#Estupro #Gay #Sado #Teen

Estuprado no meio do mato

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ttheus

Fui fazer trilha e acabei sendo estuprado por dois homens. Apanhei, sofri e no final virei putinha.

Sempre morei no interior, desde que nasci. Quando bateu a pandemia, eu era só um garoto comum, não tinha o costume de mexer no celular, já que a internet tava começando a chegar onde eu morava. Eu tinha 15 anos na época, a pandemia não influenciou em quase nada na nossa cidade (moro no interior do mato grosso, em uma cidade que tem menos de 2 mil habitantes) somente as escolas pararam, mas foi porque praticamente tudo parou. Nessa das escolas pararem, eu praticamente vivia fora de casa, mas não era aprontando, eu gostava de ir na cachoeira perto de casa, fazer trilha, andar pelo mato, caçar de forma esportiva, fazia essas coisas para me divertir. Na época eu já tinha feito sexo com duas garotas diferentes, mas nunca tinha namorado. Para os padrões de hoje, eu seria considerado um garoto acima da média no quesito beleza, tinha pele clara, olhos castanhos, cabelo castanho escuro, magro, 1.75 de altura e gostava de depilar meu corpo todo (meu pai me xingava direto por isso). Finalmente indo para a história: eu estava fazendo trilha para ir em uma cachoeira, ficava a mais ou menos uns 10km de casa. Uma caminhada boa, tinha saído de casa 8h, já era 10h e eu estava praticamente na metade do caminho. Um lugar difícil de andar, sempre tomava cuidado com os bichos que poderiam ter, já que era traumatizado por conta de uma picada de cobra quando era criança. Bom, foi em um campo meio aberto e sem muito matagal, praticamente só terra e grama rasteira, que avistei dois homens que pareciam ter entre 30 a 40 anos sentados cada um em uma pedra comendo. Eles pareciam estar acampando lá, tinham varas de pesca, uma fogueira apagada e algumas roupas estendidas em um varal improvisado nas árvores. Assim que eles me perceberam, mudaram de comportamento na hora.
— O que faz aqui garoto? - Perguntou um deles.
— Tô indo pra uma cachoeira, por que? - Respondi.
— Toma cuidado. Tem onça pra esses cantos. - Disse o mesmo homem.
— Eu sei, tô de olho em qualquer movimento, quero morrer não. - Respondi, e eles riram.
— Chega aí. Tu quer peixe? Faz uma pausa, aproveita que sobrou e come com a gente.
Eu neguei, disse que tava tudo bem, mas eles insistiram até que eu fiquei com vergonha de recusar. Me sentei ao lado deles, eles me deram um prato e me serviram o peixe. Eu comecei a comer, aproveitei pra realmente descansar, deixei minha mochila de lado e relaxei.
Começamos a conversar bastante, falei de onde eu era, o que eu estava fazendo, eles eram da capital, estavam lá de viagem. Contei sobre minha vida pra eles, eles contaram da deles pra mim. Um deles tinha 33 anos, se chamava Gelson, gostava de acampar, era alto (mais ou menos 1.85 por aí) e meio forte (tipo gordo, mas sem muita barriga, mais parrudo mesmo). O outro tinha 26, se chamava Renan, era negro, mais magrelo, no meu ver ele parecia ser noia (tipo estereótipo de traficante) porque era cheio de tatuagem e durante o tempo que estávamos lá ele só fumava maconha. Passamos mais ou menos 30 minutos conversando, até que o papo começou a ficar estranho.
— Deixa eu te perguntar, você já deu o cu? - Disse o Gelson.
— Que? Não, eu gosto de mulher. Por que? - Respondi.
— É que a gente é um casal gay, queríamos saber se quer dar pra gente. - Continuou.
Eu fiquei surpreso, não pareciam um casal gay, na verdade eles pareciam dois amigos quaisquer.
— A gente está aqui porque viemos curtir um lugar mais afastado, longe de tudo, não esperávamos encontrar alguém tão cedo, muito menos um novinho tão gostoso igual você. - Continuou.
Eu me senti meio envergonhado, mesmo eles deixando explícito eu era meio inocente, não percebi as segundas intenções. Apenas fiquei envergonhado.
— Ah, desculpa mas eu não gosto de homens. - Respondi.
— Você não sabe, nunca experimentou. Depois de experimentar você vai saber se gosta ou não. - Continuou.
— Não quero não, muito obrigado. Gostei muito de conversar com vocês, mas tenho que ir. - Neguei de forma desajeitada, me levantando rapidamente.
— Garoto, a gente tá com sua mochila, você tá no meio do mato e não tem pra onde ir. A gente vai te comer, você querendo ou não. - Disse o Gelson, levantando a voz.
Eles se levantaram junto comigo, eu pensei em fugir mas demorei muito, rapidamente fui agarrado.
— Sai, me solta. Saiii. - Gritava, tentando fugir.
Eles eram muito fortes, não demorou muito, eles já estavam tirando minha roupa.
— Isso, grita, ninguém vai ouvir. Se não vai ser por bem, vai ser por mal.
Na hora que eu tomei um soco na cara, já me rendi.
— Tá bom, tá bom, podem me comer, eu dou pra vocês, se acalmem. - Gritei desesperado.
— A gente ia te comer de qualquer forma, a diferença é que agora você não vai gostar. - Disse o Renan.
Eles me deitaram no chão mesmo, o Renan colocou o pé na minha cabeça, me forçando contra o chão, o Gelson terminou de tirar minha cueca, levantou meu rabo e começou a chupar. Eu sentia linguadas violentas. Meu corpo vibrava, eu já tinha sido totalmente dominado. Ele não parava de linguar, quando parava era pra me elogiar.
— Bunda magrinha e pequena, se meu pau entrar vai destruir esse moleque. - Disse o Gelson.
Eu nem sabia qual o tamanho que me esperava, só aceitava tudo calado. De repente senti uma pressão estranha no meu cu, uma força enorme. Do nada, foi entrando, entrando e não parava mais. No começo não senti dor, somente desconforto, mas continuou entrando e chegou em um nível que eu comecei a me debater de desespero. Eu parei de relaxar o cu e comecei a contrair, e como ele tava abrindo minha bunda, o pau dele não parava de entrar e ele não parava de fazer força. Comecei a chacoalhar minha bunda e só piorava minha situação, parecia que doía mais. Quando ele começou a meter, o Renan estava me segurando para eu ficar quietinho. Eu nem tive muita opção, a dor era tanta que minha perna começou a amortecer e eu nem consegui me mexer muito. Chorava e chorava, eles riam e continuavam como se nada estivesse acontecendo. Ouvia gemidos, xingamentos, levava tapas fortes na bunda. Quando o Renan viu que eu parei de fazer força, ajoelhou na minha frente e colocou o pau dele na minha boca. Era grande, a cabeça mal cabia na minha boca. Tava foda aguentar, aos poucos a dor virava incômodo, mas o pau dele chegava muito fundo em mim e me nocauteava. Parecia não acabar, ele não gozava de jeito nenhum. Continuava metendo como um animal, gemia igual um ogro. De repente ele parou, tirou, me agarrou pela cintura e me virou com tudo. Logo me colocaram de frango assado, com as pernas lá em cima e minha bunda empinada. De frente, eu consegui ver, o que estava entrando em mim tinha o tamanho e a largura do meu ante braço. Foi naquela posição que eu comecei a ficar assustado. Na primeira metida eu senti minha cabeça ficando lerda, errei a respiração e meu corpo pesou. Quando ele começou a meter, nem gemidos saíram da minha boca. Comecei a entrar em desespero porque meu corpo começou a falhar. Era grande, estava indo o mais fundo que meu corpo aguentava, só faltava o saco dele entrar. Minha primeira vez, na violência, tinha praticamente 20cm da grossura de um braço entrando em mim na pior posição possível. Doía, mas não era uma dor comum, me causava uma agonia extrema. Parecia que eu estava sendo rasgado, o pau dele começou a lotar de sangue, eu sabia que algo não estava certo. Eu implorava para parar, dizia que eu ia morrer, que não ia aguentar, eles não davam a mínima. O pau voltou para minha boca, e foi naquela mesma posição que, após 3 minutos extremos e difíceis de aguentar, senti ele forçando o pau dentro de mim e gozando. Quando ele tirou, parece que minha mente ficou em branco. Eu dei um suspiro, finalmente acabou. Quando me colocaram de barriga para baixo e o Renan começou a meter, nem senti muito. O pau dele era grande, claro, mas nada comparado ao do Gelson. Para mim, ser estuprado pelo Renan passou em questão de segundos. Não lembro de nada, estava meio nocauteado. Quando percebi ele já estava descansando do meu lado com o pau meia bomba e uma marca pequena de sangue na cabeça do pau dele. Ouvia eles conversarem sobre mim, eu estava deitado no chão, praticamente imóvel. Minha mente apagou tudo que aconteceu nesse meio tempo, tenho memórias vagas deles falando "Vai segurar ele?" e "Vamos passar a noite". Provavelmente devo ter desmaiado ou dormido por excesso de cansaço, mas quando retomei a consciência, já estava meio de tarde, quase começando a escurecer, acordei com eles mexendo no meu corpo. Não deu muito tempo de pensar, já tinha começado a ser penetrado. Começou leve, quando percebi, já estava levando rola do Gelson de novo. Meu corpo sentia, mas não doía, apenas incomodava. Ele conseguia me penetrar com facilidade, sentia indo até o fundo e saindo sem o pau engasgar. Quando percebi, meu corpo foi ficando quente. Eu estava com a cara toda suja de terra e grama, meu corpo estava inteiro dolorido, a sensação do pau dele entrando, batendo lá no fundo e saindo ia me viciando, e quando eu percebi, meu pau começou a crescer. Senti o ânimo deles como se tivessem ganhado na loteria. Eu estava meio sonolento, mas sentia meu corpo dando início ao meu tesão. Quando o Renan colocou a mão no meu pau e começou a me masturbar, me voltaram para o frango assado. O Gelson era viciado naquela posição porque conseguia entrar inteiro dentro de mim, e quando ele começou a me apertar contra o chão e mexer no meu pau, desabei e comecei a gemer de tesão. Eu não entendia. Em um momento eu estava com medo de morrer, no outro, meu corpo vibrava de prazer. A sensação do pau dele me abrindo era indescritível, eu nunca tinha sentido algo tão bom na minha vida inteira. Passei 5 minutos naquela exata posição levando rola caladinho enquanto me masturbavam. De repente, gozei. Quando gozei, meu cu apertou o pau dele, meu jato voou tão longe que chegou a espirrar um pouco na minha cara. Mesmo após gozar, meu pau continuou duro igual pedra. O êxtase chegou quando comecei a ser penetrado violentamente, enquanto o Renan apertava meus mamilos e eu mesmo me masturbava. Gozei como se eu nunca tivesse gozado antes. Dessa vez, senti minha alma limpando. Na hora todas as dores sumiram e eu só senti prazer. Ali, naquele momento, eu tinha me descoberto gay. A partir daquele momento, virei o brinquedo deles. Quanto mais tempo passava, mais exploravam meu corpo. Eles ficavam surpreso, eu estava aguentando tudo com tanta facilidade. Meu corpo era magro, minha bunda pequena, alguém do meu porte físico teria dificuldade até com um pau de 15cm, mas eu estava aguentando dois sem descanso. Viramos a noite fudendo a3. Quando eles colocavam violência eu virava um animal de tanto tesão. Gritava de prazer, gozava o que não tinha mais pra gozar e me deliciava no pau deles. Era tão bom, eu estava viciado em levar pica. Fui dormir agarrado com eles, totalmente pelado. Acordei no dia seguinte com eles me jogando pra lá e pra cá, prontos para me fuder novamente. Meu cu que estava destruído, agora mal doía. Eles fecharam os ferimentos que eles mesmos criaram com pau sem parar. Continuei fudendo, fudendo, fudendo. Nas horas de descanso, me alimentava junto com eles. Após isso, era pau sem parar. Passei mais um dia inteiro levando rola, e ao anoitecer, dormi novamente com eles. Quando acordei, me assustei. Tudo tinha sumido, eu estava deitado de costas pro chão de terra, totalmente pelado. Minha mochila estava do meu lado. Eu havia sido abandonado. Só restou restos de fogueira, meu short e um papel colado com um número de telefone escrito. Foi a primeira vez que me senti uma puta barata, apenas fui arrombado e abandonado sem mais nem menos. Vesti meu short que era a única roupa que tinha e, mancando, voltei para minha casa. No caminho mil coisas passaram na minha cabeça, cheguei a chorar enquanto andava. As lembranças pareciam um martelo marretando minha mente sem parar. Aos poucos a dor foi me invadindo. Quando cheguei em casa, meus pais extremamente preocupados comigo. Eles acharam que eu tinha morrido, sido sequestrado, coisa do tipo. Minha desculpa foi simples, disse que tinha me perdido, eles acreditaram e choraram abraçados comigo, mas mal sabiam eles que eu tinha passado por um episódio que jamais sairia da minha cabeça.
Ao tomar banho e finalmente relaxar de verdade, as dores tomou conta do meu corpo. A conta chegou, e tudo que eu tinha parado de sentir, senti de uma vez. Eu chorava de dor silenciosamente no meu quarto, meu cu vibrava, estava destruído. Pensei fortemente em confessar para meus pais, mas não tive coragem. Aguentei a dor por dois dias inteiro sem sair do quarto, minha mãe achava que eu estava estranho, eu apenas dizia que era por conta do que passei, aliás, eu não estava errado. Minha primeira vez indo ao banheiro após o ocorrido foi uma luta. Após três semanas, meu cu parou de sangrar. Após cinco meses, meu corpo voltou ao normal. Porém agora tinha uma diferença, meu pau ficava extremamente duro toda vez que lembrava do ocorrido, e claro, assim que chegou internet onde eu morava de maneira definitiva, fui correndo atrás dos dois. Levou dois anos inteiros para eu conseguir me reencontrar com eles, durante esse tempo, fiquei 3x mais bonito, transei com vários garotos da minha cidade e cidades vizinhas, amadureci, mas meu desejo nunca mudou. Quando eu senti o pau do Gelson e do Renan, voltei a onde tudo me pertencia, e foi no meio do mato onde tudo começou que virei a puta deles novamente. Eles me convidaram para passar o fim de semana na casa deles, e nas minhas férias, consegui convencer meus pais a me deixarem viajar com "um amigo" durante todo o período. Lá na casa deles, fiz loucuras, dei em público, aguentei meu primeiro gangbang, comi eles, gozei no BDSM, no CNC e tudo mais. Finalmente havia me tornado um brinquedinho completo, e foi lá mesmo que tatuei o nome dos dois na entrada da minha bunda. Hoje em dia, com 20 anos, moro com os dois. Sou assumido para os meus pais, vivo levando rola no rabo. Sou praticamente a vadiazinha deles, o mais novo, o mais puto, não trabalho nem estudo, eles me bancam e em troca eu tenho que fazer o que mandam, sou dona de casa, caso eu desobedeça, eles me colocam pra dormir pelado no quintal de casa. As vezes sou obrigado a dar pra amigos deles, a fazer coisas extremas como beber mijo, ser penetrado pelo pau com um ferro, ser torturado etc, e eu vivo submisso à eles sem nenhum propósito a não ser curtir a putaria. Eles me dão dinheiro, eu cuido do meu corpo e da minha aparência, e em troca, sirvo eles como se fosse um escravo sexual. Amo essa vida, não trocaria por nada, e hoje, se pudesse repetir minha primeira vez, iria reagir muito mais, pra apanhar muito mais e ser destruído ali mesmo.

Comentários (1)

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  • Kauã: Qe sorte a desse putinho

    Responder↴ • uid:1eoz33204fyk