O início de uma família depravada - Capítulo 1
Hélio, 21, guarda desejos em incesto, cuckold e zoo, busca alguém que os compreenda e forme uma família e encontra André e Daniel com os mesmos desejos.
Hélio, André e Daniel eram três jovens com vidas distintas, mas unidos por segredos que carregavam a sete chaves. Cada um tinha desejos e curiosidades que não podiam revelar à sociedade, e isso influenciava a forma como se relacionavam com o mundo e com os outros.
Hélio tinha 21 anos e carregava consigo a leveza de quem ainda estava descobrindo os próprios caminhos. Negro, de estatura mediana, com 1,78 m de altura e 75 quilos distribuídos em um corpo natural, não buscava a perfeição física, apenas a autenticidade. Seus cabelos pretos, de tamanho médio, caíam de maneira despretensiosa, acompanhando seu olhar atento e curioso. Estudante do oitavo período de Psicologia, transitava pelo mundo com uma mente observadora e um coração aberto, explorando sua bissexualidade sem medo. Morava sozinho em um pequeno apartamento e trabalhava em home office em uma empresa de telemarketing, equilibrando estudos e rotina profissional.
André, por sua vez, era a imagem da disciplina e da energia contida. Com 23 anos, pardo, 1,85 m de altura e um corpo definido pelo esforço físico constante, sua presença era imponente. Cabelos curtos no estilo militar reforçavam sua postura prática e determinada. Gay assumido, cursava o quinto período de Fisioterapia, encontrando no cuidado com o corpo alheio uma extensão do cuidado consigo mesmo. Dividia um apartamento com três colegas — Gustavo, Roberta e Vanessa — e ainda dependia financeiramente dos pais, que viviam no interior, conciliando independência e apoio familiar.
Daniel, o mais imponente dos três, tinha 24 anos e 2,06 m de altura, com 104 quilos de músculos bem distribuídos. Branco, de cabelos pretos cortados em estilo social, carregava uma postura de confiança e seriedade. Estudante do décimo período de Engenharia Biomédica, morava com os pais e trabalhava como atendente em uma farmácia, equilibrando rotina de estudo e trabalho. Pansexual, percorria o mundo com mente aberta e coração disposto a novas conexões.
Apesar de diferentes, os três compartilhavam algo invisível: desejos e segredos que não podiam revelar. A vida cotidiana continuava, mas uma nova oportunidade surgiria com os estágios clínicos de Psicologia, quando André e Daniel se inscreveram para atendimentos na clínica-escola da universidade, e Hélio foi designado como psicólogo responsável por cada um. O que parecia um caminho de estudo e prática profissional rapidamente se transformou em um terreno onde confiança, curiosidade e desejo se entrelaçavam, mudando a dinâmica entre os três jovens de maneira inesperada.
Os três carregavam consigo um segredo guardado a sete chaves. Um desejo em comum, fetiches em incesto, cuckold e zoofilia, que preferiam não revelar, já que não eram bem vistos pela sociedade. Por isso, se limitavam a saciar suas vontades em silêncio, por meio de vídeos ou contos que só eles mesmos conheciam. Nenhum deles confiava o bastante para compartilhar seus anseios mais profundos com outra pessoa, e essa barreira invisível começava a pesar.
Com o tempo, essa ocultação os afastava da ideia de se entregar plenamente a alguém. No fundo, sabiam que, em qualquer relacionamento, haveria sempre uma parte deles trancada, um desejo oculto, uma vontade não dita. E esse silêncio os fazia acreditar que nunca poderiam se mostrar por completo, que nunca seriam verdadeiramente compreendidos.
Os estágios clínicos de Psicologia tinham acabado de começar e, com eles, as inscrições para atendimentos na clínica-escola estavam abertas a toda a comunidade universitária. Era a chance de muitos alunos colocarem em prática a teoria, mas também a oportunidade de pessoas comuns buscarem ajuda sem grandes custos.
Foi assim que André e Daniel decidiram se inscrever. Ambos viviam atormentados pelo peso de não poder expressar seus desejos mais íntimos, desejos que acreditavam precisar mudar para serem aceitos. A vergonha e o medo da rejeição os acompanhavam como sombras constantes. Já Hélio via tudo de outro modo. Para ele, não havia nada de errado em seus fetiches, apenas a angústia de nunca conseguir compartilhá-los com alguém de verdade, de nunca poder ser completamente transparente em uma relação.
Com a lista de espera, André e Daniel tiveram de aguardar um mês até serem chamados. Quando finalmente receberam a notícia, descobriram que seriam atendidos por Hélio — cada um em sessões individuais.
Desde o início, Daniel se mostrava o mais resistente. O corpo presente na sala, mas a mente em conflito. Ele queria estar ali, queria falar, mas o medo o travava. Tinha receio de ser mal interpretado, julgado, ou pior, denunciado. Guardava seus segredos como se fossem perigosos, mesmo nunca tendo colocado nenhum deles em prática.
Nas primeiras sessões, limitava-se a falar sobre angústias genéricas, desviando sempre que a conversa se aproximava do ponto central. Hélio, paciente e observador, entendia o silêncio, mas sabia que era apenas uma questão de tempo até Daniel ceder.
Na sétima sessão, finalmente, Hélio o provocou com calma:
— Você disse que eram três… só tenta me contar um.
Daniel baixou os olhos, respirou fundo, e depois de alguns segundos murmurou algo quase inaudível.
— Cuckold.
Foi a primeira vez que ele ousou dar forma em palavras ao que guardava, mesmo sem revelar tudo.
Hélio o observava atentamente. O silêncio de Daniel falava mais do que suas palavras, e cada desvio de olhar era quase um pedido de socorro.
— E os outros dois? — insistiu Hélio, sem pressão na voz, apenas curiosidade.
— Eu não sei se devo… — Daniel hesitou, apertando as mãos.
— Daniel, esconder o que mais pesa é o que faz doer mais. — Hélio inclinou-se, sustentando o olhar. — Não precisa ter medo do meu julgamento.
— E se você mudar o jeito de me olhar? — a voz dele saiu embargada.
— Não vou mudar. — Hélio sorriu de canto. — Se quiser, vou até te olhar com mais compreensão.
Por dentro, Hélio vibrava. Sentia que estava cada vez mais próximo de arrancar dele os outros segredos. E parte dele desejava, quase torcia, que fossem os mesmos que compartilhava com André.
Se com Daniel havia hesitação, com André tudo era intensidade. A relação entre os dois já não era de paciente e psicólogo — havia ultrapassado esse limite. O clima se alimentava dos encontros no horário da sessão de André, na própria clínica-escola, quando as portas se fechavam e o silêncio dos corredores escondia tudo. Outras vezes, iam para o apartamento de Hélio, onde se permitiam ser apenas dois homens dividindo segredos, risadas e corpos.
Não chamavam aquilo de namoro, mas já estavam quase lá. Dormiam juntos, trocavam mensagens durante o dia, tinham ciúmes que disfarçavam.
Numa dessas noites no apartamento de Hélio, André estava deitado no sofá, o celular na mão. Hélio chegou por trás, passando a mão pelo abdômen dele.
— Pensando em quê? — sussurrou no ouvido.
— No que você faria se eu deixasse a porta do quarto aberta hoje… — respondeu André, rindo.
— Eu não entraria. — Hélio mordeu o lóbulo da orelha dele. — Eu invadiria.
André largou o celular e se virou, encarando-o com um sorriso malicioso.
— Você gosta de provocar, né?
— Só gosto de ver até onde você me deixa ir.
— Até onde eu deixar… ou até onde você conseguir? — retrucou André, puxando-o pela camisa.
O jogo entre eles era sempre esse: provocações, olhares, frases de duplo sentido. Era sexo, era cumplicidade — mas também algo maior, que nenhum dos dois se arriscava a definir.
Quanto mais se envolvia com André, mais Hélio pensava em Daniel. O jeito contido, o silêncio carregado, os segredos ainda guardados. Havia algo excitante em imaginar quais eram os outros dois fetiches escondidos, algo que o fazia querer arrancá-los, pouco a pouco.
Ao final de uma sessão, Hélio se aproximou mais do que o habitual.
— Daniel, se você pudesse confiar em alguém… em qualquer pessoa… para contar o que guarda, essa pessoa poderia ser eu?
Daniel hesitou, o coração acelerado.
— Talvez… — respondeu em voz baixa.
Hélio sorriu por fora, mas por dentro ardia. Tinha André, que já lhe dava tudo, corpo e cumplicidade. Mas também havia Daniel, com segredos que ele queria desesperadamente desvendar.
Hélio e André já tinham ultrapassado a barreira de paciente e psicólogo. Fora da clínica, passavam horas juntos no apartamento de Hélio, rindo, provocando-se e explorando pequenas intimidades que os deixavam sempre à beira de algo mais. Cada toque, cada palavra de duplo sentido, cada olhada prolongada carregava a tensão do que ainda não havia sido dito — mas ambos sabiam que queriam mais.
Ao mesmo tempo, Hélio continuava suas sessões com Daniel, cada vez mais próximo de conquistar sua confiança. A tensão na sala era palpável: olhares, gestos e silêncios que carregavam significado. Hélio sentia-se dividido, desejando a entrega de Daniel, mas sem deixar de cuidar dele com profissionalismo — ainda que sua mente frequentemente se perdesse em fantasias sobre o que aquele silêncio escondia.
Depois de semanas de sessões, a confiança finalmente se rompeu. Daniel, respirando fundo, revelou os outros dois fetiches que até então guardava, completando o quadro dos desejos que compartilhava com Hélio. Para surpresa e excitação de ambos, Hélio percebeu que tinham os mesmos fetiches, e o entendimento silencioso entre eles abriu espaço para a primeira aproximação real e íntima, carregada de cumplicidade e tensão.
Mais tarde, Hélio, sozinho com André no apartamento, deixou escapar:
— Sabe… há alguém que me faz sentir a mesma atração que senti com você…
André franziu a testa, curioso e animado.
— Quem?
— Daniel. — Hélio confessou, deixando o ar carregado de expectativa.
André sorriu, sentindo uma mistura de ciúmes e excitação. A tensão aumentava, mas ao mesmo tempo surgia um entendimento silencioso entre os dois: eles estavam compartilhando desejos, experiências e a possibilidade de um novo vínculo.
Hélio e André estavam no apartamento de Hélio, no final do dia. A sessão de André na clínica já havia terminado, mas ambos se encontravam para prolongar aquele momento de intimidade. Hélio encostou-se no sofá ao lado de André, aproximando-se lentamente, deixando o braço sobre o encosto, de maneira que a proximidade fosse ao mesmo tempo casual e provocante.
— Sabe… hoje foi interessante com o Daniel. — Hélio começou, a voz baixa, quase um sussurro. — Ele me contou algo que me deixou pensando…
André inclinou-se um pouco, o olhar curioso e atento.
— Ah é? Me conta… — respondeu, mordendo o lábio inferior.
Hélio sorriu, aproveitando a tensão no ar, a forma como André reagia a cada palavra sua.
— Ele é… diferente. Tímido, mas cheio de desejos guardados. Alguns que nem ele mesmo tinha coragem de revelar completamente…
— Tímido, hein? E que tipo de desejos? — André se inclinou ainda mais, a mão roçando a de Hélio sem perceber, atraído pelo tom de voz e pela proximidade.
Hélio riu baixinho, sentindo a excitação de ter André tão próximo, e de deixá-lo interessado sem precisar mostrar tudo de uma vez.
— Alguns eu já conheço… e outros ainda estão escondidos, mas posso dizer que há coisas que me lembram muito de você… — Hélio deslizou a mão levemente pelo braço de André, olhando-o nos olhos. — E o mais curioso é que, quanto mais ele se abre comigo, mais eu sinto que você iria se interessar.
André franziu a testa, mordendo o lábio, sentindo o calor subir.
— Me interessa, então… me conta mais…
— Hum… não posso revelar tudo ainda… mas posso te dizer que ele tem desejos que… bem, seriam… provocativos se você estivesse presente. — Hélio aproximou o rosto do de André, a respiração quente, os olhares se encontrando.
André engoliu seco, sentindo o corpo reagir à forma que Hélio falava, à tensão que crescia no ar.
— Provocativos, hein? — murmurou, deixando escapar um sorriso malicioso.
Hélio tocou suavemente o rosto de André, os dedos percorrendo a linha da mandíbula, e continuou, ainda em tom baixo e sensual:
— Ele não sabe de você… ainda. Mas eu sei que você ficaria interessado. — Hélio deixou a frase no ar, a proximidade entre eles tornando impossível resistir à atração.
André respirou fundo, encarando Hélio, sentindo o desejo e a curiosidade se misturarem.
— Quero conhecer… quero sentir… — murmurou, quase sem fôlego.
— Calma… — Hélio sussurrou, sorrindo de canto. — Primeiro vamos descobrir até onde podemos ir juntos… e depois… o resto você verá.
A conversa continuou, carregada de olhares, provocações e insinuações, Hélio guiando André pela tensão do desconhecido, fazendo-o imaginar Daniel sem nunca revelar o paciente diretamente, mantendo o mistério e deixando André cada vez mais interessado.
Com o passar das semanas, Hélio e André se aproximavam cada vez mais, a intimidade entre eles crescendo a cada encontro no apartamento de Hélio. Entre conversas e provocações, o clima ficava carregado de desejo e imaginação. Hélio não perdia a oportunidade de atiçar André com palavras sobre Daniel, descrevendo sua beleza, sua presença, e a forma como despertava curiosidade e atração.
— Ele é… tão diferente, mas irresistível… — Hélio murmurou, encostando-se mais perto de André, a voz baixa e provocante. — Você conseguiria imaginar como seria se ele estivesse aqui conosco? — Hélio geme
André engolia seco, o coração acelerado, enquanto a mente se enchia de imagens e possibilidades.
— Eu… não sei se conseguiria… — respondeu, a respiração mais rápida, o olhar fixo em Hélio — André suspira
Hélio sorriu de canto, sentindo a excitação crescer.
— Eu quero te ver perto dele… e quero ver você com ele… — disse, deixando a frase carregada de sugestão, sem precisar entrar em detalhes — Hélio grita de desejo
— E quem sabe… ele também… — Hélio sussurra no ouvido de André
O toque entre eles, o olhar, a respiração ofegante, tudo se misturava à imaginação de Daniel, deixando André cada vez mais interessado e provocando um desejo silencioso que ainda não havia sido revelado.
Hélio abaixa a cueca de André e chupa ferozmente o pau de 18 cm dele que geme — isso, isso não para. Cada movimento era acompanhado de sussurros e provocações, a respiração ofegante aumentando a tensão entre os dois.
Os dois se envolvem em um 69, explorando a intimidade, os olhares carregados de desejo e a química que só eles entendiam. André, rindo e suspirando, não conseguia se afastar, cada gesto de Hélio aumentando sua curiosidade e excitação.
Logo depois, André faz um beijo grego em Hélio, passando a língua em volta das pregas daquele cuzinho preto — Hélio gemia feito uma puta, sentindo cada toque e provocação, enquanto dizia — “é assim que quero que você faça no Daniel enquanto eu chupo o pau dele corninho” — gritava Hélio entre gemidos, a tensão se misturando com a fantasia, a provocação e o desejo silencioso.
Entre suspiros, olhares e pequenas provocações, os dois continuavam explorando a intimidade e os limites de cada um, transformando cada gesto em um jogo de desejo e antecipação, com Hélio conduzindo e André cada vez mais envolvido, curioso e excitado com a ideia de Daniel, ainda desconhecido, fazendo parte daquele jogo.
André começa a enfiar seu pau em Hélio, que geme manhoso enquanto grita o nome de Daniel e fala — “será que ele também fode assim ou melhor que você?”
André anuncia que vai gozar, e Hélio pede aos gritos — “me preenche, me faz de depósito, eu sou sua cadelinha.”
André tira seu pau do cu arrombado de Hélio e rapidamente vai chupar e beber seu leite daquele cu, que geme mais ainda enquanto fala — “isso meu amor, bebe seu leite direto do meu cuzinho.”
Terminam se beijando com André passando um pouco do seu leite para Hélio.
Na semana seguinte, Hélio tinha sua penúltima sessão com Daniel antes das férias da universidade. A sala estava silenciosa, mas carregada de tensão. Hélio sabia exatamente quais eram os fetiches de Daniel e, com um sorriso quase imperceptível, começou a provocá-lo.
— Me diga… como você se sente com esses desejos? — sussurrou Hélio, aproximando-se lentamente, ficando quase colado a Daniel, deixando o ar entre eles vibrante.
Daniel desviou o olhar por um instante, respirou fundo e respondeu, a voz baixa e hesitante:
— Eu… sinto uma mistura de vergonha e curiosidade. É algo que não consigo compartilhar com ninguém, mas não consigo ignorar…
Hélio sorriu de canto, aproximando-se ainda mais, deixando o rosto quase encostado no de Daniel.
— Eu entendo perfeitamente… — disse ele, com a voz baixa e sedutora. — Na verdade… eu também tenho os mesmos desejos. Sei exatamente como é sentir isso e ter medo de ser julgado.
Daniel arregalou os olhos e, por um instante, achou que Hélio estivesse apenas brincando.
— Isso… você está falando sério? — disse ele, recuando e preparando-se para ir embora. Mas, ao se mover, percebeu que a porta estava trancada. Hélio, tranquilo, mantinha a chave no bolso, deixando claro que o controle da situação ainda estava com ele.
— Pense bem… você tem alguém à sua frente que entende você, que compartilha de seus desejos, que confia em você… e você vai simplesmente ir embora? — indagou Hélio, deixando cada palavra carregada de expectativa.
Daniel respirou fundo, passou a mão na cabeça e soltou um suspiro pesado. A tensão o dominava, e, por um instante, cedeu à atração que sentia, aproximando-se de Hélio de forma intensa, deixando o desejo implícito, sem precisar de atos explícitos.
— Isso… isso poderia acontecer por eu ser seu paciente? — perguntou Daniel, hesitante, olhando nos olhos de Hélio.
Hélio, mantendo o olhar firme, colocou o dedo indicador nos lábios de Daniel e disse baixinho:
— Não se preocupe com detalhes bobos… preocupe-se em realizar seus desejos comigo.
Daniel respirou fundo, sentindo o ar carregado de tensão na sala. Cada gesto de Hélio, cada palavra baixa e sedutora, parecia puxá-lo mais para perto, enquanto seu próprio desejo se misturava à excitação e à curiosidade. Por um momento, hesitou, lembrando-se de que Hélio era seu psicólogo, mas a intensidade do momento falava mais alto.
— Eu… não sei se devo… — murmurou Daniel, a voz trêmula.
Hélio sorriu, aproximando-se ainda mais de Daniel, mantendo o olhar firme e provocador.
— Não pense em regras agora. Apenas sinta. Apenas realize seus desejos comigo. — Sua voz era um sussurro quente, carregada de promessa e compreensão.
Daniel, depois de um instante de hesitação, cedeu à atração que sentia. Respirou fundo, passando a mão pelos ombros de Hélio e aproximando-se, permitindo-se experimentar a proximidade, o toque e a intensidade do momento. Cada movimento era carregado de tensão e antecipação, o silêncio entre eles pesado, repleto de significados não ditos.
— Isso… isso poderia acontecer por eu ser seu paciente? — perguntou Daniel, ainda inseguro, buscando confirmação nos olhos de Hélio.
— Já diss para não se preocupar com detalhes bobos… preocupe-se em realizar seus desejos. — respondeu Hélio, mantendo o toque firme e ao mesmo tempo gentil, guiando Daniel com paciência e provocação.
O ambiente ficou carregado de olhares profundos, respirações ofegantes e pequenas provocações implícitas. Daniel cedeu totalmente à tensão do momento, sentindo-se seguro com Hélio, e a química entre eles cresceu.
Daniel se aproximou de Hélio e o beijou. Hélio correspondeu ao beijo.
Hélio perguntou:
— Você quer fuder aqui ou quer só ficar nos beijos?
Daniel respondeu que queria fuder Hélio como se ele fosse um cachorro de rua.
Hélio sussurrou no ouvido de Daniel:
— me faça de cadela, eu tô no cio porra
e ele vou gozar no seu cuzinho e te fazer gemer puta.
Hélio ficou de joelhos e abriu o short de Daniel. Daniel gemeu manhoso e pôs a mão na cabeça de Hélio.
Hélio pegou o pau de 20 cm pentelhudo e cheirou, lambeu o saco de Daniel, olhou com atenção e para aquele pau branquinho e colocou cada parte daquele pau na sua boca, fazendo uma garganta profunda.
Depois Daniel também se ajoelhou e chupou o pau de 16 cm de Hélio e fez como nunca tinha feito na vida. Daniel pegou Hélio e colocou-o em cima da mesa do consultório e tirou sua cueca e chupou seu cuzinho fazendo ele gemer, sem muita cerimônia meteu seu pau em Hélio que gritou e pediu para Daniel ir mais rápido.
Hélio gozou ao mesmo tempo que Daniel, ambos gemeram num único som.
Após se vestirem, Hélio perguntou a Daniel se ele gostaria de conhecer uma terceira pessoa que também tinha os mesmos fetiches que eles dois.
Daniel ficou meio apreensivo, disse que ia pensar, mas perguntou se poderia saber quem era. Hélio prontamente falou:
— É meu namorado, André.
Daniel sorriu de canto e pensou:
— Realizei um dos meus fetiches, fiz alguém de corno porra.
Hélio disse que na semana seguinte queria uma resposta e terminou falando:
— Se você quiser, entre os três não haverá segredos. Você poderá ser quem você é de verdade.
Daniel sorriu e disse:
— Tá bem.
E saiu do consultório.
A mente de Hélio gritava de emoção e ansiedade. Ele queria Daniel e André. Ele queria os dois, para finalmente ter a família depravada que tanto sonhava.
Hélio ligou para André e perguntou:
— Você pode vir ao meu apartamento? Tenho algo para te contar.
André respondeu que sim.
No apartamento de Hélio, ele contou tudo com detalhes do que havia acontecido no consultório com Daniel para André.
André se masturbava enquanto ouvia atentamente e Hélio ficou só olhando, continuando a história.
André gozou e, logo após, pegou o leite grosso e passou na boca de Hélio e o beija com desejo.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (5)
Permita-se: Ciclista estou de volta, Permitaasse
Responder↴ • uid:bttx15noidMarcelo: Sou de são Paulo alguma mulher
Responder↴ • uid:477hkxsaficMarcelo: 11 9 não fique com tesão
Responder↴ • uid:477hkxsaficMarcelo: 54 48 será que tem alguma mulher com tesão
Responder↴ • uid:477hkxsaficMarcelo: 50 50 tem alguma mulher com tesão lendo contos
Responder↴ • uid:477hkxsafic