quente na minha boca.

"Ela e o pai dela, esqueceu?"

"Nossa, tinha esquecido!", eu chupava a sua língua. "Vai se comportar?"

"Só se gozar de novo dentro!", e ela voltava a pedir a minha língua.

Depois de saciar a minha filha mais uma vez e gozar na sua bucetinha, fomos nos secar e ela foi pro seu quarto escolher o que vestir; como se aquilo fosse um encontro ou coisa assim.

"Que bom, já faz um tempão que eu e a Bia não nos vemos", gritou a Clarinha do seu quarto. "Vou ligar pra ela pra ver se já tão chegando."

Depois de uma meia hora experimentando roupas em frente ao espelho, ela apareceu na sala, me deixando excitado com a sua escolha. Ela usava um lindo vestido de verão florido que se ajustava perfeitamente ao corpo, e o tecido era fino o suficiente pra deixar transparecer que ela estava de calcinha por baixo, mas sem sutiã.

Não demorou muito pra campainha tocar, fazendo minha filha se levantar apressada e num pulo chegar até a porta. E assim que ela abriu a porta, o rosto sorridente da Bia surgiu como um raio de sol; e atrás dela estava o seu pai. Já bem excitada, ela abriu mais a porta e os convidou para entrar.

Mal os dois entraram, e o sujeito tirou a mão do ombro da filha, beijou a Clarinha no rosto e veio me cumprimentar.

"Oi, eu sou o Beto, pai da Bia. Imagino que você seja o Carlos; prazer em finalmente conhecê-lo."

"Quer uma cerveja?", perguntei, enquanto ele sentava no sofá.

"Sim, obrigado", ele respondeu.

Nesse meio tempo, a Clarinha saiu arrastando a amiga pro seu quarto, onde as duas se enfurnaram, trocando confidências sobre seus pais e suas aventuras incestuosas. Fico só imaginado o que comentavam sobre o que fazíamos na cama.

Sem muito assunto, sentamos os dois lado a lado, bebendo enquanto tentávamos ficar mais à vontade um com o outro. Até que, não demora, e as duas voltam do quarto e, diante de dois pais meio sem graça, elas começam a dançar.

A Bia usava um vestidinho curto, e também não parecia estar usando sutiã. Seus seios eram ligeiramente maiores que os da Clarinha. E, com seus lindos e longos cabelos loiros, ela parecia muito atraente. Eu conseguia entender por que ficava de pau duro sempre que a via nua no celular.

Comecei a imaginá-la sem roupas. A princípio, não tive certeza do que vi sob o vestido, mas, na segunda vez, consegui observar melhor: Meu Deus, ela não estava usando calcinha! E sua bucetinha ficava claramente visível enquanto ela rodopiava.

A menina percebeu o meu olhar e começou a puxar mais a barra do vestidinho, mostrando as pernas. E enquanto dançava com a minha filha, o vestido subia mais, permitindo que eu visse melhor a sua bucetinha. Por um instante, quando levantei o olhar, o seu rosto se iluminou e ela me sorriu. A Clarinha notou o que estava acontecendo, sussurrou algo no ouvido da amiga e ambas riram baixinho antes de se agarrarem, num novo movimento.

Eu observava as duas, como que se exibindo diante de nós. Em certo momento, a Bia chegou tão perto que eu juro que pude sentir o cheiro da sua bucetinha.

Quando a Clarinha começou a acariciar os seios da amiga, meu pau começou a pulsar; e, ao ver a loirinha tocando a buceta da minha filha por cima da calcinha, meu pau ficou tenso, querendo se libertar. Eu as observava acariciando os corpos uma da outra, eletrizado pelo erotismo delas. Queria tirar o pau pra fora e começar a masturbá-lo, quando as duas se sentaram no tapete e continuaram a se explorar.

Então, quando as vi se beijando, meu pau começou a soltar líquido pré-seminal, deixando uma mancha úmida bem visível na calça.

"Elas são lindas juntas, né?", disse o pai da Bia.

"A coisa mais linda!", respondi.

"Está gostando do que vê?", perguntou o Beto, como se já tivesse visto aquilo antes.

"Muito!", eu acariciava o volume da minha ereção.

Eu e o Beto observamos as mãos das garotas percorrendo os corpos uma da outra; então, a Clarinha deitou sobre a amiga no tapete, posicionou o rosto entre as pernas dela, e nem parecia surpresa por ela estar sem calcinha. Em seguida começou a beijar e lamber sua buceta.

"Há quanto tempo elas fazem isso uma com a outra?", perguntei ao pai da amiga da minha filha.

"Uns meses. Uma noite em que ela veio dormir lá em casa, eu as flagrei assim no quarto", contou o Beto.

"Quando você começou a transar com a sua filha?"

"Já transamos há algum tempo. E você e a Clarinha? Como vão indo depois daquele nosso contato?"

"Aquela foi a primeira vez que transei com ela. No começo me senti culpado e achei que era um pai ruim."

"Você sabe que ela queria que você a comesse, não sabe? Era só disso que ela falava ultimamente", me confidenciou.

"Eu não fazia ideia de que ela também me queria... quero dizer, desse jeito."

"A maioria dos pais não percebe o que as filhas querem; eles não captam as indiretas que elas dão. No meu caso, foi mais fácil: a Bia veio dormir comigo uma noite e ficou nua na cama. Então começou a brincar com o meu pau enquanto eu dormia. Na manhã seguinte já éramos amantes, e agora dormimos juntos sempre."

A Bia e a Clarinha não se desgrudam, e eu observo enquanto minha filha mete o dedo na buceta da loirinha. As duas se beijam e de repente a Bia puxa a amiga pra cochichar algo no seu ouvido. Então, como uma perfeita linguaruda, a Clarinha se vira pra mim sorridente e dispara:

"Pai, a Bia queria que você comesse ela primeiro!", e a outra ficou toda corada.

A Bia dá uma risadinha e logo diz:

"Mas a ideia foi dela!"

A Clarinha olha pra nós e, com aquela carinha de anjinho de candura, completa:

"Não se importa, né, seu Beto?"

"Desde que você me diga antes com quem quer transar."

"Bem... só sobrou você mesmo, né, seu bobo!", a safadinha retrucou, na sua lógica de pouca idade. "Tudo bem, pai? Quer dizer... o seu Beto e eu... a gente pode...?", e ela nem sabia terminar a frase.

"Quer dizer, se tá tudo bem se o Beto comer você, enquanto eu como a filha dele?", e ela riu, mordendo o lábio inferior, bem muleca. "Acho que estamos todos querendo isso, né?"

Eu sabia que aquilo agora era inevitável, mas me surpreendia que a Clarinha também tivesse a mesma expectativa. Não imaginava que minha filha pudesse estar assim excitada pra ser fodida por outro homem... mas ela estava.

Então, com as duas garotas ainda meio agarradas no tapete, o Beto se debruçou no meio delas e enfia o dedo na buceta da sua filha, levando em seguida à boca da Clarinha. E a minha filha não faz por menos e começa a chupá-lo.

"Você gosta mesmo do sabor da bucetinha da Bia, né?"

"Gosto, mas também queria ver o seu pau!", e ele ficou meio embaraçado por um instante, olhando pra mim. Mas não se negou.

"Ele é todo seu, querida!", e deu espaço pra minha filha fazer o que estava morrendo de vontade de fazer.

Sem me opor aos dois, eu me espanto com a iniciativa da Clarinha, que não perde tempo em abrir o cinto do nosso convidado. E quando ela consegue abrir o zíper da sua calça, lá está o seu pau, revelado numa enorme ereção.

Minha filha está ansiosa para tirar toda a roupa do pai da Bia e fica excitada ao ver o seu pau duro. Ele tenta ajuda-la, levantando os braços pra que ela puxe a sua camisa pela cabeça. Então, completamente nu, o sujeito não aguenta mais e começa a beijá-la, puxando o zíper do seu vestido por trás e deixando deslizar pelo seu corpo franzino.

Por um instante eu me desconcerto diante da quase nudez da minha filha ao meu lado. Apenas de calcinha, ela começa a masturbar o pai da amiga, enquanto ele acaricia os seus peitinhos. Então acontece aquilo que eu mais temia ver. Minha filha chega bem perto e estende a lingüinha para provar o pau de outro homem, até abrir bem a boquinha e engolir o que pode.

Eu observava incrédulo enquanto aquele pau enorme sumia na sua boquinha, fazendo por umas duas vezes ela engasgar. Se ajeitando melhor, ela se ajoelhou e voltou a chupar o pau duro do pai da Bia, movendo a cabeça para cima e para baixo.

A amiga, por sua vez, me sorria e veio se ajoelhar entre as minhas pernas, começando a me despir, sem pressa. Ela passa a ponta da língua nos lábios assim que vê diante dela o meu pau duro. Então começa a me acariciar, brincando com os meus pentelhos. Até que, de uma rápida punheta, ela se abaixa e começa a me chupar. Ela tem o meu pau quase todo na boca; posso sentir a sucção intensa enquanto meu membro toca o fundo da sua garganta.

Então me recosto no sofá para aproveitar o boquete da loirinha, olhando pra minha filha, e nisso o Beto me dá um sorriso largo. A Clarinha está realmente dedicada ao pau dele e, a cada movimento de descida da cabeça dela, ele impulsiona os quadris para cima, tentando enfiar ainda mais o pau na garganta dela. Então segura a sua cabeça e passa a foder a sua boquinha, o que me enche de um ciúme de matar.

Mas a sua filha faz um trabalho fantástico chupando o meu pau; seus movimentos são lentos, porém precisos, e eu sinto meu sêmen sendo sugado lá do fundo. A sucção que ela faz é a mais forte que eu já experimentei. Ela não soltou o meu pau desde que começou e nem sequer engasga quando ele está fundo na sua garganta. Imagino que sua prática já vem de mais tempo.

Então, depois muito me chupar, imagino que a sua bucetinha devia estar igualmente molhada, e ela já não se aguentava. Deve ter sido o que fez a loirinha se levantar e se ajeitar no meu colo.

Sem a menor cerimônia, ela pegou no meu pau, àquela altura bem molhado de saliva, e o guiou até a sua bucuetinha, se deixando penetrar. Nossa, como uma menina podia ter uma iniciativa tão decidida de querer ser fodida pelo pai da sua melhor amiga? Mas foi o que ela fez.

Vendo aquilo, a Clarinha não queria ser deixada de fora na brincadeira. Então, levantando-se ela sorria maliciosamente pro Beto, enquanto começava a baixar a sua calcinha. Caralho! Meu coração disparou quando ela foi descendo com as duas mãos de cada lado, revelando a sua bucetinha com o grelinho rosado, na sua pele branquinha.

Eu segurava a sua amiga pela cintura, mas não conseguia tirar os olhos da minha filha, agora nuazinha em pêlo... ou melhor, sem nenhum, com aquela sua xaninha lisinha!

Enquanto sentava no colo do nosso convidado, com uma das mãos ela se apoiava no seu ombro. E com a outra mão, ela segurava o seu pau e infantilmente tentava meter na sua bucetinha. Parecia mesmo lindo de se ver, mas me tirava o fôlego. Afinal, era a minha garotinha querendo o pau de outro dentro dela!

Procurei então me concentrar na sua amiga, senão acho que não conseguiria. E, pra minha sorte, a loirinha também estava muito excitada em cavalgar o meu pau. E foi o que ela fez. Com movimentos decididos, ela começou a rebolar, fazendo entrar os centímetros que faltavam para estar agora completamente preenchida.

Ao lado, a Clarinha olhava de lado, mostrando um súbito brilho de ciúmes da sua amiga fogosa querendo ser fodida. Ela então se vira pra mim, talvez querendo me provocar ciúmes... do mesmo jeito que se sentia.

"Você gostou de me ver chupando o pau do seu Beto?", ela me perguntou, se esticando e sussurrando no meu ouvido.

"Sim, parecia que você tava se divertindo muito, querida", respondi.

Minha filha então se inclinou e me beijou apaixonadamente na boca, e eu podia sentir na ponta da sua língua o gosto do pau de outro. Nesse instante, a Bia se juntou a nós num beijo a três, e eu adorei a experiência de ser disputado pelas duas. A Bia e a Clarinha se acariciavam, se beijando e se revezando para lamber e chupar a língua uma da outra, enquanto eram fodidas, e, porra, aquilo era incrivelmente excitante!

Até que, tomada de um incrível tesão, minha filha se voltou pro pai da amiga e passou a beijá-lo intensamente, ao mesmo tempo em que ele acariciava os peitinhos dela. Ele então a ajeitou melhor no seu colo, pra poder chupar os seus peitinhos firmes e ainda pequenos, que cabiam todinhos na sua boca. E a todo instante ele não parava de meter na sua bucetinha. Nossa, acho que nenhum pai tá preparado pra ver isso.

Mas eu aguentei bravamente o ciúme, enquanto fodia a sua filha. E só de provocação, eu coloquei a Bia sentada ao contrário no meu colo, dessa vez de costas, pra meter no seu cuzinho. Meu pau tava todo lambuzado com o seu gozo, e eu olhava enquanto ele sumia no rabinho dela, até que comecei a fazê-la subir e descer, num incrível sexo anal.

Eu segurava os seus peitinhos macios, atiçando e deixando durinhos os seus mamilos. Até que ela me surpreendeu e se levantou, virando de frente pra mim de novo.

"Prefiro te olhar nos olhos enquanto você me come!", e com a maior naturalidade, pegou no meu pau e o conduziu de volta ao seu cuzinho.

"Como quiser, meu bem!"

"Eu tô adorando isso... ter o seu pau dentro de mim!", ela gemia baixinho no meu ouvido. "Sonhei tanto com você me comendo desde a primeira vez que te vi transando com a Clarinha!", ela sussurrava enquanto vinha me beijar.

Ao lado, o Beto também não parava der sussurrar todo tipo de sacanagens no ouvido da Clarinha.

"Tá gostando de dar a bucetinha na frente do papai?", ele disse à minha filha entre uma estocada e outra na sua bucetinha, ao que ela apenas balançou a cabeça.

Enquanto tudo isso acontecia, a Bia quicava no meu colo, com as pernas de cada lado das minhas, de frente pra mim e olhando nos meus olhos. Ela parecia querer o meu pau todo na sua buceta, e começou a descer sobre ele, gemendo a cada centímetro que recebia dentro dela.

Quando ela se sentou, totalmente atravessada pelo meu pau, estendi as mãos e apertei os seios dela. Eles se encaixavam perfeitamente nas palmas das minhas mãos, e eu conseguia sentir os mamilos dela pressionando bem durinhos. Então, apertei os dois, e ela soltou um gemido baixo e suave bem perto do meu ouvido.

Depois, ela levantou o quadril e desceu novamente, quicando no meu pau como se estivesse cavalgando. A buceta dela não era tão apertada quanto a da Clarinha, mas, por outro lado, ela parecia ter muito mais experiência, pois transava há mais tempo, enquanto a minha filha estava apenas começando. Eu conseguia sentir como os músculos da sua bucetinha trabalhavam no meu pau enquanto ela continuava a cavalgá-lo feito uma putinha.

Eu observava o Beto socar o pau na buceta da minha filha enquanto sentia meu próprio pau prestes a explodir, despejando minha carga de porra dentro da buceta da filha dele.

Os dois ficamos sentados enquanto as garotas desciam e subiam em cima de nós, quase que sincronizadas. E não só naquela foda maravilhosa, mas também na hora de gozar. Acho que foi ao mesmo tempo que enchemos as duas de porra.

Olhei pra minha filha e pra amiga dela e vi que ambas as bucetas estavam vermelhinhas e meladas com o nosso gozo, que começava a escorrer por entre as suas pernas. E quando se levantaram, ainda não totalmente saciadas, elas fizeram a coisa mais linda: minha filha deitou no tapete e chamou a Bia pra sentar sobre ela. Então, segurando a amiga pela cintura, ela começou a lamber e chupar todo o gozo que lhe escorria da bucetinha.

E, por sua vez, a loirinha fez o mesmo, metendo a cara no meio das pernas da Clarinha, e as duas começaram um lindo meia-nove, se chupando como deviam fazer há muito tempo. Ao final, dando risadinha e limpando a boca com as costas da mão, elas pareciam enfim satisfeitas.

Pedi a elas que trouxessem uma cerveja pra nós e, quando elas voltaram, minha filha não se conteve em abrir a lata e provar um pouquinho. Mas, pela sua expressão, devia ser forte demais. Acho que ela preferia mesmo era o melzinho que lambeu da buceta da sua amiga.

Continuamos conversando, o Beto e eu, elogiando o desempenho das meninas, que pareciam radiantes com a experiência a quatro. Se já era uma delícia fazer isso pelo celular, pessoalmente, todos juntos, era ainda melhor.

Depois, fomos os quatro tomar uma ducha. E a Clarinha não largava do pau do sujeito que tinha acabado de foder a sua bucetinha. Mas, como até então ele não tinha tocado no seu cuzinho, ela não podia deixar passar em branco esse detalhe. E, se apoiando na parede de azulejos, ela se virava pra ele, oferecendo o rabinho. Nossa, aquela era a nossa brincadeira preferida depois da cama.

Então, eu comecei a ensaboar a loirinha, vendo a minha filha gemendo em seu primeiro sexo anal com outro homem. Ele fodia o cuzinho dela, segurando a sua cinturinha fina, em estocadas longas e profundas, quase tirando ela do chão. E a pobrezinha só fazia gemer, com os braços abertos e a respiração ofegante.

"Faz comigo como costuma fazer com a Clarinha!", a Bia me surpreendeu, encostando-se no azulejo e ficando na mesma posição, à espera do mesmo tratamento.

Acho que aquelas duas deviam trocar todo tipo de confidências sobre o que faziam com seus pais na cama... e, claro, no chuveiro também.

E foi assim que terminamos aquele nosso primeiro encontro, os quatro juntos. Depois de foder nossas filhas na sala, continuamos debaixo do chuveiro, gozando dessa vez no cuzinho delas. Ao final, antes de nos despedirmos, as duas se beijaram como se duas namoradinhas, cochichando no ouvido algum segredinho e tramando alguma nova peripécia. Só fico imaginando o que nos espera da próxima vez…

Mas posso dizer, ao menos por mim, que mal posso esperar!

Continua...

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Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • @JohnDoeBSB: Conto bem escrito e muito excitante... Continue

    Responder↴ • uid:yazj2c1h