#Estupro #Grupal #Teen

Fui estuprada pelo meu grupo de amigos

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loren

Fui estuprada pelo meu grupo de amigos até perder a cabeça e me viciar em pica

Tudo aconteceu quando eu tinha 16 anos. Meus amigos de escola eram todos mais velhos que eu, minha melhor amiga Mariana tinha 18 anos, já estava no terceiro do Ensino Médio, e meus amigos (que praticamente todos conheci por conta da Mariana) a maioria já tinha entrado na faculdade, com o mais novo com 19 e o mais velho com 22. Éramos 8: Eu, Mariana, Pedro, Guilherme, Renan, Matheus, José e Felipe. Para não ficar cansativo, não entrarei em detalhes de cada um, mas apresentando minimamente:
Eu, a mais nova disparado do grupo, era também a mais bonita, na época eu estava morena, 1.55, branquela daquelas rosada, peito médio e bunda pequena. Por eu ser magrinha, minha bunda ficava empinada, era padrão. Mariana por outro lado, era uma preta maravilhosa, cabelo afro, peito e bunda grande, alta, praticamente o oposto de mim. Meus amigos a maioria não namorava, só o Guilherme e o Felipe na época. Eles eram altos, o mais baixo, José, tinha quase a altura da Mariana, que tinha 1.75, e bom, pra adiantar, a maioria tem pau mediano/grande, entre 15 a 18cm, com exceção do José, que mesmo sendo baixo, tinha algo em torno de 20cm entre as pernas.

Indo para a história, nosso grupo de amigos sempre foi unidos, eu fui a integrante mais nova a entrar no grupo, era a que menos tinha tempo de amizade (4 meses apenas) com todos ele. A Mariana era um amor de pessoa, quando eles me desrespeitavam ou davam em cima de mim, ela já cortava na hora. Eu me sentia confortável no meio de tanto homem, pegava cada vez mais intimidade com eles. Foi em uma festa nossa que tudo desandou. Meus amigos sempre foram de levar bebidas e droga para as festas nossas. As festas sempre eram na casa do Guilherme, que morava sozinho, então toda vez curtiamos muito. Mesmo ele namorando, todas as vezes que tinha festa ele não levava a namorada dele, o relacionamento dele era estranho, eu não entendia muito bem. Nessa festa, combinamos de ir lá 16h da noite. Cada um levava uma bebida, e eu, ajudava com o valor. Meus amigos levavam droga também, inclusive a Mariana, e nossas festas era praticamente beber, conversar, comer e se drogar.
Bom, nossa festa ocorria normalmente. Era 20h da noite e já estávamos todos bêbados, eu sempre bebia pouco porque era fraca pra bebida, então o efeito acabava passando mais rápido e eu tinha que beber de novo. Não usava droga, mas meus amigos usavam de monte. Não deu 22h, a Mariana disse que ia deitar no quarto do Guilherme, e bom, só sobrou eu no meio de um monte de homem drogado. O efeito da bebida já estava passando, já que eu tinha bebido quando cheguei. Pensei em beber mais mas tinha medo de passar mal. Comecei a sentir um pouco de dor de cabeça e fui tomar banho, pra voltar a beber. Quando eu terminei meu banho rápido, cheguei e estavam todos meio estranhos, com comportamento anormal. Estranhei um pouco, mas não achei relevante. Sentei no sofá e peguei a garrafa de vodka com energético para beber. Bom, antes de conseguir pegar a garrafa, o Renan agarrou meu braço. Na hora o Felipe veio para cima de mim e começou a me forçar contra o sofá. Tentei me mexer mas quando percebi, já estava todo mundo contra mim. Bom, não tive chance de reação, levantaram minhas pernas e puxaram meu short junto com minha calcinha, tiraram meu cropped e meu sutiã. Tentei pedir ajuda mas já tinham me dominado, tampado minha boca, passavam a mão em mim, no meu corpo inteiro, sentia meus peitos sendo apertados, tinha dedo entrando na minha buceta, no meu cu, estavam brincando com meu corpo como se eu fosse uma boneca. Tinha muitos homens pra uma garota só, eu só tinha um buraco para satisfazer todos eles, mas claro, era o que eu pensava. Quando me colocaram de frango assado, o Guilherme entrou por baixo, e sem perceber, estava com um pau na boca, um no cu e um na minha buceta. Era difícil aguentar, não doía, eu conseguia ser penetrada normalmente, mas o ritmo era extremo. Quando o Guilherme conseguiu enfiar tudo dentro do meu cu, eu já tinha levado o primeiro jato de esperma no meu útero. Eu não conseguia mamar e dar conta deles ao mesmo tempo, acabava levando tapas desnecessários que só piorava tudo. Eu não conseguia pensar direito, e quando conseguia, levava um jato de esperma e eles se alternavam. Eu gostaria de detalhar mais, mas praticamente foi isso, eu apanhava, trocava de posição, levava rola até gozarem e eles se alternavam. Bom, foi isso até o José decidir comer meu cu. Eu já estava um pouco frouxa por ter levado duas pirocas no cu, mas a dele era grande demais, tanto que precisaram pausar só pra ele conseguir encaixar e entrar em mim. Nossa, quando ele conseguiu eu gritei. Ele metia, empurrava fundo e não entrava inteira, e ele não tinha dó, não parava, queria ir até as bolas entrarem. Bom, quando isso aconteceu eu já estava sem lágrimas pra chorar, sem força pra gritar. Durante todo o momento, eles riam, se divertiam e me humilhavam, mas naquele momento estava sendo diferente, eu me sentia degradada, um objeto, eles riam e falavam "a putinha aguentou tudo", "Quem diria, magrela e baixinha e aguentou mais que a Mariana", "Não desmaiou até agora e tá atolada no cuzinho" etc. Eles iam me estuprando mais violentamente conforme o tempo passava. Eles pensavam que eu estava bêbada, drogada, mas estava praticamente sóbria. Eu sentia tudo, meu corpo sendo destruído aos poucos, quase chegando a falha. Passei das 22h até as 4h da manhã sendo estuprada por eles, já estava assada, não conseguia falar de tanta dor na garganta, não conseguia me mexer de tanta dor no corpo, tinha esperma até no meu ombro. Eu já estava arrombada, praticamente inteira destruída. Meu cu estava frouxo, eles chegaram a enfiar dois paus dentro dele. Foi difícil aguentar, mas me mantive consciente durante todo o ato. Senti o gosto do esperma de todos, gozaram no meu olho, na minha mão, no meu cabelo. Bom, o pior de tudo, claro, não foi ter sido estuprada. Eles gravaram literalmente tudo, do começo ao fim. Foi então que percebi, pra eles, eu não era uma amiga, e sim um objeto de diversão. No meio do estupro eles já tinham pego meu celular, pego todos os meus contatos, número até dos meus primos de segundo grau, só para servir de ameaça futuramente. Quando acabou, me deixaram jogada lá no sofá, totalmente destruída. Claro, eu nunca mais seria a mesma depois daquilo.
Acordei no dia seguinte no mesmo sofá, pelada, porém com os braços amarrados para trás e os tornozelos algemados. Quando recuperei a consciência, olhei para baixo e meu corpo estava todo marcado. Parecia cena de porno, tinha o nome deles, palavras como puta, escrava, etc. Meu corpo doía, minha mente tava pesada, sobrecarregada. Permaneci naquela mesma posição, apenas pensando na minha situação. Eu estava abatida, destruída psicologicamente e fisicamente. Meia hora depois, todos apareceram. A Mariana estava no meio deles, e me olhava com uma cara de safada. Ela foi a primeira a conversar comigo.
— Relaxa amiga, sua vida vai se tornar incrível a partir de hoje.
E então, começou o round 2. Mas agora com uma diferença, a Mariana estava lá para dar também. Quando vi ela de quatro levando pica, acho que alguma química mudou no meu cérebro, eu entrei em desespero e acho que o trauma foi tão grande que minha mente quebrou, e do nada, meu corpo começou a ficar quente, e foi amarrada, totalmente destruída, com uma rola na boca, uma na buceta e uma no cu, que eu gozei pela primeira vez sendo estuprada. Depois disso, na frente das câmeras, no meio de todos que eu considerava ser meus melhores amigos, com o corpo todo marcado e cheio de esperma, eu me tornei uma escrava do prazer, escrava deles, um objeto sexual. Foi então que passei o restante do dia levando pica, gozando no pau deles, mamando com vontade e gemendo igual uma cadela, mesmo sem conseguir me mexer, sem poder falar direito de tanta dor, humilhada, com fome, sede e totalmente amarrada. Terminamos uma da manhã, todos bêbados e drogados e só eu sóbria. Já tinham me soltado, mas meu corpo ainda continuava em um estado deplorável. Dormi na mesma cama que o Guilherme e o Matheus, após gozar pela última vez no pau deles. Nosso grupo finalmente estava completo, eu, uma branquela magrinha viciada em pica, Marina, uma preta gostosa que mal aguenta dois paus ao mesmo tempo, e seis homens extremamente tarados, doentes, drogados e pedófilos. Amava quando eles colocavam eu e a Marina para nos beijarmos enquanto éramos fodidas até gozarem. Não preciso nem dizer que, após isso, eu passei a visitar eles todos os dias, levar pica até não aguentar mais e ainda virar atriz porno dos vídeos que eles faziam para vender na internet. Passei dois anos seguidos morando na casa deles praticamente, até que o grupo se desfez e só sobrou eu, uma viciada em sexo, carente, no mundão de depravados.

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