2020 A Pandemia que transformou a Família - Capitulo 06 – A Primeira Vez de Nanda
Completamente exaustos, caíram no sono após todos aqueles orgasmos. Isabella se levanta, observa ao seu redor e seus pensamentos vagam entre a luxuria de tudo que fizeram e a melancolia da nova realidade da família Gomes. Mas não podia deixar de sentir o prazer que acabara de viver. Levantou-se e foi para a cozinha preparar algo para todos comerem.
Nanda acorda com um estômago roncando. A memória de mais cedo a envolve, e os lábios se curvam em um sorriso malicioso. Nanda sente que houve uma mudança em si mesma, que a pandemia a libertou de algumas correntes que a prendia. Ela se levanta e vai à cozinha, onde encontra a mãe preparando a comida.
"Ah, minha querida", diz Isabella, vendo Nanda com a cara de um predador admirando seu alimento. "Tudo bem?"
Nanda, com os olhos brilhando de um desejo insatisfeito, responde: "Estou bem, mamãe. Estou com fome."
Isabella entende o duplo sentido da declaração da filha, e um calor se espalha por todo o seu corpo. "Você vai se acostumar", diz com um sorriso lascivo. "A pandemia vai ser tudo o que você imaginou e muito mais."
Nanda, ainda impactada com tudo que acontecera mais cedo, pergunta a mãe, "Mãe..., como é ser penetrada, quero dizer, sentir o pau dentro da gente..., o seu dedo outro dia e hoje os dedos do Alex em mim..., me fizeram sentir algo completamente diferente, uma sensação de dor, mas que ao mesmo tempo é uma dor gostosa. Percebi que meu orgasmo foi diferente..."
Isabella, com o rosto envergonhado, mas com os olhos brilhando de excitação, responde: "Minha querida, ser penetrada é.… é indescritível. A sensação de ser cheia, a de ter um homem, ou nesse nosso caso, dois, apreciando cada centímetro de você, é o que muda tudo. E a dor gostosa que você sente, é a prova que você é uma mulher, que você é capaz de sentir prazer em locais que a natureza fez para que a vida se prolongue. Acho que você tem que experimentar, mas com calma, sem pressa, que o tempo é nossa aliada."
Nanda, com a barriga a gemer de fome por comida e sexo, sorri e se abraça à mãe. "Mamãe, eu quero que vocês me ensinem tudo. Quero sentir o que é ser realmente penetrada por vocês. Quero que me mostrem o que é ter um homem, ou nossos homens, no fundo de mim. Quero ser a mulher que eles desejam."
Isabella sente o coração acelerar. A coragem da filha era alucinante, e a vontade dela de se entregar a eles, sem reservas, era o sonho de qualquer mãe que desejava ver a filha feliz. Mesmo que esse sonho tivesse tomado um rumo inesperado, a excitação que enchia o ar era indesmentível. "Meu Deus, minha querida, você sabe o que você está pedindo?"
Nanda, com olhar firme, responde: "Sim, mamãe. Quero que me mostrem o que é ser uma mulher. Quero que eles me fodam. Quebrar minha inocência e transformar-me em uma mulher igual a você. Quero sentir o mesmo prazer que vi em seu rosto hoje."
Isabella, com os olhos brilhando de emoção e orgulho, abraça a filha com força. "Então, será feito. Vamos preparar a situação para você perder sua virgindade."
Nanda insiste, "Mãe, quero sentir um pau no meu cu!" Sua exclamação soa como música no ouvido de Isabella. "Quero sentir o mesmo prazer que vi em seu rosto mais cedo, a visão do pau do papai saindo da sua bunda, misturado com a lembrança dos dedos do Alex no meu cuzinho estão me deixando incontrolavelmente excitada.... Quero logo.... Preciso disso!"
Isabella, com um sorriso súbito e cheia de entusiasmo, responde: "Minha filhinha, você sabe que nós te amamos, e se isso é o que você quer, nós te daremos. Mas lembre-se eu só tomei coragem de fazer anal ontem, tudo que ouviram ou viram... não sei…" Sorridente lembrando de como foi e a possibilidade de as crianças terem assistido tudo tomou conta da sua mente, logo continuou "Foi minha primeira vez."
Nanda se surpreende com a fala da mãe e continua "Serio? Não acredito, minha cabeça me diz que é mais gostoso quando provocado minha bunda que minha boceta…" Ela sorri escutando suas próprias palavras. "Mas, você acha que eles gostam da minha boceta?"
Isabella, já completamente molhada com toda esta conversa, responde: "Sim, claro que sim. Com certeza você é o exemplo de desejo de qualquer homem, seja ele um garoto como seu irmão ou um homem maduro como seu pai. Eles adoram." Isabella aproveita o momento e reforma algo já dito, mas talvez não memorizado. "Lembre-se Nanda, nós mulheres temos um poder, o poder de controlar qualquer homem, de qualquer idade, basta sabermos usar de nossos dotes, nosso corpo, nossa sexualidade. Que eles farão o que pedirmos." Ela sorri sabendo que mais do que nunca Augusto era a prova viva disso, pois ela sabia que o conduziu a isso tudo.
Nanda, com um brilho em seus olhos, corre dar um beijo na boca de sua mãe!
Quase que ao mesmo tempo, Augusto e Alex entram na cozinha. Os olhares se cruzam com a mãe e a irmã, e os homens sabem o que elas estão falando. Augusto aproveita e questiona: "O que minhas mulheres estão aprontando? Certeza que estão tramando alguma coisa."
Isabella, com um ar malicioso, responde: "Nada, querido, simplesmente conversando sobre coisas de garotas."
Nanda, ao ver Alex, "Vamos maninho, bora para a piscina enquanto a comida não fica pronta!" Alex sem opção de negar acompanha a irmã para o quintal.
Enquanto Isabella continua preparando a comida, a visão da filha e do filho brincando na piscina, com as gotas de água brilhando na pele lisa e jovem, a faz lembrar de tudo que Nanda acabou de lhe dizer, ela se vira para Augusto e começa a contar...
"Nanda me disse que quer que vocês a fodem, que quer experimentar a sexualidade como acabamos de fazer... Quer sentir você e o Alex dentro dela. E que quer que vocês a transformem em uma mulher..."
Augusto, surpreendido, mas com a barriga em fogo de desejo, responde: "Isso era inevitável, tudo que andamos fazendo esses últimos dias, em algum momento ela iria pedir..."
"Augusto !!!" Exclama Isabela, "Você não entendeu direito, ela quer ser penetrada por vocês dois ao mesmo tempo, fazer o que acabamos de fazer!"
Augusto fica em silêncio por um minuto. A ideia de foder sua filha era algo que ele desejava ainda mais agora, mas pensar que aquela menina inocente estava implorando para fazer uma dupla penetração era algo que mexia com sua cabeça, mas a excitação era tanta que podia sentir o sangue esquentando o pênis. "Isso é.… é... " ele pensou mais um pouco e continuou "Isso é maluco, logicamente isso é algo natural, pois tudo que ela viveu sobre sexo é o que proporcionamos a ela, sendo assim, é natural que ela queira repetir o que viu a mãe fazendo, ainda mais com toda excitação vista em seu corpo..." mais uma pausa... "Mas por outro lado, é insano pensar que aquela menina inocente de um mês atrás acaba de se transformar em uma vadia depravada pronta para ser penetrada, implorando por dois paus ao mesmo tempo..." enfim ele finaliza "É..., realmente criamos uma puta! ...Igual a mãe dela!" Esta última afirmação acompanhada de uma risada maliciosa que saia de seu rosto.
Isabella, com a boca entre aberta e os olhos brilhando com desejo, pega o pênis do marido e começa a punhetar, "Você sabe que é a verdade, nossa menina é o mais puro e proibido desejo...", pausa, olha Augusto e sorri, " Agora você precisa decidir qual buraco irá inaugurar..." faz uma pausa e continua, "O outro será inaugurado pelo Alex, ele merece saber como é tirar uma virgindade…" Ela sorri e continua "Qual buraco você prefere?
Mais que de pressa, Augusto responde "Com certeza vou arrombar aquele cuzinho apertado dela!" Rindo só e imaginar foder o cu de sua filha.
"Sabia, tinha certeza que você iria querer comer o rabo dela…" Isabella sorri já com a cena de Nanda montada na vara de seu marido.
Nisso Isabella acaba de preparar a comida, vai à porta e chama as crianças para virem comer. Augusto fica quieto, olhando a esposa com um brilho que dá a entender que o assunto que eles estavam conversando era sério.
Nanda e Alex entram, sem saber o que os pais estavam planejando para esta noite. O cheiro da comida feita com carinho maternal enche o ar. A mesa, cuidadosamente preparada por Isabella, fica em silêncio, com os quatro olhando uns nos outros com fome, mas os olhares cruzando, dando a entender que algo iria acontecer.
Nanda ainda ansiosa devido a conversa que tivera com a mãe momentos antes, busca nos olhares descobrir o que está por vir. Alex, por outro lado, tem os olhos brilhando com a expectativa. Nanda sabe que ele sente a mesma coisa por ela, mas agora a tensão é palpável.
Enquanto comem, conversam de tudo e nada. Os olhares se cruzam com muita frequência, e os desejos se intensificam com cada mordida. Alex come lentamente, saboreando cada pedaço de comida, mas em sua mente, o que ele realmente quer é saborear a carne da irmã. Nanda, por outro lado, come ansiosamente, desejando que a comida se esvaneça e a noite caia por completo.
Mais tarde, enquanto cada um fazia alguma coisa banal pela casa, Isabella vai a procura dos filhos e os chamam para ir no quarto dos pais. Nanda e Alex se levantam, com o coração a bater forte caminham rumo ao quarto.
Augusto e Isabella se acomodam nas poltronas, com expressões que dizem tudo. "Nanda, queridinha, venha cá," diz Isabella com um tom suave e sedutor. "Tem certeza que está pronta?"
Nanda, com os olhos brilhando e as mãos tremendo, avança em direção à mãe. "Sim, mamãe, estou certa."
Isabella então lhe instrui, "Então deite-se na cama, prepare-se para descobrir como é ter um corpo dentro do seu, hoje você se tornará uma mulher, terá sua virgindade quebrada pelo seu irmão". Augusto chama Alex e lhe dá algumas orientações de como ser um cavalheiro num primeiro ato de uma garota. E logo em seguida, os pais dizem aos filhos, "Agora chegou o momento de vocês crianças, se entreguem, se deliciem, façam sexo como sempre desejaram..., " após uma breve pausa, Isabella completa "... e nós estaremos aqui sentados na poltrona assistindo tudo, queremos ter o privilégio de assistir este momento único entre vocês!!! Aproveitem!!!"
Nanda, com a cara vermelha de emoção e medo, mas com um desejo incontestável, deita-se na cama. Alex, com o pênis em ereção, olha para o pai que lhe dá a permissão com um gesto da mão. Nanda olha para o irmão com olhos cheios de paixão e medo. Alex, com cuidado e delicadeza, se aproxima da irmã, e com toda delicadeza, começa a beijar sua boca enquanto sua mão percorre o corpo de Nanda.
Augusto e Isabella, sentados nas poltronas, observam tudo com excitação. Eles sabem que esse será um momento que mudará a dinâmica da família. O desejo em cada gesto, em cada respiração, é palpável.
Alex, com os olhos brilhando de luz selvagem, desce sua boca até o pescoço de Nanda, beijando, mordiscando, explorando com a língua o peito de Nanda. Nanda geme suavemente, a sensibilidade de seus pequenos seios crescendo a cada toque. A mãe e o pai, sentados nas poltronas, comemoram com um olhar que transmite tudo que eles estão sentindo. A tensão sexual no quarto é tanta que parece que a gravidade mudou de vetor.
Alex, com a boca encharcada de saliva, começa a descer, beijando o estômago de Nanda. Sua língua desliza por cada centímetro de pele, descobrindo os abdominais duros e tonificados. Nanda, com o olhar fugado, sente a boca de Alex chegar a entre as pernas.
De repente, a boca do irmão se abre e envolve o clitóris de Nanda, que sobe no ar com um grito agudo de prazer. Augusto e Isabella trocam olhares incandescentes, sentindo todo tesão envolvente no ar, se deliciando com a cena de seu garoto provando o néctar de sua garota.
"Ha... meu Deus!" Nanda geme, com as mãos agarrando as almofadas da cama. "Eu... eu estou me deliciando..."
Alex, com a boca cheia do sabor doce e salgado da irmã, continua a explorá-la, tentando descobrir cada ponto sensitivo. Sua língua se movia rapidamente em círculos, intercalando com suaves mordidinhas no clitóris inchado. Nanda, completamente tomada pelo tesão, empurra a cara de Alex em direção à vagina, quase rogando por mais. "Venha Alex..., quero sentir você dentro de mim, me possua, me coma, me arregace toda!" Estas palavras ecoaram como os sinos dos deuses pelo quarto. Alex atende ao pedido da irmã enquanto seus pais, Augusto e Isabella não resistem e começam a se masturbar com toda aquela luxúria exposta por seus filhos.
Alex aponta seu mastro para a entrada encharcada de Nanda, esfrega a cabeça do seu pau por toda extensão da boceta, meio sem jeito, praticamente um iniciante no ato sexual, ele tenta penetrar a boceta ainda virgem da irmã. Nanda, com os olhos fechados, se masturba com a mão esquerda, tentando se preparar para o que sabe que vai ser o pior ou o melhor dia da sua vida.
Olhando para a mãe, Nanda gira a boca e diz "Ai mamãe, isso vai doer?".
Isabella, com um sorriso caloroso, responde: "Sim, doerá um pouco no começo, mas com o tempo vai gostando cada vez mais, é um prazer que você vai sentir crescer, e crescer, e crescer..."
Augusto, com os olhos brilhando, acena com a cabeça. "Eu prometo que você vai gostar, minha querida."
Nanda respira fundo e sente a tentativa de Alex em conseguir a penetração. O tamanho dele a assombra, mas a excitação que emana de todos os presentes a faz sentir segura. O garoto empurra e, com um grito agudo, a boceta da irmã se estica, mas ainda não tem sua virgindade deflorada, ele tenta novamente com mais força, e desta vez Nanda sente sua vagina recebendo a grossura do pênis dele. Augusto e Isabella assistem, ansiando, às expressões de prazer e dor que se misturam no rosto da menina.
Ao perceber que seu pau enfim conseguiu penetrar a virgindade da irmã, Alex para pôr um momento para admirar a cena e garantir que está tudo bem com sua irmã. Aos poucos ele começa o movimento de vai e vem bem lentamente, tentando controlar seus instintos que querem que ele penetre cada vez mais forte e rápido aquela deliciosa boceta que acabara de ser inaugurada. Nanda, por outro lado, sente muita dor, mas com o tempo, a dor começa a dar lugar a um prazer desconhecido. Ela começa a relaxar seu corpo, sentindo cada vez mais o delicioso prazer que a penetração pode proporcionar.
Nanda já começando a receber toda descarga de hormônios em sua corrente sanguínea diz, "Isso Alex, está ficando muito bom, a sensação de seu pau dentro de mim é algo que não consigo descrever..., mete mais, me come, sou toda sua..., quero sentir seu pau inteiro dentro de mim!!!". Alex, com os olhos em fogo, empurra com força e sente a barreira da virgindade se romper completamente, e em um grito que mistura prazer e dor, Nanda se transformou em mulher, com o irmão gritando de prazer e lhe dando tudo que tem.
Augusto, num misto de prazer e desejo tem um instante de lucidez, se dirige para Alex e afirma "Alex, apenas lembre-se que não pode gozar dentro dela, quando perceber que chegou seu momento tire, não queremos surpresas ainda!"
Alex, ao ouvir a voz do seu pai lembrando do jorro antes feito na cara na irmã acelera seus movimentos mostrando que não está longe de atingir seu clímax. Nanda encontra-se completamente tomada pela sensação de prazer provocada pela nova experiência de ser penetrada por um membro masculino completamente duro e pulsando a ponto de explodir todo seu esperma dentro dela. Os gritos dos pais, que se misturam com os dela, fazem com que o clima do quarto se torne quase sufocante.
Isabella, que vinha se masturbando acompanhando a cena, agora se levanta da poltrona e se coloca atrás de Nanda. Com a boca cheia de saliva, beija o pescoço da filha, e com as mãos, começa a masturbar os pequenos seios que estão se movimentando com o ritmo da penetração. "Nanda, minha querida, sente a força do teu irmão, sente o teu corpinho ser esticado por ele, vocês são tão bonitos...", diz com um tom de prazer indescritível.
Alex não resiste por muito mais tempo e num movimento ágil tira seu pau de dentro da irmã e despeja toda sua porra em sua barriga, o tesão era tanto que os jatos chegam em seus seios e uma pequena quantidade atinge seu rosto. Nanda, sente o esperma grosso e quente de seu irmão atingir seu corpo, uma mistura de satisfação por ter sido penetrada, provocado aquele orgasmo avassalador em seu irmão, e ao mesmo tempo frustrante por não ter chegado ao seu próprio clímax. Começa a espalhar a porra pelo seu corpo, se deliciando com a nova sensação de "ser mulher".
Isabella, se aproxima do corpo de Nanda e começa a lamber toda porra de Alex por seu corpo, aos poucos ela vai capturando tudo e levando a boca de Nanda, que recebe com prazer a mistura de saliva e porra vindas através de um beijo sedutor de sua mãe. Isabella se aproxima do ouvido de Nada e sussurra "Agora é a vez do seu pai, ele vai te penetrar..., vai provar a inocência do seu cu, ele vai te foder por trás como você me pediu!"
Nanda, com os olhos em chamas, diz "Sim mamãe, eu quero que meu pai me fode!"
Augusto, que vinha se masturbando com a cena, agora se levanta mostrando seu pênis duro e grande, pronto para penetrar a virgindade anal da filha. Com um olhar intenso e cheio de desejo, ele se coloca atrás de Nanda e começa a lamber a buceta, que agora tem sabor a Alex, e segue com a língua em direção ao buraquinho tão desejado da menina, que se contorce de prazer.
"Papai, por favor, cuide de mim", pede Nanda com a respiração agitada. Augusto, com um olhar cheio de paixão e cuidado, afirma "Nada vai passar, minha querida, eu sou o teu pai, teu amigo, teu amante, eu cuidarei de ti!"
Ele começa a lubrificar o cuzinho com saliva e com um dedo, tateando o buraquinho que Nanda deseja que seja esticado. Com muita delicadeza, Augusto insere o dedo, fazendo com que Nanda solte um grito de prazer. "Ha, meu Deus, isso é bom...", murmura a garota, com o rosto avermelhado.
Alex, que ainda se restabelece do orgasmo, observa tudo com olhos brilhando de emoção. Ele sabe o que vai acontecer, sente uma pontada de ciúmes por querer ser ele a possuir o cu da irmã. Mas, ao ver o pai cuidando dela, ele entende que isso é o que Nanda deseja, e isso o excita ainda mais. Neste momento, Isabella chama Alex para se sentar ao seu lado na poltrona, "Venha querido, agora é a sua vez de assistir a esta maravilhosa cena de mais pura safadeza que está por acontecer". Ele sem resistir, vai ao lado da mãe.
Augusto, que agora tem os olhos em chamas de desejo, começa a empurrar o dedo no buraquinho preterido de Nanda, que geme de prazer com cada movimento. Nanda, que agora sente o desejo crescendo por ser penetrada por trás, começa a pedir por mais, "Papai, me dê o que eu quero, por favor, meu cu é teu, estou pronta, estou com tudo aberto e pronta para você me foder com todo o tesão".
Isabella, com um sorriso malicioso, entrega o tubo de lubrificante. "Aqui meu querido, vai ser necessário", diz ela com um toque de ironia. Augusto agarra o tubo com a mão encharcada em saliva e começa a untar o pênis.
Nanda, agora com o olhar de fogo, se coloca de quatro em cima da cama, mostrando o cuzinho apertado e aguardando que o pai entre nela. Augusto se posiciona atrás da filha, e com cuidado, coloca a ponta do pênis em contato com o anel de músculo da boca do cu. Com um empurrão suave e determinado, Nanda sente a grossura do pai entrando em si. A dor é intensa, mas o desejo que a dominava era tão grande que a leva a aguentar.
Augusto começa a empurrar com força, sentindo o calor da virgindade anal da filha envolver o pênis. A cada movimento, Nanda sente a dilatação, o estiramento, o prazer misto com a dor. Sua vagina começa a transbordar de fluido, demonstrando como o cuzinho dela está adorando ser arrombado. "Ai meu pai, você é tão grande, mas gosto, gosto de você me esticando o cuzinho, fodendo meu pequeno cuzinho com o pênis delicioso que me deu a vida!"
Alex, que agora tem o pênis novamente duro e pronto, começa a se masturbar ao lado de sua mãe na poltrona, Isabella observa a ação do filho e pergunta "Está gostando do que vê meu filho? Imagina você comendo o cu da sua irmã?"
Alex, sem se inibir, responde com um gemido "Sim, mamãe, isso me excita demais, quero muito comer um cu.…" Isabella sorri e oferece o seu cu ao próprio filho "Então venha garanhão, coma o cu da sua mãe, mostre pra mim que você é realmente filho do seu pai, castiga meu cu com este seu pau delicioso!"
Alex, com os olhos em fogo, abandona a poltrona e se joelha diante de Isabella. Sua língua começa a brincar com o clitóris dela, que com a excitação do momento estivera um ponto do tamanho de um feijão e duro. Enquanto isso, Nanda, agora com o cu esticado e a vagina cheia de fluido, começa a gritar cada vez mais alto, a pegadinha anal com o pai era tudo que ela queria.
Augusto, sentindo a vagina da filha tão molhada, acelera o ritmo. Com cada puxada, o som da carne a carne enche o quarto. Nanda agarra nas almofadas da cama, empurrando o rabo para trás, encaixando o pai com cada movimento. "Ai meu Deus, isso é incesto puro, meu pai me fodendo o cuzinho, é tudo que eu sonhava!"
Alex, que agora tem a visão privilegiada do cu da mãe, sente a humidade e o calor do desejo maternal. Sem demora, direciona seu pau ao anel de sua mãe e começa a tentar penetrar. Com um movimento rapido e certo, ele invade o cu de Isabella, que agora tem o olho em Alex e outro no marido, começa a sentir o orgasmo se aproximar. "Ha, meu filho, que delícia, acaba com meu cuzinho, enfia todo este pauzão gostoso dentro de mim", diz com a voz estrangulada.
Augusto, que agora sente a carne da filha apertando cada centímetro de si, acelera a penetração. "Que cuzinho delicioso, Nanda, minha princesa, minha puta", murmura ele. Nanda, que agora tem o cu completamente cheio, se sente totalmente dominada por tanta sensação. A pressão do pai no cuzinho e o olhar do irmão penetrando a mãe a fazem subir cada vez mais.
Ela não resiste e tem um incrível orgasmo, goza alucinadamente, jorrando seu prazer pela sua boceta. Isabella, que também estava completamente tomada pelo desejo, vendo sua filha querida gozar loucamente com o pau do pai no cu, não resiste e também tem um extraordinário orgasmo no pau atolado em seu cu pelo filho.
As duas desabam, Nanda na cama e Isabella na poltrona. Augusto e Alex observam elas largadas, sem forças após prazer intenso. "Eu... eu amo vocês, minha família perfeita", murmura Nanda, com a respiração agitada.
Alex, que sentia um vazio misterioso em si, se levanta e se encaminha a Nanda. "Eu também te amo, Nanda", diz com sinceridade. Os irmãos se beijam com paixão, mastigando a lembrança do que aconteceu. Eles sabiam que haviam cruzado um limite, mas o desejo que os consumia era tão grande que eles não podiam parar.
Isabella também se aproxima, fala algo no ouvido de Augusto. "Venha Nanda, ainda não acabou!" Diz ela com a voz cheia de tesão. "Alex, deite-se a cama por favor..., Nanda, sente no seu irmão receba o pau dele dentro da sua boceta!" Ela orienta com todo ar de mãe que domina seus filhos...
Nanda, que agora sente o desejo crescendo de novo, obedece a mãe e se senta em cima de Alex, com o cu aberto e pronto para receber outra penetração. Alex, que agora tem o pênis duro outra vez, posiciona a ponta do membro em direção a vagina da irmã e começa a empurrar. "Nanda, meu amor, sentir sua boceta ser penetrada por mim, meu pauzão irá chegar fundo, aonde ninguém chegou", murmura ele com um tom de dominação.
Augusto se aproxima por traz e fala no ouvido de Nanda, "Fiquei sabendo que você pediu por dois paus dentro de você, é isso mesmo que quer? Quer que eu coma seu cu enquanto seu irmão come sua boceta?"
Nanda, que agora tem os olhos brilhando de desejo, responde com o hálito acelerado "Sim pai, por favor, fodam-me os dois buracos, eu quero sentir vocês em mim, meu pai e meu irmão".
Augusto, que agora sente à vontade de dominar e estender o limite daquela noite, começa a empurrar o pênis no cu de Nanda, que com um grito de prazer e com a boceta já atolada por Alex, agora recebe o pai. A sensação de ter os dois homens de sua vida penetrando-a ao mesmo tempo é indescritível, Nanda começa a se contorcer contra o pai e o irmão, Isabella, vendo a cena sobe na cama e de pernas abertas enfia sua boceta na cara de Alex que agora encontra-se deitado com sua irmã montada em seu quadril e o rosto tomado pela pelve de sua mãe. Isabella oferece os seios para Nanda chupar, ela prontamente atende.
Aquele momento era a expressão exata de como a família Gomes se tornara um único ser interligado pelo maior desejo carnal existente no planeta. Nanda, a menina que despertara a paixão proibida em todos, agora sentia o prazer duplo de ter o pai e o irmão em si, cada um em um buraco, em um ritual sagrado de luz e sombra que os unia a níveis que desafiavam a moral e a razão.
Augusto, o pai, sentia o calor da carne jovem da filha agarrando-se a ele, apertando-se com cada empurrão, e o grito dela, que agora era misto de prazer e susto, era o som que ele queria ouvir para o resto da eternidade. O sabor da carne de Nanda no cu era inigualável, e o fato de que era a carne dele que a esticava tornava cada movimento um ato sagrado de adoração.
A sensação do pai e do irmão a foderem era tanta que Nanda começa a gritar com cada estocada, os olhos dela em chamas de desejo. "Ai meu Deus, estou tomando o pau de meu pai no cu e o de meu irmão na boceta, isso é o que eu mereço", diz com a boca cheia de sabor dos seios da mãe.
Isabella tomada pelo tesão ao sentir língua do filho em sua boceta e as chupadas de Nanda em seus seios, começa a se masturbar. "Eu quero ver vocês gozando, Nanda, Alex, vocês têm que me mostrar que gostam de ser fodidos por mim", diz com a voz tremula de desejo.
Não demora, e logo os quatro encontram-se explodindo em orgasmos tão intensos que os gritos se tornam uma sinfonia do mais puro desejo proibido de prazer e luxuria. Cada um deles se funde com o outro em um ritual carnais que queima todos os tabus com a chama da paixão.
Alex, com o rosto esgotado, mas o olhar brilhando de alegria, solta a semente na boceta de Nanda, que agarra os seios de sua mãe, com o cu apertado em torno do pau do pai. Augusto, que agora sentia que o coração ia estourar de prazer, solta tudo no fundo do cu da filha. "Você é minha princesa", grita Augusto, com a força de um homem que acaba de ter a posse da mulher que ama.
O quarto fica em silencio por instantes, somente interrompido pelo som da respiração agitada de todos. Nanda, que agora tem o cu cheio do sêmen quentinho de Augusto, desce lentamente de Alex, cujo rosto agora é um mapa do gozo de sua mãe. Os olhares se cruzam, e aí eles sabem que aquilo era tudo além do que eles sonhavam.
"O que agora, mamãe?" Pergunta Nanda, com os olhos brilhando de excitação e um pouco de medo. A noite se estendia diante deles, repleta de oportunidades para explorarem cada recesso do desejo proibido que agora os ligava. Alex, numa expressão de preocupação lembra de que o pai lhe dissera mais cedo e assustado afirma, "Caramba..., me desculpa Nanda, não consegui controlar e gozei dentro de você!"
Isabella, se levanta da cama com um sorriso malicioso. "Não se preocupe, meninos. Eu cuidarei disso." Diz, se ajoelhando entre as pernas de Nanda. Com cuidado, a mãe começa a lamber o sêmen que desliza da vagina e do cu da filha, bebendo a evidência da união que ocorrera. Augusto numa expressão de preocupado e prazer, acalma o filho " Tudo bem Alex, não é o ideal, mas entendo o momento. Amanhã pedimos uma pílula na farmácia para evitarmos maiores problemas. Hoje, vamos aproveitar e cuidar da nossa princesa."
Os quatro saem da cama e dirigem-se para o banheiro da suíte, todos entram no chuveiro para se darem banho, num momento não mais sexual e sim de carinho fraternos entre todos. O calor da água corre por cima dos corpos encharcados em suor e sêmen, e eles riem, conversam e se envolvem em abraços quentinhos.
"Eu me sinto tão depravada", diz Nanda, com um tom de desejo no olhar, "mas tão boa."
"Você é pura e perfeita." Responde Isabella, enxaguando-os seios que ainda estremecem com o desejo. "Nossos corpos estão simplesmente se adaptando a esse novo jeito de amar."
Augusto abraça a esposa, com um olhar que transmite o orgulho de ter aquele tesouro sexual sob o teto dele. "Nanda, você é incrível. Estou tão orgulhoso de você por ter se entregado a nós."
A adolescente sorri, o rosto corado e os olhos brilhando de alegria. "Nunca pensei que podia sentir isso com vocês."
Augusto, com a mão descendo pelas costas molhadas de Nanda, sussurra: "Nós tampouco, menina. Nós tampouco."
O casal olha para o filho, que os observa com um sorriso tímido. "Vocês acham que nós estamos errando?" Pergunta Alex.
Isabella puxa o filho para perto deles, envolvendo-o no abraço. "Não, meu amor. Estamos descobrindo um novo caminho. E se sentimos bem, e todos estamos consentindo, por que seriamos errados?"
O silêncio se instala por um instante, quebrado apenas pelo som da água caindo.
"Papai, mamãe, eu... eu realmente gosto disso." Nanda diz com o rosto escondido no pescoço do pai.
"Então, se você gosta, e Alex gosta, por que parar?" Augusto dá um sussurro nas costas da esposa.
A mãe deixa escapar um grito de prazer, que se transforma em risos. "Vocês estão me enlouquecendo."
Os dias que se sucedem se tornam um ciclo de descobertas e experimentos. Os limites que a sociedade impôs a eles desaparecem lentamente, dando espaço a um novo entendimento, a um novo vínculo. Os quartos da casa se transformam em salas de jogo, com lençóis sujos e o cheiro de sexo no ar. Os murmúrios de prazer se tornam o som de fundo da vida da Família Gomes.
O tempo passa, a pandemia vai embora, mas a fama de perversão que eles criaram se mantém. As regras da sociedade, que costumavam ser tão sólidas, se mostraram frágeis diante da necessidade de se sentir vivo. E agora que eles sabem o que é a verdadeira intimidade, o que é a verdadeira liberdade, eles se recusam a retornar àquela vida monótona e convencional que tinham.
Alex começa a tocar no cu da mãe, com a boca cheia de desejo. Nanda, em cima do pai, abre as pernas e permite que Alex a penetre, enquanto Augusto, em Nanda, se move com cuidado. E Isabella, a matriarca, com os olhos fechados e um sorriso no rosto, sabe que eles estão construindo um futuro baseado em paixão e entendimento.
A cada empurrão, eles se tornam um, a energia fluindo entre eles. E, no meio de tudo isso, ninguém pensa em errar. Pensam somente em amar e ser amados.
A pandemia trouxe a eles a liberdade que eles procuravam. E, com a vida voltando à normalidade, eles sabem que vão continuar a explorar cada desejo que tiverem.
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Comentários (1)
Luis: Adorei o conto
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